Marta Lança

Trabalhadora independente em várias linguagens da área da cultura, como programação, tradução, jornalismo, investigação, cinema. Desde 2010, edita o portal BUALA

bio maior: 

Lisboa, 1976. É formada em Estudos Portugueses, Literatura Comparada e Edição de Texto e doutoranda em Estudos Artísticos, na FCSH - UNL. Criou as publicações V-ludo, Dá Fala e, desde 2010, é editora do site BUALA. Em Luanda lecionou na Universidade Agostinho Neto e colaborou com a I Trienal de Luanda, em Maputo trabalhou no festival de documentário Dockanema. Como programadora organizou, entre outros: “Roça Língua, encontro de escritores lusófonos” (São Tomé e Príncipe, 2011); o ciclo “Paisagens Efémeras”, dedicado a Ruy Duarte de Carvalho (Lisboa, 2015); “Expats” (com Rita Natálio, FITEI, Porto, 2015); “Vozes do Sul” (Festival Silêncio, Lisboa, 2017); conferência no projeto NAU com o Teatro Experimental do Porto (2018); o ciclo “Para nós, por nós: produção cultural africana e afrodiaspórica em debate” (com Raquel Lima, 2018), “Sou esparsa e a liquidez maciça: gestos de liberdade” (Maat, 2020), “TERRA BATIDA” (com Rita Natálio, 2021), “Bibliotera”, com Filipa César e Marinho Pina (Meia Noite - Anozero Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra, 2022). Coordena a parte de Lisboa do projecto “ReMapping Memories Lisboa-Hamburg, Lugares de Memória (Pós)coloniais”. Traduziu pensadores africanos como Achille Mbembe e Felwine Saar. Faz pesquisa e escrita para cinema e teatro, escreveu no Público e em várias publicações. Esteve no grupo de consultores do Memorial às Pessoas Escravizadas (iniciativa da DJASS) e do Glossário Afro-European Cartography of Culture, Language and Arts. É autora de Infinitas-pessoas-mais-uma (Tigre de papel, 2019), e coautora de FUTUROS CRIATIVOS Economia e Criatividade em Angola, Moçambique e Timor-Leste (Acep, 2019), organizou os livros Roça Língua (2015), Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho (2018) e Este corpo que me habita (2014).

Email:

Web: BUALA

Artigos do autor