Marta Lança

Lisboa (1976). Doutoranda em Estudos Artísticos, formação em Estudos Portugueses, Literatura Comparada e Edição de Texto na FCSH-UNL. Os temas de pesquisa passam pelo debate pós-colonial, programação cultural, processos de memorialização, plataformas de discurso e estudos africanos. Criou as publicações V-ludo, Dá Fala, Jogos Sem Fronteiras (co-ed) e, desde 2010, é editora do site BUALA. Escreve para publicações em Portugal, Angola e Brasil. Traduziu do francês livros de Maxence Fermine, Jacques-Pierre Amettea, Asger Jorn e Achille Mbembe. Em Luanda lecionou na Universidade Agostinho Neto e colaborou com a I Trienal de Luanda, em Maputo trabalho no festival de documentário Dockanema. Como programadora organizou: Roça Língua, encontro de escritores lusófonos (São Tomé e Príncipe, 2011); o ciclo dedicado a Ruy Duarte de Carvalho Paisagens Efémeras (Lisboa, 2015); com Rita Natálio, Expats (FITEI, 2015); Vozes do Sul para o Festival do Silêncio (2017); projeto NAU com o Teatro Experimental do Porto (2018); com Raquel Lima, o ciclo Para nós, por nós: produção cultural africana e afrodiaspórica em debate (2018) e colaborou no Encontro Where I (We) Stand (Gulbenkian, 2019). Tem experiência em pesquisa e produção de cinema, sobretudo com a Terratreme filmes.  Participou no grupo de consultores do Memorial às Pessoas Escravizadas (iniciativa da DJASS) e no grupo editorial do Glossário Afro-European Cartography of Culture, Language and Arts.

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