"Os 'factos' não são apenas extraordinários e de enorme singularidade".

"Os 'factos' não são apenas extraordinários e de enorme singularidade". Uma história construída com sangue, mas também alicerçada num combate contínuo e, por fim, vitorioso contra a barbárie da espoliação esclavagista e colonial. Uma história que testemunha, pela sua enorme duração, a vitalidade inextinguível da Sagrada Esperança de Agostinho Neto.

Mukanda

02.02.2016 | por Elikia M'Bokolo

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel VII Labores e diálogos

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel VII Labores e diálogos Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho, integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. Painel VII "Labores e diálogos" com Inês Ponte e Ana Balona de Oliveira.

Ruy Duarte de Carvalho

28.01.2016 | por vários

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel VI Histórias de Angola

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel VI Histórias de Angola Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho, integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. painel VI Histórias de Angola

Ruy Duarte de Carvalho

25.01.2016 | por vários

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel V Nomadismo, conflitos e a construção do Estado

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel V Nomadismo, conflitos e a construção do Estado Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho, integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. Nomadismo, conflitos e a construção do Estado – V com Maria Benedita Basto, Rita Chaves e Fernando Florêncio.

Ruy Duarte de Carvalho

25.01.2016 | por vários

História de Angola - nota do autor - PRÉ-PUBLICAÇÃO

História de Angola - nota do autor - PRÉ-PUBLICAÇÃO Impressionante verificar a avidez dos jovens, que vêm licenciar-se à ex-metrópole, em querer conhecer a História do seu país, que surpreendentemente não lhes era ensinada na escola secundária angolana. A maior parte deles – era inacreditável! – só conhecia Njinga Mbandi ou Mandume como nomes de ruas. Contudo, ansiavam por informação, pela recuperação merecida da remota memória histórica ignominiosamente silenciada! Em Angola reinava e reina, tal como no tempo colonial, o positivismo tecnocrático e quantitativo, pelo que só interessa falar em presente e em futuro. Porque estará Angola condenada à doença de Alzheimer?

A ler

21.01.2016 | por Alberto Oliveira Pinto

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel IV Epistemologias

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel IV Epistemologias Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho, integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. Epistemologias IV com Luhuna Carvalho, Ana Paula Tavares e José Luís Garcia.

Ruy Duarte de Carvalho

20.01.2016 | por vários

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel III

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel III Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho, integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. Cinema e o “presente angolano” – III com Inês Dias e Kelly Araújo

Ruy Duarte de Carvalho

20.01.2016 | por vários

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel II

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - painel II Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho, integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. Diálogos literários e disciplinares – II com Christian Fischgold e Anita Moraes

Ruy Duarte de Carvalho

19.01.2016 | por vários

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - comunicações

Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho - comunicações Durante os dias 10 e 11 de dezembro de 2015, teve lugar, na galeria Quadrum, Lisboa, o colóquio "Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho", integrado no ciclo Paisagens Efémeras. Publicamos as comunicações, antecipando a futura publicação online dos artigos resultantes do colóquio. Diálogos literários e disciplinares – I com Lívia Apa e Sonia Miceli

Ruy Duarte de Carvalho

18.01.2016 | por vários

Visões de mundo, ações do corpo que dança - parte 2

Visões de mundo, ações do corpo que dança - parte 2 A interculturalidade em Portugal tende ainda a existir mais no plano dos discursos. A falta de estudos sobre fenómenos interculturais e as poucas estratégias efetivas do Estado comprometem que Portugal assuma uma posição mais consistente no âmbito dos encontros entre as “Áfricas” e as “Europas”. O país vive, ainda hoje, um contexto de reafirmação do racismo e xenofobia, pelo que fomentar uma reflexão crítica sobre estes temas pode contribuir para o reconhecimento de direitos e de histórias conjuntas e na construção de um presente.

Palcos

14.01.2016 | por Teresa Fabião

“Papéis da Prisão”, de José Luandino Vieira: uma “biografia”

“Papéis da Prisão”, de José Luandino Vieira: uma “biografia” A “biografia” de uma obra parece um sucedâneo figurado, anómalo de uma convencional biografia do autor. O que percebemos, porém, ao longo dos quase três anos de organização de um projecto entusiasmante e labiríntico, com a presença fortíssima e discreta de Luandino em cada etapa da sua realização, é que o caso dos Papéis da Prisão coloca sob suspeita muitas categorias da crítica literária ou textual.

A ler

05.01.2016 | por vários

As viagens lusófonas de Ariel de Bigault

As viagens lusófonas de Ariel de Bigault Do seu conhecimento sobre música popular angolana e caboverdiana resultaram duas Antologias que são discos fundamentais para compreender a História e a cultura de ambos os países. Ainda no interesse de divulgação musical (do samba, ao semba, às várias fusões musicais urbanas) e de outros temas relacionados, dedicou-se à realização de documentários e conta com uma filmografia bastante alargada na qual podemos descortinar um fio condutor: “um roteiro artístico e pessoal que tem sido lusófono e africano,” como ela própria resume.

Cara a cara

28.12.2015 | por Marta Lança

De Dakar a Brazaville, de Abidjan a Niamey: o manifesto anticolonial de Afrique 50

De Dakar a Brazaville, de Abidjan a Niamey: o manifesto anticolonial de Afrique 50 Afrique 50 é um documentário assumidamente anti-colonial que procura revelar a verdade de um regime colonial francês que baseia a sua supremacia no primado da força e da violência, na exploração capitalista da mão-de-obra negra assalariada, na negação da liberdade dos povos africanos e na falsa ideologia do progresso e da superioridade da cultura europeia.

Afroscreen

21.12.2015 | por Joaquim Pedro Marques Pinto

O discurso contra-epopeico em "Non ou a Vã Glória de Mandar": contributos para uma leitura lourenciana

O discurso contra-epopeico em "Non ou a Vã Glória de Mandar": contributos para uma leitura lourenciana Do início ao fim, como dialéctica universal e ininterrupta, a História percorre o seu próprio tempo à procura da partícula do sentido, sem medo de se repetir. As nações formam-se, desenvolvem-se, mitificam-se, oferecendo o seu contributo ao progresso da civilização. Non é a palavra maldita e monossilábica que encerra o apogeu e declínio do destino português. A verdade é a suprema essência que transcende a realidade dos homens, o plano mitológico onde se cumprem os seus actos heróicos e funestos. O que fica para a humanidade é, de facto, não o que se tira, mas o que se dá.

Afroscreen

12.12.2015 | por Joaquim Pedro Marques Pinto

A história daquele que se gerou a si mesmo. Reflexões sobre cinema e antropologia a partir de Nelisita

A história daquele que se gerou a si mesmo. Reflexões sobre cinema e antropologia a partir de Nelisita A crítica à recorrente hierarquização cultural, à indústria da nostalgia nestes circuitos também aflora, assim como a desadequação com o vigor e os códigos sócio-culturais das realidades descritas: “elite de zeladores do passado, de sobrevivências culturais, guardiães de uma nostalgia de todo estranha aos atores dos seus filmes, aos agentes sociais que os povoam, prospectores e divulgadores da diferença não para integrá-la num mundo de todos, mas para situá-la num mundo culturalmente hierarquizado?”

Ruy Duarte de Carvalho

09.12.2015 | por Marta Lança