Entre o movimento negro e marxismo: genealogia intelectual de uma época

Entre o movimento negro e marxismo: genealogia intelectual de uma época É útil traçar uma genealogia do internacionalismo negro para ajudar perceber o processo da sua formação. As independências de África, além da acção de africanos e africanos na diáspora, devem-se a um conjunto de mudanças estruturais. Se colocarmos a emergência do internacionalismo negro numa perspectiva mais vasta isso permitir-nos-á compreender a mudança de paradigma operada entre os finais do séc. XIX e princípios do séc. XX.

22.05.2010 | por António Tomás

Reverberações lusotropicais: Gilberto Freyre em África 1 - Cabo Verde

Reverberações lusotropicais: Gilberto Freyre em África 1 - Cabo Verde O episódio mais controverso de "Aventura e rotina" foi a breve visita realizada por Gilberto Freyre a três ilhas do arquipélago, S. Vicente, Santiago e Sal. Esta visita era aguardada com grande expectativa por parte da intelectualidade cabo-verdiana aglutinada em torno da revista Claridade. (...) Pouco tempo depois da publicação de Aventura e rotina, Baltasar Lopes refutou ponto por ponto as observações feitas por Gilberto Freyre nas questões do Criolo, a identidade cultural cabo-verdiana, gastronomia, arte popular, a caracterização do tipo de mestiçagem que houve no arquipélago, assim como a comparação cultural feita por Freyre entre Cabo Verde e as Antilhas.

16.05.2010 | por Fernando Arenas

Norte-americana reedita romance sobre a Rainha Nzinga em Paris

Norte-americana reedita romance sobre a Rainha Nzinga em Paris No livro ficamos a conhecer detalhes sobre vários aspectos da vida da Rainha Nzinga adolescente: a relação com o seu pai Kiluanji e com os outros membros da família, a sua sede de saber, a sua formação no domínio dos provérbios, a aprendizagem para ajustar flechas, o conhecimento sobre plantas curativas, as consultas de previsão ao seu futuro político, as primeiras preferências amorosas, a sua concepção da resistência e a atenção acordada com a defesa militar do Ndongo.

16.04.2010 | por Simão Souindoula