ESTREIA | Aquilo que ouvíamos | 15 a 25 Junho - 20h | LuxFrágil - Lisboa

Aquilo que ouvíamos Uma criação do Teatro do Vestido

ESTREIA 15 JUNHO | 20H00 | LUX FRÁGIL - LISBOA  
Sessões 15, 16, 17, 18, 19, 20 Junho | 20h00
e 22, 23, 24 e 25 Junho | 20h00   
Bilhetes à venda em www.teatrosaoluiz.pt 

Foto(c) João Paulo SerafimFoto(c) João Paulo Serafim

Aquilo que ouvíamos

era exactamente assim que era
se nos lembrássemos de como era
e,
de certa forma,
lembramo-nos.

‘Está a gravar?’
Desta vez voltámos para nós próprios o gravador.
Convidámos uma banda (3 músicos) e mais 2 músicos, num total de 5, para que, no barulho ensurdecedor que fazem (chama-se música, pá!, ah, pois é), não nos deixarem pensar assim muito. Lembrarmo-nos, chega. Contar uns aos outros, chega. Dançar, também. Cantar, por vezes, trautear, outras. Outras, só ficar a ouvir, chega.
Desta vez, voltámos para nós o gravador.
Está a gravar, sim, o que é contas sobre isto?

Aquilo que ouvíamos parte das nossas experiências de escuta de música alternativa – de diferentes estilos – de meados dos anos 80 à passagem para os anos 90 (sendo que, em cena, estão diferentes gerações, por isso será mais rigoroso dizer que se estende no tempo para além [e antes] desse tempo). É, sobretudo, um espectáculo sobre como a música foi e é parte da identidade das pessoas que a escutam, e sobre um tempo em que a materialidade da música era crucial e em que muitas das nossas actividades e vivências se organizavam em torno disso.
Por exemplo, comprar vinis com parcas mesadas, trocá-los no pátio da escola secundária, fazer amigos por causa disso, comprar cassetes para gravar esses vinis, que assim se multiplicavam, ou comprar cassetes de concertos mesmo raros e mesmo mal gravados mas muito preciosos, ou cassetes gravadas com programas de rádio feitos por nós e para nós. Ou, quando aquilo que ouvíamos era muito daquilo que nós éramos – ou, como a música nos conferia uma identidade.

Aquilo que ouvíamos leva-nos numa viagem por histórias pessoais de relação com a música e o seu consumo, que criaram e definiram identidades ao longo do tempo que ainda perduram.

Há uma proposta de dress code para esta peça. Não a tomem como imposição, mas como um convite: aos que ouviam ‘aquilo’, recuperar esses figurinos da adolescência, a roupa preta, as doc martens e tudo o resto que nos distinguia. Aos que não ouviam, convidamo-vos a vestirem-se de forma especial para esta viagem. Fica o convite. Até já.

Apresentações integradas nas programações de São Luiz Fora de Portas e Junho em Lisboa.

Texto e Direcção Joana Craveiro 

Co-criação e interpretação Estêvão Antunes, Inês Rosado, Joana Craveiro e Tânia Guerreiro 

Músicos convidados (co-criação, composição e interpretação) Bruno Pinto, Francisco Madureira e Loosers (Guilherme Canhão, José Miguel Rodrigues e Rui Dâmaso) 

Participação especial Ricardo Jerónimo, Sónia Guerra, Tatiana Damaya 

Colaboração criativa Sérgio Hydalgo 

Cenografia Carla Martinez 

Figurinos Tânia Guerreiro 

Imagem João Paulo Serafim 

Vídeo directo João Paulo Serafim, e Henrique Antunes, Sónia Guerra, Tatiana Damaya 

Iluminação Leocádia Silva 

Som Pedro Baptista, Sérgio Milhano (PontoZurca) 

Operação de Som Pedro Baptista 

Direcção de Produção Alaíde Costa 

Assistência Ricardo Jerónimo, Sónia Guerra, Tatiana Damaya 

Apoios Centro Cultural Vila Flor, FX RoadLights, ZDB 

Co-produção EGEAC – Programação em Espaço Público e São Luiz Teatro Municipal, Teatro Nacional São João e Teatro do Vestido

Ricardo Jerónimo, Sónia Guerra e Tatiana Damaya participam no projecto no contexto de estágio curricular, ao abrigo de protocolo entre o Teatro do Vestido e a ESAD.CR 

11.06.2021 | por Alícia Gaspar | aquilo que ouvíamos, EGEAC, lisboa, LuxFrágil, Teatro do Vestido

Literaturas Afrikanas

O blog na rua 

Acompanhando a conferência “Desafios das línguas nacionais e da língua portuguesa nalguns países da CPLP”, o blog participará com uma banca de livros de autoria africana  escritos em línguas nacionais ou em versão bilingue com o português. Haverá também dicionários e gramáticas de várias língua nacionais africanas e, até, do Brasil.

Uma mesa especial será consagrada a obras das e dos ilustres palestrantes da conferência e do programa de acompanhamento. 

Vejam a programação do evento  aqui.  

A banca estará pronta para vos acolher a partir das 12.00 horas até às 20.00 horas , na sexta feira , dia 21 de maio, no “Bistrô Crioulo” do Centro Cultural de Cabo Verde , na Rua de São Bento, em Lisboa. 

A conferência começa às 17 horas e pode ser acompanhada online aqui. Para a participação presencial é necessária uma inscrição prévia.

 Apareçam nesta celebração da palavra africana (e não só)  e divulguem!!!!

20.05.2021 | por Alícia Gaspar | cabo verde, centro cultural de cabo verde, língua portuguesa, lisboa, literaturas afrikanas

Memorializar e descolonizar a cidade (pós)colonial - debates

Por ocasião do lançamento do projeto ReMapping Memories Lisboa e Hamburgo, Lugares de Memória (Pós)Coloniais, levado a cabo pelo Goethe-Institut, têm lugar uma série de discussões abertas sobre a cidade. Iremos debater temas como as marcas coloniais visíveis na cidade e nos corpos de quem a habita; a luta anti-colonial e a inscrição africana e afrodescendente no espaço metropolitano; ou, de um modo mais global, políticas, abordagens e desafios do processo de “descolonização” nas cidades europeias. Os debates contarão com estudiosos, ativistas e artistas e podem ser assistidos pela FB do Goethe, do TBA e do BUALA. 

Curadoria Goethe-Institut e Marta Lança 

5, 6 e 7 de maio das 18h00 às 20h00  

Os encontros decorrem em zoom com streaming, são gravados para material do site.

Língua: dia 5 e 6: português, dia 7: alemão e português, com tradução simultânea.

O site ReMapping Memories Lisboa e Hamburgo, Lugares de Memória (Pós)Coloniais resulta de uma pesquisa, mapeamento e análise de lugares em Lisboa e Hamburgo que contam histórias de colonialidade, de resistência e disputa de memória (material e imaterial) no espaço urbano. Num processo entre várias cidades europeias, pretende-se contribuir para o não apagamento da história e da memória colonial e pós-colonial de Lisboa e Hamburgo, defendendo a igualdade na pertença e acesso à cidade, ainda segregada na sua geografia, vivência e representações. 

#ReMappingMemories

5 de maio de 2021 – 18-20h

As marcas coloniais na cidade e no corpo - Moderação: Marta Lança 


Vídeo 1 de Rui Sérgio Afonso

Isabel Castro Henriques -  Percursos históricos dos Africanos em Lisboa (séculos XV-XX)

Mamadou Ba - A geografia racial estrutura a relação entre estar na cidade e ser da cidade

António Brito Guterres - A forma (pós)colonial da Metrópole

Debate 

6 de maio de 2021 – 18-20h 

Vídeo 2 de Rui Sérgio Afonso

Inscrição de uma AfroLisboa  - Moderação: Marta Lança 

Nádia Yracema - Artista mo(nu)mento

Kalaf  Epalanga - A importância de criar um Museu da Kizomba

José Baessa de Pina (Sinho) - Como construir comunidade nos subúrbios de Lisboa 

Debate 

7 de maio 2021 – 18-20h 


Vídeo 3 de Rui Sérgio Afonso

Estratégias para descolonizar a cidade - Moderação: António Sousa Ribeiro  

Miguel Vale de Almeida - “Como abanar estátuas?” os debates sobre Descolonizar a cidade

Maria Paula Meneses - Lisboa: histórias ocultas e linhas contínuas 

Noa K. Ha - O desafio da memória pós-colonial. Legados de colonialidade na cidade

Debate

Sinopse dos debates e bios dos convidados disponível aqui.

01.05.2021 | por Alícia Gaspar | ativismo, cidade, colonialismo, debates, Descolonização, Goethe institut, Hamburg, história, lisboa, memorializar e descolonizar a cidade pós colonial, Portugal, re-mapping memories, ReMappingMemories, sociedade

Galeria MOVART apresenta “Matéria Vital” de António Ole

A galeria MOVART reabre portas no dia 15 de abril, quinta-feira, com a exposição Matéria Vital de António Ole. Trata-se da primeira individual do artista de origem angolana em Lisboa desde 2016, ano em que inaugurou a sua importante retrospetiva Luanda, Los Angeles, Lisboa, no Museu Calouste Gulbenkian.

Matéria Vital tem curadoria de Ana Balona de Oliveira e reúne obras de diversos períodos do multifacetado percurso artístico de mais de cinquenta anos de António Ole (Luanda, 1951). “Realizadas em vários meios, da escultura à fotografia, do desenho ao vídeo, estas obras colocam em evidência a atenção que Ole tem dedicado à natureza e aos seus elementos e matérias vitais”, explica a curadora. 

Corpo Fechado - António Ole. Cortesia do artista e da galeria Movart Corpo Fechado - António Ole. Cortesia do artista e da galeria Movart “A terra, a água, o fogo e o ar assumem aqui inúmeras formas que, no seu conjunto, convidam a uma percepção planetária e a uma consciência ecológica não só da coabitação, mas, sobretudo, da interdependência entre formas de vida humana e não-humana (animal, vegetal, mineral) – assunto vital (vital matter), para cuja premência e urgência a própria realidade pandémica veio, mais do que nunca, alertar”, sublinha Balona de Oliveira. “A sobrevivência do humano no nosso planeta dependerá desta consciência profunda, aliada a formas de acção consequentes. As lições a aprender constituirão modos de desaprender a obsessão pelo desenvolvimento e pelo crescimento económicos e pela constante aceleração da produção e do consumo às custas do necessário equilíbrio ambiental”. 

O novo projeto do artista, que é um nome incontornável do panorama angolano e internacional, interpela reflexões sobre a crise ambiental, associadas a dinâmicas de exploração, extração e violência, que persistem globais e coligadas ao sistema colonial. A obra de Ole tem influenciado as gerações mais jovens de artistas de origem africana e apoiado a reconfiguração das histórias da humanidade e, muito em particular, da história de Portugal na sua relação crítica com as culturas e comunidades afro-portuguesas. 

A exposição Matéria Vital poderá ser visitada na MOVART Lisboa até ao dia 9 de junho, de terça a sexta das 10h às 18h30 e ao sábado entre as 10h e as 13h. A admissão no espaço encontra-se limitada a 5 pessoas em simultâneo, é obrigatório o uso de máscara facial e o cumprimento das normas das normas da DGS a respeito do distanciamento social.

***

ANTÓNIO OLE (Luanda, 1951). Estudou Cultura Afro-Americana e Cinema na UCLA (University of California, Los Angeles). Ao longo de cinco décadas, tem desenvolvido um trabalho eclético com recurso ao desenho, pintura, colagem, escultura, instalação, fotografia, vídeo e cinema. Inspira-se na arte tradicional como estímulo para desenvolver um discurso contemporâneo adequado ao seu tempo e circunstância. Os diferentes modos de utilização das práticas expressivas clássicas africanas atravessam toda a sua obra.

Entre as suas exposições individuais mais recentes, destacam-se: António Ole – 50 anos, Passado, Presente e Futuro (2019), Galeria do Banco Económico, Luanda, Angola; Projecto a Solo (2017), Feira de Arte FNB Joburg art Fair, Joanesburgo, África do Sul; Luanda, Los Angeles, Lisboa(2017), Museu Calouste Gulbenkian, Lisboa, Portugal; e António Ole. Memória e Esquecimento (2013), Fundação Carlos de Amberes, Madrid, Espanha.

Das exposições coletivas em que participa desde 1967, destacam-se: 57ª, 56ª e 55ª Bienal de Arte de Veneza (2017, 2015, 2013), Itália; Sentido em Deriva (2013), Culturgest, Lisboa, Portugal; Elos de Lusofonia (2011), Museu Histórico Natural, Rio de Janeiro, Brasil; Who Knows Tomorrow(2010), Alte Nationalgalerie, Berlim, Alemanha; Artists in Dialogue (2009) com Aimé Mpane, National Museum of African Art-Smithsonian Institution, Washington DC, E.U.A. O seu trabalho foi premiado em Angola, Portugal e Cuba e encontra-se representado em inúmeras coleções públicas em Portugal, Angola, África do Sul, E.U.A., Alemanha, França e Cuba.  

13.04.2021 | por Alícia Gaspar | Ana balona de oliveira, António Ole, exposição, exposição matéria vital, galeria movart, lisboa, Luanda, panorama angolano e internacional, reabertura

“O Meu Bairro é Lisboa”. Está aberto o concurso de ideias para curtas-metragens documentais sobre bairros de Lisboa

Esta iniciativa surge no âmbito da celebração do 10.º aniversário BIP/ZIP.

O Meu Bairro é Lisboa é um concurso de ideias para curtas-metragens documentais sobre bairros de Lisboa, com candidaturas abertas até 5 de Abril. Promovido pelo Projeto Educativo da Apordoc – Associação pelo Documentário e a Estratégia de Desenvolvimento Local BIP/ZIP, o concurso está aberto a grupos de 3 a 5 membros, sem limite de idade

Nos bairros do município de Lisboa, existem muitos aspetos que podem ser filmados com uma câmara de telemóvel: espaços de convívio, curiosidades do passado, os habitantes, as fronteiras e os pequenos pormenores. Na partilha de perspetivas sobre diferentes zonas e bairros, todas as ideias são válidas. 

Dos membros do grupo, pelo menos um deve ser morador do bairro que pretende documentar. A diversidade (geracional, de género, entre outras) dentro dos grupos será um fator de valorização no processo de seleção. 
No final do processo de seleção, a 16 de Abril, o painel divulgará os 10 grupos vencedores. Os selecionados participarão em oficinas para a realização das curtas metragens, com uma formadora especializada em cinema do Projeto Educativo Apordoc. 

Em Julho, no Cinema São Jorge, todas as curtas-metragens serão exibidas numa sessão aberta ao público. O formulário de inscrição e todas as informações estão disponíveis no site do Doclisboa. 

20.03.2021 | por Alícia Gaspar | bairros da cidade, cinema são jorge, concurso, curtas-metragens, DocLisboa, lisboa, Portugal

Arquitecturas Film Festival regressa a Lisboa em Junho com foco em Angola

Tendo como tema Bodies Out Of Space, o festival vai realizar-se no Cinema São Jorge de 1 a 6 de Junho.

O Cine-Estúdio do Namibe é um edifício projectado pelo arquitecto José Botelho Pereira para Moçâmedes, mas que nunca recebeu filmes. Walter Fernandes (Livro | Angola Cinemas) O Cine-Estúdio do Namibe é um edifício projectado pelo arquitecto José Botelho Pereira para Moçâmedes, mas que nunca recebeu filmes. Walter Fernandes (Livro | Angola Cinemas)

Arquitecturas Film Festival regressa ao Cinema São Jorge, em Lisboa, de 1 a 6 de Junho deste ano, numa oitava edição que se debruça sobre Angola e um total de 36 filmes, anunciou a organização esta terça-feira.

Sem se realizar em 2020, devido à pandemia de covid-19, o regresso do festival dedicado à arquitectura faz-se nos primeiros dias de Junho, com o tema Bodies Out Of Space. “É uma excursão sobre a construção social do espaço conectado a um fio que circula dentro das suas próprias narrativas de dominação. Narrativas também sobre identidade que, muitas vezes, é retirada ou forçada a representar o nosso corpo”, pode ler-se na apresentação. A partir desta reflexão, acrescenta a nota, nasce “uma vontade de pensar activamente sobre a responsabilidade como espectadores” por um “labirinto de desigualdades como descendentes directos da exploração do espaço e dos corpos”.

Além da selecção oficial e da competitiva, o evento debruça-se sobre Angola, país onde “a confluência de tempos e regimes é visível na sua arquitectura e na sua memória colectiva”, com a curadoria da jornalista, escritora e produtora Marta Lança.

O certame arranca com a exibição de Para Lá dos Meus Passos, de Kamy Lara e Paula Agostinho, seguindo cinco bailarinos de diferentes regiões do território angolano. A programação inclui a estreia em sala de “Body-Buildings”, do português Henrique Pina, que cruza dança, arquitectura e cinema no olhar para “seis retratos coreográficos em seis locais portugueses distintos”. Tânia Carvalho, Vera Mantero, Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Victor Hugo Pontes e Jonas & Lander cruzam a dança com a arquitectura de Álvaro Siza, Eduardo Souto de Moura, Aires Mateus, João Luís Carrilho da Graça e João Mendes Ribeiro.

Ao todo, são 36 filmes de mais de uma dezena de países diferentes, com a programação completa a ser anunciada em breve. Documentários, filmes de ficção, animação e obras experimentais estarão incluídas na selecção, sempre com a marca da arquitectura contemporânea, com prémios atribuídos para Novos Talentos, Melhor Ficção, Melhor Filme Experimental e o Prémio do Público.

Ao lado da programação cinematográfica, o café do Cinema São Jorge recebe um ciclo de debates intitulado África Habitat, organizado em parceria com a Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa, e a exposição de instalações dos angolanos Lino Damião e Nelo Teixeira. Afonso Quintã organiza ainda uma mostra sobre os cineteatros de Angola, partindo de material do Cine-Estúdio do Namibe, um projecto do arquitecto José Botelho Pereira para Moçâmedes, concluído em 1974, mas que nunca entrou em funcionamento.

Concebido pela Do You Mean Architecture e pelo Instituto, o Arquitecturas é uma co-produção com a EGEAC e o Cinema São Jorge, com vários outros parceiros e o apoio da Embaixada de Angola.

16.03.2021 | por Alícia Gaspar | Aires Mateus, Álvaro Siza, angola, arquitectura, arquitecturas film festival, arquitetura, bodies out of space, body buildings, cinema, cinema de são jorge, dança, do you mean architecture, Eduardo Souto de Moura, embaixada de angola, Henrique Pina, instituto, João Luís Carrilho da Graça e marta lança, João Mendes Ribeiro, lisboa, Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Tânia Carvalho, Vera Mantero, Victor Hugo Pontes e Jonas & Lander

A cada passo, uma constelação - performance

“Tenho vindo a atentar aos gestos quotidianos de caminhar e permanecer, procurando activá-los como práticas para repensar as relações que estabelecemos com os espaços e tempos da cidade. Como pode a atenção às qualidades dos espaços desprovidos de função confrontar-nos com o que reduz tudo ao seu valor de troca? Como pode a dilatação do tempo na deambulação constituir-se como forma de resistência à lógica da produtividade?

Depois de Partituras para ir, que − das Amoreiras ao Poço dos Negros − integrou o programa (Quase) Teatro do Bairro Alto, A cada passo, uma constelação propõe uma caminhada pela zona oriental de Lisboa, invisibilizada durante décadas e agora percebida como livre e pronta a ser reconvertida. Escavando uma rota por entre fragmentos deste território expectante, o percurso-performativo tenta ver neste pedaço de cidade uma máquina de reflexos que ilumina as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Os participantes são guiados por uma voz que fala ao seu ouvido, presença sem corpo que será a sua companhia ao longo deste percurso. Abre-se assim um espaço de reflexão sonora.”

Joana Braga


Direção artística: Joana Braga

Criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Joana Braga, Tânia Moreira David

Vídeo: Tânia Moreira David

Som: Fernando Ramalho

Texto: Joana Braga com Andresa Soares

Voz: Isadora Alves

Design gráfico: Ana Teresa Ascensão

Produção executiva: Sara Goulart

Coprodução: Artéria | Humanizing Architecture, Teatro do Bairro Alto

A cada passo, uma constelação faz parte de Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto que explora a caminhada como forma de pesquisa e prática artística, financiado pela República Portuguesa / Direção-Geral das Artes

19 Outubro Sábado Partidas entre as 15h e as 17h           

Duração: 135’

Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, no jardim central perto do coreto (Bairro do Condado, Zona J). Percurso individual com levantamento de mapa no ponto de encontro.

Entrada livre mediante inscrição para bilheteira@teatrodobairroalto.pt (máximo 80 pessoas) NOVO PRAZO DE INSCRIÇÕES: 17 outubro

16.10.2019 | por martalanca | caminhada, lisboa, performance

23 anos B.leza!

B.leza Clube, em Lisboa, comemora o seu 23.º aniversário com uma festa especial na noite de 21 de Dezembrosexta-feira. Todos os artistas que já subiram ao palco do B.leza são convidados para uma super jam, ao longo de uma noite plena de convívio e dança.

Foi há 23 anos, no dia 21 de Dezembro de 1995, que o B.leza Clube (nome escolhido em homenagem ao poeta cabo-verdiano B.leza, nascido Francisco Xavier da Cruz), foi inaugurado. Na altura situado no Palácio Almada Carvalhais, o espaço tornou-se depressa a catedral da música africana em Lisboa, ou, como o Primeiro-Ministro António Costa lhe chamou, a 11ª ilha de Cabo Verde em Lisboa.

Hoje, localizado no Cais da Ribeira, num armazém com vista para o rio Tejo, o B.leza continua a ser uma casa de alma africana, onde a morna, o funaná e as coladeiras marcam os ritmos da vida. “Foram 23 anos de festa, alegria, muitos encontros e muita música”, conta Sofia Saudade e Silva, que, juntamente com a irmã, Madalena, detém o clube. “Foi a concretização de um sonho, que todos os dias cresce mais um bocadinho. E é isso que esperamos para o futuro, continuar a concretizar este projecto, que é acima de tudo uma história de amor. Aliás, não uma, mas várias. É a história de amor de duas filhas por um pai, de Portugal por África, mas fundamentalmente a história do amor que as pessoas têm para dar, da forma como a música e a dança nos podem unir.”

Uma união que marca a expectativa para a grande festa do 23.º aniversário. “Esperamos muita música, muita alegria, muitos encontros, sorrisos e abraços. As festas de aniversário são normalmente de grande alegria e partilha. É assim que esperamos que seja esta”, prometem a manas Saudade e Silva.

Ao som das músicas de Dany Silva, Ana Firmino, Calú Moreira, Gerson Marta, Miroca Paris, Maria Alice e muitos outros artistas, a próxima festa de aniversário do B.leza irá certamente trazer muitas memórias inesquecíveis. Faça parte desta história e venha festejar connosco 23 anos de vida.

23 anos B.leza!
Dia 21 de Dezembro, sexta-feira, abertura das portas às 22h30.
Entrada 10€ (inclui 5€ de consumo).

B.leza Clube
Cais da Ribeira Nova, Armazém B. (Cais do Sodré) 1200-109 Lisboa geral.bleza@gmail.com| 210106837| Quinta a sábado das 22h30 às 05h00 | Quartas das 22h00 às 02h00 | Domingo das 19h00 às 02h00 | Encerra à segunda e à terça (excepto vésperas de feriado).

Para mais informações ou entrevista com os artistas convidados – comunicacao.bleza@gmail.com    

12.12.2018 | por martalanca | B.Leza, lisboa, noite africana

Topografias Imaginárias: cinema ao ar livre e visionamentos comentados sob o tema Lisboa, cidade do Sul

 

SEXTA, 1 SETEMBRO O Descobrimento do Brasilde Humberto Mauro, Brasil, 1937O Caso J., de José Filipe Costa, Portugal/Brasil, 2017

18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)GPS 38.704565, -9.177261
Visionamento comentado de O Descobrimento do Brasil por:José Filipe Costa (cineasta), Eduardo Victorio Morettin (historiador do cinema brasileiro, professor, investiga as relações entre História e Cinema) e Tiago Baptista (historiador do cinema e diretor do ANIM - Arquivo Nacional de Imagem e Movimento)
21h30 Quinta do Alto (Alvalade)GPS 38.762492, -9.135472
Projeção de cinema ao ar livre O Descobrimento do Brasil [60’] + O Caso J. [20’]

Sinopse Encaramos desde logo e de frente uma das questões fundamentais deste programa: a relação entre centro e periferia e entre o “nós” e os “outros” na base da ideia de “capital ibero-americana” (relações que todo o programa desta Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura procura questionar). Seguimos a visão de um brasileiro sobre os portugueses que lhe “descobriram” o país e a visão de um português sobre um caso do Brasil contemporâneo. A uni-los está uma certa conceção do cinema como teatro documental e da cena cinematográfica como lente de aumentar.
21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Largo do Calvário > local da projeção

O Descobrimento do Brasil, de Humberto MauroO Descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro
SÁBADO, 2 SETEMBRO Milagre na Terra Morenade Santiago Álvarez, Cuba/Portugal, 1975Outro País, de Sérgio Tréfaut, Portugal, 1999

18h30 Salão de Festas do Vale Fundão (Marvila) (Azinhaga Vale Fundão, 25)GPS 38.747153, -9.105631
Visionamento comentado por:Olivier Hadouchi (programador e investigador, tem trabalhado sobre o “terceiro cinema”), Maria do Carmo Piçarra (jornalista, professora, tem investigado o cinema de propaganda produzido durante o Estado Novo) e Fernando Rosas (historiador)
21h30 Bairro Vale Fundão (Marvila) (Rua João Graça Barreto)GPS 38.746015, -9.107450
Projeção de cinema ao ar livre de Milagre na Terra Morena [21’] + Outro País [70’]
Sinopse O filme de Sérgio Tréfaut segue as viagens que cineastas e fotógrafos fizeram a Portugal durante o 25 de Abril de 1974. Por entre essas viagens está a de Santiago Alvarez, cujo filme, realizado em Lisboa por essa altura, abre a sessão. A projeção é feita num bairro construído e habitado por emigrantes que viajaram para o Sul vindos do Norte de Portugal. No centro da sessão está então a viagem, aquela que a liberdade provocou e permitiu, e estão também as afinidades que os povos da América do Sul sentiram com Portugal nesse momento de ruptura.

18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
DOMINGO, 3 SETEMBRO Zéfiro, de José Álvaro de Morais, Portugal, 1994

18h30 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2) GPS 38.704565, -9.177261
Visionamento comentado por:Anabela Moutinho (professora, programadora de cinema) Raquel Henriques da Silva (historiadora) e António Preto (professor, programador de cinema, ensaísta)
21h30 Miradouro de Santo Amaro (Alcântara) (Calçada de Santo Amaro)GPS 38.702150, -9.182686
Projeção de cinema ao ar livre de Zéfiro [52’]
Sinopse Filme fundamental para a história do cinema português, Zéfiro é também um filme incontornável para a história de Lisboa e introduz neste programa uma outra maneira pela qual esta é uma cidade do Sul. Essa frase, título deste ciclo, é dita pelo narrador e resume o retrato que José Álvaro de Morais constrói: organizando uma viagem por Lisboa que é tanto temporal como espacial, o cineasta conta uma história da cidade, dos seus espaços e arquitetura, mas também dos povos que a habitaram ao longo dos tempos. A este nível, Lisboa aparece como resultado de uma inversão do mecanismo da aculturação: ela resulta, não de uma cristianização do islamismo, como habitualmente se pensa, mas sim de uma islamização do cristianismo, religião que permanece, hoje, na base da sua cultura. No adro da Capela de Santo Amaro, o filme levar-nos-á a olhar para os contornos da cidade que daí se vêem de uma maneira totalmente nova.
18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
SEXTA, 8 SETEMBRO La Illusión viaja em tranvia, de Luís Buñuel, México, 1953

18h30 Museu da Carris (Alcântara)(Rua Primeiro de Maio 101)GPS 38.702264, -9.180605
Visionamento comentado por:Luísa Veloso (investigadora, coordena o projeto “o trabalho no ecrã”), Ana Alcântara (historiadora, trabalha sobre Lisboa, o operariado e os transportes) e António Roma Torres (psiquiatra, crítico de cinema)
21h30 Museu da Carris (Alcântara) (Rua Primeiro de Maio 101)GPS 38.702264, -9.180605
Projeção de cinema ao ar livre de La Illusión viaja em tranvia [90’]
Sinopse Clássico do cinema mexicano, o filme segue a evasão de um grupo de trabalhadores da companhia de elétricos da Cidade do México. A sua viagem dura uma noite, desde que roubam um elétrico até que o devolvem, na manhã seguinte. Ao longo dessa noite, entram e saem do elétrico roubado personagens do quotidiano mais escondido da cidade. Numa sessão que decorrerá junto às oficinas da Carris, a magia da projeção transformará a Cidade do México em Lisboa (ou vice-versa).
18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
SÁBADO, 9 SETEMBRO Los barcosde Dominga Sotomayor, Chile/Portugal, 2016Fuera de cuadro, de Márcio Laranjeira, Portugal/Argentina, 2010Mauro em Caiena, de Leonardo Mouramateus, Brasil, 2012Où esta la jungle?, de Iván Castiñeiras Gallego, França/Portugal/Brasil, 2015
17h30 Teatro de Carnide (Azinhaga das Freiras)GPS 38.762321, -9.187023
Visionamento comentado pelos realizadores e Álvaro Domingues (geógrafo, professor, o seu trabalho centra-se na Geografia Humana) e Teresa Castro (professora, tem investigado as relações entre cartografia e cinema).
21h00 Azinhaga do Serrado (Carnide)GPS 38.763144,-9.185550
Projeção de cinema ao ar livre de Los barcos [24’], Fuera de cuadro [10’], Mauro em Caiena [18’] e Où esta la jungle [33’]
Sinopse No centro da sessão está o encontro entre questões de território e representação. Em Los barcos, a visão de uma turista (atriz argentina que vem a Lisboa apresentar um filme, num festival de cinema) sobre Lisboa, à procura do cliché em espaços imprevistos e periféricos. Em Fuera de cuadro, a relação entre mãe e filho é descrita através dos quadros que ela pinta e dos quais ele está fora, naquilo que acaba por ser um exercício que confunde o fora do quadro com o fora de campo cinematográfico. Mauro em Caienasegue a transformação do espaço pelos olhos e jogos de uma criança e Où est la jungle?, filme-deriva, age pela força da deslocação, problematizando o lugar contemporâneo dos índios amazónicos. Em todos eles o olhar (incluindo o cinematográfico) é operador de transformação.
17h00 e às 20h30 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
DOMINGO, 10 SETEMBRO Eldorado_XXIde Salomé Lamas, Portugal/França/Perú, 2016
18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)GPS 38.704565, -9.177261
Visionamento comentado por: Salomé Lamas (cineasta), Raquel da Silva (diretora de produção), António Pinto Ribeiro (programador cultural, coordenador da programação da Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura) e André Cepeda (fotógrafo)
21h30 Parque Tejo - Pista de Skaters (Parque das Nações) (Passeio do Tejo)GPS 38.786998, -9.092008
Projeção de cinema ao ar livre de Eldorado_XXI [125’]
Sinopse Apesar de acompanhar a comunidade que vive na mais alta localidade do mundo, em La Rinconada y Cerro Lunar, nos Andes peruanos, Eldorado_XXI é um filme subterrâneo. É uma espécie de ensaio sobre o mais profundamente escondido e esquecido do mundo contemporâneo e que, contudo, sustém aquilo que decorre na superfície – é por isso mesmo o último filme deste programa, resume bem os movimentos deste Sul que temos vindo a explorar. Homens e mulheres que procuram ouro nas encostas descrevem aquela como uma “terra de ninguém” – impossível não ver este em continuidade com o filme anterior de Salomé Lamas, precisamente com esse título. As suas vozes descrevem o medo e a iminência da morte, morte e medo que vão ganhando forma e imagem, e vão assim afirmando-se numa presença simultaneamente terrível e fantástica que se vai instalando sobre todo o filme para no fim aparecer violentamente trancada naquela montanha, e não ser mais do que um sopro lançado por uma abertura escura na encosta nevada.
21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Largo do Calvário > local da projeção
+ INFO Telefone: 213 807 150/54 | E-mail: arquivomunicipal@cm-lisboa.pt

31.08.2017 | por martalanca | lisboa, sul, Topografias Imaginárias

Quem vai poder morar em Lisboa?

Da gentrificação e do turismo à subida no preço da habitação: causas, consequências e propostas.
Um grupo informal de Lisboetas juntou-se à volta de uma preocupação comum: a percepção de uma abrupta alteração das dinâmicas da cidade de Lisboa e sobretudo da grande subida do preço da habitação. Começaram por conversar casualmente sobre o que os preocupava. Essas conversas tornaram-se mais regulares. As inquietações comuns tornaram-se mote para a organização de um debate à volta do tema. Convidaram-se alguns especialistas para discutir connosco este tema a partir de um texto de trabalho redigido colectivamente e de algumas questões-chave. O texto realizado pelo grupo organizador que aqui publicamos é um texto de trabalho, aberto e em formulação. Para mais informações consulte a página do evento no facebook.
Debate: Manuel Graça Dias, José Manuel Henriques, Pedro Bingre do Amaral, João Seixas, Joana Gorjão Henriques I Trienal de Arquitectura Campo Santa Clara, 145,Segunda-feira, 6 de Junho, às 18h30.
Ler texto de apoio à discussão na revista PUNKTO.

06.06.2016 | por martalanca | cidade, gentrificação, habitação, lisboa, turismo

FESTin 2016 - 7ª Edição

O FESTin 2016 realizar-se-á de 4 a 11 de Maio, no cinema São Jorge, com produções dos países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (Brasil, Portugal, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, São Tomé e Príncipe, Angola, Cabo Verde, Moçambique e Timor-Leste).
Para além das competições de longas, curtas-metragens e documentários, contamos também com mais seis mostras bem distintas que fazem parte da não-competição.

Os bilhetes para o festival estarão à venda na Ticketline e na bilheteira do Cinema São Jorge a partir de quarta-feira, dia 13 de abril.
Locais De Venda:

www.ticketline.sapo.pt, Fnac, Worten, El Corte Inglés , C. C. Dolce Vita, Casino Lisboa, Galerias Campo Pequeno, Ag. Abreu, A.B.E.P., MMM Ticket e C. c. Mundicenter, Fórum Aveiro, U-Ticketline, C.C.B, Time Out Mercado da Ribeira, Shopping Cidade do Porto, Lojas NOTE, SuperCor – Supermercados e ASK ME Lisboa.

Para mais informações:

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02.05.2016 | por claudiar | cinema, FESTin 2016, lisboa, PALOP

Exposição de fotografia "Urbanices"

O Centro Cultural Aziz Ab’Saber, do ISPA - Instituto Universitário, tem o prazer de receber a exposição de Rui Palha “Urbanices”, que terá lugar pelas 18:00h do dia 12 de Maio de 2016, na Galeria Malangatana, deste Instituto, na Rua Jardim do Tabaco, 34 em Lisboa.

A exposição estará patente ao público até 30 de Junho de 2016 no seguinte horário:
Segunda a Sexta das 8.30 às 22.30 (sem interrupção)
Sábados das 8.30 às 17.00
Domingos e Feriados encerrado.

28.04.2016 | por claudiar | exposição de fotografia, lisboa

Lisbon Poetry Orchestra - A Poesia das Revoluções

Dia 28 de abril pelas 21h, o Teatro S. Luiz recebe o Lisbon Poetry Orchestra - A Poesia das Revoluções.

A liberdade, a luta contra as injustiças sociais, o despotismo, as ditaduras, sempre foram inspiração para a palavra poética, escrita pelos que estão, pelos que chegam, pelos que partem. A poesia nunca deixou de olhar para o mundo, para as suas transformações, para as suas desigualdades. 

Os poetas que a Lisbon Poetry Orchestra convoca para este espectáculo reflectem essa necessidade de mudança e de descontentamento com o que há ou com o que houve e são esses olhares, tão diversos e tão únicos, tão actuais e tão intemporais que quer partilhar. No fundo, o encontro da palavra e da poesia musical que pratica é uma das mil probabilidades de banda sonora que a liberdade nos permite.

Uma produção CTL, Cultural Trend Lisbon com o apoio do Festival Silêncio!

Para mais informações:

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28.04.2016 | por claudiar | 25 de abril, lisboa, música, poesia

Belém Art Fest - 6 e 7 de Maio 2016

Dia 6 e 7 de maio, o Museu Nacional de Arqueologia, o Claustro do Mosteiro dos Jerónimos, o Museu Coleção Berardo e o Jardim da Praça do Império acolhem a 5ª edição do Belém Art Fest, o Festival que representa a fusão da cultura nacional com música, dança, workshops, gastronomia, artesanato e muito mais.

Bilhetes à venda na Bilheteira online, excepto nos dias do evento, onde a venda de bilhetes é feita exclusivamente nas bilheteiras do Belém Art Fest.

Para mais informações:
www.belem-art-fest.pt

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28.04.2016 | por claudiar | belém art fest, eventos culturais, lisboa

Passado e Presente - Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017

No próximo dia 28 de Abril, das 14h30 às 16h30, no Pólo Cultural - Gaivotas Boavista e no âmbito da iniciativa “Passado e Presente - Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017”, o Professor António Pinto Ribeiro irá dar uma aula aos colegas da Direcção Municipal de Cultura sobre as Américas.

Neste contexto, e considerando a presença da estrutura Baldio Habitado nas Gaivotas Boavista, gostaríamos de o convidar a participar.

25.04.2016 | por claudiar | cultura, lisboa

7º Festival de Telheiras

De 2 a 8 de Maio, o bairro irá encher-se de vida e movimento num evento de aproximação entre pessoas e instituições, e de celebração da identidade do bairro. As ruas e espaços públicos acolhem workshops, teatro, música, dança, gastronomia, actividades para pais e filhos e muito mais!
No fim-de-semana, dias 7 e 8 de Maio, a festa concentra-se, como de costume, no mais icónico jardim de telheiras, junto à saída do Metro.
Telheiras é Festival e muito mais. Venha desvendar um bairro plural, onde há sempre algo mais a descobrir.

Para mais informacões:

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Programa

20.04.2016 | por claudiar | festival, lisboa

Recolha de bens para Refugiados

Entre 1 de Março e 1 de Abril, estará a decorrer uma Recolha de bens para Refugiados organizada pela Câmara Municipal de Lisboa. As entregas serão feitas nos Quartéis de Sapadores Bombeiros de Lisboa. 
Bens necessários: Roupa de adulto e criança, Brinquedos, Bens alimentares não perecíveis, Produtos de higiene. 

Recolha nos quartéis do Regimento Sapadores Bombeiros:
Comando: Av. Dom Carlos I
Rossio: Largo do Regedor 
Alto de Santo Amaro: Rua Filinto Elísio, 31
Monsanto:Cruz das Oliveiras
Alvalade: Av. Rio de Janeiro
Benfica: Estrada de Benfica, 551
Graça: Largo da Graça
Avenidas Novas: Av. dos Defensores de Chaves, 10
Marvila: Rua Dr. Espírito Santo
Encarnação: Av Cidade do Porto / Av. de Berlim

08.03.2016 | por claudiar | bombeiros, lisboa, recolha de bens, refugiados

Africa Queer em Lisboa

O Festival Internacional de Cinema Queer, realiza-se de 19 a 27 de Setembro no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa. Apresentado na Cinemateca Portuguesa, o programa Queer Focus on Africa, uma colaboração com o Africa.Cont, sugere um olhar à forma como o cinema queer se tem vindo a desenvolver no continente africano, resgatando títulos emblemáticos como Touki Bouki (Senegal), de Djibril Diop Mambéty ou Appunti per un’Orestiade Africana (Itália, Marrocos), de Pier Paolo Pasolini, e propondo uma série de debates, instalações e performances com artistas africanos convidados. De 20 a 27 de Setembro, a Cinemateca Portuguesa será palco também de exposições da egípcia Amanda Kerdahi, e do franco-argelino Kader Attia.

A edição que assinala os 18 anos daquele que é o mais antigo festival de cinema de Lisboa fica marcada também pelo anúncio da chegada à cidade do Porto, este ano com a Retrospectiva de Waters, e a partir de 2015, com aquela que será a primeira edição do Queer Porto. Este ano, que o director do festival, João Ferreira, afirma como sendo o de um “ponto de viragem para o Queer Lisboa, em que o festival conhece mais um salto qualitativo”, é também marcado pelo lançamento do livro Cinema e Cultura Queer, onde se traça um panorama do cinema queer internacional, através do que foi a programação do Queer Lisboa desde 1997, e onde se reúne conjunto de ensaios que faz aquela que é a primeira abordagem exaustiva da história do cinema queer em Portugal.

Pela primeira vez, Portugal sobe à segunda posição de país com mais filmes programados, com um total de 18 títulos, superado apenas pelo Reino Unido, com 20 filmes. França e Alemanha estão representadas com 17 títulos cada, no ano em que o Queer Lisboa conseguiu o apoio do Programa MEDIA, da Comunidade Europeia, um importante impulso para a promoção do cinema europeu no Festival. O Queer Lisboa 18 é financiado pela Câmara Municipal de Lisboa / EGEAC, pelo ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual, pelo Programa MEDIA, e um conjunto de apoios privados, contando com um orçamento de cerca de Eur 130 mil ao qual acrescem as receitas previstas em Eur 20 mil, totalizando Eur 150 mil.

 Touki Bouki (Senegal) Touki Bouki (Senegal)

ver o programa completo

04.09.2014 | por martalanca | cinema, lisboa, queer

Documentário Triângulo passa no Fic Luanda dia 20/11

14.11.2013 | por martalanca | lisboa, Luanda, rio, Triângulo

Norberto Lobo ao Vivo em Lisboa

O Músico Norberto Lobo estará no B.Leza, em Lisboa, com o apoio da Antena 3, para um concerto exclusivo.O concerto será já no próximo dia 31 de Outubro, com início previsto para as 22h30.Os bilhetes custam 8euros e  podem ser adquiridos no B.Leza e nas lojas Flur e Matéria Prima.

30.10.2013 | por joanapereira | antena3, ao vivo, B.Leza, concerto, lisboa, música, outubro