A cada passo, uma constelação - performance

“Tenho vindo a atentar aos gestos quotidianos de caminhar e permanecer, procurando activá-los como práticas para repensar as relações que estabelecemos com os espaços e tempos da cidade. Como pode a atenção às qualidades dos espaços desprovidos de função confrontar-nos com o que reduz tudo ao seu valor de troca? Como pode a dilatação do tempo na deambulação constituir-se como forma de resistência à lógica da produtividade?

Depois de Partituras para ir, que − das Amoreiras ao Poço dos Negros − integrou o programa (Quase) Teatro do Bairro Alto, A cada passo, uma constelação propõe uma caminhada pela zona oriental de Lisboa, invisibilizada durante décadas e agora percebida como livre e pronta a ser reconvertida. Escavando uma rota por entre fragmentos deste território expectante, o percurso-performativo tenta ver neste pedaço de cidade uma máquina de reflexos que ilumina as presenças imprevistas que o habita(ra)m e as narrativas reais e imaginárias que incorpora.
Os participantes são guiados por uma voz que fala ao seu ouvido, presença sem corpo que será a sua companhia ao longo deste percurso. Abre-se assim um espaço de reflexão sonora.”

Joana Braga


Direção artística: Joana Braga

Criação: Andresa Soares, Fernando Ramalho, Flora Paim, Joana Braga, Tânia Moreira David

Vídeo: Tânia Moreira David

Som: Fernando Ramalho

Texto: Joana Braga com Andresa Soares

Voz: Isadora Alves

Design gráfico: Ana Teresa Ascensão

Produção executiva: Sara Goulart

Coprodução: Artéria | Humanizing Architecture, Teatro do Bairro Alto

A cada passo, uma constelação faz parte de Matéria para Escavação Futura, com curadoria de Joana Braga e Ana Jara, projecto que explora a caminhada como forma de pesquisa e prática artística, financiado pela República Portuguesa / Direção-Geral das Artes

19 Outubro Sábado Partidas entre as 15h e as 17h           

Duração: 135’

Ponto de encontro: Praça Eduardo Mondlane, no jardim central perto do coreto (Bairro do Condado, Zona J). Percurso individual com levantamento de mapa no ponto de encontro.

Entrada livre mediante inscrição para bilheteira@teatrodobairroalto.pt (máximo 80 pessoas) NOVO PRAZO DE INSCRIÇÕES: 17 outubro

16.10.2019 | par martalanca | caminhada, lisboa, performance

23 anos B.leza!

B.leza Clube, em Lisboa, comemora o seu 23.º aniversário com uma festa especial na noite de 21 de Dezembrosexta-feira. Todos os artistas que já subiram ao palco do B.leza são convidados para uma super jam, ao longo de uma noite plena de convívio e dança.

Foi há 23 anos, no dia 21 de Dezembro de 1995, que o B.leza Clube (nome escolhido em homenagem ao poeta cabo-verdiano B.leza, nascido Francisco Xavier da Cruz), foi inaugurado. Na altura situado no Palácio Almada Carvalhais, o espaço tornou-se depressa a catedral da música africana em Lisboa, ou, como o Primeiro-Ministro António Costa lhe chamou, a 11ª ilha de Cabo Verde em Lisboa.

Hoje, localizado no Cais da Ribeira, num armazém com vista para o rio Tejo, o B.leza continua a ser uma casa de alma africana, onde a morna, o funaná e as coladeiras marcam os ritmos da vida. “Foram 23 anos de festa, alegria, muitos encontros e muita música”, conta Sofia Saudade e Silva, que, juntamente com a irmã, Madalena, detém o clube. “Foi a concretização de um sonho, que todos os dias cresce mais um bocadinho. E é isso que esperamos para o futuro, continuar a concretizar este projecto, que é acima de tudo uma história de amor. Aliás, não uma, mas várias. É a história de amor de duas filhas por um pai, de Portugal por África, mas fundamentalmente a história do amor que as pessoas têm para dar, da forma como a música e a dança nos podem unir.”

Uma união que marca a expectativa para a grande festa do 23.º aniversário. “Esperamos muita música, muita alegria, muitos encontros, sorrisos e abraços. As festas de aniversário são normalmente de grande alegria e partilha. É assim que esperamos que seja esta”, prometem a manas Saudade e Silva.

Ao som das músicas de Dany Silva, Ana Firmino, Calú Moreira, Gerson Marta, Miroca Paris, Maria Alice e muitos outros artistas, a próxima festa de aniversário do B.leza irá certamente trazer muitas memórias inesquecíveis. Faça parte desta história e venha festejar connosco 23 anos de vida.

23 anos B.leza!
Dia 21 de Dezembro, sexta-feira, abertura das portas às 22h30.
Entrada 10€ (inclui 5€ de consumo).

B.leza Clube
Cais da Ribeira Nova, Armazém B. (Cais do Sodré) 1200-109 Lisboa geral.bleza@gmail.com| 210106837| Quinta a sábado das 22h30 às 05h00 | Quartas das 22h00 às 02h00 | Domingo das 19h00 às 02h00 | Encerra à segunda e à terça (excepto vésperas de feriado).

Para mais informações ou entrevista com os artistas convidados – comunicacao.bleza@gmail.com    

12.12.2018 | par martalanca | B.Leza, lisboa, noite africana

Topografias Imaginárias: cinema ao ar livre e visionamentos comentados sob o tema Lisboa, cidade do Sul

 

SEXTA, 1 SETEMBRO O Descobrimento do Brasilde Humberto Mauro, Brasil, 1937O Caso J., de José Filipe Costa, Portugal/Brasil, 2017

18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)GPS 38.704565, -9.177261
Visionamento comentado de O Descobrimento do Brasil por:José Filipe Costa (cineasta), Eduardo Victorio Morettin (historiador do cinema brasileiro, professor, investiga as relações entre História e Cinema) e Tiago Baptista (historiador do cinema e diretor do ANIM - Arquivo Nacional de Imagem e Movimento)
21h30 Quinta do Alto (Alvalade)GPS 38.762492, -9.135472
Projeção de cinema ao ar livre O Descobrimento do Brasil [60’] + O Caso J. [20’]

Sinopse Encaramos desde logo e de frente uma das questões fundamentais deste programa: a relação entre centro e periferia e entre o “nós” e os “outros” na base da ideia de “capital ibero-americana” (relações que todo o programa desta Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura procura questionar). Seguimos a visão de um brasileiro sobre os portugueses que lhe “descobriram” o país e a visão de um português sobre um caso do Brasil contemporâneo. A uni-los está uma certa conceção do cinema como teatro documental e da cena cinematográfica como lente de aumentar.
21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Largo do Calvário > local da projeção

O Descobrimento do Brasil, de Humberto MauroO Descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro
SÁBADO, 2 SETEMBRO Milagre na Terra Morenade Santiago Álvarez, Cuba/Portugal, 1975Outro País, de Sérgio Tréfaut, Portugal, 1999

18h30 Salão de Festas do Vale Fundão (Marvila) (Azinhaga Vale Fundão, 25)GPS 38.747153, -9.105631
Visionamento comentado por:Olivier Hadouchi (programador e investigador, tem trabalhado sobre o “terceiro cinema”), Maria do Carmo Piçarra (jornalista, professora, tem investigado o cinema de propaganda produzido durante o Estado Novo) e Fernando Rosas (historiador)
21h30 Bairro Vale Fundão (Marvila) (Rua João Graça Barreto)GPS 38.746015, -9.107450
Projeção de cinema ao ar livre de Milagre na Terra Morena [21’] + Outro País [70’]
Sinopse O filme de Sérgio Tréfaut segue as viagens que cineastas e fotógrafos fizeram a Portugal durante o 25 de Abril de 1974. Por entre essas viagens está a de Santiago Alvarez, cujo filme, realizado em Lisboa por essa altura, abre a sessão. A projeção é feita num bairro construído e habitado por emigrantes que viajaram para o Sul vindos do Norte de Portugal. No centro da sessão está então a viagem, aquela que a liberdade provocou e permitiu, e estão também as afinidades que os povos da América do Sul sentiram com Portugal nesse momento de ruptura.

18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
DOMINGO, 3 SETEMBRO Zéfiro, de José Álvaro de Morais, Portugal, 1994

18h30 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2) GPS 38.704565, -9.177261
Visionamento comentado por:Anabela Moutinho (professora, programadora de cinema) Raquel Henriques da Silva (historiadora) e António Preto (professor, programador de cinema, ensaísta)
21h30 Miradouro de Santo Amaro (Alcântara) (Calçada de Santo Amaro)GPS 38.702150, -9.182686
Projeção de cinema ao ar livre de Zéfiro [52’]
Sinopse Filme fundamental para a história do cinema português, Zéfiro é também um filme incontornável para a história de Lisboa e introduz neste programa uma outra maneira pela qual esta é uma cidade do Sul. Essa frase, título deste ciclo, é dita pelo narrador e resume o retrato que José Álvaro de Morais constrói: organizando uma viagem por Lisboa que é tanto temporal como espacial, o cineasta conta uma história da cidade, dos seus espaços e arquitetura, mas também dos povos que a habitaram ao longo dos tempos. A este nível, Lisboa aparece como resultado de uma inversão do mecanismo da aculturação: ela resulta, não de uma cristianização do islamismo, como habitualmente se pensa, mas sim de uma islamização do cristianismo, religião que permanece, hoje, na base da sua cultura. No adro da Capela de Santo Amaro, o filme levar-nos-á a olhar para os contornos da cidade que daí se vêem de uma maneira totalmente nova.
18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
SEXTA, 8 SETEMBRO La Illusión viaja em tranvia, de Luís Buñuel, México, 1953

18h30 Museu da Carris (Alcântara)(Rua Primeiro de Maio 101)GPS 38.702264, -9.180605
Visionamento comentado por:Luísa Veloso (investigadora, coordena o projeto “o trabalho no ecrã”), Ana Alcântara (historiadora, trabalha sobre Lisboa, o operariado e os transportes) e António Roma Torres (psiquiatra, crítico de cinema)
21h30 Museu da Carris (Alcântara) (Rua Primeiro de Maio 101)GPS 38.702264, -9.180605
Projeção de cinema ao ar livre de La Illusión viaja em tranvia [90’]
Sinopse Clássico do cinema mexicano, o filme segue a evasão de um grupo de trabalhadores da companhia de elétricos da Cidade do México. A sua viagem dura uma noite, desde que roubam um elétrico até que o devolvem, na manhã seguinte. Ao longo dessa noite, entram e saem do elétrico roubado personagens do quotidiano mais escondido da cidade. Numa sessão que decorrerá junto às oficinas da Carris, a magia da projeção transformará a Cidade do México em Lisboa (ou vice-versa).
18h00 e às 21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
SÁBADO, 9 SETEMBRO Los barcosde Dominga Sotomayor, Chile/Portugal, 2016Fuera de cuadro, de Márcio Laranjeira, Portugal/Argentina, 2010Mauro em Caiena, de Leonardo Mouramateus, Brasil, 2012Où esta la jungle?, de Iván Castiñeiras Gallego, França/Portugal/Brasil, 2015
17h30 Teatro de Carnide (Azinhaga das Freiras)GPS 38.762321, -9.187023
Visionamento comentado pelos realizadores e Álvaro Domingues (geógrafo, professor, o seu trabalho centra-se na Geografia Humana) e Teresa Castro (professora, tem investigado as relações entre cartografia e cinema).
21h00 Azinhaga do Serrado (Carnide)GPS 38.763144,-9.185550
Projeção de cinema ao ar livre de Los barcos [24’], Fuera de cuadro [10’], Mauro em Caiena [18’] e Où esta la jungle [33’]
Sinopse No centro da sessão está o encontro entre questões de território e representação. Em Los barcos, a visão de uma turista (atriz argentina que vem a Lisboa apresentar um filme, num festival de cinema) sobre Lisboa, à procura do cliché em espaços imprevistos e periféricos. Em Fuera de cuadro, a relação entre mãe e filho é descrita através dos quadros que ela pinta e dos quais ele está fora, naquilo que acaba por ser um exercício que confunde o fora do quadro com o fora de campo cinematográfico. Mauro em Caienasegue a transformação do espaço pelos olhos e jogos de uma criança e Où est la jungle?, filme-deriva, age pela força da deslocação, problematizando o lugar contemporâneo dos índios amazónicos. Em todos eles o olhar (incluindo o cinematográfico) é operador de transformação.
17h00 e às 20h30 - Autocarro gratuito ida e volta - Praça da Figueira > local da projeção
DOMINGO, 10 SETEMBRO Eldorado_XXIde Salomé Lamas, Portugal/França/Perú, 2016
18h00 Arquivo Municipal de Lisboa – Videoteca (Alcântara) (Largo do Calvário, 2)GPS 38.704565, -9.177261
Visionamento comentado por: Salomé Lamas (cineasta), Raquel da Silva (diretora de produção), António Pinto Ribeiro (programador cultural, coordenador da programação da Lisboa, Capital Ibero-americana de Cultura) e André Cepeda (fotógrafo)
21h30 Parque Tejo - Pista de Skaters (Parque das Nações) (Passeio do Tejo)GPS 38.786998, -9.092008
Projeção de cinema ao ar livre de Eldorado_XXI [125’]
Sinopse Apesar de acompanhar a comunidade que vive na mais alta localidade do mundo, em La Rinconada y Cerro Lunar, nos Andes peruanos, Eldorado_XXI é um filme subterrâneo. É uma espécie de ensaio sobre o mais profundamente escondido e esquecido do mundo contemporâneo e que, contudo, sustém aquilo que decorre na superfície – é por isso mesmo o último filme deste programa, resume bem os movimentos deste Sul que temos vindo a explorar. Homens e mulheres que procuram ouro nas encostas descrevem aquela como uma “terra de ninguém” – impossível não ver este em continuidade com o filme anterior de Salomé Lamas, precisamente com esse título. As suas vozes descrevem o medo e a iminência da morte, morte e medo que vão ganhando forma e imagem, e vão assim afirmando-se numa presença simultaneamente terrível e fantástica que se vai instalando sobre todo o filme para no fim aparecer violentamente trancada naquela montanha, e não ser mais do que um sopro lançado por uma abertura escura na encosta nevada.
21h00 - Autocarro gratuito ida e volta - Largo do Calvário > local da projeção
+ INFO Telefone: 213 807 150/54 | E-mail: arquivomunicipal@cm-lisboa.pt

31.08.2017 | par martalanca | lisboa, sul, Topografias Imaginárias

Quem vai poder morar em Lisboa?

Da gentrificação e do turismo à subida no preço da habitação: causas, consequências e propostas.
Um grupo informal de Lisboetas juntou-se à volta de uma preocupação comum: a percepção de uma abrupta alteração das dinâmicas da cidade de Lisboa e sobretudo da grande subida do preço da habitação. Começaram por conversar casualmente sobre o que os preocupava. Essas conversas tornaram-se mais regulares. As inquietações comuns tornaram-se mote para a organização de um debate à volta do tema. Convidaram-se alguns especialistas para discutir connosco este tema a partir de um texto de trabalho redigido colectivamente e de algumas questões-chave. O texto realizado pelo grupo organizador que aqui publicamos é um texto de trabalho, aberto e em formulação. Para mais informações consulte a página do evento no facebook.
Debate: Manuel Graça Dias, José Manuel Henriques, Pedro Bingre do Amaral, João Seixas, Joana Gorjão Henriques I Trienal de Arquitectura Campo Santa Clara, 145,Segunda-feira, 6 de Junho, às 18h30.
Ler texto de apoio à discussão na revista PUNKTO.

06.06.2016 | par martalanca | cidade, gentrificação, habitação, lisboa, turismo

Africa Queer em Lisboa

O Festival Internacional de Cinema Queer, realiza-se de 19 a 27 de Setembro no Cinema São Jorge e na Cinemateca Portuguesa. Apresentado na Cinemateca Portuguesa, o programa Queer Focus on Africa, uma colaboração com o Africa.Cont, sugere um olhar à forma como o cinema queer se tem vindo a desenvolver no continente africano, resgatando títulos emblemáticos como Touki Bouki (Senegal), de Djibril Diop Mambéty ou Appunti per un’Orestiade Africana (Itália, Marrocos), de Pier Paolo Pasolini, e propondo uma série de debates, instalações e performances com artistas africanos convidados. De 20 a 27 de Setembro, a Cinemateca Portuguesa será palco também de exposições da egípcia Amanda Kerdahi, e do franco-argelino Kader Attia.

A edição que assinala os 18 anos daquele que é o mais antigo festival de cinema de Lisboa fica marcada também pelo anúncio da chegada à cidade do Porto, este ano com a Retrospectiva de Waters, e a partir de 2015, com aquela que será a primeira edição do Queer Porto. Este ano, que o director do festival, João Ferreira, afirma como sendo o de um “ponto de viragem para o Queer Lisboa, em que o festival conhece mais um salto qualitativo”, é também marcado pelo lançamento do livro Cinema e Cultura Queer, onde se traça um panorama do cinema queer internacional, através do que foi a programação do Queer Lisboa desde 1997, e onde se reúne conjunto de ensaios que faz aquela que é a primeira abordagem exaustiva da história do cinema queer em Portugal.

Pela primeira vez, Portugal sobe à segunda posição de país com mais filmes programados, com um total de 18 títulos, superado apenas pelo Reino Unido, com 20 filmes. França e Alemanha estão representadas com 17 títulos cada, no ano em que o Queer Lisboa conseguiu o apoio do Programa MEDIA, da Comunidade Europeia, um importante impulso para a promoção do cinema europeu no Festival. O Queer Lisboa 18 é financiado pela Câmara Municipal de Lisboa / EGEAC, pelo ICA – Instituto do Cinema e do Audiovisual, pelo Programa MEDIA, e um conjunto de apoios privados, contando com um orçamento de cerca de Eur 130 mil ao qual acrescem as receitas previstas em Eur 20 mil, totalizando Eur 150 mil.

 Touki Bouki (Senegal) Touki Bouki (Senegal)

ver o programa completo

04.09.2014 | par martalanca | cinema, lisboa, queer

Documentário Triângulo passa no Fic Luanda dia 20/11

14.11.2013 | par martalanca | lisboa, Luanda, rio, Triângulo

Norberto Lobo ao Vivo em Lisboa

O Músico Norberto Lobo estará no B.Leza, em Lisboa, com o apoio da Antena 3, para um concerto exclusivo.O concerto será já no próximo dia 31 de Outubro, com início previsto para as 22h30.Os bilhetes custam 8euros e  podem ser adquiridos no B.Leza e nas lojas Flur e Matéria Prima.

30.10.2013 | par joanapereira | antena3, ao vivo, B.Leza, concerto, lisboa, música, outubro

Mural Sonoro|3 Novembro- 17h| Guitarras de Lisboa e Coimbra: Sua Construção, Técnicas e Difusão

25.10.2013 | par joanapereira | Coimbra, fado, guitarras, lisboa, mural sonoro, técnica

Triângulo - brevemente perto de si!

Rio de Janeiro, Luanda, Lisboa: três cidades ligadas por um passado comum passam juntas por uma transformação que mudará a forma como sempre se relacionaram. “Triângulo” é um filme composto por três estórias dirigidas por jovens realizadores de cada país. Explora os novos contornos, segredos e discussões entre as três cidades, através do olhar dos seus novos habitantes: Licínio, um angolano no Rio; Inês, uma portuguesa em Luanda; e Paula, uma brasileira em Lisboa.

……
Produção
Geração 80, Plataforma, Colectivo Tás a Ver? e Vende-se Filmes

Realização
Fernanda Polacow e Juliana Borges (Brasil) / Mário Bastos (Angola) / Filipa Reis e João Miller Guerra (Portugal)

Música: Bande Dessinée - “Setubanalidades” (Filipe Barros/Jr. Black)

02.09.2013 | par martalanca | lisboa, Luanda, Rio de Janeiro

Mostra de cinema angolano

Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, tem o prazer de a/o convidar para a inauguração no dia 9 de julho:

Às 21:30 | Sala Dr. Félix Ribeiro
“Rastos de Sangue”, de Mawete Paciência
com Fernando Emanuel Moiloge, Sydney Profeta, Filipe Petronilho.
Angola, 2012 – 90 min.

O último filme do realizador Mawete Paciência, que foi o filme de abertura do Festival de Cinema de Luanda, em novembro passado. É uma ficção centrada nos órfãos de guerra, e numa juventude que cresceu com a marca da violência. Uma abordagem “do trauma da guerra, e das situações que ela criou no comportamento dos africanos em geral e dos angolanos em particular” (Paciência).

Às 20:00 | Esplanada 39 degraus
Sessão de lançamento de “Angola, O Nascimento de uma Nação (Vol.I) - O Cinema do Império”, coordenação de Maria do Carmo Piçarra e Jorge António, editado pela Guerra e Paz, Editores.

Apresentação do realizador Jorge António, da coordenadora Maria do Carmo Piçarra e do editor Manuel Fonseca.

Convite para a sessão válido para duas pessoas, mediante troca na bilheteira da Cinemateca no próprio dia, entre as 14h30 e as 15h30 e após as 18h00, e no limite dos lugares disponíveis.

Informação diária sobre a programação: Tel. 21 359 62 66.
Transportes: Metro: Marquês de Pombal, Avenida.
Bus: 2, 9, 36, 44, 45, 90, 91, 732, 746.

Convite

05.07.2013 | par herminiobovino | cinema, cinema angolano, Cinemateca de Lisboa, lisboa

Angola, o Nascimento de Uma Nação (Vol. 1) - O Cinema do Império

Lançamento do 1º Volume do livro “Angola, o nascimento de uma nação”, sobre o cinema em Angola, organizado por Maria do Carmo PiçarraJorge António.

Locais e Horas:
Dia 9 Julho - Lisboa, Cinemateca Portuguesa, 20H00;
Dia 10 Julho - Lisboa, FNAC Colombo, 18H30;
Dia 11 Julho- Porto, Universidade de Letras, 17H30;
Dia 26 Julho - Évora, Casa da Zorra, 22H.

Em Angola, será lançado em Setembro, dia 26, no Centro Cultural Português, data a confirmar posteriormente.

 

 

03.07.2013 | par herminiobovino | cinema angolano, cinemateca, lisboa, porto

Lisboa em Si

Lisboa em Si tem como objectivo explorar as possibilidades musicais de uma cidade à beira rio. O desenho e toponímia de Lisboa servem como anfiteatro natural para uma paleta de sons e texturas que a caracterizam de forma única e sedutora.

De Lisboa para Lisboa… dos sons que esta produz na sua quotidianidade para uma viagem musical irrepetível.

O resultado será uma composição musical de sete minutos, recorrendo aos apitos de embarcações, viaturas de bombeiros, comboios, sinos de igrejas e campainhas de eléctricos. Cerca de cem músicos irão interpretar uma peça original em directo, coordenados entre eles via rádio e espalhados pela zona ribeirinha da cidade.

LOCAL
O evento irá decorrer em toda a zona ribeirinha da cidade de Lisboa, delineado a este pela igreja de St. Estêvão, a oeste pela igreja de St. Catarina e a norte pelo Miradouro de S. Pedro de Alcântara.

Na concepção da obra foram identificados 7 pontos de escuta, que serviram de referências espaciais para um melhor entendimento da dinâmica dos sons neste palco improvisado – Miradouro de ST. Catarina, Praça Camões, Miradouro de S. Pedro de Alcântara, Miradouro da Graça, Castelo de S. Jorge, Miradouro de St. Luzia e Praça do Comércio. A música foi, no entanto, composta para ser usufruída em qualquer lugar, dentro da área já referida, com as variações inerentes às fontes sonoras vizinhas.

web

10.04.2013 | par herminiobovino | Castelo de S. Jorge, lisboa, música, Rio Tejo

a Pequena Galeria - Salão #1 (Inauguração)

Salão #1 (Inauguração)


“a Pequena Galeria” abriu ao público na quinta-feira dia 21 de Março com a exposição Salão #1 (Inauguração) apresentando obras de Ágata Xavier, António Júlio Duarte, Augusto Cabrita, Carlos M. Fernandes, Carlos Oliveira Cruz, Céu Guarda, Filipe Casaca, Guilherme Godinho, Jordi Burch, José Cabral, José M. Rodrigues, Mário Cravo Neto, entre outros.

“a Pequena Galeria” é um projecto colectivo que ocupa um pequeno espaço de exposição, informação e comercialização de arte, tendo a fotografia como interesse preponderante. Pretende ser um lugar diferente, à procura de novas fórmulas de produção e distribuição, atento às actuais condições do mercado e decidido a promover o coleccionismo.

Os seus fundadores - Carlos M. Fernandes, Guilherme Godinho, Carlos Oliveira Cruz, Alexandre Pomar, Bernardo Trindade, Luís Trindade e Ágata Xavier - associam diversas experiências e relações com a arte e a fotografia, nos campos da criação, da crítica e investigação, da edição e também nas áreas do comércio livreiro e da realização de leilões.

O nome que escolhemos recorda a história e a ambição de The Little Galleries of the Photo-Secession, a galeria fundada em 24 de Novembro de 1905 por Alfred Stieglitz e Edward Steichen.

A inauguração decorre nos dias 21 (18-21h.), 22 (18-24h.) e 23 (16-21h.) de Março.

Horário da galeria (a partir de dia 27 de Março):
Quarta - Sexta: 18:00 - 20:00
Sab: 16:00 - 20:00
Endereço | Avenida 24 de Julho 4CLisbonPT.
Tel. | 218 264 081
facebook

23.03.2013 | par herminiobovino | exposição, fotografria, galeria, lisboa

6ª edição 8 ½ Festa do Cinema Italiano - Programação

A secção Amarcord traz ao Cinema São Jorge uma sessão única, no dia 24, às 17h30, com a projeção de Il Gattopardo de Luchino Visconti, uma cópia digital restaurada pela Cineteca di Bologna, em colaboração com o Centro Sperimentale di Cinematografia-Cineteca Nazionale de Roma e a prestigiada The Film Foundation.

A secção Competitiva leva ao Cinema São Jorge, segunda, 25, às 21h30,
Bellas mariposas. O realizador, Salvatore Mereu, vai estar em sala para apresentar o filme. Io Sono Li de Andrea Segre, Il Futuro de Alicia Scherson são 2 dos 7 títulos que integram a seleção de filmes em competição na 6ª edição de 8 ½.

Na
sessão de encerramento é exibido o filme La migliore offerta, de Giuseppe Tornatore, às 21h30, de dia 28, no Cinema São Jorge. 8 ½ acaba em festa, às 0h, no Ritz Clube com o concerto dos Calibro 35, um projeto que revisita bandas sonoras dos filmes policiais dos anos 60 e 70, tendo como ponto de partida a eletrificante fusão entre o funk, jazz, rock, groove.

8 ½ Festa do Cinema Italiano
tem o apoio da Embaixada de Itália, do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa, e é uma parceria estratégica CML/EGEAC e co-produção Cinema São Jorge.

Todos os materiais de comunicação de 8 ½ podem ser descarregados na área “Imprensa” do site oficial da Festa: www.festadocinemaitaliano.com. Os pedidos de acreditação podem ser feitos na mesma área do site.

Teaser:


Para mais informações:
Inês Caridade | Tel.: 91 992 88 68
mail | press@festadocinemaitaliano.com
facebook
web

08.03.2013 | par herminiobovino | cinema, cinema italiano, festival de cinema, lisboa

European Conference on African Studies, 2013 | Call for Documentaries - Deadline: March 29, 2013

Call for Documentaries

The
 5th European Conference on African Studies (ECAS 2013) will take place between June 27 and 29, 2013, at ISCTE-IUL, in Lisbon, Portugal. In addition to the thematic panels and the keynote speeches, the conference will host a documentary film festival. The films submitted to the event must portray issues related to its general theme: African dynamics in a multipolar world. We strongly advise that the films submitted are spoken or subtitled in English, given the fact that the conference will gather academics from different nationalities and linguistic backgrounds. Moreover, the films proposed ought not to exceed the length of one hour (60 minutes).

The deadline is on March 29, 2013.
The documentaries can be submitted online via weTransfer (www.wetransfer.com) to the following e-mail address: joao.carlos.dias@iscte.pt, oreleonora.silva.rocha@iscte.pt.

info

25.02.2013 | par herminiobovino | african studies, Conference, documentary, lisboa

No Fly Zone. A ironia pós-colonial é plástica

Um ditado popular africano diz que “enquanto o leão não tiver os seus historiadores, a glória vai sempre para o caçador”. A nova geração que cresceu na Angola independente revela com filmes, telas e galinhas empalhadas como o leão sempre teve uma história por contar. Os seis artistas angolanos chegam ao Museu Berardo em Lisboa com uma primeira preocupação de dialogar com os antigos imperadores. O entrave a derrubar é o que descrevem como a “amnésia europeia sobre o passado colonial”. “Finalmente chegou o tempo de tirar a máscara”, diz-nos Fernando Alvim, curador, a par de Suzana Sousa, da exposição “No Fly Zone. Unlimited Mileage”.

“Thirteen Hours”, Binelde Hircam“Thirteen Hours”, Binelde Hircam
Yonamine, Kiluanji Kia Henda, Edson Chagas, Binelde Hyrcam, Nástio Mosquito e Paulo Kapela (ausente na apresentação) são os artistas que representam a emergência de uma nova geração em Angola. A visão artística desta geração é sempre apresentada em contraste com o preconceito e a generalização ocidental. “Os europeus criaram a sensação de que têm o direito de desenhar os países africanos à sua imagem”, indica Fernando Alvim. As obras apresentadas antecipam o que vai ser a terceira trienal de arte em Luanda. Apesar de serem criações destinadas a uma apresentação específica, a curadora Suzana Sousa lembra que “isto são artistas mais preocupados com um discurso internacional que uma questão angolana”.

“No Fly Zone. Unlimited Mileage” ocupa o primeiro espaço do piso 0, sendo o vídeo O.R.G.A.S.M (Organization Of African States for Mellowness) a nossa primeira introdução à ironia pós-colonial. O autor Kiluanji Kia Henda desconstrói a realidade aparente, tornando o africano o beneficente do europeu. A segunda peça de Kiluanji serve de mote à nova geração. Uma sessão fotográfica mostra as antigas estátuas coloniais de Camões e Afonso Henriques num pré-fabricado, enquanto os pedestais onde estavam ficaram vazios, como se a própria história tivesse estancado.

A maior peça da exposição é “Cara-Show” de Yonamine, composta por recortes de jornais que incidem no período de Angola comunista, em 1976. “No fundo, isto acaba por ser uma versão da história através das minhas recordações de Angola”, explica-nos o artista. Yonamine ao lado dos seus recortes tenta descodificar a simbologia da guerra e da emigração no vídeo Reichsparteitagsgelände. As temáticas de obsessão pós-colonial não conseguem deixar de esconder alguma frustração artística: “Por muito que tente sair desta onda, nunca vou deixar de ser um pós-colonial”, revela Yonamine.

Em “Thirteen Hours” uma galinha caminha pomposa com uma capa napoleónica, enquanto lidera uma turma de outras 22 galinhas empalhadas. Para Binelde Hyrcam, o enredo da humanidade reflecte-se em galinhas vaidosas que caminham em frente de pequenos caixões funerários. “Isto é uma reflexão sobre a falsa vaidade humana e a constante dualidade do poder com a morte”, explica o autor. Binelde não esconde a emoção de revelar ao Museu Berardo uma obra que mistura o funesto com o irónico. “Angola e Portugal estão muito próximos, este intercâmbio cultural seguramente vai ficar na historia”, promete o autor. Na mesma sala, Edson Chagas recupera por sua vez as máscaras que o curador Fernando Alvim pediu que desaparecessem. No primeiro retrato fotográfico, três homens estão com a cabeça tapada por sacos, afogados pelas suas próprias atitudes consumistas. No segundo, as máscaras estão sobre o homem contemporâneo, engravatado e africano.

O vídeo “My African Mind”, de Nástio Mosquito, fecha a exposição, fazendo a ligação com as desconstruções históricas de Kiluanji Kia Henda. As personagens da cultura popular, como Tarzan, Tim Tim ou o filme “The African Queen”, de John Huston, são apresentadas como a visão europeia de uma África ainda desconhecida. “Sem terem visitado o continente africano, os europeus têm logo à nascença uma associação com sida e fome”, explica Nástio, acrescentando que espera “criar uma dúvida nas pessoas no que diz respeito às suas referências populares a África”. O objectivo não é apontar o dedo acusador, mas criar uma plataforma de introspecção e diálogo. “My African Mind” esteve na Tate, em Londres, e agora encontra o seu melhor alvo no público português. “Os portugueses precisam de interagir com África de outra forma, o diálogo tem sido pobre, tem de haver alguma mudança”, apela o artista.

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25.02.2013 | par herminiobovino | angola, exposição, fotografia, lisboa, serigrafia, video

Apresentação de propostas de comunicações para o colóquio internacional “Teatro: Estética e poder”

Está aberto até 15 de Maio o prazo para a apresentação de propostas de comunicações para participar no colóquio internacional “Teatro: Estética e Poder”, organizado pelo Centro de Estudos de Teatro e o Centro de Estudos Clássicos da FLUL – Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, que terá lugar nos dias 21 e 22 de Novembro de 2013.

Este colóquio, organizado em sessões plenárias, com participantes convidados, e em sessões paralelas de comunicações por inscrição, pretende constituir ocasião propícia a uma reflexão sobre o teatro nas suas múltiplas dimensões performativa, literária, filosófica, histórica, ideológica, política e social e a sua relação com as outras artes.

As comunicações terão uma duração de 20 minutos e poderão ser apresentadas em várias línguas: português, inglês, francês, espanhol e italiano. Na sequência do colóquio, será publicado um volume com uma selecção dos textos apresentados.

Os interessados poderão obter mais informações aqui.

19.02.2013 | par herminiobovino | colóquio, lisboa, teatro

Seminário CEsA | Migrações internas, urbanização e saúde em Angola; com Carlos Lopes

Migrações internas, urbanização e saúde em Angola 
21 FEVEREIRO / 18 horas / Sala 108 (Ed. Francesinhas)
Carlos Lopes (CEA/ISCTE e CEsA/ISEG)

Neste seminário, Carlos Lopes analisa as articulações entre a migração interna, a urbanização e a saúde em Angola, bem como a estrutura de políticas nacionais relativamente à mobilidade interna. É resultado de um estudo realizado por uma equipa de investigadores especializados em questões socioeconómicas angolanas, em colaboração com o ISEG-UTL.

FEVEREIRO
21/ Carlos Lopes (CEA/ISCTE e CEsA/ISEG) / Migrações internas, urbanização e saúde em Angola
28/ Alice Sindzingre (CNRS, U. Paris West; SOAS/U. London) / Sub-Saharan African economies’ growth paths and exports structures: confirming the concept of poverty trap?
7/ Caroline Dufy (Centre Émile Durkheim/U. Bordéus) / Pratiques informelles dans le changement de système en Russie: entre criminalité et normalisation

MARÇO
14/ Ricardo Pereira (CES/Coimbra) / Modelos Emergentes de Cooperação em Saúde Global
21/ João Mosca (Universidade Politécnica de Moçambique e CEsA/ISEG) / Penetração do Capital Mineiro e Reprodução da Pobreza
4/ Nuno Teles (CES/Coimbra) / Financeirização e limites do Estado Desenvolvimentista: o caso da África do Sul

ABRIL
11/ Vincent Foucher (International Crisis Group) / The current political and security perspectives in Western Africa
18/ Christabelle Peters (Centre for Research on Cuba/U. Nottingham) / The African Atlantic: a new framework for investigating black cultural politics

MAIO
2/ Sónia Centeno Lima (IHMT/UNL) / A desnutrição e a infecção em crianças: indicadores de que desenvolvimento?
9/ Giovanni Carbone (Università degli Studi di Milano) / The impact of democratization on economic growth and social welfare: some evidence from Africa’s emerging “lions”
16/ Pedro Rosa Mendes (Jornalista/Investigador) / O papel da URSS nos movimentos de libertação dos PALOP
23/ Susanne Melde (OIM) / Migrações Sul-Sul e desenvolvimento

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15.02.2013 | par herminiobovino | lisboa, migrações, seminário

"Olhar estrangeiro em territórios conhecidos", de Luisa Mello‏ - Exposição de fotografia

“Olhar estrangeiro em territórios conhecidos”
Exposição de fotografia na Galeria das Salgadeiras.
9.2.2013 | 16.3.2013
Luisa Mello | Fotografia

No arranque das comemorações do décimo aniversário, a Galeria das Salgadeiras apresenta a exposição “Olhar estrangeiro em territórios conhecidos” da artista brasileira Luisa Mello. É a primeira exposição individual da artista na Galeria das Salgadeiras.

Uma instalação de auto-retratos em fotografia impressa em tecido, nos quais a artista aborda a temática do “Silêncio”. O seu próprio corpo, fragmentado e numa representação quase abstracta em tons monocromáticos, onde o “silêncio experimenta a matéria no espaço e no tempo” nas palavras de Luisa Melo. Segundo a artista o “silêncio experimenta a matéria no espaço e no tempo”, nesta sua abordagem fragmentada do seu próprio corpo, quase abstracta.

A exposição estará aberta ao público até 16 de Março de 2013, de Quarta-Feira a Sexta-Feira das 17h às 21h e Sábados das 16h às 21h.

Rua das Salgadeiras, 24 1200-396, Lisboa
Horário | De 4ª a 6ª: 17.00 às 21.00 | Sábado: 16.00 às 21.00
web

14.02.2013 | par herminiobovino | exposição de fotografia, fotografia, lisboa

Tolerace - Final Conference

International Conference
(Anti-)racism and critical interventions in Europe
Social sciences, policy developments and social movements
19-20 February 2013

Venue: CIUL Auditorium (Picoas Plaza, Lisbon)
Free registration: www.ces.uc.pt
(English-Portuguese translation services will be made available)

In contemporary Europe, we are witnessing the vanishing of anti-racism from political cultures and academic discourses, in favour of an approach that intervenes on immigrants and minorities themselves via public rhetoric on
integration.

This conference will thus bring together an international community engaging in debates on racism and anti-racism to discuss the analytical approaches and main findings of the European research project
TOLERACE - The semantics of tolerance and (anti-)racism in Europe: public bodies and civil society in comparative perspective, coordinated by the Centre for Social Studies.

The debate will focus on key issues that bring about an in-depth analysis of racism and anti-racism, such as the historical legacies of national formation processes and colonialism, contemporary political developments in European contexts, and the role of academia and social organisations in policy advice.

The event is intended as an opportunity to engage with policymakers, academics, political activists, journalists and stakeholders at local, national and European levels, discussing the difficulties of addressing racism in contemporary European contexts, as well as to propose a way forward by identifying approaches and key areas in which a sound debate on anti-racism can be constructed.

19 February
Opening Session
9:30-10:00 Welcome and Registration

10:00-11:00
Critical interventions in contemporary politics in Europe: the future of an anti-racist agenda
Chair: Maria Paula Meneses (Centro de Estudos Sociais).

Boaventura de Sousa Santos (CES)
Louisa Anastopoulou (EC project officer) – to be confirmed
Silvia Maeso (CES)
Marta Araújo (CES)

11:00-12:00
Keynote address: Jorge Sampaio (UN High Representative for Alliance of Civilizations).

Lunch break

14:00-16:30
The vanishing of anti-racism within policy developments in education and employment
Chair: Frank Peter (European University Viadrina/U. of Bern).

Presentation of TOLERACE case studies:
Marta Araújo (Centro de Estudos Sociais): “The ‘prudent integration’ of the Roma/Gypsies: Racism, school segregation and white flight”
María Martínez (Universidad del País Vasco): “From the racial question to the social question: avoiding (anti)-racism in the Basque educational system”
Tina Jensen (The Danish National Centre for Social Research): “Discrimination and Employment in Denmark: ‘Old’ and ‘New’ Immigrant Groups”
Salman Sayyid (CERS, University of Leeds): “Muslims in the labour market in the UK: Leeds and Leicester”

Comments:
Eva Smith-Asmussen (U. of Copenhagen/ECRI) and Robert Rustem (European Roma and Travellers Forum).

Discussion
17:00-18:00
Keynote address
David T. Goldberg (University of California, Irvine): “Postracial Conditions”
20 February
9:30-11:30
The politics of representation: (anti-)racism and the media
Chair: Ian Law (CERS, University of Leeds)

Presentation of TOLERACE case studies:
Simona Pagano (European University Viadrina, Frankfurt): “Chasing the gypsy, immolating the gypsy, securing the city: Roma and ‘nomad camps’ in the Italian media”
Ángeles Castaño (Universidad de Sevilla): “Cultural diversity in the media: immigration, education and Islam in Andalusia”
Hakan Tosuner (European University Viadrina, Frankfurt): “Female Victims - Male Perpetrators. Representation of the Muslim ‘other’ in the German media”.

Comments: Nadia Fadil (University of Leuven).

11:45-13:00:
Documentary “Era uma vez um arrastão”/ “The Beach Rampage That Never Was”, Diana Andringa (2005)
Presentation by the documentary’s director
Discussion

Lunch Break

14:30- 15:30
Keynote address
Ramón Grosfoguel (University of California, Berkeley): Decolonizing Epistemic Racism/Sexism in Europe Today: “The Decolonial Perspective of Boaventura de Sousa Santos and Frantz Fanon in the Context of Decolonial European Struggles”.

16:00-18:00
Round table: The state, academia and policy advice: better horizons?

Chair: Silvia Maeso (CES)

Opening intervention: Kwame Nimako (University of Amsterdam)
Discussion:
Javier Sáez (Fundación Secretariado Gitano)
Arzu Merali (Islamic Human Rights Commission)
Mamadou Ba (SOS Racismo)
Sandew Hira (International Institute for Scientific Research)

18:30-19:30
Closing keynote address: Pedro Bacelar de Vasconcelos (Universidade do Minho).

web

07.02.2013 | par herminiobovino | Conference, conferência, lisboa, racismo