Research Film Festival 2011-2012 - Call for Applications

The Canadian-based Research Network “Slavery, Memory, Citizenship”, the European network of EURESCL: Slave Trade, Slavery, Abolition and their Legacies in European Histories and Identities (7th PCRD), and the CIRESC “Centre International de Recherches sur les Esclavages, Acteurs, Systèmes, Representations” are pleased to announce their fourth annual international research film festival and welcomes submissions that address the realities of slavery in its past and contemporary forms.

The theme for Festival 2011-2012 is once again “Culture, Diaspora, and Citizenship”.

 

The fourth edition of the festival will begin in May 2011 and will travel to locations that include:

- Paris (May 2011)
- Mexique, Mexico City
- Veracruz, Mérida, Chetumal
- Dakar
- Abidjan, Cotonou, Lomé, Ngaoundéré
- Port au Prince
- Havanna, Santiago de Cuba
- Ouagadougou
- Rio de Janeiro (November 2011)
- Quebec/Toronto (February 2012)

The Toronto version of the festival will be hosted by the Harriet Tubman Institute.

 

 

17.03.2011 | por nadinesiegert | culture, diáspora, film festival

Diásporas e artes visuais: poéticas e políticas das modernidades

Aceitam-se propostas de trabalho para o GT 61, denominadoDiásporas e artes visuais: poéticas e políticas das modernidades, no XI Congresso Luso Afro Brasileiro de Ciências Sociaisque será realizado em Salvador, nos dias 07 a 10 de agosto de 2011. As inscrições estão abertas até o dia 30 de março de 2011  e devem ser realizadas no próprio site do evento. 
A proposta deste Grupo de Trabalho é reunir estudos sobre diferentes formas de expressões visuais, como: artes plásticas, cinema, dança, fotografia, vídeo, entre outras, realizadas por investigadores interessados em pensar a relação entre o universo das artes visuais e a diáspora, principalmente em contextos envolvendo África, Brasil e Portugal. Isto implica, reunirmos pesquisas sobre as experiências do trânsito e da circulação de pessoas, de objetos e de informações, e a expressão artística visual destes agentes sobre tais experiências. Neste sentido, pensamos na noção de “diáspora” como um conceito que altera a mecânica dos pertencimentos e produz uma forma nova de ver as experiências, os acontecimentos, e que traz novas formas de interpretar o passado e o presente. James Clifford correlacionou a diáspora à viagem, como um termo que abarca uma gama de práticas e teorias na antropologia das últimas décadas. A teoria da diáspora amplia os sentidos da experiência e introduz novas questões sobre a cultura contemporânea, implicadas especialmente pelas relações entre a poética e a política, tanto em perspectivas sociais quanto conceituais. As teorias atuais enfatizam o movimento, a circulação, os entre-lugares, enquanto as múltiplas dimensões da cultura vão também se tornando mais visíveis e fluídas. O foco dos trabalhos deverão ser as formas de expressão de tais agentes, a produção, a linguagem e o consumo, implicados pelos sentidos de identidade, de territorialidade e de plasticidade das imagens em contextos de permeabilidades transnacionais.
 

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17.03.2011 | por martalanca | diáspora, viagem

Ciclo de Conferênci​as AvalPortug​al- Encontros sobre Eficácia da Ajuda ao Desenvolvi​mento

Na sequência da mesa redonda sobre a eficácia da ajuda ao desenvolvimento que se realizou em Janeiro no ISCTE-IUL, o Grupo de Trabalho sobre Cooperação Internacional da AvalPortugal inicia agora um conjunto de encontros no âmbito do Ciclo de Conferências sobre Avaliação de Políticas Públicas, dedicados à avaliação e eficácia da ajuda ao desenvolvimento.

Terá lugar no dia 22MAR às 18h00 no Auditório Afonso de Barros, Ed. II, ISCTE-IUL .

O tema em discussão será o Apoio Directo ao Orçamento em Moçambique e será apresentado por Edson Cortez.

Organizado por: ESPP/ISCTE-IUL; AvalPortugal e CIES/ISCTE-IUL

16.03.2011 | por ritadamasio | conferência, Cooperação, desenvolvimento, ISCTE, Moçambique

Stoppons Kadhafi

La Ligue Arabe vient de proposer officiellement au Conseil de Sécurité de l’ONU une résolution pour établir une zone d’exclusion aérienne au-dessus de la Libye. Après des semaines d’impasse au niveau international, c’est maintenant l’heure de vérité. Si nous ne persuadons pas l’ONU d’agir, nous pourrions assister en Libye à l’un des plus grands bains de sang de ce nouveau siècle. 

Ville après ville, les forces de Kadhafi écrasent la rébellion. Si elles reprennent le pays, c’est un châtiment brutal qui attend les Libyens ayant osé défier le régime. Des témoignages faisant état de tortures et d’assassinats dans les régions reprises affluent déjà.

Les citoyens libyens se demandent si le monde les a abandonnés. Le mouvement Avaaz est profondément attaché à la non-violence, mais le soutien à une zone d’exclusion aérienne pour maintenir au sol les hélicoptères de combat de Kadhafi constitue un cas où une action militaire appuyée par l’ONU semble nécessaire. Les sondages auprès de nos membres montrent que 86% d’entre nous approuvent la mise en place d’une zone d’exclusion aérienne. Alors que s’approche le vote décisif de l’ONU, c’est le moment ou jamais de faire résonner l’appel le plus puissant possible.

Nous avons acclamé le moment où le peuple libyen s’est soulevé, et nous ne pouvons pas, nous ne devons pas ignorer l’appel à l’aide qu’il nous lance alors qu’il traverse l’heure la plus sombre. Même si vous en avez envoyé un précédemment, cliquez pour envoyer un message au Conseil de Sécurité de l’ONU ICI:

L’ONU est divisée, mais le rapport de force évolue rapidement: alors que la Chine, la Russie et l’Allemagne s’opposent à la zone d’exclusion aérienne, la Ligue Arabe, la Conférence Islamique, le Royaume-Uni et la France poussent en sa faveur. Les Etats-Unis et l’Inde sont hésitants. Nous n’assistons pas à un débat Est-Ouest d’un autre âge; il ne s’agit pas non plus, contrairement à ce que certains craignent, d’un complot pour s’emparer des ressources pétrolières. Le Conseil National Provisoire libyen, que la France a reconnu comme gouvernement légitime de Libye, appelle désespérément à l’imposition d’une zone d’exclusion aérienne et à l’aide internationale, mais chaque jour qui passe voit grandir la crainte d’un soutien arrivant trop tard.

Une zone d’exclusion aérienne n’est pas une panacée — elle devrait être assortie de sanctions ciblées plus fortes et du gel des avoirs du régime, ainsi que du brouillage des appels à la violence diffusés sur les ondes par Kadhafi. Un plus grand nombre de pays devrait également reconnaître diplomatiquement le Conseil National Provisoire de Libye. Même tout cela pourrait ne pas suffire. Mais avec des dizaines de milliers de vies en jeu, ceux qui s’opposent à des mesures énergiques doivent maintenant se demander s’ils sont capables d’appeler à l’inaction.

Le droit international et le Conseil de Sécurité de l’ONU l’ont établi clairement: lorsque de graves crimes contre l’humanité sont commis, la communauté internationale a la responsabilité de protéger le peuple contre ces crimes, même celui-ci est agressé par son propre gouvernement. Nous ne connaissons pas encore l’étendue des crimes de Kadhafi, mais nous ne pouvons pas simplement détourner les yeux. Cliquez pour envoyer un message urgent aux délégués du Conseil de Sécurité de l’ONU IÇI !

16.03.2011 | por ritadamasio | guerre civile, Kadhafi, lybie, ONU, rebélion, révolte

TAP quer voar para o Mali

Brasília - A transportadora aérea portuguesa TAP pretende abrir uma nova rota em África. O Instituto Nacional de Aviação Civil pediu autorização às autoridades do Mali para a criação de uma linha aérea ligando Lisboa e Bamako.

Luiz Gama Mór admite que não há um “tráfego digno de nota entre Mali e Portugal, mas, tal como fizemos com Dakar (Senegal), Lisboa será um ‘hub’ [plataforma de ligação] para outros destinos, nomeadamente a França”.
Ainda em África, a TAP quer também abrir uma ligação aérea para São Vicente, em Cabo Verde.




16.03.2011 | por ritadamasio | destinos, mali, voos

Dia Mundial do Teatro do Oprimido

Hoje assinala-se o Dia Mundial do Teatro do Oprimido. Em Moçambique, há comemorações em todas as províncias, mas em Maputo, centram-se no Centro Cultural Brasil-Moçambique.

Este o assunto de abertura do programa Atrás da Máscara de hoje, em que falamos de muitos outros assuntos, como seja o caso da atribuição do Prémio de Mérito Teatral, pela Associação Mindelact, à Cooperação Portuguesa.

Mas oiça…

foto: Augusto Boal, fundador do teatro do oprimido (fonte: CTO)

ouvir aqui

 

16.03.2011 | por martalanca | Moçambique, teatro do oprimido

EU SOU ÁFRICA - 7º episódio CONCEIÇÃO DEUS LIMA - S.TOMÉ E PRÍNCIPE

SÁBADO, 19 de março, 19h, na RTP 2 

Jornalista e poeta, partiu várias vezes de São Tomé e Príncipe. Partiu para driblar os que queriam calar-lhe a voz incómoda nos jornais, na rádio e na televisão, partiu para se reconhecer como escritora, partiu para ser correspondente da BBC, em Londres. Mas em cada uma dessas partidas levou a ilha com ela. Regressada, continua a questionar passado e presente, num exercício de indagação e busca a que chama umas vezes jornalismo, outras poesia. A cidadania participativa, a educação e a cultura são os valores pelos quais a autora de O Útero da Casa, se bate, sempre. 

Marginal de São Tomé, fotografia de Marta Lança Marginal de São Tomé, fotografia de Marta Lança

O debate, para criar pluralidade nas perspectivas, é uma das armas que Conceição Deus Lima usa para combater os problemas do seu país. Pratica-o na cobertura das eleições legislativas de S.Tomé, em comícios e na televisão, com a coragem para fazer as perguntas difíceis e necessárias. Em Santana, onde nasceu e aprendeu com a avó a falar crioulo, a entender plantas e a escutar os mitos dos rios, mergulha nos rituais dos antepassados para nos levar à constante duplicidade da sua ilha mágica, paraíso e lugar de massacre, terra de senhores e de serviçais. Fala da euforia de 1975, quando se fizeram possíveis todos os sonhos, vontades e aspirações, impulsionados pelas leituras de Amilcar Cabral e Kwame Nkrumah e pelo visionarismo dos grandes poetas são-tomenses, com Alda Espírito Santo como figura tutelar. Crioulidade, África, ilha e arquipélago, são palavras sobre as quais São de Deus Lima pensa e escreve com frequência, como poeta e como jornalista. 

Ver:

 

16.03.2011 | por martalanca | Conceição Lima, jornalismo, poesia, S.Tomé

As duas faces da Guerra

 

A guerra da Guiné, revista num documentário de Diana Andringa e Flora Gomes…
Luta de libertação para uns, guerra de África para outros: o conflito que, entre 1963 e 1974, opôs o PAIGC às tropas portuguesas é visto, desde logo, de perspectivas diferentes por guineenses e portugueses. Mas não são essas as únicas duas faces desta guerra: mais curioso é que, para lá do conflito, houve sempre cumplicidade: Não fazemos a guerra contra o povo português, mas contra o colonialismo, disse Amílcar Cabral, e a verdade é que muitos portugueses estavam do lado do PAIGC. Não por acaso, foi na Guiné que cresceu o Movimento dos Capitães que levaria ao 25 de Abril. De novo duas faces: a guerra termina com uma dupla vitória, a independência da Guiné, a democracia para Portugal. É esta aventura a dois que queremos contar, pelas vozes dos que a viveram.

16.03.2011 | por martalanca | guerra colonial