Conferência “Ligações Saaro-Senegambianas: o exemplo da qabîla (tribo) Idawalhajj (Sudoeste da Mauritânia)”

O Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através das suas linhas de investigação Mundo Novos e Modelos Identitários, em colaboração com o Mestrado em História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (especialidades de História de África e de Estudos Árabes e Islâmicos, e do Doutoramento em História de África da FLUL) apresenta a  Conferência  “Ligações Saaro-Senegambianas: o exemplo da qabîla (tribo) Idawalhajj (Sudoeste da Mauritânia)”, proferida por Francisco Freire, da Universidade Nova de Lisba, que decorrerá no dia 6 de Abril de 2011, das 18h00 às 20h00 na Cave C da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

30.03.2011 | by ritadamasio | conferência, faculdade de letras lisboa, história, mauritania, senegal

Exposition "Angola, figures de pouvoir"

Dapper
35 bis, rue Paul Valéry (musée) 50, av. Victor Hugo (admin.), 75116 Paris, France

Tous les jours, sauf le mardi, de 11 h à 19 h - Tél. : 01 45 00 91 75 - Tarif exposition : 6 € - Tarif réduit : 4 € (seniors, familles nombreuses, enseignants, demandeurs d’emploi) Gratuit : Les Amis du musée Dapper, les moins de 26 ans, les étudiants et le dernier mercredi du mois.

Cette manifestation exceptionnelle présente environ cent quarante oeuvres : masques de différentes factures, statuettes de chef à l’effigie du héros-chasseur Chibinda Ilunga, figures cultuelles et insignes de dignité, impressionnants objets magico-religieux et bas-reliefs polychromes.

L’espace consacré à l’art contemporain sera
investi par l’un des plus grands artistes angolais, António Ole.
Savoir plus sur le site Africultures
Commissaire :
Christiane Falgayrettes-Leveau

Conseiller scientifique :
Boris Wastiau

Avec le haut patronage de l’ambassadeur d’Angola en France, Miguel DA COSTA

Riche de la diversité de son peuplement, l’Angola a vu s’épanouir des aires culturelles au sein desquelles se sont développés des arts de cour prestigieux exaltant la puissance politique et spirituelle des chefs. De même, les cultes rendus aux ancêtres, héros, divinités et esprits, ainsi que les institutions initiatiques assurant la formation des individus ont donné naissance à des pratiques artistiques élaborées.

Masques, statuettes, emblèmes et bien d’autres types d’oeuvres des Chokwe, Kongo, Lwena, Lwimbi, Mwila, Ovimbundu, pour citer les peuples les plus connus, occupent une place centrale dans les arts d’Angola. Cette exposition offre un étonnant répertoire de formes où s’affirment des styles spécifiques et où se devinent des emprunts sinon des influences. Les masques sculptés ou réalisés dans des matières végétales de même que les figures cultuelles en bois, au-delà de leur appartenance et de leur rôle, suggèrent fréquemment des liens noués entre les peuples.Les représentations les plus prégnantes mêlent souvent et intimement plusieurs registres. Les données de l’histoire, du politique et du religieux investissent, de façon plus ou moins explicite, les modes de figuration ainsi que les systèmes symboliques. Les objets constituent donc les indices d’un univers où sont en jeu de multiples pouvoirs. Cette sélection révèle la volonté de présenter aussi largement que possible les productions de peuples ayant contribué à édifier un patrimoine artistique exceptionnel.

Exposition réalisée avec le soutien de la Fondation TOTAL

Pour la première fois en France, une exposition d’envergure est consacrée aux arts d’Angola

30.03.2011 | by ritadamasio | angola, arts, exposition, france

5dias à conversa… Há uma geração parva? A cantiga ainda é uma arma?

Hoje, 30 de Março, pelas 22H, no Bartô do Chapitô. A entrada é livre.

5dias à conversa… Há uma geração parva? A cantiga ainda é uma arma?
Por Nuno Ramos de Almeida
A música dos Deolinda caiu que nem uma pedra.
Quando a tocaram de surpresa no Coliseu do Porto, o público levantou-se como uma mola. A letra tinha descrito a vida de muitos. A geração dos precários, a geração que nunca vai ganhar mais de 800 euros.
“Fico a pensar / que mundo tão parvo / onde para ser escravo / é preciso estudar…”, reza a letra.
A polémica começou, a maioria da opinião publicada garante que esses jovens, e menos jovens, são vítimas “dos direitos adquiridos”.
Alguns argumentam que eles deviam estar felizes em ser precários, porque isso é bom. O mercado tem que funcionar “livremente”, as pessoas são para ser contratadas e despedidas com tranquilidade, como diria o seleccionador nacional. O tempo daquilo que os sindicatos chamam “trabalho com dignidade” é coisa do passado.
Tantas cabeças, quase sempre a mesma sentença.
Propomos-vos, assim, uma dupla discussão:
1. A precariedade é o nome normal do trabalho no século XXI ou é natural que uma geração lute pelo direito ao emprego?
2. Na nossa sociedade ainda há lugar para a música de intervenção ou devemos exigir que os cantores se deixem de politiquices e que se fiquem pelo amor e pelo Benfica? Ou como também cantam os Deolinda: “Agora não, que me dói a barriga… / Agora não, dizem que vai chover… / Agora não, que joga o Benfica… / E eu tenho mais que fazer…”

Oradores:
Helena Matos – Jornalista
João San Payo – Músico dos Peste & Sida
Miguel Morgado – Economista
Sérgio Vitorino – Panteras Rosas
Tiago Mota Saraiva – 5 dias

Moderador: Vítor Belanciano – Crítico cultural e jornalista
Convidado especial: António Tomás – Jornalista, antropólogo e colunista no Novo Jornal (publicação angolana)

no Chapitô 

30.03.2011 | by martalanca | cantiga, música de intervenção

ANÚNCIO DE VAGA ENGº AGRÓNOMO_TINIGUENA (GUINÉ-BISSAU)

No quadro do projecto Anos Ku Tem Tera! Promover a soberania alimentar, fortalecer a economia e a governação local, uma parceria entre a TINIGUENA, a DIVUTEC e o CIDAC, financiado pela EU, pretende-se recrutar um(a) Engenheiro(o) Agrónomo(a) guineense, com o seguinte perfil:

1.1.  Formação superior em Agronomia e/ou agroeconomia

1.2.  Mínimo de 5 anos de experiências de terreno no domínio da agricultura durável e gestão integrada dos espaços rurais

1.3.  Conhecimento e domínio de métodos participativos de animação comunitária e organização do mundo rural

1.4.  Conhecimento e experiência de dinâmicas económicas geradoras de auto-emprego no mundo rural

1.5.  Conhecimento da realidade socioeconómica e sistemas de produção das comunidades das zonas de intervenção do projecto

1.6.  Capacidade de produzir relatórios e documentos técnicos

1.7.  Capacidade de trabalho em equipa

1.8.  Conhecimento, interesse e convicções nas questões centrais abordadas pelo projecto (conservação da biodiversidade, soberania alimentar, direitos comunitários, desenvolvimento participativo e durável)

1.9.  Perfeito domínio do Português e Crioulo

1.10.   Domínio de pelo menos uma língua estrangeira (de preferência Francês) é uma vantagem

1.11.   Capacidade de se integrar dentro de uma instituição e de trabalhar ao seu serviço, abraçando sua história, identidade, valores e percurso

Candidaturas:

As candidaturas deverão ser dirigidas à Direcção da Tiniguena e depositadas na sua sede em Bissau, até ao dia 16 de Abril de 2011, às 13h00, em envelope fechado, contendo os seguintes documentos:

§   Carta de motivação;

§   Curriculum Vitae;

§   Cópia autenticada do Diploma ou Certificado de Habilitações;

§   Fotocópia do Bilhete de Identidade ou Passaporte.

As candidaturas poderão ainda ser enviadas via Internet, para os endereços electrónicos abaixo referidos.

Para consulta dos Termos de Referência e informações adicionais, favor contactar o Assistente PMA da Tiniguena, Sr. Miguel de Barros, nos horários de funcionamento desta organização (das 8H30 às 15H00) e através das seguintes coordenadas:

Telefone: (+245) 325 19 07             E-mail: tiniguena_gb@hotmail.comdebarros.miguel@gmail.com

A TINIGUENA

30.03.2011 | by martalanca | ambiente, Guiné Bissau, Tiniguena

Arquitetura em Moçambique: o percurso de José Forjaz, no BRASIL

Palestra do Arq. José Forjaz no Auditório da FAU - BRASIL
Dia 31 de março, quinta-feira, às 17:00h
José Forjaz é arquiteto, nascido em Coimbra (1936) e formado na ESBAP do Porto (1966), com Master of Science in Architectura na Universidade de Columbia, Nova Iorque. Desde 1968, atua na África (Mbabane, Suazilândia, Botswana, Moçambique e África do Sul). Em 1985, coordena a criação da Faculdade de Arquitectura e Planeamento Físico da Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo. Professor convidado de universidades na Itália, Portugal, Estados Unidos e Japão, é titular do escritório José Forjaz -Arquitectos, em Moçambique.

arquitetura + urbanismo + paisagismo + design

30.03.2011 | by martalanca | arquitectura, José Forjaz, Moçambique

Siga a programação - Seminário Terceira Metade - MAM-RJ

já podem acessar às falas do primeiro dia do seminário Terceira Metade, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro

ONTEM Terça-feira, 29/03

14h — Sessão de Abertura: Célestin Monga, Economista do Banco Mundial, autor de “Niilismo e Negritude”; Omar Ribeiro Thomaz, Antropólogo e Historiador; Goli Guerreiro, Antropóloga, autora de “Terceira Diáspora: o porto da Bahia”

17h — Produção e circulação de tecnologia e imaginários: António Pinto Ribeiro, Ensaísta, escritor, programador da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa); Adélia Borges, Curadora da Bienal Brasileira de Design de 2010, investigadora em design; Alessandra Meleiro, Investigadora, presidente Instituto Iniciativa Cultural (São Paulo).

HOJE Qua.30/03
14h Curadorias, tráfegos, mobilidade
Paul Goodwin, Stina Edblom, Daniel Rangel 
17h Espaços na Cidade
Ana Vaz Milheiro, Ângela Mingas, Paola Bernstein Jacques  

30.03.2011 | by martalanca | antónio pinto ribeiro, Terceira Metade

O Fado, o Jazz e o Semba, em LUANDA

Instituto Camões - Centro Cultural Português em Luanda apresenta a Conferência “O Fado, o Jazz e o Semba”  que contará com a presença dos artistas  a  Carlos do Carmo, Afrikanitha e Paulo Flores, que terá lugar no dia 31.03.2011, pelas 18H30, no Auditório Pepetela.

30.03.2011 | by martalanca | fado, jazz, semba

Tertúlia com Francisco Soares e Cátia Miriam Costa no espaço Makala, LISBOA

A MAKALA  tem o prazer de o/a convidar para a conferência – tertúlia 6ª, 1 de Abril às 19H30, com: Francisco Soares: “Ovissungo (canções): ritmo e métrica na poética umbundo.“ e Cátia Miriam Costa: “Da etnicidade ao simbolismo: os olhares de Augusto Bastos, Pepetela e Ruy Duarte de Carvalho sobre a etnia kuvale.”

Francisco Soares é licenciado em Estudos Portugueses pela Universidade de Lisboa, tendo colaborado em diversas revistas de poesia e cultura. Actualmente é professor associado em Literaturas Africanas, com agregação em Teoria da Literatura da Universidade de Évora. Também é professor na Universidade Katiavala Bwuila, em Benguela. É membro fundador do Centro de Estudos Políticos e Sociais da Universidade de Évora (ACTAE), onde coordena o projecto «Arte e Globalização». Leccionou temporariamente na Universidade Degli Studi de Milão e na Universidade Federal de Pernambuco. Tem numerosa obra publicada, tanto no domínio ensaístico como no literário, em numerosos países.

Cátia Miriam Costa é licenciada em Relações Internacionais é mestre em Estudos Africanos pela Universidade Técnica de Lisboa. Está a terminar o doutoramento em Literatura, com uma tese sobre utopia colonial, na Universidade de Évora, e é bolseira da FCT. Tem participado em livros e revistas científicas portuguesas, brasileiras, angolanas e espanholas e publicou em obras colectivas em Portugal, Espanha e Reino Unido.” 

30.03.2011 | by franciscabagulho | literatura angolana

Banda Café negro (rock made in Angola), no Elinga, LUANDA

A Banda Café negro é um banda de Pop Rock Angolano, derivada de um projecto denominado inicialmente “Question Mark”. Esta banda é composta por 5 elementos com Edy British como ritmista, Jô Batera como baterista, Ary como solista, Maiô como baixista e Irina Vasconcelos como vocalista. A banda Café Negro conta já com 4 anos de existência, e  para além da sua raiz essencialmente Rock, conta com  influências de Kilapanga, Funk, Punk, Soul e Electrónica.

O desenvolvimento da banda tem-se suportado no apoio do público, aceitação do género musical e suporte dos órgãos de comunicação social, comprovando a existência de um movimento Rock Angolano.

Concerto no Elinga Teatro\Bar dia 30 de Março, pelas 22h30


29.03.2011 | by franciscabagulho | rock made in angola