Apresentação do livro "Diário do Medo" de João Melo

Hoje, 12 de Novembro, o poeta, escritor e jornalista angolano João Melo traz a público o seu novo livro de poemas, «Diário do Medo», em edição da Editora Urutau, na Livraria Snob, Travessa de Santa Quitéria, 32-A, em Lisboa, pelas 18h30m.

A apresentação estará a cargo do escritor português Rui Zink.

Entrada livre.

O autor assume que este livro “constitui uma tentativa pessoal de descrever e, sobretudo, de posicionar-me, ao mesmo tempo como poeta e indivíduo, perante tais dramáticos acontecimentos”.

12.11.2021 | par Alícia Gaspar | angola, apresentação, diário do medo, João melo, livro, poesia, rui zink

VI FESTIVAL DE POESIA DE LISBOA ABRE ESPAÇO PARA POETAS TRANS

O TRANSarau será o anfitrião do espetáculo, com apresentações especiais de André Tecedeiro e Fado Bicha.

Uma das atrações mais aguardadas da sexta edição do Festival de Poesia de Lisboa, que arranca no dia 12, é oTRANSarau, espetáculo que coloca em cena os discursos gênero-dissidentes, que também estão em disputa por voz e espaço nos territórios.  A presença de poetas trans no FPL é uma aposta para que eles e elas possam contar as próprias narrativas e, assim, ganhar o espaço que merecem. Nesta edição, que discutirá o tema “Terra: uma poética de nós”, serão ao todo 13 artistas LGBTs, sendo 8 deles pessoas trans/travestis/não-binárias.

É a primeira vez que o TRASarau participa de um evento internacional. Nascido no Brasil, em 2015, como espaço de exibição da produção dos estudantes do Cursinho Popular Transformação, o TRANSarau já realizou mais de 40 edições, sendo um importante evento da cena brasileira. Organizado por artistas e ativistas TRANSvestigeneres, em colaboração com LGBTQIA+, voltado para visibilidade T, o TRANSarau é formado por Andrey Lucas, Lucyfer Eclipsa, Patricia Borges da Silva, Polaris Coutinho e Kairos Castro. Importante espaço de representatividade e visibilidade da população  LGBQIA+ Trans, e de resistência negra, recebeu em 2018 o Prêmio Papo Mix, categoria “Eventos e manifestações artísticas”. 

Assinado em parceria com o Museu da Língua Portuguesa, o TRANSarau será o anfitrião do espetáculo que irá mesclar apresentações dos próprios poetas com duas presenças especiais: André Tecedeiro e Fado Bicha. Serão 60 minutos de atividade, com transmissão tanto pelos canais de Facebook e Youtube do Festival de Poesia de Lisboa quanto pelos canais de Facebook e Youtube do Museu da Língua Portuguesa.

“Atuar na empregabilidade de poetas e artistas trans, lésbicas, gays e bissexuais tem sido importante para o FPL, pois entendemos que a visibilidade apenas não fortalece as condições dignas para que esses artistas possam viver e continuar a produzir. Ademais, o potencial artístico-pedagógico de ações como TRANSarau se dá principalmente por conta da sensibilização de pessoas cis-heterossexuais e da representatividade para o público LGBT, o que contribui diretamente para o combate a LGBTfobia e a promoção do respeito e da igualdade”, explica João Innecco, curador do Festival.

Desde 2019 o Festival de Poesia de Lisboa conta com LGBTs na programação, sendo que nesta edição, além do TRANSarau e o André Tecedeiro, outros artistas trans estarão presentes. “Teremos a artista Hilda de Paulo, que estará ao lado do poeta Ramon Nunes Mello e do pesquisador Nuno Pinto, na mesa ‘Balada de Gisberta’, em homenagem à Gisberta Salce, travesti assassinada no Porto há 15 anos, fato trágico que impulsionou o nascimento da primeira marcha do orgulho do Porto”, conta João Innecco. “Este ano teve um abaixo-assinado para que uma rua do Porto levasse seu nome, dado a sua importância para a mobilização LGBT em Portugal e na Europa”, completa. 

A moderadora desta mesa será Daniela Filipe Bento, membro da direção da Associação ILGA Portugal, instituição que atua fortemente no combate à discriminação LGBT em Portugal. O assunto é tão importante nos dias atuais que a próxima edição do FPL será toda voltada à diversidade de corpo, gênero e sexualidade. 

O Festival de Poesia de Lisboa deste ano acontece de maneira virtual, de 12 a 18 de setembro, e terá a presença de poetas de seis países diferentes. Serão 9 mesas, 6 tertúlias, 3 oficinas e 3 espetáculos poéticos. A programação é aberta ao público geral através das redes sociais do Festival.  

A sexta edição do FPL tem apoio do Instituto Camões, do Camões – Centro Cultural Português em Brasília, da Livraria da Travessa, do Espaço Espelho D’Água, do Museu da Língua Portuguesa e da Associação ILGA de Portugal. 

Sobre o Festival 

O Festival de Poesia de Lisboa é uma iniciativa sem fins lucrativos criada em 2016, que tem como principal objetivo a valorização da Língua Portuguesa e o incentivo à leitura. Ao longo dos últimos anos, ele tem fomentado a democratização da palavra através da participação de poetas lusófonos de diversas idades, classes, géneros e raças. 

É um Festival aberto ao público e a todas as nacionalidades, mas apenas pessoas que tenham a língua portuguesa como língua materna podem participar da antologia comemorativa e concorrer aos prémios nos termos e condições estabelecidos no regulamento.

Idealizado por Jannini Rosa e Carla De Sà Morais, o FPL tem apoio institucional do Instituto Camões desde 2018. 

Sobre o curador

João Innecco (1993) é poeta, curador e educador em prisões. É editor da Antologia Trans (Invisíveis Produções, 2017), organizador do livro Sarau Asas Abertas: Penitenciária Feminina da Capital (Tietê, 2019) e autor das publicações artesanais Fumaça (2017), Tinto (2018), Solo (2019) e Baby (2019). Integra o TRANSarau, que recebeu o Prêmio Papo Mix 2018, e foi um dos poetas do Sarau Asas Abertas, sarau indicado ao Prêmio Jabuti 2020. Assina a curadoria do VI Festival de Poesia de Lisboa.

07.09.2021 | par Alícia Gaspar | arte, artistas trans, bissexuais, festival de poesia de lisboa, gays, lésbicas, LGBT, poesia, sexualidade, TRANSarau

VI FESTIVAL DE POESIA DE LISBOA - 12 a 18 de setembro

Acontece em setembro a 6a edição do Festival de Poesia de Lisboa com participação do autor moçambicano Mia Couto.

O tema do VI FPL, que acontece de 12 a 18 de setembro de maneira virtual, é Terra: uma poética de nós, com o objetivo de amarrar as narrativas que estão pelos territórios da língua portuguesa. 

Poetas de 6 países diferentes participam desta edição. Entre os destaques, além do homenageado Mia Couto, estão nomes como Boaventura de Sousa Santos, Heloísa Buarque de Hollanda, Luz Ribeiro, Ondjaki, Fado Bicha, TRANSarau e Judite Canha Fernandes. Serão 9 mesas, 6 saraus, 3 oficinas e 3 espetáculos poéticos, além da Cerimônia de Premiação, que contemplará o primeiro lugar com o Troféu de participação, certificado e publicação de um livro de poesias com lançamento na Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP de 2022).

A programação é aberta ao público geral através das redes sociais do Festival.  As inscrições, que encerraram em maio, oferecem aos poetas inscritos acesso às três oficinas de criação literária, um espetáculo poético exclusivo, participação no concurso de poesias, publicação do poema na antologia Terra: uma poética de nós e ainda três exemplares do livro. 

A sexta edição do FPL tem apoio do Instituto Camões, do Espaço Espelho D’Água, do Museu da Língua Portuguesa e da Associação ILGA de Portugal.

Sobre o Festival 

O Festival de Poesia de Lisboa é uma iniciativa sem fins lucrativos criada em 2016, que tem como principal objetivo a valorização da Língua Portuguesa e o incentivo à leitura. Ao longo dos últimos anos, ele tem fomentado a democratização da palavra através da participação de poetas lusófonos de diversas idades, classes, géneros e raças. 

É um Festival aberto ao público e a todas as nacionalidades, mas apenas pessoas que tenham a língua portuguesa como língua materna podem participar da antologia comemorativa e concorrer aos prémios nos termos e condições estabelecidos no regulamento.

Idealizado por Jannini Rosa e Carla De Sà Morais, o FPL tem apoio institucional do Instituto Camões desde 2018.

Sobre o curador

João Innecco é poeta, curador e educador em prisões. Editor da Antologia Trans (Invisíveis Produções, 2017), organizador do livro Sarau Asas Abertas : Penitenciária Feminina da Capital (Tietê, 2019) e autor das publicações artesanais Fumaça (2017), Tinto (2018), Solo (2019) e Baby (2019). Integra o TRANSarau, que recebeu o Prêmio Mix Brasil 2018, e foi um dos poetas do Sarau Asas Abertas, sarau indicado ao Prêmio Jabuti 2020. Participa como educador do Entre Versos e Vigas, laboratório de comunicação com LGBTs encarcerados no CDP III de Pinheiros.

29.07.2021 | par Alícia Gaspar | festival de poesia, lisboa, lusofonia, Mia Couto, poesia

Antes de mais e depois de tudo, poemas de Regina Guimarães

O DO AMOR 

Espaço sem portas, sem estradas, o do amor.

O primeiro desejo dos amantes é serem velhos amantes.

E começarem assim o amor pelo fim.

 

O LIVRO DOS MORTOS

Entra sim mas não repares

no estado em que a casa está.

Não repares no que vês por mim

já não vale a pena

o estado, a casa é pequena,

e os olhos sempre cruéis.

Se entrares fica então sabendo

que o corpo só de si fala

se de pés e mãos atadas

e se paisagem correndo

tapar todas as entradas.

Não passes além da porta

e escolhe um ponto de vista

que te dê razão de sobra

para não seguires em frente

- quem irá adivinhar que não mandas, obedeces,

que escutas e não te ouvem?

Não entres, nem que quisesses

não poderias galgar o estorvo

que significa chegar

sem ser convidado.

Existe um pacto do corpo

com o espaço e com o tempo

no primeiro o corpo pára

no segundo julga andar.

Em vez de quereres entrar

onde nem porta nem fecho

repara no que há lá dentro

e não esqueças que a nudez

vestida como castigo

e usada no pensamento

por desgosto delirante

viria a ser castigada.

Ou seja: se não entrares

darás a subentender

que só de livre vontade

que só por vontade tua

ficas no olho da rua.

Quem sai da mira dos deuses

passa a ser presa dos homens.

Ou alvo em movimento.

Do livro Antes de mais e depois de tudo, a primeira antologia de poemas escolhidos de Regina Guimarães. Um livro breve e pensado para oferecer, tanto quanto possível, uma visão panorâmica da extensa e singularíssima obra poética da autora. A apresentação é no domingo, 30 de Agosto, às 16h00, no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett, no âmbito do programa oficial da Feira do Livro do Porto. Com a presença de Regina Guimarães e Ana Deus, para uma conversa com os leitores e leitura de alguns poemas do livro.
Evento no facebook.

23.08.2020 | par martalanca | poesia, Regina Guimarães

Encontro com Kwame Kondé (Francisco Fragoso), LISBOA

30 de Março às 19 horas:

O Regresso da Poesia às Noites Crioulas do Poço dos Negros
Programa:
19:00 - Apresentação do livro “Espicilégio/Antologia nº 1”, de Kwame Kondé seguido de recital de Poesia
20:30 - Jantar tradicional de Cabo Verde
Sujeito a inscrição prévia por email ou telefone (até dia 29)
Ementa: Linguiça frita; feijoada de feijão pedra; pudim de queijo
Contribuição (jantar + concerto): 13 crioulos (não inclui bebidas)
22:00 - Música ao vivo na voz e violão de PALÓ
Entrada: 3 crioulos
Marcações:
Tel: 21 820 76 57  | info.interculturacidade@gmail.com
Travessa do Convento de Jesus, 16 A, 1200-126 Lisboa

27.03.2013 | par candela | cabo verde, crioulo, poesia

9º Poetry Slam Sul – Sexta-feira, 15/03/2013

O 9º Poetry Slam Sul é já no dia 15 de Março, sexta-feira às 21:30, no Espaço da Cerca em Almada! Uma iniciativa que já faz parte das noites ‘sulianas’, por isso contamos com a vossa presença na sexta-feira, e com o corpo e palavras dos participantes do concurso e do open-mic!

Temos o  rapper/activista Chullage como convidado especial da noite, e vamos ter novamente uma sessão de skype-slam em directo com slammers internacionais.

E claro, os habituais prémios da marca de vestuário ‘2800’, da editora alternativa ‘Chili com Carne’, do ‘Restaurante Mário 100 Espinhas’ e do nosso novo apoio - o restaurante almadense FONTE DA PIPA! Tudo isto ao som dos Máfia do Caril!!!

As inscrições já estão abertas, basta enviarem nome, idade e contacto para opoetryslamsul@gmail.com até ao dia do evento (os textos são opcionais, mas têm de ser de autoria própria)

E tu, slammas?

web
facebook

12.03.2013 | par herminiobovino | freestyle, Hip Hop tuga, open-mic, poesia, rap

Performance de Poesia e música

Dia 20 de setembro
Quinta-feira | 20:30

Performance poético-musical, com Ondjaki e Marcello Magdaleno.
No Espaço Sérgio Porto.
(rj ­ humaitá)

“Sobre o mar: poesias”

foto Cláudia Dantasfoto Cláudia Dantas

18.09.2012 | par herminiobovino | música, poesia, poesia angolana

Banda Poética - Fanzine de Poesia e Banda Desenhada

Amanhã, dia 24 de julho, será lançada na Praia, Cabo Verde a Fanzine Banda Poética.


Apresentação por Abraão Vicente. 
Com a presença da editora (Inês Ramos), dos autores (Anilton Levy, Álvaro Cardoso, António Lopes Teixeira, Sai Rodrigues, Flor Porto e Heguinil Mendes) e do artista plástico Bento Oliveira.
Leitura dos poemas incluídos no fanzine. 
Exposição dos originais das ilustrações e da Banda Desenhada do fanzine.

 

 

EDITORIAL

A ideia deste fanzine colectivo surgiu durante as feiras do livro de Poesia e Banda Desenhada que desenvolvi na Praia, em Cabo Verde. A essas feiras vinham ter comigo jovens artistas (desenhadores e poetas), querendo mostrar os seus trabalhos. Deparei-me com obras de qualidade feitas por gente jovem, disponível, interessada e, acima de tudo, humilde.
Não havendo meios para editar, essas obras foram ficando nas gavetas ou nos estiradores. Muitas outras, muitas mesmo, estarão nas suas cabeças, prontas a sair para o papel. E foi exactamente por isso que me surgiu a ideia de um fanzine colectivo. Essa criatividade que fervilha nas suas cabeças não pode perder-se. Estes jovens com tanto talento não podem cair no desânimo. Há que mostrá-los ao mundo. Há que incentivá-los. Há que reconhecer o seu mérito.
O Álvaro, o Anilton, o António, a Flor, o Hegui e o Sai são a esperança na juventude cabo-verdiana. Será este tipo de jovens o motor da cultura no futuro. 
Mesmo sem meios, muitas vezes sem dinheiro para comprar material, estes jovens persistem e resistem, desenhando com o que têm à mão, mas sempre solidários uns com os outros. Este fanzine é o grande exemplo disso: da solidariedade, da generosidade, da humildade.
Espero, muito sinceramente, que todos eles tenham um futuro próspero nas artes. Que todos eles possam um dia editar as suas obras e o público lhes reconheça o talento.
Deixo, por fim, um grande abraço agradecido a todos os autores, por este projecto tão bonito que ajudaram a nascer.

Inês Ramos  

 

contacto aqui

24.07.2012 | par samirapereira | banda desenhada, cabo verde, poesia

Bairro dos Livros "Ler é sexy", Poemas ditos por Isaque Ferreira

Estão todos convidados ao BAIRRO DOS LIVROS, uma das mais recentes iniciativas culturais do Porto. Dia 12 de Maio, pelas 18 horas, no Café Progresso. 

 

 

11.05.2012 | par joanapereira | leitura, ler, poemas, poesia

VIII Maratona de Leitura em Língua Portuguesa de Cáceres

A VIII Maratona de Leitura em Língua Portuguesa de Cáceres realiza-se no próximo dia 3 de maio, entre as 16:30h e as 19:30h, no coreto (“bombo de la música”) do Paseo de Cánovas.

Este ano, a Maratona será dedicada ao fado, tendo em conta a sua recente classificação como Património Imaterial da Humanidade, pelo que serão lidos livremente poemas cantados em fados e haverá também uma atuação do grupo “Fado a Três”.

No mesmo dia, às 20:30h, será projetado na Filmoteca de Extremadura, em Cáceres, o filme “Fados”, de Carlos Saura.

Junte-se a nós e venha ler (ou cantar!) ou seu fado preferido!

(cartaz)

26.04.2012 | par herminiobovino | fado, poesia, promoção da leitura

[RE]alphabetika, B.Leza, LISBOA

Mito Elias & Trio Majina apresentam [RE]alphabetika que tem como temática primordial a revisitação de vários espaços sonoros e poéticos em homenagem a Jorge Barbosa, Luís Morais, Horace Silver, Cesária Évora, Corsino Fortes, Boris Vian, Amílcar Cabral, Ruy Belo, Fernando Assis Pacheco, Alberto Pimenta e tantas outras fontes de sublimação que nos servem de farol. O objectivo deste evento é procurar realçar a beleza das palavras, dos gestos, das imagens e dos sons que cada escrito sugere, para que a poesia não fique estática e empoeirada nas estantes.
[RE]alphabetika - a palavra [RE]exercitada numa [RE]dimensão pluriforme e [RE]adequada à [RE]flexão que a crise nos [RE]impõe, neste mundo cada vez mais veloz, onde as nossas [RE]lações são cada vez mais ipodéticas, facebookianas e youtubeiras. Este [RE]exercício poético feito de [RE]talhos [RE]cruzando várias [RE]ferências, [RE]lembrando de que a loucura na arte não [RE]conhece fronteiras.

29 de Abril – 21:30 - Entrada = 3 €
B:Leza - R. Cintura do porto de Lisboa, Armazém B (Cais do Sodré)

17.04.2012 | par franciscabagulho | B.Leza, Mito Elias, poesia

BIP - BIENAL INTERNACIONAL DE POESIA LUANDA 2012 CONCERTOS - 13 ABRIL 2012 CEFOJOR

13.04.2012 | par martalanca | Luanda, poesia

Mito Elias & Trio Majina - [RE]alphabetika

Mito Elias & Trio Majina apresentam:

[RE]alphabetika que tem como temática primordial a revisitação de vários espaços sonoros e poéticos dedicados à memória de Jorge Barbosa, Luís Morais, John Lennon, Miles Davis, Cesária Évora, Boris Vian, Amílcar Cabral, Ruy Belo, Fernando de Assis Pacheco e tantas outras fontes de sublimação que nos servem de farol. O objectivo deste evento é procurar realçar a beleza das palavras, dos gestos, das imagens e dos sons que cada escrito sugere, para que a poesia não fique estática e empoeirada nas estantes.

[RE]alphabetika - a palavra [RE]exercitada numa [RE]dimensão pluriforme e [RE]adequada à [RE]flexão que a crise nos [RE]impõe, neste mundo cada vez mais veloz, onde as nossas [RE]lações são cada vez mais ipodéticas, facebookianas e youtubeiras. Este [RE]exercício poético feito de [RE]talhos [RE]cruzando várias [RE]ferências, [RE]lembrando de que a loucura na arte não [RE]conhece fronteiras.

23 de Março – 21:30
Auditório Fernando Lopes-Graça – Parque Palmela – Cascais
Entrada Livre

(flyer + teaser)

Trio Majina:
Mito Elias (poemas, vídeos e paisagens sonoras)
Elmano Caleiro (contrabaixo)
José Brazão (percussão)

web:
www.tanboru.org/mito
http://www.saatchionline.com/mitoelias

21.03.2012 | par herminiobovino | música, poesia, poesia caboverdiana

"... De alguma maneira poetas" - dia 8 na 10pt - Criação Lusófona‏


                                                            … de alguma maneira poetas.
                                                             Conversa sobre pedagogia e lusofonia
                                                             Apresentação do projeto lusófono “ai Maria”
 

Dia 08 de Março 2012 – Dia Internacional da Mulher
das 17h às 19h00

Oradores Convidados:
- Alemberg Quindins,Desenvolvimento social comunitário - Vivências em gestão cultural
                                 Diretor da Fundação Casa Grande - Memorial do Homem Kariri
- Artur Manso, Agostinho da Silva: a vida livre como exigência da educação integral
                      Escritor e Investigador da Universidade do Minho
- moderação de Miguel Pinheiro (10pt – Criação Lusófona)

Inspirados na reflexão de Agostinho da Silva “Toda a gente que nasce, nasce de alguma maneira poeta, inventor de qualquer coisa que não havia no mundo ainda…”, esta conversa debruça-se sobre formas alternativas de construção de conhecimento.

Do Brasil chega-nos Alemberg Quindins que nos traz a experiência pedagógica da Casa Grande. Esta organização  - apoiada pela UNICEF - é um exemplo de aprendizagem e tem o objetivo de formar futuros gestores do país, através da construção do espaço e gestão lúdica de crianças e jovens. Pina Bausch, Gilberto Gil, Manu Chao e Caetano Veloso foram alguns dos célebres artistas que já passaram pela Fundação Casa Grande. Esta conversa conta ainda com o português Artur Manso, doutorado em Educação pela Universidade do Minho, com a dissertação intitulada “Filosofia educacional na obra de Agostinho da Silva”.


10pt – Criação Lusófona
R. de S. Dionísio, 17
(Fontaínhas)
4000-505 Porto

Contato_
Miguel Pinheiro
(+351) 963 734 434
Luso@10pt.org

 

 

(flyer)

A 10pt - Criação Lusófona - um colectivo artístico residente no Porto, é uma plataforma multidisciplinar criadora de ideias nas artes performativas e visuais, e no audiovisual. Produzimos projetos de intervenção cultural que desenvolvam novos campos de ação, estimulem o pensamento crítico e criativo, e a capacidade transformadora dos cidadãos.

A 10pt (dez-pe-te) é uma associação sem fins lucrativos com trabalho reconhecido no continente europeu, africano e americano, e cujos projetos já foram apoiados a nível nacional pela Fundação Calouste Gulbenkian, Instituto Camões, Associação Agostinho da Silva, FNAC, pela Câmara Municipal do Porto, Porto Cultura …; e a nível internacional pelo Centro Cultural do Mindelo e pelas autarquias de São Vicente e Cidade Velha (Cabo Verde), pela Universidade de Londres, pelo SESC-Brasil, pela União Europeia, entre outros…

05.03.2012 | par herminiobovino | poesia

[Documentário] Palavra (en)cantada – Helena Solberg

Literatura Brasileira, ou vice-versa

Palavra (En)Cantada é um documentário de longa-metragem (86min), dirigido por Helena Solberg, que percorre uma viagem na história do cancioneiro brasileiro com um olhar especial para a relação entre poesia e música. Dos poetas provençais ao rap, do carnaval de rua aos poetas do morro, da bossa nova ao tropicalismo, Palavra (En)cantada passeia pela música brasileira até os dias de hoje, costurando depoimentos de grandes nomes da nossa cultura, performances musicais e surpreendente pesquisa de imagens.

Leia mais aqui

04.12.2011 | par martalanca | documentário, música, palavra, poesia

Imigrarte 2011

A Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes - convida-o/a a vir ao nosso encontro e a desfrutar de três dias de arte e cultura imigrante e portuguesa nas mais diversas áreas desde o cinema à música, passando pela dança, artes plásticas, fotografia, stand up comedy, malabarismo e muitas outras.
Com a presença record de quase 30 associações de imigrantes que oferecem o melhor da sua gastronomia e artesanato, contamos ainda com inúmeros workshops, debates, conferências e espaço infantil com animação constante para todas as crianças.
No recinto do local existirá ainda um gabinete com médico e enfermeiras para o rastreio de saúde gratuito a todos os imigrantes, oferecido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.  

28.09.2011 | par joanapires | dança, debate, fotografia, imigrarte, literatura, música, poesia

Private Z(oo)M - Tempo de Bichos - Celebrando a Poesia de Arménio Vieira

Mito Elias & Trio Majina apresentam Private Z(oo)M - Tempo de Bichos - Celebrando a Poesia de Arménio Vieira.

1 de Outubro 18:30 – Museu São Roque – Largo Trindade Coelho

Os bilhetes podem ser levantados na recepção do museu a partir do dia 27 de Setembro (terça-feira) no horário de abertura do museu.

Integrando a programação AFRICANDO (semana Africana no Museu São Roque em Lisboa)


27.09.2011 | par joanapires | africando, Arménio Vieira, poesia

Voo rasante, com poetas

21.06.2011 | par martalanca | poesia

Destaques do Festival Silêncio 2011

veja aqui o programa

08.06.2011 | par martalanca | festival silêncio, poesia, spoken words

Grandes lições- Programa Gulbenkian Próximo Futuro 2011

2011-06-17 09:30:00
Sexta, 17 Jun 2011
09:30
Aud.3
Entrada livre
Transmissão directa online: Link aqui

Achille Mbembe
Democracia e a Ética do Mutualismo. Apontamentos sobre a Experiência Sul-africana
Nasceu nos Camarões, em 1957, e é investigador em História e Política na University of the Witwatersrand (Joanesburgo, África do Sul). Faz parte da coordenação do The Johannesburg Workshop in Theory and Criticism (JWTC). Escreveu largamente sobre política, cultura e história africanas, sendo autor de múltiplas obras em francês, como “La Naissance du maquis dans le Sud-Cameroun” (1996). O seu livro “On the Postcolony” (2001) recebeu o Bill Venter/Altron Award, em 2006. A sua mais recente publicação é &ldquo! ;Sortir de la grande nuit. Essai sur l’Afrique décolonisée” (Paris, 2010).

Eucanãa Ferraz (Brasil)
Da poesia – o futuro em questão
Qual o futuro próximo da poesia? Estaríamos, enfim, assistindo hoje à sua morte, largamente anunciada por pensadores e poetas ao longo do século XX? Há quem julgue haver sinais de que estamos, ao contrário, distantes do fim ou do esgotamento da poesia. Longe de extremos, talvez fosse possível considerar politicamente a actuação contínua e renovada dos poetas, avaliando-a como estratégia de manutenção e/ou criação de espaços viáveis para a inteligência, a subjectividade e a imaginação num mundo largamente dominado pela imagem e pela circulação tão avassaladora quanto a crítica de mercadorias. Mas os poetas nos dias de hoje acreditam nisso? Acreditar nisso não seria uma ilusão a ser descartada?Foto do Cartaz do Programa Gulbenkian Próximo Futuro de 2009

Ler mais sobre a programação? Clique aqui.

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02.06.2011 | par ritadamasio | conferências, cultura, debate, economia mundial, poesia, transmissao online gulbenkian