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A voz suave de Chalo envolve-nos num semba peculiar que mistura ritmos quentes. Nascido e criado em Luanda, no bairro Indígena ouvia os ouviu desde cedo as batucadas dos grupos carnavalescos como o Cabocomeu, Kiela, União, Mundo Ilha entre outros, e os cantares sentimentais de uma Luanda genuína. Há duas décadas em Portugal, sempre que pode viaja, por exemplo para a região amazónica do Brasil onde tem tido concertos e actividades culturais.
À semelhança da iniciativa em Santiago do Chile – em que professores universitários e historiadores deram uma aula aberta a lembrar a ditadura chilena e as implicações da mesma na História contemporânea e das mentalidades do país -, convidámos a historiadora Irene Pimentel para trazer mais esclarecimento sobre a nossa ditadura de 48 anos, tempo mais que suficiente para impregnar-se na nossa “estranha forma de vida”. Polícia política prisões, conservadorismo, igreja, bom povo português, guerra colonial e fascismos, vamos olhar para esse passado para pensar o presente.às 22h