@ praiamaria

para quem se queixava de viver numa capital sem sal o (bom) problema agora é digerir tanto tempero.

viva a praiamaria e a sua agenda global pois que numa quinzena mudou e parece que foi para ficar:

estivemos em directo com o cabo verde music awards, em francês (en)cantou Maurice kyria, directamente do brasil veio joão bosco tocou e ainda passou o finalzinho de tarde em conversa com músicos e admiradores.

regaram-se palavras no avis, conversou-se com o antónio pinto ribeiro, ouvimos a banda militar tocar para as senhoras e conhecemos o preservativo feminino (?!?!?!?).

em safende ouvimos o tcheka e parabenizamos a azm.

isa pereira, paulino vieira, rapaz 100juiz, valdo pereira e convidados iluminaram a praça pública em homenagem à mulher e à vida.

parabéns omcv e as suas homenageadas.

bansky-favelasurf-dogtown em cinema na rua, escreveram-se poemas e criaram-se flores, passeamos na cidadipoesia.

 xu: confronta-nos com cape verde a social (un)sustainbility.

às segundas cinema documentário, às terças cinema de culto, às quartas cinema infantil e videojazz, às quintas cinema brasileiro e no fim de semana cinema no cinema.

lançam-se livros de teatro, lançam-se livros em vídeo-conferência, lançam-se livros de viagens, e livros para ler em viagem.

fazem-se feiras de livros, de artesanato e, aos domigos, YA no sucupira.

a moda sai à rua, uns aprendem técnicas de palco outros aprendem linguagem audiovisual, homenageia-se a mulher, a poesia, o teatro e a árvore.

marcam-se ritmos e tradições com shukayayas, batucadeiras, andadeiras, bloco afro, e bem perto da cidade, o festival da(s) tabanka(s).

luis rendall revisitado e hiphop celebrado.

lançou-se um dvd e, para (re) começar a semana, fomos à guiné com netos de bantim com eles cantou-se o único hino que os maiores de 30 sabem cantar.

joga-se à bola, anda-se de patins, skate e autocarro.

vai-se a pé, de boleia ou no próprio carro: sem tempo para respirar praiamaria está a bombar!

Samira Pereira

@ praiamaria é uma rubica de Samira Pereira no buala.org com sugestões culturais na Cidade da Praia, Ilha de Santiago - Cabo Verde

29.03.2011 | por samirapereira | praiamaria

Nascer, copolar e morrer de Alex da Silva

“Nascer, Copular e Morrer” é o título da exposição do artista plástico Alex da Silva, de 25 de Março a 9 de Abril, na Galeria Arco 8, em Ponta Delgada. 

Alex da Silva, nasceu em Angola, é filho de pais cabo-verdianos, cresceu em Cabo Verde e reside há muitos anos entre Roterdão e Mindelo. Actualmente, é um dos mais prestigiados artistas plásticos de Cabo Verde, e sua vida e obra dividem-se entre Cabo Verde e Holanda, país onde fez a sua licenciatura, na Academia de Artes e Arquitectura de Roterdão.

Alex da Silva tem participado ao longo dos seus 12 anos de carreira em varias exposições individuais e colectivas em países como Holanda, Portugal, França e Senegal.

A iniciativa é da responsabilidade da AIPA, em parceria com a Galeria Arco 8, e conta o apoio da Direcção Regional da Cultura, Direcção Regional das Comunidades e Câmara Municipal de Ponta Delgada.

Com esta exposição, a AIPA pretende contribuir para o reforço espaços para o conhecimento da dimensão cultural dos diferentes povos na Região e contribuir para a própria promoção do diálogo intercultural, assente, desta vez, no trabalho de um artista com um interessante e estimulante (de)encontro identitários.

Mais informações sobre o artista aqui

29.03.2011 | por samirapereira | alex da silva, artes plásticas, cabo verde

Eu SOU ÁFRICA - 9º episódio MÁRIO LÚCIO DE SOUSA - CABO VERDE

DIA 2 DE ABRIL, 19H, NA RTP2

 

Mário Lúcio Sousa nasceu crioulo, na Ilha de Santiago, em 1964. Ficou órfão de pai aos 12 anos, e de mãe 3 anos depois, juntamente com os seus sete irmãos. Foi adoptado como pupilo pelas Forças Armadas e passou a viver no antigo Campo de Concentração do Tarrafal, de onde saiu para estudar na Praia e mais tarde em Cuba, onde se licenciou em Direito. Regressou a Cabo Verde em 1990, exerceu advocacia e  foi deputado, antes de se dedicar por inteiro às artes. Reivindicou a cultura continental africana para a música, primeiro com o  grupo Simentera e depois a solo, escreveu poesia, teatro e prosa. O seu mais recente romance - Novíssimo Testamento - valeu-lhe o Prémio Carlos de Oliveira. Diz que é no coração que se armazena a sapiência do mundo. Acaba de ser nomeado Ministro da Cultura de Cabo Verde.

 

A letra do Vulcãozinho é o mote para uma estória com a Ilha do Fogo ao fundo, símbolo do seu renascer como artista. Vestido de branco, caminha pelo forte da Cidade Velha com a mesma musicalidade com que depois caminhará pelo antigo campo de concentração do Tarrafal onde viveu nos anos pós-independência. Sem perder a suavidade nos passos e nas palavras, vai desvelando um pouco do seu universo onde sabedoria e poesia são uma só. Assim visitará a família na sua terra natal onde o batuco não pára e os barcos continuamente se lançam ao mar. E num concerto da Praia, com tantos amigos, celebrará a crioulidade, a mesma que junta o tocador de korá com a guitarra portuguesa, e muitos abraços. Na sua casa com vista para a Cidade da Praia - a devida distância para poder pensá-la - conta-nos dos afectos, da língua portuguesa, esse objecto não palpável de união de pessoas, da História que partilhamos, da riqueza humana, desafios de Cabo Verde e do seu compromisso pessoal com a vida.

29.03.2011 | por martalanca | cabo verde, Eu Sou África, Mário Lúcio de Sousa

2011 Africa Movie Academy Awards Winners

This past week was a celebration for the Seventh Annual African Movie Academy Awards (AMAA) culminating in the award ceremony at the Gloryland Cultural Centre, Yenagoa, Bayelsa State, Nigéria.

The night was dominated by Viva Riva which won six awards, including Best Film and Best Director for Congo’s Djo Tunda Wa Munga. It also won supporting acting awards for actress Marlene Longage and actor Hoji Fortuna, as well as cinematography and production design awards. Viva Riva had led the nominations with a total of twelve.

Sinking Sands picked up three awards, with Amake Abebrese winning Best Actress Award to go with prizes for its screenplay and make-up.

The other two multiple award-winners were Izulu Lami which won Best Film In African Language and for which three actors shared the Best Child Actor Award. Aramotu won Best Nigerian Film and Best Costume Design.

The Best Actor Award went to Themba Ndaba for his role in Hopeville. The Best Young Actor was Edward Kagutuzi for Mirror Boy.

A Special Jury Award was given to Shirley Adams from South Africa. It was also the winner of Best Achievement In Sound.

Complete list of nominees and winners for the 2011 Africa Movie Academy Awards

Best Film
Viva Riva – Djo Tunda Wa Munga (Congo)

Best Director
Viva Riva – Djo Tunda Wa Munga

Best Actress In Leading Role
Amake Abebrese - Sinking Sands

Best Actor In Leading Role
Themba Ndaba – Hopeville

Best Actress In Supporting Role
Marlene Longage – Viva Riva

Best Actor In Supporting Role
Hoji Fortuna – Viva Riva

Best Young Actor
Edward Kagutuzi – Mirror Boy

Best Child Actor
Sobahle Mkhabase (Thembi), Tschepang Mohlomi (Chili-Bite) And Sibonelo Malinga (Khwezi) – Izulu Lami

Best Film In African Language
Izulu Lami – Madoda Ncayiyana (South Africa)

Best Nigerian Film
Aramotu – Niji Akanni

Best Screenplay
Sinking Sands

Best Editing
Soul Boy

Best Cinematography
Viva Riva

Best Achievement In Sound
Shirley Adams

Best Visual Effects
A Small Town Called Descent

Best Soundtrack
Inale

Best Make Up
Sinking Sands

Best Costume Design
Aramotu

Best Production Design
Viva Riva

Best Film For African Abroad
In America: The Story Of The Soul Sisters - Rahman Oladigbolu (Nigeria/USA)

Best Diaspora Short Film
Precipice – Julius Amedume (UK)

Best Diaspora Documentary
Stuborn As A Mule – Miller Bargeron Jr & Arcelous Deiels (USA)

Best Diaspora Feature
Suicide Dolls – Keith Shaw (USA)

Best Documentary
Kondi Et Le Jeudi Nationale – Ariana Astrid Atodji (Cameroun)

Best Short Documentary
After The Mine – Diendo Hamadi & Dinta Wa Lusula (DRC)

Best Short Film
Dina – Mickey Fonseca (Mozambique)

28.03.2011 | por martalanca | African Movie Academy

Izé Teixeira «URB’Africa»

É o regresso de Izé Teixeira.

O Mc franco-caboverdiano residente em Paris fala, no novo disco, da sua dupla nacionalidade e da forma como a miscigenação cultural afectam o seu dia-a-dia de artista. «Urb’Africa» é o seu 4º disco de originais, cantado em francês e crioulo (depois de ter lançado «Kunana Spirit» em 2007, que inundou as pistas de dança com beats de kuduro com funaná).

«Urb’Africa» foi misturado no estúdio Kayneex, em Paris, e lançado pela editora D’ile en Ville. Em Portugal é distribuído pela Tumbao.

Está disponível na lojas Fnac portuguesas a partir de 10 de Abril.

Em «Urb’Africa» o artista tanto mostra a sua apreciação pelo cantor cabo-verdiano Pantera (já falecido), que marcou toda a nova geração de jovens músicos de Cabo Verde e da diáspora, e também expõe o seu engajamento político ao falar e identificar assuntos políticos e sociais que o preocupam em Cabo Verde e França, países entre os quais se divide sentimentalmente. Ataca a crise financeira global, mas dá espaço a letras sobre o amor, um dos seus temas favoritos, e ainda aborda assuntos mais leves como o grogue – aguardente de cana de Cabo Verde, que enaltece no tema «Xinti Sabe» (em tradução livre: Sentir-se bem; estar fixe).

Izé Teixeira inspira-se em ritmos tradicionais de Cabo Verde como a morna, nos teclados das grandes coladeras da década de 80, no funk de favela brasileiro ou na explosão rítmica do kuduro. A versatilidade é a grande característica deste Mc, que investe em sonoridades que tanto tocam os públicos europeus como os de África. É nestes campos ele se move e onde desenvolve a sua música.

 

«Urb’Africa» expõe a maturidade do artista. Izé iniciou-se na música há mais de uma década com uma colaboração para o consagrado Mc Stomy Bugsy e desde aí a sua produção pessoal não parou. «Urb’Africa» é a súmula dos estilos que o enriquecem enquanto homem e artista, sejam eles o reggae (ouvir o tema «Welcome a Praia Rock» inspirado em «Welcome to Jam Rock» de Damien Marley), a morna caboverdiana (no tema «Musica my Love»), o funk de favela (ouvir «Soukouer Sa»), o kuduro (em «Meninha vem dança kuduro») ou o hip-hop. Temas para dançar na pista de dança e para apreciar no conforto do sofá marcam a variação de pulsação do novo disco.

Izé está disponível para entrevistas via skype em francês, português e crioulo.

 

SiteVídeos

Discografia completa:

EP «Ma Volonté», 2000

Cd «Double Nacionalité», 2000

Cd «Mobilizé», 2003

Cd «Kunana Spirit», 2007

Cd «Urb’Africa», 2011

 

Outros projectos / MC Malcriado: 

Izé Teixeira faz parte do grupo de hip-hop MC Malcriado do qual fazem parte Stomy Bugsy, Jacky Brown (do grupo Neg Marrons) e JP (dos 2 Doigts). A quadrilha lançou um disco em 2006 (com concertos ao vivo em Portugal), o qual continha uma colaboração com Mayra Andrade que rodou com sucesso nas rádios portuguesas.

Receberam o prémio Melhor Grupo da Diáspora Africana nos Kora Awards 2010.

 

 

 

28.03.2011 | por martalanca | hip hop, Izé Teixeira

Seminário Arte Rupestre Mação

April 12th-13th, 2011 As estratégias de adaptação humana são largamente guiadas pelo comportamento cognitivo, por saber onde a terra está e como as pessoas interagem com certas partes da paisagem. Esta interacção não é uma acção esporádica ou acidental, mas sim uma acção planeada. Em termos de posse (territorialidade) e conhecimento da paisagem, as pessoas conferem significado à paisagem como uma série de percepções e componentes criadas através da visão, do pensamento e da memória. É através destas percepções sensoriais que nós, arqueólogos, podemos compreender a gramática do comportamento humano.

A paisagem é criada e percepcionada através da mente humana, representa uma gramática ou uma linguagem que pode ser lida como uma série de componentes reconhecidos, como os rios, as ribeiras, vales e escarpas. Estes fenómenos naturalmente criados têm o seu lugar e estão entrincheirados no nosso mundo; reconhecemos, interagimos e respeitamos cada componente, criando no nosso mundo um espaço reconhecível e familiar.

A Arte Rupestre é frequentemente identificada como um marcador paisagístico no estudo das paisagens pré-históricas. No entanto, na maioria das áreas nucleares de arte rupestre mundial, a paisagem não é visualmente representada; não há montanhas, nem rios, nem vegetação delimitada ou horizontes. Apesar disso, no painel é exibida a perspectiva, a proporção e o arranjo espacial entre os motivos abstractos e figuras, como as pessoas e animais, estabelecendo uma narrativa artificial e ordenada. Esta narrativa pode ser adicionada a mais de uma série de eventos de gravuras/pinturas criando uma exibição visual multifacetada onde a paisagem se torna uma série de histórias visuais complexas reproduzidas através do imaginário figurativo.

Neste seminário, os investigadores são convidados a submeter resumos/comunicações que descrevam, discutam e interpretem os painéis de arte rupestre procurando avaliar os componentes e complexidades da paisagem; algo que está reconhecidamente ausente na arte rupestre.

 

+ infos

28.03.2011 | por martalanca | arte rupestre, pré-história

SEIS PEÇAS BIOGRÁFICAS

MARIA GIL / RAQUEL CASTRO / MESA / RITA NATÁLIO / SOFIA DINGER / HÁ.QUE.DIZÊ-LO


SEXTA 25 A TERÇA 29 MARÇO | SEXTA A SÁBADO 21H30 DOMINGO 16H00TEATRO TURIM

Procura Por Mim Neste Diário O Resto Não Vale Nada de Maria Gil 

sobre quatro pés, um plano horizontal de MESA 
Os Dias são Connosco de Raquel Castro

Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas de Rita Natálio

Nothing’s ever yours to keep de Sofia Dinger 
340. Super-homem e dois kryptonites wannabe. de HÁ.QUE.DIZÊ-LO

 

Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas
Rita Natálio

sábado 26, domingo 27 e terça 29 de Março, 21h30  

 

Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas é um projecto em construção em torno da figura do “retrato falado” e que parte da apropriação e transformação de fontes sonoras, visuais e literárias para a construção de uma série que indaga a própria noção de retrato falado como quadro ou enquadramento do outro. Nesta sequência cada retrato é um capítulo inseparável da história maior de que faz parte.

O RETRATO FALADO #5 [Retrato Por confissão] que apresentamos nestes Laboratórios de Criação é o quinto desta série. Neste capítulo Francisca Santos, performer e “impersonificadora” de todos os retratos que constituem a peça total, oferece-nos um monólogo dos bastidores da sua relação com Rita, simultaneamente autora da peça e palavra de código para muitas outras coisas. Este monólogo parte do cruzamento de duas obras incontornáveis da escritora Clarice Lispector - Paixão Segundo G.H e Sopro de vida.

um projecto de Rita Natálio interpretação e co-criação Elizabete Francisca dramaturgia Rita Natálio fontes textuaisClarice Lispector, Ervin Gauffman, Gertrude Stein, John Giorno fontes audiovisuais Caetano Veloso, Chantal Ackerman, Lady Gaga, Herz Frank, Marina Abramovic, Suely Rolnik direcção técnica Carlos Ramos figurinos António MV apoio de estúdio RE.AL, O Rumo do Fumo agradecimentos Rui Catalão, Antonia Buresi. Catarina Saraiva, Paloma Calle. Este projecto foi iniciado no âmbito de Línea de Fuga, uma proposta de Catarina Saraiva para o Máster en Práticas Escénicas da Universidad de Alcalá http://lineafuga.wordpress.com

 

Teatro Maria Matos

28.03.2011 | por martalanca | artes performativas, biografias

5dias à conversa… A cantiga ainda é uma arma?, Chapitô - LISBOA

 

Quarta 30 de Março 22H Bartô

Outras Quartas - CHAPITÔ 

5dias à conversa… A cantiga ainda é uma arma?

 

A música dos Deolinda caiu que nem uma pedra. Quando a tocaram de surpresa no Coliseu do Porto, o público levantou-se como uma mola. A letra tinha descrito a vida de muitos. A geração dos precários, a geração que nunca vai ganhar mais de 800 euros.

“Fico a pensar / que mundo tão parvo / onde para ser escravo / é preciso estudar…”, reza a letra.

A polémica começou, a maioria da opinião publicada garante que esses jovens, e menos jovens, são vítimas “dos direitos adquiridos”. Alguns argumentam que eles deviam estar felizes em ser precários, porque isso é bom. O mercado tem que funcionar “livremente”, as pessoas são para ser contratadas e despedidas com tranquilidade, como diria o seleccionador nacional. O tempo daquilo que os sindicatos chamam “trabalho com dignidade” é coisa do passado. Tantas cabeças, quase sempre a mesma sentença.

Propomos-vos, assim, uma dupla discussão:

1. A precariedade é o nome normal do trabalho no século XXI ou é natural que uma geração lute pelo direito ao emprego?

2. Na nossa sociedade ainda há lugar para a música de intervenção ou devemos exigir que os cantores se deixem de politiquices e que se fiquem pelo amor e pelo Benfica? Ou como também cantam os Deolinda: 

“Agora não, que me dói a barriga… / Agora não, dizem que vai chover… / Agora não, que joga o Benfica… / E eu tenho mais que fazer…”

 

Nuno Ramos de Almeida

 

Oradores:

Helena Matos – Jornalista 

João San Payo – Músico dos Peste & Sida

Miguel Morgado – Economista

Tiago Mota Saraiva – 5 dias

 

Convidados especiais:

António Tomás – Jornalista, antropólogo e colunista no Novo Jornal (publicação angolana)

Sérgio Vitorino – Panteras Rosas 

 

Moderador:

Vítor Belanciano – Crítico cultural e jornalista

28.03.2011 | por martalanca | música de intervenção

Karibu-tea&coffee lounge

no espaco Makala - Movimento Multicultural

Rua do Forno do Tijolo 48-A, Anjos, LISBOA

Um espaco agradável com música ambiente, jornais e revistas ao seu dispor. No Karibu pode desfrutar de uma atmosfera simpática e descontraída, para tertúlias, conversas, leituras. Servimos pequenos-almocos, snacks diversos e refeições ligeiras. Ao final do dia relaxe com os nossos cocktails, vinhos e tapas.

Specials: Limonada de Gengibre, Bolo de Chocolate e Gengibre e outras especialidades saborosas e saudáveis.

Karibu - o novo ponto de encontro no Bairro das Colónias - Anjos, apareça!!!

Horário 2ª a 6ª feira 10h-22h, sábado 12-22h, encerra aos domingos

 

VISITA
Na escassa penumbra da tarde,
sonho.
Vêm me visitar as fadigas do dia,
os defuntos do ano, as lembranças da década,
como uma procissão dos mortos daquela aldeia
perdida lá no horizonte.

Este é o mesmo sol, impregnado de miragens
o mesmo céu que presenças ocultas dissimulam
o mesmo céu temido daqueles que tratam 
com os que se foram

Eis que a mim vêm os meus mortos.

Léopold Sédar Senghor (1906—2001)

27.03.2011 | por martalanca | bar, Karibu, Makala

NA SOMBRA DO EMBONDEIRO. Contos, Poesia, Musica.

Quatro histórias da tradição oral moçambicana e cinco poemas foram adaptados aos ritmos musicais com instrumentos tradicionais. Rafo Díaz, reconhecido narrador de histórias de nacionalidade peruana, e Luka Mukhavele, professor e pesquisador de música tradicional de Moçambique, juntaram-se, para oferecer ao público de Maputo um espectáculo familiar, único e diferente.

Acompanhados pelos músicos Amminadab Jean de Haiti no violino e na Viola, Simas de Moçambique na Percussão e bateria, Paulo Makuma no baixo eléctrico e Laurent Roquier na Trompete. Luka e Rafo, convidam-nos a realizar uma viagem, pelos extravasados reinos da imaginação popular. 

Sexta feira 01 de Abril- 18h30. ICMA.

Instituto Cultural Moçambique - Alemanha.

89, Rua Carlos Albers. Maputo.

Valor 150mt.  Entrada Limitada.

  

Contato: 828 897 805  rafodiaz@yahoo.com 

 

TEMPORADA MES DE MAIO

01 de Maio. Feria do Livro Maputo. Parque dos Continuadores. 

Sábados 07, 14, 21, 28 de Maio. / 18h30

 

RESTAURANTE, LOUNGE & BAR

Av. Marginal 60. Frente a praia das acácias Bairro do Triunfo. 

27.03.2011 | por martalanca | Moçambique, tradição oral