Terceiro Andar​, um filme de Luciana Fina / Estreia 15 de Junho no Cinema Ideal

Fatumata e Aissato Baldé são mãe e filha. Vivem no Bairro das Colónias e têm raízes na Guiné Bissau. Fatumata ensina à filha coisas do Amor e da Felicidade, Aissato traduz a mãe e dedica-se à escrita de uma carta para o primeiro amor. Luciana Fina vive no mesmo prédio, tem raízes em Itália. Três mulheres, três línguas e três formas de sentir, num filme que tece um espaço comum e conta de gerações, culturas, memórias, de relações e de afectos.

No próximo dia 15 de Junho pelas 19h30​, o filme Terceiro Andar terá a sua estreia comercial no Cinema Ideal, no âmbito do programa 4.doc | o Doclisboa no Cinema Ideal​.
O filme teve a produção da LAF studio e TERRATREME e a sua estreia mundial teve lugar no dia 23 de Outubro de 2016, no Doclisboa.4.doc | Doclisboa no Cinema Ideal.

15 > 21 Junho // 19h30 // Cinema Ideal // €5
Sessões diárias, seguidas de conversa com convidados

15 Jun / Quinta​ Paulo Pires do Vale [Professor, Ensaísta e Curador]
16 Jun / Sexta ​Maria João Cantinho [Ensaísta e Investigadora do Centro de Filosofia da FLUL]
17 Jun / Sábado Cíntia Gil [directora do Doclisboa] e Rita Fabiana [Curadora e Responsável de
programação do Museu Calouste Gulbenkian]
18 Jun / Domingo ​Ana Raquel Matias [Especialista em Sociologia das Migrações e da Linguagem
do CIES-IUL/ISCTE-IUL e do CES-UC]
19 Jun / Segunda ​Manuela Ribeiro Sanches [Especialista em Estudos Pós-Coloniais; Professora
Aposentada FLUL]
20 Jun / Terça​ José Manuel Costa [Director da Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema]
Há Filmes na Baixa!​ |​ Porto/Post/Doc

21 Junho // 22h // Passos Manuel, Porto // €4
Sessão + Conversa
Com Cíntia Gil [Directora do Doclisboa] e Francisco Ferreira [Crítico de Cinema, Jornal Expresso]
Apordoc
Casa do Cinema, Rua da Rosa, no277, 2o

mais informações, aqui

11.06.2017 | por marianapinho | afectos, amor, cultura, Luciana Fina, memória, relações, Terceiro Andar, Terratreme

Passado e Presente - Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017

No próximo dia 28 de Abril, das 14h30 às 16h30, no Pólo Cultural - Gaivotas Boavista e no âmbito da iniciativa “Passado e Presente - Lisboa Capital Ibero-Americana da Cultura 2017”, o Professor António Pinto Ribeiro irá dar uma aula aos colegas da Direcção Municipal de Cultura sobre as Américas.

Neste contexto, e considerando a presença da estrutura Baldio Habitado nas Gaivotas Boavista, gostaríamos de o convidar a participar.

25.04.2016 | por claudiar | cultura, lisboa

Conversations about development and culture: between politics, money, and meaning, 17 de junho, 18h, Aud. Silva Leal - Ala Autónoma, ISCTE-IUL

12.06.2013 | por martalanca | cultura

Protocolo entre Banco da Cultura e BIDC facilita financiamento a projectos culturais

Os agentes e artistas culturais cabo-verdianos podem a partir de esta segunda-feira submeter directamente os seus projectos ao Banco da Cultura, para financiamento, no âmbito do protocolo assinado com o Banco de Investimento para o Desenvolvimento da CEDEAO.

A assinatura do protocolo entre os presidentes do Banco da Cultura e do Banco de Investimento para o Desenvolvimento da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (BIDC), Carlos Horta e Ibashir Fo, respesctivamente, teve lugar esta segunda-feira no Palácio do Governo, na presença do ministro da Cultura, Mário Lúcio Sousa, e de vários artistas e agentes culturais.

Segundo o ministro da Cultura, a Organização Internacional da Francofonia colocou 650 mil euros sob a gestão do BIDC, que vai ser a garantia do Banco da Cultura junto dos Bancos Comerciais nacionais, para financiamento de projectos culturais.

“Significa que a partir de hoje os agentes culturais e os artistas cabo-verdianos podem submeter os seus projectos directamente ao Banco da Cultura, serão analisados e financiados. Os bancos comerciais serão parceiros mas não têm riscos na medida em que somos o garante em primeira-mão e quando os montantes ultrapassam os 15 mil euros, o BIDC é o nosso garante em primeira-mão junto dos bancos”, explicou.

Continuar a ler "Protocolo entre Banco da Cultura e BIDC facilita financiamento a projectos culturais "

22.11.2012 | por martalanca | banco cultural, cabo verde, cultura

Festival Berlinda: Literatura lusófona no contexto global

Debate: Literatura africana-brasileira-portuguesa no contexto global. Diversidade na unidade?

O debate é feito na sequência da sessão literária com Luiz Ruffato.
Com:
Marta Lança (Portugal), jornalista, editora do BUALA – Cultura Contemporânea Africana;
Luiz Ruffato (Brasil), escritor, editor da revista literária PESSOA;
Michael Kegler (Alemanha), editor, tradutor e crítico literário;
Idiomas: Português e alemão.

Quarta-feira, 14 de novembro de 201219.00h.

Embaixada do Brasil
Wallstr. 57
10179 Berlim

Entrada livre
Reserva obrigatória através do email: cultural.berlim@itamaraty.gov.br 

13.11.2012 | por herminiobovino | Berlim, cultura, festival, língua portuguesa, lusofonia

Revista (in)visível - 1ª Edição

Este projecto tem por objectivo principal a criação de uma Revista que dê prioridade novas interpretações acerca de temáticas culturais e sociopolíticas a partir de um tratamento multidisciplinar entre diversas formas de linguagens e, desta forma, alargar o acesso ao  conhecimento a um público mais vasto. A relevância de um projecto editorial neste âmbito, justifica-se a partir da constatação da ausência de espaços públicos de comunicação que estabeleçam um diálogo acessível sobre temas que aqui consideramos “invisíveis”.

A invisibilidade que aqui destacamos origina-se a partir de dois principais eixos: de um lado pela forma de tratamento descontextualizado e “espectacular” realizado pelos media, e de outro, pela rigidez excludente da linguagem científica. Diante do quadro exposto, a criação deste projecto surge também como tentativa de colaborar com a diminuição do afastamento entre as linguagens académica e jornalística que, em muitos casos, seja de um lado ou seja do outro, acabam por restringir o potencial comunicativo de suas produções textuais.

A Revista, na sua primeira fase, contemplará o espaço lusófono e terá sua apresentação em formato digital com participação de colaborares/as de diferentes orientações profissionais. A periodicidade será trimestral e sua distribuição gratuita.


Contacto | contato@revistainvisivel.com
web

14.10.2012 | por herminiobovino | cultura, revista online

“Aspectos da Cultura e História Africana”

“Cinema na África: tradição, modernidade e política”


Curso de Extensão: Aspectos da Cultura e História Africana (20 horas)
Sob a coordenação do Prof. Dr. Carlos Subuhana
Período do curso: 06/10/12 à 17/11/12 (somente aos sábados)
Horário: 09h às 13h
Local: Anfiteatro da UNILAB
(Avenida da Liberdade, 03. Centro- Redenção-CE-Brasil)
Curso gratuito e aberto ao público

O objetivo do Curso é construir ações de formação inicial que permitam reconhecer a diversidade e a complexidade das sociedades africanas e desmistificar de vez o olhar negativo sobre a África e os africanos. Durante as aulas, será apresentada uma visão ampla sobre a África, abordando diversos aspectos do continente, como a cultura, a política, a economia, a geografia, desde o período pré-colonial até a atualidade.

A proposta do Curso é oferecer aos seus participantes um panorama da produção africana contemporânea de filmes realizados por cineastas africanos ou de outras nacionalidades que abordem questões prementes do continente; sublinhar a originalidade e vitalidade das formas de expressão artísticas, filosóficas e científicas próprias da África, pouco conhecidas no Brasil; tecer considerações e/ou impressões sobre as práticas de recepção cultural que ocorrem em pequenas mostras dedicadas à temática do “cinema africano” no Brasil; criar espaço de recepção do cinema africano na Unilab; e ainda discutir a importância do uso do audiovisual como material didático no ensino de temáticas africanas.

CARLOS SUBUHANA

De nacionalidade moçambicana, concluiu o curso de graduação em Ciências Sociais no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 1997. Obteve o grau de Mestre em Sociologia (com concentração em Antropologia) na mesma instituição em 2001. Seu doutorado foi realizado no Programa de Pós-Graduação em Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) em 2005. Em 2007 terminou um estágio de pós-doutoramento em Antropologia na Universidade de São Paulo (USP). É Bolsista de Desenvolvimento Científico B (FUNCAP/CNPQ) na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (UNILAB); pesquisador da Casa das Áfricas (Instituto Cultural, de Formação e de Estudos sobre Sociedades Africanas) e membro fundador do SSIM – Southern Spaces in Mou vement.


Info | 
http://www.unilab.edu.br/cursos-da-extensao/

04.10.2012 | por herminiobovino | cinema africano, cultura, história de áfrica

Culturamóvel - Dialogos Culturais através das TIC em Cabo Verde

ulturamóvel é um projecto em curso que tem como principal objectivo a criação audiovisual através das tecnologias disponíveis que teve lugar nas cidades de Mindelo, Praia e São Domingos. 

Formação Audiovisual nas escolas, com professores e alunos, actividades paralelas e um concurso-festival de curtas-metragens marcou a primeira fase deste projecto cujo que resultou em 27 curtas a concurso.

Culturamóvel é um projecto em curso que tem como principal objectivo a criação audiovisual através das tecnologias disponíveis que teve lugar nas cidades de Mindelo, Praia e São Domingos.

Formação Audiovisual nas escolas, com professores e alunos, actividades paralelas e um concurso-festival de curtas-metragens marcou a primeira fase deste projecto cujo que resultou em 27 curtas a concurso.

 

vale a pena ver os trabalhos no site oficial do projecto 

 

23.07.2012 | por samirapereira | cabo verde, cinema, cultura

Escrita na Paisagem – festival de performance e artes da terra 2012

 9ª edição - 1 de Julho 2012 >> 31 de Agosto 2012
Évora

O Festival Escrita na Paisagem chega à 9ªedição com o tema cosmopolíticas. Tema complexo e de extrema actualidade, permite situar a criação artística contemporânea entre o Alentejo e o mundo, entre a condição local e o apelo global.

As relações entre as culturas portuguesa e africana ganharam forma e centralidade inequívocas, atravessadas pela inquirição sobre as identidades e as diferenças, sobre os processos de cruzamento e miscigenação, sobre, enfim, uma história que se partilha e anda mal resolvida nos planos ideológico e político, mas cujos frutos no campo artístico, e sobretudo no campo musical, são inquestionáveis: a música de raiz africana respira nas várias gerações de criadores musicais dos séculos XX e XXI em Portugal, seja pela circulação de protagonistas, seja pela indústria discográfica e da difusão musical, seja pelas profundas influências que as relações históricas potenciaram (entre os limites do período colonial, a circulação que as independências geraram e as contaminações que o mundo global continuamente (re)faz).
A abrir um espaço à ‘transnacionalização’ o Escrita na Paisagem, em parceria com Mural Sonoro, apresenta Africa Move, o programa de todas as quartas-feiras, dedicadas à música, no Largo de São Vicente, em Évora. Nove quartas-feiras e onze concertos a não perder!
 
A abrir o programa dia 4 de Julho, numa noite dedicada à multi-instrumentalidade, estão Skolah Bedja. Miguel Gomes, da Associação Gaita de Foles de Portugal, músico de gaita de foles e percussões,  e Sebastião Antunes, Mestre da Quadrilha e músico de guitarra, bouzouki, bandolim, bandoleta, percussão, flauta e tin whistle. Dia 11 de Julho vamos ouvir Bilan. Filho de uma família de músicos cabo-verdianos reconhecidos, o contacto com a cidade e uma certa saudade das ilhas da Morabeza, passam para a sua estética e execução sonora/musical. Segundo Bilan, a sua música “reforça uma miscigenação de estilos e influências mostrando, dentro da música urbana, um outro lado de viagem e de diáspora, banhado pela língua crioula e os contornos da ’sabura’ “. Múcio Sá e Francesco Valente tocam no dia 18 de Julho. Nascido no Brasil (Bahia) Múcio é um músico/instrumentista, que manuseia instrumentos como Mandolim, Ukelele, banjo, baixo, guitarra portuguesa. Francesco Valente, de conjuntos como os Terrakota ou Orquestra Todos, é também um multi-instrumentista, embora frequentemente o ouçamos e vejamos mais ligado ao contrabaixo. O Dj Leo Leonel, chega ao Largo de São Vicente no dia 25 de Julho. Nascido no Rio de Janeiro, é um apaixonado da música e trará a sua visão ao festival Escrita na Paisagem, num set preparado para o efeito, onde cruzará de forma natural a ‘lusofonia’ com a ‘cultura pop global’. Da ‘tradição à modernidade’, expressões dele. No 1º dia de Agosto, o festival recebe Cacique 97, o colectivo luso-moçambicano que dispensa apresentações e já marcou presença em prestigiados festivais. Há na sua música uma influência evidente do universo das percussões tradicionais/típicas da região em que assenta a música que produzem. Como os ‘yoruba’, ou estilos locais, como o ‘highlife’ e ‘juju’. Há as mesmas influências que se juntaram ao ‘afro-beat’  de uma época, como o ‘reggae’, o ‘jazz’, a ‘soul’ e ‘funk’.  
Dia para ouvir ainda Selma Uamusse, a voz de Gospel Collective, Movimento, Wraygunn e solista nas suas interpretações em tributos, como o recentemente feito a Nina Simone que irá apresentar em Évora. No dia 8 de Agosto vamos ouvir o grupo brasileiro em digressão por Portugal, Bemba Trio com um conjunto de músicas originais. O duo Irmãos Makossa, o italiano e o angolano que encerraram o Festival Músicas do Mundo do ano passado, num ambiente contagiante, chegam no dia 15 de Agosto. A cruzar raízes como poucos, os Irmãos Makossa são uma espécie de ‘autodidactas da procura de raridades’. A noite de 22 de Agosto é para ouvir o set do Dj Tiago Angelino, com sons que vão da ‘África Portuguesa’ (Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe) à ‘África Negra’ (como o Mali). 
Dia 29 de Agosto marca a última quarta-feira de Africa Move no festival Escrita na Paisagem, com o percussionista Marco Fernandes introduzido pelo músico e compositor Jaime Reis, na apresentação da obra percussion and tape commissioned by Frankfurt Ballet, dance entitled “Walking Music”, para dois percussionistas. Noite em que vamos poder voltar a ouvir mais o Dj Tiago Angelino, a encerrar com o imperativo: dançar!

Africa Move, de 4 de Julho a 29 de Agosto, no Festival Escrita na Paisagem. Em breve toda a programação do festival em www.escritanapaisagem.net

18.06.2012 | por martalanca | cultura, paisagem, transnacionalização

Câmara Municipal de Odivelas recebe Prémio "Pró-Autor" (lusofonia) - Sociedade Portuguesa de Autores

No âmbito da atribuição de Prémios no Dia do Autor e 87.º Aniversário da Sociedade Portuguesa de Autores, que se realizou no passado dia 22 de Maio, a Câmara Municipal de Odivelas foi distinguida na categoria de “Pró-Autor” com a iniciativa “Encontros Lusófonos”, integrada na III Bienal de Culturas Lusófonas.

 

A referida Bienal realizou em 2011 a sua 3ª edição, contando com o Alto Patrocínio da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) e do Ministério da Cultura, com uma Comissão de Honra presidida por Maria de Jesus Barroso. O Encontro de Escritores Lusófonos agora premiado, faz parte de um conjunto de iniciativas desenvolvidas no âmbito da Bienal, nos mais variados campos das Artes, Música, Teatro, Dança, Exposições, destacando durante 3 dias a Literatura com apresentações ao público e algumas homenagens, e reunindo cerca de 50 autores oriundos de todos os cantos da lusofonia.

 

Para a Presidente da Câmara Municipal, Susana Amador, “Naturalmente, essa distinção, deixa-nos orgulhosos! O reconhecimento público da iniciativa, representa que Odivelas, afirmando-se também como capital da Lusofonia e sendo um concelho multicultural e inclusivo, onde vivem milhares de cidadãos oriundos de todas as partes da Lusofonia, é um concelho diferenciador também nas iniciativas de índole cultural que põe ao dispor dos seus Munícipes e Visitantes”.
A Sociedade Portuguesa de Autores atribuiu ainda os Prémios:
MEDALHAS DE HONRA
Eduardo Geada
Lauro António
Francisco Nicholson
Jorge Barros
Isabel do Carmo
João Manuel Borges Antão
Mário de Carvalho
PRÉMIOS PRO-AUTOR
Carmen Dolores
Antena 2
Centro Nacional de Cultura
Silvina Munich
Museu do FADO
Plano Nacional de Leitura
Câmara Municipal de Odivelas - Encontros Lusófonos

04.06.2012 | por martacacador | cultura, lusofonia

Pós-graduação em Islão Contemporâneo, Culturas e Sociedades

Pós-graduação em Islão Contemporâneo, Culturas e Sociedades
Duração: 2 semestres
Horário: pós-laboral
Propinas: 1000 euros
Vagas: 25
Coordenadora do curso: Maria Cardeira da Silva

Candidaturas: 28 de Maio a 20 Julho e 10 a 18 Setembro (vagas sobrantes)

Local de Funcionamento:
Faculdade de Ciências Sociais e Humanas- Universidade Nova de Lisboa
Av. Berna 26-C / 1069-061 Lisboa
Fundação Calouste Gulbenkian

Contactos: antrop@fcsh.unl.pt
Mais informações em: http://www.fcsh.unl.pt/futuro-aluno/pos-graduacoes

31.05.2012 | por joanapereira | cultura, islão, pós-graduação

Atividades do Centro InterculturaCidade de 25 a 27 de Maio

25 DE MAIO | Sexta-feira » DIA DE ÁFRICA
No Centro InterculturaCidade 
21:00 | DOIS CORAÇÕES UMA CALIGRAFIA
Adaptação de um conto de Mia Couto pelo Grupo de Teatro Quarto Crescente
Espectáculo de Teatro seguido de Jantar Moçambicano sujeito a inscrição prévia (com 24h de antecedência) por telefone para 21 820 76 57 ou e-mail para centro.interculturacidade@gmail.com.

21h45 | Jantar Moçambicano
Entrada: Abóbora Refogada
Prato: Matapa (camarões, pasta de amendoim, leite de coco e couve) com arroz branco
Sobremesa: Ananás com Gengibre

No Auditório Costa da Caparica:

21h 15 - Concerto: Djumbai Djazz
Antes do concerto projeção do vídeo “Terra Sabi: Eu acredito na Guiné-Bissau, e tu?”
Centro Comercial “O Pescador”, Largo da Liberdade 17, Costa da Caparica
Tendo em conta a história e o simbolismo da data, a ASSOCIAÇÃO GANDAIA e o CENTRO INTERCULTURACIDADE decidiram dedicar à GUINÉ-BISSAU esta sua primeira iniciativa conjunta de celebração da diversidade cultural e da cooperação entre os povos. Ao fazê-lo, pretendem as duas associações  enviar ao povo guineense (incluindo a sua numerosa comunidade em Portugal) que hoje vive momentos extremamente difíceis um abraço fraterno e  uma mensagem de confiança no futuro do país.
Foto: Jorge Joe Martins

26 de Maio | Sábado » Noite Temática de S. Tomé e Príncipe

19:30 - Projeção de vídeos sobre São Tomé e Príncipe

20: 00 - Jantar Tradicional de São Tomé e Príncipe
Entrada: Inhame Frito
Prato: Sooa (Peixe a S. Tomé e Príncipe) com arroz branco
Sobremesa: Arroz Doce (com leite de coco)

Jantar sujeito a marcação prévia (com 24h de antecedência) por telefone ou e-mail.

27 de Maio | Sábado » Ciclo de Jazz-Off

18:00 - Concerto: Abdoul Moi Meme (guitarra solo) e Tsuki (ricardo webbens_electronica / jose Lencastre-saxofone)
A partir das 20h há um Jantar sujeito a inscrição prévia (com 24h de antecedência)  por telefone ou e-mail

 

 


24.05.2012 | por joanapereira | actividades, cultura

Concurso de Fotografia: 'Portugal: Tradição e Modernidade'

Decorre até dia 31 de Maio o prazo para participação no Concurso de Fotografia ‘Portugal: Tradição e Modernidade’. Promovido pelo Centro de Língua Portuguesa do Instituto Camões na Universidade da Extremadura (Cáceres), o concurso foi criado no âmbito das Jornadas de Cultura Lusófona. 
Para mais informações consulte o regulamento do concurso aqui.

21.05.2012 | por joanapereira | concurso, cultura, fotografia, lusofonia, Portugal

Situação na Guiné Bissau: uma conversa

No passado dia 5 de Maio reunimos na Mouraria  guineenses da diáspora e pessoas ligadas ao país, para debater a situação actual na Guiné-Bissau. 

Num encontro promovido pelo Buala e Stress FM contámos com a presença de: Marina Tamudo e Ramon Sarró (professores); Bala Djaló (Faculdade de Direito de Lisboa); Marta Lança e Inês Luz (Buala), Meno Julio (produtor de eventos), Anselmo Godinho (pintor), Zeras Bunca e Maio Coopé (músicos); Manuel Bívar (investigador); e Vincent Foucher (International Crisis Group a partir de Dakar).

ouvir a conversa na íntegra


13.05.2012 | por martalanca | cultura, Estado-Nação, golpe de Estado, Guiné Bissau, guineenses, política

Saberes Étnico-Culturais e Saberes Científicos na Formação Intercultural - Congresso

Painel 11
11. Saberes Étnico-Culturais e Saberes Científicos na Formação Intercultural:

Maria Pombo Martins Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa (CFCUL) - Portugal ommartins@fc.ul.pt;
Darlinda Maria Pacheco Moreira Universidade Aberta – Portugal darmore@uab.pt;
José Manuel Cravo Pombeiro Filipe Centro de Filosofia das Ciências da Universidade de Lisboa (CFCUL) – Portugal josemanuelfilipe@sapo.pt.

A cooperação educacional entre dois países tem pressuposto uma assimetria pelo menos na medida em que os formandos têm sido exclusivamente de um dos países e os formadores exclusiva ou predominantemente do outro país. Quando os formadores cooperantes se interessam pelas culturas do país com que cooperam, podem fazê–lo movidos por interesses pessoais ou profissionais ligados às suas áreas de formação académica ou de investigação, ou induzidos por conceções educacionais que procuram fazer valer os significados das aprendizagens que propõem em função das culturas em que os seus formandos foram socializados, ou em articulação com representações conhecimentos, atitudes ou práticas dessas culturas. É a partir das culturas e sociedades dos formandos que nos propomos considerar a globalidade do processo educacional em que os cooperantes se envolvem, com destaque para os estatutos epistemológicos dos saberes e das culturas com que os formandos são confrontados e o caráter problemático da sua articulação, mas sem esquecer a relação com as dimensões sociais, económicas e políticas de tais estatutos. Uma tal abordagem pode passar pela discussão da existência de uma agenda internacional para estruturar a educação segundo princípios e finalidades generalizados a todos os países e culturas. O termo interculturalidade foi adotado por muitos que têm procurado um quadro global que supere as assimetrias e a antinomia modernidade da ciência ocidental vs ancestralidade e tradicionalidade culturais dos povos objeto de “cooperação”. Sem nos centrarmos nas questões teóricas em torno do termo “interculturalidade”, pretendemos dispor de um espaço para os que desenvolveram a sua prática sob a égide deste termo e daquele desígnio. Procuramos nomeadamente abrir este Encontro aos que no Brasil avançam com esse conceito no âmbito da formação de professores indígenas para a escola inígena diferenciada. É importante estar atentos a algumas questões que se colocam na formação intercultural no Brasil e a questões que se nos podem colocar a partir daí. Para os próprios brasileiros, pode ser interessante explorar as vantagens de um quadro de referência mais amplo – o mais amplo possível – para pensar a interculturalidade e a formação intercultural superando os ciclos viciosos resultantes de antinomias e assimetrias, sem deixar de as assumir onde elas existam. Para estes efeitos, é no mesmo quadro comparativo que nos propomos tratar estas relações entre saberes, desde o Brasil e América Latina à África e Ásia, e à Europa –– onde nos contextos escolares se colocam problemas semelhantes entre os saberes eruditos ou valores tipicamente escolares e os saberes, atitudes e valores adquiridos em culturas populares ou de grupos sociogeográficos por vezes designados como “subculturas”.

18.04.2012 | por herminiobovino | congresso, cultura, ISCTE, lisboa

Programação da semana do Zona Franca no Bartô

21.11.2011 | por joanapires | cultura, zona franca

Programação da semana do Zona Franca no Bartô

16.11.2011 | por joanapires | cultura, zona franca

Bartô: programação da semana

07.11.2011 | por joanapires | cultura, música, zona franca

Em Direto - Exposição coletiva na Oficina Cultural Oswald Andrade

ARTISTAS | Cadu (RJ), Carlos Teixeira (MG), Carol Cordeiro (MG), Cleiri Cardoso (SP), Cristiano Lenhardt (RS/PE), Fabiana Faleiros (SP), Fábio Morais (SP), Guilherme Teixeira (SP), Iris Helena (PB), João Angelini (DF), Letícia Ramos (RS/SP), Mattia Denisse (Portugal), Michel Groissman (RJ), Luciana Magno (PA), Pedro Vannuchi (SP), Theo Craveiro (SP), Roberto Winter (SP), Vitor Cesar (CE/SP).

CURADORIA | Paulo Miyada
ARQUITETURA | TIAGO GUIMARÃES
DESIGN | FELIPE KAIZER
FOTO | RICARDO MIYADA
 
Oficina Cultural Oswald Andrade
Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro, São Paulo

ABERTURA 05 de Novembro de 2011 | 13h
EXPOSIÇÃO até 26 de novembro de 2011, de segunda a sexta, das 09h às 21h. Sábados, das 10h às 17h30 – entrada franca

“Mais de uma geracão de pessoas nasceu e cresceu em um mundo marcado por transmissões ao vivo de notícias de guerra, espetáculos musicais e eventos esportivos. Ainda que a transmissão de informacões e histórias ao vivo possa decorrer de limites técnicos — como na época em que era caro e trabalhoso gravar os materiais antes de editá-los e transmiti-los —, a edicão em direto, feita enquanto as coisas acontecem, sempre possuiu valor retórico: aumentar a sensacão de realidade e o efeito de acontecimento e de notícia. Vivemos, então, disponíveis ao que se passa ao vivo, ou em direto — como gostam de dizer os canais de comunicacão de Portugal e Franca. Em cinco minutos, uma notícia pode provocar uma queda brusca no câmbio do Euro ou do Dólar. Ao longo de uma semana, mais de trinta manchetes cruzam nossos olhos com atualizacões sobre a tragédia ou polêmica mais recente. Por meses, todos os anos, cenas de festas, almocos e cafés da manhã de pessoas confinadas em uma casa são oferecidas como blocos de uma nova dramaturgia. Crédulos e soterrados com a informacão atualizada instantaneamente com um toque na tela do celular, nos acostumamos a, de alguma forma, apreender sentido e formar opiniões Simultaneamente ao acontecimento e à propagacão dos eventos. Por vezes sem ler efetivamente uma matéria ou editorial sequer, já pensamos entender o que acontece com o assunto das manchetes. Sem lidar com uma dramaturgia clássica, delineamos perfis psicológicos e motivacões para os personagens dos reality shows e das fofocas de celebridade cotidianas. Desconhecendo a concretude dos fatos, especulamos com os efeitos de novas notícias sobre os fluxos e ativos financeiros. A exposicão EM DIRETO reúne trabalhos de arte contemporânea que se valem de nossa capacidade de interpretacão acelerada, diante da imagem das coisas, enquanto ainda estão acontecendo”. PM


PROGRAMAÇÃO SEMINÁRIO:

05/11 | UMA OBRA DE ARTE, AO VIVO
Da história da escultura moderna até projetos site-specific relacionados a contextos, um primeiro panorama sobre a ideia de presença na arte contemporânea.
convidado: Guilherme Teixeira
Artista e educador, formado pela FAAP em Artes Plásticas e mestre em Artes Visuais pela ECA USP.
O que acontece quando os ideiais mais ambiciosos da arte moderna e do suprematismo russo se transformam em mote para intervenções diretas no mundo, como premissas para jogos, viagens e performances do artista e seu público? Guilherme explora essa pergunta valendo-se tanto de seu trabalho como artista quanto sua experiência como educador.

19/11 | JUÍZOS EM TEMPO REAL
A natureza da crítica e da opinião formadas a partir de manchetes e atualizações de poucos caracteres. Contraponto com o tempo de entendimento e fruição de obras de arte contemporânea.
convidado: Sérgio Bolliger
Arquiteto e mestre em filosofia pela UNICAMP, seu principal interesse no campo é o pensamento de Martin Heidegger.
A partir da tradução questionável do termo alemão ‘dasein’, na escrita de Martin Heidegger, para ‘presença’, conduzirá uma discussão acerca das noções de presença e convivência em relação às obras de arte. Quais as modalidades de presença e ausência possíveis, além das pautadas na materialidade das coisas? Como se comportam e se relacionam as presenças do autor, do suporte e do público?

12/11 | CIDADE, OBRA EM ANDAMENTO
Fora do campo mídiático, a experiência urbana como acontecimento que se percebe e se narra em direto.
convidado: Vitor César
Arquiteto e urbanista pela UFC, Vitor César é também mestre em Poéticas Visuais pela ECA-USP.
A quem se endereça um trabalho de arte? Pergunta movediça e circular, como o inverso de uma tautologia, pois resulta sempre em respostas duvidosas. Se, por exemplo, respondemos que a arte se endereça para o público da arte, como o definimos? E o que fazemos com os desavisados que por acaso cruzam com um trabalho? E se dissermos que é para todos, não estamos sendo muito ingênuos, ou, pelo menos ignorando as mais simples estatísticas? Além disso, onde colocamos artistas e instituições nessa definição?

26/11 | DESDE A FOTOGRAFIA, PEGADAS
O dado indicial das imagens, já largamente discutido no campo da fotografia, ganha outros contornos quando transposto ao campo mais amplo da arte contemporânea, em que processos criativos tensionam de formas variadas os resíduos entre o momento da realização e o de fruição das obras.
convidado: Cristiano Lenhardt
Artista formado pela UFSM.
Por que começar um trabalho afirmando sua simultaneidade e presença? Cristiano Lenhardt irá desdobrar sua série de trabalhos Ao vivo, explorando o contexto de debate e o contato por internet para jogar com as ideias de simultaneidade, presença e demarcação de tempo e espaço.

07.11.2011 | por joanapires | arte contemporânea, cultura, exposição

Bartô: Programação da semana

03.11.2011 | por joanapires | cultura, música, zona franca