Indígenas, imigrantes, pobres: o afropolitanismo no rap crioulo - parte 2

Indígenas, imigrantes, pobres: o afropolitanismo no rap crioulo - parte 2 O gueto da Cova da Moura se expande para ganhar conexões com outros guetos pelo mundo: o local é global e remete à condição de discriminação nas periferias em geral onde a injustiça social é um fardo mais suportável se narrado e enfrentado pelo grupo.

24.08.2015 | por Susan de Oliveira

Indígenas, imigrantes, pobres: o afropolitanismo no rap crioulo - parte 1

Indígenas, imigrantes, pobres: o afropolitanismo no rap crioulo - parte 1 O rap crioulo rompe com o grafocentrismo em primeiro lugar, depois com o imaginário da lusofonia e, finalmente, com a perspectiva canônica de tradução. Por tal relação epistêmica que tem como único aporte a oralidade e o nomadismo da palavra e da voz, o rap crioulo se engaja ao enlace comunitário afropolitano e fundante de sua própria crioulidade.

24.08.2015 | por Susan de Oliveira

Da Paraíba para o Chiado, a música brasileira em Lisboa pela voz de Natureza

Da Paraíba para o Chiado, a música brasileira em Lisboa pela voz de Natureza O desafio para ouvir algum protagonista desta rede de músicos brasileiros na cidade chegou por via do projeto “O trabalho da arte e a arte do trabalho – circuitos criativos de formação e integração laboral de artistas imigrantes em Portugal”, coordenado pela Lígia Ferro e Otávio Raposo, do ISCTE-IUL, CIES-IUL, que o Buala está a acompanhar.

29.06.2015 | por Marta Lança

O rap e o ativismo pelos direitos humanos em Angola - parte 2

O rap e o ativismo pelos direitos humanos em Angola - parte 2 A inocência fabrica e multiplica as vítimas da escravidão moderna/ Como a massa desconhece a técnica da/ M.anipulação P.opular de L.ixamento A.ngolense/ ninguém sente o peso da algema./ Cultivam em ti o medo que semearam nos teus pais/ As tuas atitudes dependem da rádio e da televisão/ já sei que não vais compreender o refrão/ isto é uma figura de estilo irónica, pede explicação. MCK

28.05.2015 | por Susan de Oliveira

Tufo: Património cultural de Moçambique

Tufo: Património cultural de Moçambique Mulheres reúnem-se para dançar Tufo trajando capulanas e blusas com cores vivas. Os seus rostos estão cobertos por mussiro, uma espécie de creme facial usado pelas mulheres Macuas. Com um lenço enrolado na cabeça, e para dar o toque final no visual, elas abusam das joias, colares e pulseiras.

21.05.2015 | por Hélio Nguane

O rap e o ativismo pelos direitos humanos em Angola - parte 1

O rap e o ativismo pelos direitos humanos em Angola - parte 1 No Movimento Revolucionário, que apoia a transformação cultural e política dos jovens angolanos, estão vários rappers que, nas suas letras, vídeos e participações ativas nos protestos, produzem um discurso de forte impacto e penetração social sobre a violência policial e os ataques aos direitos humanos por parte do governo. Promovem valores igualitários dos jovens das periferias angolanas.

20.05.2015 | por Susan de Oliveira

Dança: um património universal, sem nacionalidades e sem fronteiras

Dança: um património universal, sem nacionalidades e sem fronteiras A verdade é que a máquina do progresso funciona a uma velocidade inflexível. Assim, ao mesmo tempo que protegemos as nossas tradições, urge que nos abramos ao mundo, urge que se dê à sociedade angolana o direito de ver mais além; há que perceber que as danças patrimoniais não são tudo o que um povo acumula, pois as criações modernas e contemporâneas integram igualmente o património artístico dos povos e do mundo.

28.04.2015 | por Ana Clara Guerra Marques

Do finason ao rap: Cabo Verde e as músicas de intervenção

Do finason ao rap: Cabo Verde e as músicas de intervenção Em Cabo Verde, ponto de passagem dessa imensa diáspora africana, o griot metamorfoseou-se dando lugar ao finason, cantado pelos escravos nas senzalas de Ribeira Grande de Santiago, mais tarde introduzidas nas sessões do batuku. Princezito, Artista, activista sociocultural e investigador das várias vertentes do batuku, entre os quais o finason, que, nos anos de 2000, juntamente com outros artistas, evidenciaram a nova tendência do estilo batuku, através do Projeto Ayan, dando início a uma nova vaga musical cabo-verdiana, cujos integrantes ficaram conhecidos como “Geração Pantera”, considera o finason como sendo uma espécie de pré-rap cabo-verdiano, pelos seus temas e pela forma como é praticada.

06.04.2015 | por Redy Wilson Lima

Souls’ Landscapes

Souls’ Landscapes Souls’ Landscapes é uma performance concebida a partir da leitura de “Les Damnés de la Terre” de Frantz Fanon, que incorpora música, movimento, luz e texto.

23.02.2015 | por vários

África Negra

África Negra O início da lenda do ‘Conjunto África Negra’ é oficialmente atribuído ao ano de 1974, quando a formação original da banda mais amada e conhecida além-fronteiras de São Tomé e Príncipe sentiu que tinha chegado a hora de começar a tocar ao vivo no circuito dos ‘fundões’ da capital São Tomé. Os fundões eram os bailes ao ar livre que juntavam as diferentes comunidades locais: os mestiços, descendentes de colonialistas portugueses e escravos africanos, os Angolares, descendentes de escravos angolanos naufragados que se fixaram em comunidades piscatórias na zonal sul, e os descendentes de trabalhadores contratados Cabo-verdianos e Moçambicanos que tinham vindo trabalhar para as plantações de café e cacau da ilha.

27.05.2014 | por Filho Único

Entrevista a Ana Clara Guerra Marques

Entrevista a Ana Clara Guerra Marques "A modernidade chegou às aldeias e as formas de poder tradicionais já não possuem as mesmas características, nem as mesmas abrangências. Os distintos agentes sociais alteram as suas funções e transformam-se as essências." conta a coreógrafa e directora da Companhia de Dança Contemporânea de Angola.

04.05.2014 | por Marta Lança

Percepções e contestações: leituras a partir das narrativas sobre o narcotráfico na música Rap da Guiné-Bissau

Percepções e contestações: leituras a partir das narrativas sobre o narcotráfico na música Rap da Guiné-Bissau Apesar de entre os anos 80 e os anos 90 do século XX o tráfico ilegal da cocaína ter atingido proporções globais, infiltrando não apenas os mercados tradicionais como o dos Estados Unidos da América e da América Latina, mas também os da Europa ocidental, da Rússia e mais recentemente alguns países da costa ocidental africana, que têm-se tornado em países de “trânsito” dos cartéis da droga. Foi sobretudo no início do novo milénio que a região oeste africana foi marcada por um maior envolvimento no tráfico internacional da cocaína com destino à Europa ocidental.

24.01.2014 | por Miguel de Barros e Patrícia Godinho Gomes

Okaimpas da Adroana

Okaimpas da Adroana Okaimpas é um grupo de dança guineense da localidade da Adroana (Cascais) que faz parte do colectivo Netos da Amizade.

17.01.2014 | por vários

Vozes Globais - podcast

Vozes Globais - podcast Nesta edição experimental do programa Vozes Globais da Lusofonia, ampliamos para a rádio as vozes de quem vive na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, partilhando as histórias escondidas deste rendilhado de variações linguísticas, as mudanças políticas, o uso das redes sociais a favor dos direitos humanos e as transformações na sociedade.

17.01.2014 | por Global Voices (Vozes Globais)

Underground lusófono: Asterix o Néfilim fala da mixtape submundo luso vs 12transfusons‏

Underground lusófono: Asterix o Néfilim fala da mixtape submundo luso vs 12transfusons‏ Em Cabinda não é só o rap que está em péssimas condições, reflecte-se em todos os estilos musicais, desde o kuduro, kizomba, semba, kintueni e mayeye. Na verdade há pouca divulgação da música feita em Cabinda, temos uma secretaria provincial da cultura fictícia e comunicação social inexistente. Nada justifica que, numa província com artistas de talento, saiam dois álbuns num um ano e que as poucas rádios que temos se recusem a apoiar iniciativas como as nossas e demais personalidades interessadas. O Rap é o menos solicitado nas atividades e comícios governamentais, mas tem muita voz devido ao esforço dos companheiros como: Cabmusic, hip-hop de gavetas, agora a Miller Team e não só. A cada dia que passa surgem novas propostas, novos mc´s e produtoras interessados em dar mais vida ao movimento. Fico feliz com isto.

09.01.2014 | por vários