Sacro Efabulações em torno de mapas intensivos - Sara Anjo

28 de Fevereiro a 4 de Março - Quarta a Domingo às 21.30

Sacro é uma peça que parte do encontro de cinco artistas num processo de efabulação em torno do mecanismo de caminhada. Com base em processos simbióticos de transformação e mutação, apresentam-se cinco danças que propõem mapear o papel do sacro nesse movimento. Este osso localizado no centro do corpo e com uma forma triangular invertida, funde cinco vértebras chamadas sagradas e une o cóccix, o vestígio de uma cauda animal, ao cérebro, um mapa intensivo.

Foto de Laís PereiraFoto de Laís Pereira

Coreografia Sara Anjo

Criação e interpretação Flora Detraz, Madalena Palmeirim e Sara Anjo

Sonoplastia Artur Pispalhas e Madalena Palmeirim

Música ao vivo Madalena Palmeirim

Desenho de Luz Artur Pispalhas

Cenário Daniel Melim

Figurinos Sara Anjo

Apoio dança e filosofia Ana Mira

Gestão e Consultoria ORGIA

Apoio à residência Devir-Capa, Espaço do Tempo, Fórum Dança, Largo das Residências

Apoio à criação Câmara Municipal de Lisboa, Instituto Camões, Grupo Dançando com a Diferença, Raiz di Polon

Co-produção Negócio-ZDB

Projecto financiado por República Portuguesa-Cultura/Direção-Geral das Artes

Classificação etária: Maiores de 6 anos

Duração: aproximadamente 1h

 

Sara Anjo (Funchal, 1982), trabalha na área da dança sobretudo como bailarina e coreógrafa, explorando práticas meditativas e extáticas, sendo a caminhada uma das principais. Questiona-se permanentemente acerca: do que nos move? Como nos movemos? e para onde nos movemos? Desenvolve ainda o seu trabalho através mapas e partituras que registam as múltiplas direcções e afectividades do corpo. Fez formação em dança pela Academia de Dança Contemporânea, Estudos Artísticos pela Faculdade de Letras e Arte Contemporânea na Universidade Católica de Lisboa. Concluiu em 2016 mestrado em coreografia pela DasGraduate School em Amesterdão. Anna Halprin, com quem estudou pontualmente em 2010 é uma das suas maiores referências artísticas.Desenvolveu o seu trabalho entre Lisboa, Berlim e Amesterdão. Desenvolveu Ninguém Sabia Contar Aquela História, um espectáculo sobre o feminino (BoxNova CCB 2011). Paisagens Líquidas, uma dança que viaja pelo Lavadouro Público de Carnide  (Teatro do Silêncio 2012). Em Forma de Árvore, um solo de dança extática (Negócio-ZDB 2016).  Participou no projecto Caminhada pela Fronteira Teatro do Silêncio (Teatro do Silêncio 2017). No último ano preparou esta nova peça no contexto do projecto Mapas Intensivos, com o qual ganhou a 1ª edição de Residências Artísticas em Cabo Verde, apoiada pela Câmara Municipal de Lisboa e o Instituto Camões.

 

Residência de 8 a 27 de Fevereiro de 2018

Apresentações de 28 de Fevereiro a 4 de Março

Entrada: 7,5€

Entrada estudante em grupo: 5€

reservas@zedosbois.org | Tel: 00351 21 343 02 05

 

19.02.2018 | por martalanca | dança, Mapas, Sacro, Sara Anjo

Festival ImigrArte 2016 // 10ª Edição

O Festival ImigrArte vai celebrar a sua 10ª edição nos dias 12 e 13 de Novembro com a participação de organizações e artistas de 24 países. O resultado é uma ampla programação que consta de dois dias de espectáculos e eventos nas áreas da música, dança, teatro, literatura, cinema, artes, workshops, debates, gastronomia e muito mais. 

Organizado pela Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes, o ImigrArte envolve os imigrantes na organização deste evento, oferecendo-lhes a possibilidade de divulgarem as suas culturas, de debaterem as questões que mais os preocupam e de desenvolverem o sentimento de pertença ao nosso país.
A intenção do Festival não é a de ser uma mera mostra de culturas: o ImigrArte é fruto da partilha e solidariedade entre os povos e da interacção entre associações de imigrantes e portuguesas e pretende promover a cidadania activa e consciente. 
O Festival é uma ocasião para juntar países e culturas, mas sobretudo para dar espaço a debates e temas de importância central na vida dos imigrantes no nosso pais.
A 10ª edição do ImigrArte vai incluir uma manifestação que luta pela igualdade de direitos entre portugueses e imigrantes. A concentração terá lugar na Praça Martim Moniz no dia 13 de Novembro a partir das 14.00 horas, seguindo em marcha até ao Ateneu Comercial de Lisboa.
O Festival conta com a participação de cerca de 30 organizações que estarão presentes com bancas onde, além de informações sobre as suas actividades, se poderá encontrar artesanato e gastronomia dos quatro cantos do mundo. Entre as actividades oferecidas encontrarão workshops, exposições, debates e concertos, e também não faltará o divertimento para os mais pequenos que poderão desfrutar dum espaço lúdico com animadores e convidados especiais. 
Ao dispor do público estará também um serviço gratuito de rastreios de saúde. A entrada para o Festival e para todas as suas actividades é gratuita. 

10ª Edição do Festival ImigrArte
Onde: Ateneu Comercial de Lisboa (junto ao Coliseu dos Recreios), Rua das Portas de Santo Antão n.º 110, Lisboa.
Quando: 12 e 13 de Novembro 2016   Sábado das 14,30 às 2.00 ; Domingo das 17 às 00.00
Países participantes:  Angola, Bangladeche, Brasil, Bielo - Rússia, Cabo Verde, Costa do Marfim, 
Espanha, Guiné Bissau, Índia, Itália, México, Moçambique, Moldávia, Nepal, Paquistão, Perú, Portugal, Reino Unido, República Dominicana, Roménia, Rússia, São Tomé e Príncipe, Ucrânia e Venezuela.

Toda a programação do evento disponível em www.festival-imigrarte.com ou www.facebook.com/festivalimigrarte.

Direção do Festival ImigrArte : Solidariedade Imigrante – Associação para a Defesa dos Direitos dos
Imigrantes,  Rua da Madalena nº8 – 2º , 1100-321 Lisboa
Telm: (00351) 96 89 89 720
Tel/Fax: (00351) 21 887 07 13
E-mail: comunicacaoimigrarte@gmail.com  

03.11.2016 | por marianapinho | artes, cinema, dança, debates, Festival ImigrArte 2016, gastronomia, literatura, música, Solidariedade Imigrante, teatro, workshops

Faustin Linyekula - Artista na Cidade

Durante a preparação do programa Artista na Cidade 2016, o coreógrafo Faustin Linyekula exprimiu a vontade de apresentar o seu trabalho a públicos dos bairros limítrofes da região da Grande Lisboa. Depois da apresentação memorável de Le Cargo na Cova da Moura em janeiro passado, o Teatro Maria Matos coorganiza este evento: Le Cargo será apresentado numa praça do Bairro Padre Cruz em Carnide, no contexto do primeiro Festival de Arte Urbana.

A entrada é livre.

Para mais informações, ver aqui.

04.05.2016 | por claudiar | arte, dança, eventos culturais

Tango Negro, The African Roots of Tango

Tango Negro, The African Roots of Tango by Angolan filmmaker Dom Pedro explores the expression of Tango’s Africanness and the contribution of African cultures in the creation of the tango. Tango was a reflection of the social life of the slaves that were taken to South America -including Argentina and Uruguay - mostly from central Africa, particularly from the former Kongo Kingdom. Director Dom Pedro reveals the depth of the footprints of the African music on the tango, through this rich movie combining musical performances and interviews from many tango fans and historians in Latin America and Europe, including the renowned Argentinean pianist Juan Carlos Caceres


Directed by Dom Pedro, 2013, 93 min., France, Documentary , French/Spanish/ English subt. - US Distributors - ArtMattan Films

 

20.01.2014 | por franciscabagulho | dança, tango

Laboratório de Criação, MAPUTO

Desde o dia 04 de Fevereiro 2013 que a CulturArte está a levar a cabo o 1º Laboratório de Criação que pretende ser um momento onde artistas (bailarinos, coreógrafos e colaboradores) partilham tempo e espaço para desenvolver os seus projectos.

O objectivo será seleccionar um (ou mais) projecto(s) para mais tarde ser(em) desenvolvido(s) em residência ao longo de 2013 sob as condições de co-produção no âmbito do projeto PAMOJA – uma rede pan-africana de produção e residências artísticas.

Mostra informal dos resultados, que terá lugar no Auditório do Centro Cultural Franco-Moçambicanono próximo dia 28 de Fevereiro, pelas 19h00, será uma oportunidade de partilha dos resultados do Laboratório com o público interessado.

PARTICIPANTES

Atanásio Nhussi, Benedito Cossa, Bernardo Guiamba (Pak), Carlos Machava, Domingos Bié (convidado), Janeth Mulapha, Jorge Ndlozy, Kátia Manjate, Macário Tomé, Matanyane Abílio, Osvaldo Passirivo (convidado), Rafael Mouzinho, Walter Zandamela.

PRODUÇÃO: CulturArte | DIRECÇÃO ARTÍSTICA: Panaibra Gabriel Canda | COORDENAÇÃO: Ana Lúcia Cruz | PARCERIA: Centro Cultural Franco-Moçambicano 

Contactos: +258 82 353 79 21 | culturarteprojectos@gmail.com | Facebook: CulturArte Mozambique

25.02.2013 | por franciscabagulho | dança

CORPO NAS DANÇAS DE CABO VERDE com Tony Tavares - LISBOA

AULA ABERTA - sexta- 22h30
Quem visita a Fábrica Braço de Prata às sextas feiras, é apanhado pela música de Cabo Verde, e por um professor de dança, António Tavares, que de uma forma descontraída, numa aula aberta, usa os corpos para falar das danças tradicionais caboverdianas. É mais do que uma oficina de movimento. É montar uma banca, como numa feira, e falar de dança de um modogeral e das suas co-relações. E para falar das danças de Cabo Verde é preciso falar do corpo do homem das ilhas, conhecer o seu universo e penetrar na geografia deste arquipélago que,durante séculos, permaneceu e reagiu, segundo o poeta Osvaldo Alcântara, ” à estiagem,à fome, à solidão dos montes despidos à nossa volta.”. E tudo isto se descobre usando omovimento como linguagem primeira. TAMBÉM NA SEXTAMÊS DO HUMOR 22H30 | Portugal das Bifanas - com Telmo Ramalho 
 23h00 | Júlio Resende e Convidados
23H30 | Congo Star 
00h30 | Air Project (Rúben Alves - piano, Miguel Amado - baixo, Vicky Marques - bateria) 

17.01.2013 | por martalanca | António Tavares, dança

I Encontro das Culturas Negras

Dando sequência ao Encontro Iberoamericano do Ano Internacional dos Afrodescendentes (Afro XXI), realizado em novembro de 2011, em Salvador, Bahia - que exortou governos, sociedade civil e movimentos sociais a promover maior conhecimento e respeito pela herança cultural diversificada das pessoas de ascendência africana -, a Secretaria de Cultura do Estado da Bahia realiza, no período de 08 a 12 de novembro, o I Encontro das Culturas Negras, evento que integra também às celebrações do Novembro Negro, iniciativa do Governo do Estado da Bahia.

I Encontro das Culturas Negras dá início à “Década Afrodescendente”, com o objetivo de sediar na Bahia um grande encontro anual das culturas negras do Brasil, das Américas e do mundo. Aqui, se reunirão criadores, artistas, intelectuais, profissionais da cultura, gestores culturais, pesquisadores, parlamentares, lideranças e representações do movimento cultural negro, ampliando o diálogo entre as culturas negras nacionais e internacionais.

Chico CésarChico CésarA programação compreende mesas temáticas e plenárias em Salvador (dias 08, 09 e 10) e em Santo Amaro (dia 12), para a discussão de temas que possibilitem um maior conhecimento das diversas culturas negras existentes no Brasil e no mundo, em especial na África e nas Américas, visando à criação de articulações, redes e trocas interculturais. Uma variada programação artística, com shows musicais e espetáculos de teatro, dança e exposições de artes visuais também vão acontecer durante todos os dias da programação, entendidas com base em uma noção ampliada de cultura.

web

09.11.2012 | por herminiobovino | Africa, Bahía, Brasil, dança, música, teatro

Danças no B.leza, com António Tavares

Domingo, 21 e 28 de Outubro, oficinas de dança no B.leza, com António Tavares, que preparou uma oficina de Funaná.

Entrada | 5€

21.10.2012 | por herminiobovino | dança, dança africana, música caboverdiana

Criação Lusófona apresenta: Oficina Ritmos d'África

Estão abertas as inscrições para a Oficina Ritmos d’África a decorrer
durante o mês de Julho, no espaço da 10pt - criação lusófona.
Às quartas-feiras (21h30/23h) e sábados (16h/18h) A inscrição são 20€.

27.06.2012 | por joanapereira | dança, lusofonia, oficina

10 de Junho | Danças no B.leza Cabo Verde em Festa, Parte I Coladeira

A coladeira, tantas vezes desbragada, violenta, atrevida, ninguém tem mão nela tão desfolhada por vezes é a sua linguagem, tão descortês a sua intenção, tão vivo e excitante o seu ritmo que a nossa participação é toda física.
                                                                                                 
Manuel Ferreira
 “A aventura crioula”

Cabo Verde em festa, Parte I - ‘Coladeira’

Dia 10 de Junho ás 21h30
Workshop de dança - Debate - Prática assistida - Espaço para dançar
Prof. convidado: Waty Barbosa (Cabo Verde)

Nesta altura do ano Cabo Verde está em festa. Várias localidades, em quase todas as ilhas festejam os dias dos santos, patrões locais. 
Sincretismo é uma das características principais destas festividades. O Sacro coexiste com o Profano. Os elementos religiosos entrelaçam-se com os momentos lúdicos. 
Todas as pessoas juntam-se para celebrar. Há bebidas de todos os géneros e muita comida. E o mais importante – há música e há dança.
A música não para, desde manhã até a noite. Para além dos tamboreiros que tocam o característico ritmo de colá que acompanha a dança mais popular nesta altura, há concertos, bailes, festas onde todos os géneros musicais são dançados com a mesma intensidade numa euforia que só existe quando se acumula a energia e alegria de dezenas das pessoas. 

Em Junho no B.Leza vamos viver este ambiente festivo, conhecendo duas danças caboverdianas: está que é indispensável nas festas juninas – Colá San Jon e outra que aqui neste espaço é dançada com frequência, a Coladeira. 

O meu primeiro convidado, professor Waty Barbosa, passou a grande parte da sua vida na Ilha de São Vicente. Vai contar um pouco sobre a cidade de Mindelo, considerada a capital cultural do arquipélago, sobre as festas, a música, as danças… E ensinará acoladeira, esta dança que Manuel Ferreira descreve como violenta e atrevida. Será que realmente é assim?…
Após o workshop, poderão praticar com ajuda do Professor que estará disponível para esclarecer as vossas dúvidas, tanto práticas como teóricas.
Depois a noite continuará com os sons das melhores músicas africanas, com predominância de coladeira, mas não omitindo os outros ritmos, escolhidos pelo Calú Moreira.

b.leza
r. cintura do porto de lisboa,

armazém b (cais do sodré)

08.06.2012 | por joanapereira | B.Leza, cabo verde, coladeira, dança

Sons, Sabores e Saberes de Cabo Verde

31 Maio a 3 Junho | 10h-23h| Alameda D. Afonso Henriques, Lisboa

ENTRADA LIVRE

Esta iniciativa pretende promover a valorização da cultural cabo-verdiana, contribuindo para a sua divulgação junto da comunidade. Pretende, igualmente, proporcionar o acompanhamento das dinâmicas culturais contemporâneas, facultando o contato direto com algumas das mais significativas expressões.

O evento terá música, dança, gastronomia, conferências e diversas atividades culturais. A abertura teve lugar no dia 31 de maio, pelas 13 horas, e a sessão solene será pelas 18 horas.

Para consultar o programa: https://www.facebook.com/sonssaboressaberescaboverde?sk=info

Fundo de Apoio Social de Cabo-verdianos em Portugal

UCCLA (União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa)

02.06.2012 | por martacacador | cabo verde, conferências, cultura cabo-verdiana, dança, gastronomia

27 Maio | 2º Encontro de Danças no B.leza

Danças no B.leza
Kizomba. Entre Angola e Cabo Verde, parte II
Dia 27 de Maio pelas 21h30
Preço: 5euros
Workshop de dança - debate - prática assistida - espaço para dançar
Prof. convidado: Zé Barbosa (Cabo Verde)
Depois do interessante e controverso debate sobre a Kizomba em Angola, com muitas reminiscências à evolução do ritmo nas ilhas caboverdianas, chegou a vez de conhecer o percurso que esta música e dança tiveram em Cabo Verde.

Partindo da pergunta sobre o nome deste género musical, cantado em crioulo mas também em francês por músicos cabo-verdianos a viver fora do arquipélago (deve ser designado como kizomba? ou: cabo-zouk? cabo-love? colá-zouk? passada?), tentaremos reconstruir o percurso que este ritmo teve, por um lado em Cabo Verde e por outro lado na sua diáspora - tão importante para desenhar o quadro mais completo da actual música caboverdiana.
Será que realmente a Kizomba angolana influenciou a criação deste género em Cabo Verde? Ou foi a influência directa do zouk das Antilhas para a música caboverdiana que originou o novo estilo? Como diz o Carlos Filipe Gonçalves: ‘…na música de dança para a juventude, persiste o casamento da Coladeira com o Zouk, um casamento assumido que recebe os nomes como Cola-Dance, Cola-Zouk ou Zouk Love ’.

E a dança? Qual é a origem dos passos e passadas que acompanham esta música quente e tão sensual? Será que foi importada da terra do semba? Ou foi uma transformação natural dos passos que acompanhavam outros géneros musicais em Cabo Verde?…
O Professor convidado, Zé Barbosa, é um dos pioneiros no ensino de danças africanas em Portugal. Chegou a Lisboa há mais de 10 anos e desde então trabalhou sempre como bailarino e professor. Um artista muito completo, que também dedica-se à pintura e ao teatro.
A seguir ao pequeno debate,  haverá um workshop de dança em que terão a oportunidade de conhecer e experimentar os passos e maneiras de dançar este ritmo. E posteriormente uma prática ‘assistida’ onde o professor estará disponível para esclarecer as dúvidas dos participantes, tanto práticas como teóricas.
Depois a noite continuará com os sons das melhores músicas africanas, com predominância de cabo-love/cabo-zouk/kizomba/passada, escolhidas pelo Calú.

B.leza:
R. cintura do porto de lisboa,
Armazém b (cais do sodré)
+ info: 963612816 ou info@dancas.pt

24.05.2012 | por joanapereira | B.Leza, dança

Kizomba. Entre Angola e Cabo Verde

Danças no b.leza

Dias 13 e 27 de Maio às 21h30

A Kizomba é uma das danças mais conhecidas entre as danças africanas. Conquistou público pelo mundo inteiro. Em Portugal tem milhares de adeptos.

Oriunda de Angola, rapidamente se espalhou por alguns dos países africanos, ganhando aí um novo estilo, cada vez mais diferente da sua raiz original.

Em Cabo Verde dizem que a Kizomba deles não tem muito a ver com a Kizomba angolana. E que não se chama Kizomba mas Passada.

Os Angolanos consideram que a única e a verdadeira Kizomba é só na terra deles. E que todas as outras são uma cópia.

Vamos conhecer ambos os estilos de Kizomba, angolana e caboverdiana. Vamos ouvir a história destas danças nos dois países.

Podemos debater as ideias que nos surgirem a partir daí  chegar as conclusões ou talvez não. Ou simplesmente sentir a diferença dançando. Ou será que ela não existe?…

A seguir no workshop haverá uma prática “assistida” – o professor estará disponível para esclarecer as dúvidas dos participantes, tanto práticas como teóricas.

E depois a noite continuará com a selecção das melhores músicas africanas escolhidas pelo Calú Moreira.

workshop - debate - prática assistida - espaço para dançar

13 Maio: Angola Prof. Bandeira

27 Maio: Cabo Verde Prof. Zé Barbosa

Preço: 5€


b.leza

Rua cintura do porto de lisboa,

Armazém B (Cais do Sodré)
+ info: 963612816 ou info@dancas.pt

  

09.05.2012 | por martacacador | angola, B.Leza, Cabo-verde, dança, kizomba

5 de Maio – Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos

De que cor é a lusofonia? A que sabe a Língua Portuguesa? Que cultura é esta que temos em comum: nós, moçambicanos, guineenses, portugueses, cabo-verdianos, angolanos, timorenses, brasileiros e são tomenses? No dia 5 de Maio, sábado, vamos celebrar o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos, numa festa comum, no Porto. De manhã, na estação do metro do Bolhão, numa Exposição de fotografia, com imagens da Fotógrafa Susana Neves, que retratam as texturas do que é ser lusófono e, à tarde, na sede da Associação 10pt - Criação Lusófona, na rua de S. Dionísio, 17, nas Fontaínhas, mesmo ao lado do Jardim São Lázaro. Estão todos convidados. Vamos celebrar a memória que nos une e degustar, num festim, os saberes e sabores da nossa Língua-mãe, que é património e cultura. A iniciativa é da 10pt - Criação Lusófona, em parceria com associações, grupos e centro de estudos lusófonos na cidade do Porto.

10h30
- Inauguração da Exposição de Fotografia “ai Maria” (fotos de Susana Neves) no metro do Bolhão;
- E apresentação de Danças de Moçambique (grupo “3 Estrelas”) e da Guiné (grupo “Allantatou”).

12h30
- Encontro de Gastronomia (vamos degustar iguarias de cozinheiras de São Tomé, Brasil, Angola, Moçambique e Cabo Verde, como muamba, cachupa, caril de camarão, feijão preto, brigadeiros…);
- Feira de Artesanato Lusófono.

15h00
- Música ao vivo e Bailinho Lusófono.

Apoios: Metro do Porto, SA ; Centro de Estudos Africanos da Univ. do Porto; Instituto de Sociologia UP ; Casa dos Reclamos.

Parceiros: Tane Timor ; Associação Cabo-verdiana do Norte de Portugal ; ONG ATACA; grupo de dança Allantatou; Espaço Portugal-Moçambique (Tia Orlanda) ; AE de S. Tomé & Príncipe; Associação Mais Brasil; a Tuna Universitária da FEP ; e a maravilhosa cozinheira Filó.

Com a inauguração desta Mostra de Fotografia no metro do Bolhão, o coletivo 10pt - Criação Lusófona concretiza também o lançamento de “ai Maria”, um projeto participativo de teatro, fotografia e vídeo, que conta com a participação das mulheres do centro histórico e da diáspora lusófona na Invicta. A partir das histórias de vida destas mulheres vamos resgatar a memória do Porto, o quotidiano, registando a sabedoria, os afetos e os humores daquelas que são a força motriz no coração da Invicta. Todas estas histórias, além de resultarem em podcasts, fotografias, vídeos (pequenos documentários), textos num site e em livro, vão ser adaptadas para uma peça de teatro com autoria do ator e encenador Miguel Pinheiro. Talvez, no final, saberemos, enfim, o que as mulheres mais desejam. O projeto “ai Maria” integrará em 2012 o programa do Manobras no Porto – um programa promovido pela Porto Lazer, EEM e FEDER, QREN.

A 10pt - Criação Lusófona: é uma Associação sem fins lucrativos que tem como objetivo a criação, produção e divulgação de atividades artísticas que contribuam ativamente para o surgimento e afirmação de novas dinâmicas culturais e sociais de âmbito lusófono. Criadores no ano de 2011 do projeto “Olha lá“.

Press Release/Assuntos:
1. Celebrar o Dia da Língua Portuguesa e da Cultura nos Países Lusófonos - 5 de Maio.
2. Apresentação do projeto “ai Maria“.

Contato:
tel. | 963 734 434 (Miguel Pinheiro)
mail | aimaria@10pt.org
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01.05.2012 | por herminiobovino | cultura lusófona, dança, fotografia, lusofonia, música

Projeto "Ocupação negra"

Uma das mais tradicionais companhias que trabalham com a cultura afro-brasileira, a Cia. Rubens Barbot, está completando 21 anos e a cidade do Rio de Janeiro vai ganhar o presente. O projeto Ocupação Negra estreia no dia 20 de abril com o espetáculo de dança Um Rio, de Janeiro-a-Janeiro, no Centro de Artes Calouste Gulbenkian, que receberá até o dia 6 de maio inúmeras atividades: Dança, oficinas e workshops com renomados bailarinos, filmes e vídeos sobre a temática  da Dança Contemporânea e da Cultura Afro, Exposição de tapeçarias e de fotografias da Cia e palestras.

Gatto Larsen, coordenador de produção da companhia explica orgulhoso de como será a “Ocupação”: “A Cia Rubens Barbot está completando 21 anos e nossa Ocupação Negra é um grande presente para nosso público fiel desta Cidade Maravilhosa. Todas as atividades e o espetáculo são gratuitos. Nossa intenção é realmente ocuparmos o Centro de Artes Calouste Gulbenkian com muitos corpos, gestos, imagens e sensibilidades sob uma perspectiva cultural e humana!” – explica Gatto Larsen.

Sinopse dos eventos:
Um Rio, de Janeiro-a-Janeiro
Um olhar sobre a gestualidade do carioca. É nesta direção que o espetáculo de dança contemporânea Um Rio, De Janeiro-a-Janeiro segue para contar um pouco das histórias carioca. Seu humor, seu deboche, sua sensualidade, seu ritmo e suas histórias corporais. Destaque para a trilha sonora que vai de Cartola, Paulinho da Viola, Luiz Melodia até Jorge Aragão, Agrião e Carlos Dafé. De 20 de abril a 06 de maio (sexta a domingo, às 20h). Entrada franca, com senhas distribuídas das 18h30 às 19h30. Classificação livre.

Oficinas e workshops
Duas oficinas serão ministradas durante a Ocupação Negra: “Linguagem à Companhia” e “Técnica Horton”. A primeira, que acontece entre os dias 24 e 27 de abril, contará com o coreógrafo e diretor da Cia que leva seu nome, Rubens Barbot e a bailarina e doutora em Corporologia, Cláudia Ramalho. Já a segunda, será ministrada pelo coordenador geral do Instituto Oyá e diretor artístico da Cia C Dança Negra Contemporânea, Elísio Pitta; e acontece entre os dias 30 de abril e 4 de maio. Sempre das 8h às 12h. Vagas: 25.

Os workshops “Danças religiosas de matriz africana na contemporaneidade” e “Hip-hop no contexto da Cia Rubens Barbot” serão conduzidos pelos bailarinos Ulisses Oliveira e Wilson Assis, respectivamente. A primeira será realizada nos dias 28 e 29 de abril, enquanto a segundo nos dias 5 e 6 de maio. Das 10h às 12h. Vagas: 25.

Inscrições pelo email: dancarb@ig.com.br
Filmes e vídeos
Nove vídeos serão exibidos entre o dia 24 de abril e 4 de maio. Dentre eles estão curtas, documentários e registros da própria Cia  e da dança negra contemporânea de maneira geral, a saber: Ensaio de Cinema; Desorganizadores de Fichários; Toque de Dança; EletronicZumbi; Em Pleno Meio Dia da Nossa Noite; Ensaio de Cinema; Tempo de Espera; Quase uma História; O Reino do Outro Mundo – Orixás; 40+20.

Exposição e Palestras
Retalhos de Barbot (tapeçarias) e fotografias de making of da Cia serão expostas na Galeria Ismael Nery do Centro de Artes Calouste Gulbenkian. O diretor de produção Gatto Larsen e a pesquisadora Cláudia Ramalho darão palestras sobre espetáculos corporais nos dias 3 e 4 de maio, respectivamente. Às 16h30.

 Wilton Montenegro/Cia. Rubens Barbot Wilton Montenegro/Cia. Rubens Barbot

Serviço:
Ocupação Negra
De 20 de abril a 6 de maio
Centro de Artes Calouste Gulbenkian
Endereço | Rua Benedito Hipólito, 125 – Praça XI
Entrada franca
Informações para imprensa
Márcia Vilella | Diego Cotta
Target Assessoria de Comunicação
21 2284 2475

20.04.2012 | por herminiobovino | dança, Rio de Janeiro, video, workshop

Doces e Danças de Cabo Verde | Teatro São Luiz

10.10.2011 | por joanapires | cabo verde, dança, Morabi Dance

Imigrarte 2011

A Solidariedade Imigrante - Associação para a Defesa dos Direitos dos Imigrantes - convida-o/a a vir ao nosso encontro e a desfrutar de três dias de arte e cultura imigrante e portuguesa nas mais diversas áreas desde o cinema à música, passando pela dança, artes plásticas, fotografia, stand up comedy, malabarismo e muitas outras.
Com a presença record de quase 30 associações de imigrantes que oferecem o melhor da sua gastronomia e artesanato, contamos ainda com inúmeros workshops, debates, conferências e espaço infantil com animação constante para todas as crianças.
No recinto do local existirá ainda um gabinete com médico e enfermeiras para o rastreio de saúde gratuito a todos os imigrantes, oferecido pela Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.  

28.09.2011 | por joanapires | dança, debate, fotografia, imigrarte, literatura, música, poesia

'Africando' começa amanhã

29 de Setembro – quinta-feira

15H30

CINEMA

Tarrafal. Memórias do campo da morte lenta, Diana Andringa (88 minutos).

Projecção seguida de conversa/debate

Neste documentário, Diana Andringa recupera as memórias dos últimos ocupantes da prisão política que recebeu portugueses e africanos que lutaram contra o regime de Salazar e pela independência das ex-colónias africanas. Filmado durante o Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, que reuniu na Ilha de Santiago, Cabo Verde, muitos dos que por ali passaram, este documentário é mais um contributo para a memória colectiva portuguesa e um excelente ponto de partida para um debate sobre um tema da maior importância.

Lotação máxima: 50 lugares

Os bilhetes podem ser levantados na recepção do museu a partir do dia 27 de Setembro (terça-feira) no horário de abertura do museu.

18H30

Celina Pereira, Cabo Verde, apontamento musical

MESA REDONDA: cultura contemporânea africana

Celina Pereira (cantora caboverdiana); Filinto Elísio (escritor, poeta caboverdiano); Lúcia Marques, Próximo Futuro, Fundação Calouste Gulbenkian; Marta Lança, Buala; Joana Peres, direcção artística e coreográfica da Allantantou Dance Company, Portugal; José António Fernandes Dias, AFRICA.CONT. Esta mesa redonda/tertúlia tem como objectivo promover a reflexão e o diálogo em torno da produção cultural africana na contemporaneidade, em particular nos países de língua oficial portuguesa, bem como debater as múltiplas formas de relacionamento entre cultura africana e cultura ocidental.

28.09.2011 | por joanapires | africando, cinema, dança, debate

danse hip hop na praia

27.09.2011 | por samirapereira | dança, praiamaria

africando

29 de Setembro – quinta-feira

15H30

CINEMA

Tarrafal. Memórias do campo da morte lenta, Diana Andringa (88 minutos).

Projecção seguida de conversa/debate

Neste documentário, Diana Andringa recupera as memórias dos últimos ocupantes da prisão política que recebeu portugueses e africanos que lutaram contra o regime de Salazar e pela independência das ex-colónias africanas. Filmado durante o Simpósio Internacional sobre o Campo de Concentração do Tarrafal, que reuniu na Ilha de Santiago, Cabo Verde, muitos dos que por ali passaram, este documentário é mais um contributo para a memória colectiva portuguesa e um excelente ponto de partida para um debate sobre um tema da maior importância.

Lotação máxima: 50 lugares

Os bilhetes podem ser levantados na recepção do museu a partir do dia 27 de Setembro (terça-feira) no horário de abertura do museu.

18H30

Celina Pereira, Cabo Verde, apontamento musical

MESA REDONDA: cultura contemporânea africana

Celina Pereira (cantora caboverdiana); Filinto Elísio (escritor, poeta caboverdiano); Lúcia Marques, Próximo Futuro, Fundação Calouste Gulbenkian; Marta Lança, Buala; Joana Peres, direcção artística e coreográfica da Allantantou Dance Company, Portugal; José António Fernandes Dias, AFRICA.CONT. Esta mesa redonda/tertúlia tem como objectivo promover a reflexão e o diálogo em torno da produção cultural africana na contemporaneidade, em particular nos países de língua oficial portuguesa, bem como debater as múltiplas formas de relacionamento entre cultura africana e cultura ocidental.

Lotação máxima: 50 lugares

Os bilhetes podem ser levantados na recepção do museu a partir do dia 27 de Setembro (terça-feira) no horário de abertura do museu.

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26.09.2011 | por joanapires | africando, cinema, cultura africana, dança, música