Marta Lança

Lisboa (1976). Doutoranda em Estudos Artísticos na FCSH - Universidade Nova de Lisboa (pesquisa sobre o debate pós-colonial e a ideia de sul na programação cultural) como bolseira da FCT. Formou-se em Línguas e Literaturas Modernas, variante Estudos Portugueses (2001), com pós-graduação em Literatura Comparada (2003) e Edição de Texto (2004). Criou e editou a revista temática e experimental V-ludo (2000-1), a revista Dá Fala em Cabo Verde (2004-5) e o portal BUALA. Escreveu em várias publicações (LER, Público, DNA, Le Monde diplomatique, Austral e Rede Angola). Traduziu artigos e livros de francês, nomeadamente O Apicultor, Maxence Fermine, Lisboa: Quetzal, 2004; A Amante de Brecht, de Jacques-Pierre Amettea (Quetzal 2004), e Crítica da Razão Negra (Antígona 2014) e Políticas da Inimizade, de Achille Mbembe. Lecionou na Universidade Agostinho Neto, em Luanda (2006-7). Fez pesquisa e produção nas séries documentais Eu Sou África (RTP 2), Triângulo (co-produção Portugal, Brasil e Angola) e No Trilho dos Naturalistas: expedições botânicas em África (Terratreme 2012-16). Co-editou a Jogos Sem Fronteiras (2008) e Este corpo que me habita (Buala, 2014). Comissariou o Roça Língua, residência de escrita de autores de língua portuguesa, em S.Tomé e Príncipe (2011). Concebeu o ciclo Paisagens Efémeras (2015), no qual organizou o colóquio Diálogos com Ruy Duarte de Carvalho e a exposição Sob uma delicada zona de compromisso (Galeria Quadrum, Lisboa).

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