Dá fala
Divulgação cultural, reflexões, imagens, notas de viagem
Arquivo
Autor
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- Setembro 2026
- Agosto 2026
- Julho 2026
- Junho 2026
- Maio 2026
- Abril 2026
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
Etiquetas
Mais lidos
- FilmLab Moçambique
- A 4ª edição do PARAÍSO regressa para discutir o passado e o futuro na afrodescendência
- “Era uma vez, numa meia-noite sombria…”: O cinema clandestino de Pere Portabella no final do Franquismo
- Cineasta angolana Pocas Pascoal apresenta "Time to Change" durante o Festival de Locarno
- Pocas Pascoal conquista prémio da Francofonia no Festival de Locarno
- A Banalidade da Luz
- Intérprete - Please, love me!
- FIC Luanda 2026 apresenta primeiros filmes da Competição Internacional e reforça ambição de Angola no circuito africano de cinema
- Mário Lúcio de Sousa à conversa
- ILUMINAÇÕES DA ALA OCIDENTAL DA RELAÇÃO DE LISBOA, de Sancho Silva

No próximo dia 25 de abril, pelas 18h30, será inaugurada a exposição 

A Alcance Editores tem o prazer de lançar o livro Municipalismo e Poderes Locais, cuja apresetnação será feita por luís Carlos Patraquim, dia 6 de Abril, pelas 18h00, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (Sala 5.2).
Kin é uma exposição que reúne 6 artistas contemporâneas internacionais: ruby onyinyechi amanze, Phoebe Boswell, Virginia Chihota, Mary Evans, Lebohang Kganye e Senzeni Mthwakazi Marasela. Com inauguração a 30 de Abril, às 19h, a exposição irá decorrer até 9 de Julho. As obras apresentadas debruçam-se essencialmente sobre narrativas pessoais, tomando como ponto de partida uma noção geral de família - aquela em que nascemos, aquela que fazemos para nós - e a história de família, para articular noções de eu no âmbito de contextos interpessoais e enquadramentos históricos e sociais mais amplos. Pesquisando genealogias, desvelando narrativas familiares que atravessam gerações, considerando a herança partilhada com familiares ou a experiência do comum com os nossos pares, as obras em exibição sublinham o papel central que as nossas relações têm para a nossa própria educação. Ao falar em parentesco e na ligação aos outros, as artistas participantes questionam os amplos processos de relato e interpretação dos acontecimentos e negoceiam o intervalo entre o universo do pessoal, do íntimo, da experiência subjetiva, e as narrativas coletivas ou aparentemente oficiais. Nas ciências sociais, a perceção de que as vidas dos indivíduos comuns têm um valor significativo no entendimento dos processos históricos de mudança e das sociedades contemporâneas adquiriu importância recentemente. Artistas e investigadores têm dado uma importância central às narrativas pessoais por estas permitirem olhar os acontecimentos sob uma nova luz, de formas frequentemente ignoradas pelos enquadramentos tradicionais da análise histórica. As obras nesta exposição são de natureza profundamente pessoal e sugerem uma história diferente, sussurrando verdades íntimas para lá de generalizações e declarações arrebatadoras. Sem remorsos e com uma honestidade constrangedora, as artistas em KIN fazem uso do eu como o seu principal objeto de estudo, olhando em profundidade para as suas histórias e convidando o espetador a refletir sobre a sua própria história.

Até ao dia 8 de abril, o Centro Cultural Português expõe 19 trabalhos recebidos para o I.º Concurso Nacional de Panos de Pente.







ARTISTA: DJ Marfox

Across Africa, the struggle between the forces of capitalism and communism sparked coups, revolutions and political divisions, resulting in a huge impact on Africa’s post-independence landscape. In 1960 Moscow rightly judged anti-colonial fervour to be a good fit with Marxism and Soviet embassies were set up in many African countries. But was there a Soviet strategy for taking over Africa? To what extent was the USSR aware of political structures in Africa and the needs of those countries which it supported? What were the impacts of the Cold War on African national identities?