Companhia de Dança Contemporânea de Angola, temporada 2011.

A Companhia de Dança Contemporânea de Angola estreia no dia 29 de Abril - Dia Mundial da Dança - a sua nova peça intitulada “O Homem que chorava sumo de tomates”, com coreografia de Ana Clara Guerra Marques. Os figurinos de Nuno Guimarães; os textos são de Miguel Hurst e do escritor e artista plástico Frederico Ningi que assina também os desenhos do fundo cenográfico. As fotografias são de Rui Tavares e a criação vídeo é da Geração 80.

Nesta nova criação, a CDC Angola opta pelo teatro-dança, voltando à crítica social para trabalhar sobre flagrantes e personagens do quotidiano angolano, onde o humor ocupa um lugar especial. “O Homem que chorava sumo de tomates” estará em cartaz no Nacional Cine-Teatro (Chá de Caxinde), em Luanda, nos seguintes dias e horário: Mês de Abril: dias 29 e 30 às 20.30H
Mês de Maio: dias 6, 7, 13, 14, 20 e 21 às 20.30H e dias 1, 8, 15 e 22 às 18.30H

http://www.cdcangola.com/

15.04.2011 | por franciscabagulho | Ana Clara Guerra Marques, angola, dança contemporanea

The Study of Angola:Towards a New Research Agenda (Call for papers)

This Conference will bring together social scientists and historians to discuss the study of modern and contemporary Angola. Organized in partnership with SOCIUS-ISEG, the Economics Faculty of the Technical University of Lisbon, the workshop will include academics from North America and Europe as well as Angola, and will revolve around three major goals:

- Assess the state-of-the-art of Angolan studies

- Delineate a future research agenda that results in both country-specific studies and the inclusion of Angola into cutting-edge comparative research

- Create a network of researchers that will deepen collaborative work

The Conference organizers would welcome papers on the following subject areas with a view to putting together between five and six panel discussions: petroleum and political economy; challenges of postwar reconstruction; the social and political legacies of the war; colonial legacies; and Angola’s international relations. Other themes will also be considered.

More infos here

10.04.2011 | por ritadamasio | angola, colonialismo, conferência, politica economica, reconstrução pós guerra

Pepetela lança livro - Recolha de crónicas do Jornal português Público

O escritor angolano Pepetela lançou em Luanda na passada quinta-feira (31), no espaço Verde Caxinde, um livro intitulado “Crónicas com fundo de guerra”.

As crónicas que compõem o livro foram publicadas no jornal português “Público”, de 1992 a 1995, e tinham o título genérico “Da terra dos mitos”.

05.04.2011 | por ritadamasio | angola, crónicas, literatura angolana, recolha

Exposition "Angola, figures de pouvoir"

Dapper
35 bis, rue Paul Valéry (musée) 50, av. Victor Hugo (admin.), 75116 Paris, France

Tous les jours, sauf le mardi, de 11 h à 19 h - Tél. : 01 45 00 91 75 - Tarif exposition : 6 € - Tarif réduit : 4 € (seniors, familles nombreuses, enseignants, demandeurs d’emploi) Gratuit : Les Amis du musée Dapper, les moins de 26 ans, les étudiants et le dernier mercredi du mois.

Cette manifestation exceptionnelle présente environ cent quarante oeuvres : masques de différentes factures, statuettes de chef à l’effigie du héros-chasseur Chibinda Ilunga, figures cultuelles et insignes de dignité, impressionnants objets magico-religieux et bas-reliefs polychromes.

L’espace consacré à l’art contemporain sera
investi par l’un des plus grands artistes angolais, António Ole.
Savoir plus sur le site Africultures
Commissaire :
Christiane Falgayrettes-Leveau

Conseiller scientifique :
Boris Wastiau

Avec le haut patronage de l’ambassadeur d’Angola en France, Miguel DA COSTA

Riche de la diversité de son peuplement, l’Angola a vu s’épanouir des aires culturelles au sein desquelles se sont développés des arts de cour prestigieux exaltant la puissance politique et spirituelle des chefs. De même, les cultes rendus aux ancêtres, héros, divinités et esprits, ainsi que les institutions initiatiques assurant la formation des individus ont donné naissance à des pratiques artistiques élaborées.

Masques, statuettes, emblèmes et bien d’autres types d’oeuvres des Chokwe, Kongo, Lwena, Lwimbi, Mwila, Ovimbundu, pour citer les peuples les plus connus, occupent une place centrale dans les arts d’Angola. Cette exposition offre un étonnant répertoire de formes où s’affirment des styles spécifiques et où se devinent des emprunts sinon des influences. Les masques sculptés ou réalisés dans des matières végétales de même que les figures cultuelles en bois, au-delà de leur appartenance et de leur rôle, suggèrent fréquemment des liens noués entre les peuples.Les représentations les plus prégnantes mêlent souvent et intimement plusieurs registres. Les données de l’histoire, du politique et du religieux investissent, de façon plus ou moins explicite, les modes de figuration ainsi que les systèmes symboliques. Les objets constituent donc les indices d’un univers où sont en jeu de multiples pouvoirs. Cette sélection révèle la volonté de présenter aussi largement que possible les productions de peuples ayant contribué à édifier un patrimoine artistique exceptionnel.

Exposition réalisée avec le soutien de la Fondation TOTAL

Pour la première fois en France, une exposition d’envergure est consacrée aux arts d’Angola

30.03.2011 | por ritadamasio | angola, arts, exposition, france

Representações Coloniais de Angola e dos Angolanos na literatura colonial portuguesa (1924-1939), LISBOA

O Centro de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através da sua linha de investigação Mundos Novos  e o Centro de Investigação em Ciência Política e Relações Internacionais da Universidade de Évora organiza a Conferência: Representações Coloniais de Angola e dos Angolanos na literatura colonial portuguesa (1924-1939), que decorrerá no dia 29 de Março de 2011, às 18h no Anfiteatro IV da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
Centro de História Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Cidade Universitária - Alameda da Universidade
site

25.03.2011 | por franciscabagulho | angola, literatura colonial

"Dundo, memória colonial", de Diana Andringa

Nasci em 1947 no Dundo, centro de uma das mais importantes companhias coloniais de Angola, a Diamang. Ali fui feliz. Ali aprendi o racismo e o colonialismo. Agora volto, porque o Dundo é a minha única pátria, a mais antiga das minhas memórias.

Ficha Técnica: “Dundo, Memória Colonial”

Realização: Diana Andringa

60’, LX Filmes, Portugal, 2009

exibição dia 30 de Março, 18h, no ISCTE

24.03.2011 | por martalanca | angola, Diana Andringa, Dundo

o pensólogo

08.03.2011 | por martalanca | angola, juventude, poesia

SAINDO DO ARMÁRIO - (MY BLUE PRINT) by Nástio Mosquito

New CD & DVD, and digital album by Nástio Mosquito

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“Finalmente alguns dos melhores temas dos últimos 10 anos na música de Nástio Mosquito em cd & dvd.” 

“Finally some of the best songs of the past 10 years of Nástio Mosquito in music on a cd & dvd.”

Produced by Dzzzz Artwork. Art direction by Vic Pereiró

Now available on: iTunes, Napster, Myspace, Amazon, etc

http://nastiomosquito.com/

 

14.02.2011 | por franciscabagulho | angola, música, Nástio Mosquito

Lançamento do livro Vozes de Cabo Verde e de Angola - quatro percursos literários (11 Fevreiro, 18h na Faculdade de Letras de Lisboa)

As autoras são investigadoras do CLEPUL, Área 2 - Literaturas Africanas.
O encontro será dia 11 de Fevereiro, às 18H na Biblioteca da FLUL.

A apresentação ficará a cargo do Prof. Alberto Carvalho.

04.02.2011 | por ritadamasio | angola, cabo verde, literatura, Prof. Alberto carvalho

Palestra "Angola: as mulheres na luta armada"

Próxima 5f, dia 9 de Dezembro, às 18h.

Margariga Paredes, escritora e antropóloga, fará uma palestra no Centro de Estudos Afro-Orientais de Salvador da Bahia (Brasil)

CEAO - Largo 02 de Julho - Centro - Salvador da Bahia

03.12.2010 | por martamestre | angola

Os dias da Independência – Angola 1975

Fotografias de Joaquim Lobo
EXPOSIÇÃO 12 de Novembro 2010 a 15 de Janeiro 2011 no Arquivo Municpal de Fotografia, Rua da PAlma

As imagens expostas, tiradas aquando da independência de Angola, autoproclamada em Luanda, por Agostinho Neto, à meia-noite de 10 para 11 de Novembro de 1975, dão a conhecer este país na fase tumultuosa que precedeu a “dipanda”, nome local para os festejos da independência.
Joaquim Lobo observou e deu testemunho do que viu, ao longo de dois meses de intensa actividade foto jornalística. O trabalho
que então realizou, em condições extremamente difíceis é considerado um dos pontos altos da sua carreira como fotojornalista.
Documentou pela imagem, de forma expressiva, os dramáticos acontecimentos que marcaram o nascimento da nação angolana e deram início à guerra civil entre os três movimentos signatários dos Acordos de Alvor (Acácio Barradas, texto sobre o fotógrafo).
A exposição assinala a independência de Angola a 11 de Novembro de 1975 e é uma oportunidade para homenagear a grande comunidade angolana que vive em Portugal.

25.11.2010 | por martalanca | angola, independência

Angola nos Trilhos da Independência

Angola segue, independente, a caminho dos 40 anos e esse facto torna urgente a necessidade de preservar os testemunhos dos que contribuíram para que aqui chegássemos.

Na luta pela independência participaram indivíduos, que nos podem ainda narrar as suas experiências vividas. Testemunhos que é preciso recolherregistar e preservar.

A tarefa é urgente e a colaboração de todos é necessária. Só assim poderemos assegurar que através do trabalho de estudiosos e investigadores, as gerações mais novas e vindouras venham a enriquecer o seu conhecimento sobre a nossa História.

Com o objectivo de contribuir com a sua parte nesta tarefa de todos, a Associação Tchiweka de Documentação (ATD) decidiu, para além das suas actividades correntes, levar a cabo o Projecto “Angola nos Trilhos da Independência” que tem por objectivo proceder à recolha de testemunhos orais de nacionais ou estrangeiros, directa ou indirectamente envolvidos na luta anticolonial.

Angola nos Trilhos da Independência”, pretende contribuir para uma pesquisa abrangente, que permita o registo de testemunhos no mosaico do movimento nacionalista.

Este Projecto tem uma duração de 5 anos. Em 2015, com base no material recolhido e com execução Geração-80, a ATD pretende promover um documentário sobre o trabalho realizado.

veja o trailler 

22.11.2010 | por martalanca | angola, Angola nos Trilhos da Independência, documentário, independência

IHOSVANNY 25 Set. na INFLUX CONTEMPORARY ART

IHOSVANNY 

noise | ruído

25 Setembro > 13 Novembro 2010 

Qua > Sáb  |  14 h > 19 h

‘NOISE | RUÍDO’ gira à volta da noção de ruído. O ruído de fundo de uma cidade em convulsão (Luanda? Lisboa?), o barulho das ruas, da construção massiva e do tráfego, mas também o ruído visual e, acima de tudo, o ruído na comunicação.  

Os especialistas classificam o ruído na comunicação em quatro tipos: físico, psicológico, fisiológico e semântico. O ruído físico é exterior ao emissor e ao receptor e engloba todos os sons que tornam difícil ouvir o que é dito. O ruído psicológico é definido como uma interferência mental - se o receptor está “ausente”, o ruído na sua mente impede a comunicação.  O ruído fisiológico implica uma patologia que, causando dor ou desconforto, interfere com a comunicação. Por fim, o ruído semântico ocorre quando não há partilha do significado numa comunicação - quando é utilizada terminologia técnica inacessível a um receptor leigo, por exemplo. 

Nesta exposição, Ihosvanny explora estes conceitos e a relação, por vezes menos óbvia, entre ruído e silêncio, com recurso a diferentes linguagens e media - pintura, fotografia e vídeo – além de uma instalação site-specific de grande escala concebida especificamente para a exposição. 

 

INFLUX CONTEMPORARY ART 

Rua Fernando Vaz, 20 B  1750-108 Lisboa 

+ 351 91 850 1234 

info@influxcontemporary.com 

www.influxcontemporary.com 

02.09.2010 | por franciscabagulho | angola, arte contemporânea, Ihosvanny, influx

Candidaturas comunicações Seminário CE.DO: A Biofísica do Deserto do Namibe: paleontologia, arqueologia e história da região.

Encontra-se aberto até 15 de Agosto o período de candidaturas à apresentação de comunicações e participação no Seminário do CE.DO sob o tema A Biofísica do Deserto do Namibe: paleontologia, arqueologia e história da região.

Este seminário terá lugar em Njambasana, município do Tombwa, no Namibe (Angola) entre os dias 14 e 17 de Novembro de 2010, nas instalações do CE.DO.

Os interessados deverão enviar um resumo da comunicação que pretendem apresentar (até 1.000 caracteres) juntamente com a indicação da filiação institucional para: ce.deserto@gmail.com até ao dia 15 de Agosto. A confirmação da aceitação será enviada até ao final de Agosto, data a partir da qual poderão ser feitas as inscrições no seminário. O programa final do seminário será apresentado em Setembro. As comunicações, bem como outros materiais de interesse para o seminário, serão divulgados e disponibilizados através do site do CE.DO.

 

23.07.2010 | por franciscabagulho | angola, arqueologia, Deserto do Namibe, história, paleontologia

From the Border of the City to the Shore of the Island: The Angolan Artist António Ole

Angola, a blank spot on the map of the international art world due to its long-lasting civil war, has carved out an outstanding position for itself as a metropolis of the future; it is sometimes referred to as the Dubai of Africa. The reflection of memory and violence in Angolan history is one of the main topics in António Ole’s artwork. The artist was born into a mixed Angolan and Portuguese family in 1951. His first exhibitions in Luanda took place at the end of the 1960s, before independence. After finishing his film studies in Los Angeles in the early 1980s, Ole returned to Angola, and today he is one of the country’s most important artists. Even though he has exhibited in important venues like the biennales of Venice, São Paulo, and Havana, one of his main concerns is the establishment of better connections within the African continent. Thus he aims to work and exhibit more within African networks and has recently changed the focus of his artistic projects to new and intriguing topics. This article offers an overview of his artistic life and most important exhibitions and an analysis of his major artworks.

keep reading Nadine Siegert’s article here

30.06.2010 | por martalanca | angola, António Ole

julgamento de defensores de direitos humanos em Cabinda

No dia 23 de Junho às 10h, em Cabinda, terá lugar o julgamento de Raúl Tati, Francisco Luemba e Belchior Lanso Tati, detidos desde Janeiro.

Os três defensores de direitos humanos, presos depois do atentado contra o autocarro que transportava a equipa de futebol do Togo que vinha para participar no CAN 2010, são acusados, pela Procuradoria Geral da República da província de Cabinda, de terem cometido “em autoria material um crime de outros actos contra a Segurança Interior do Estado, p. p. no art.º 26.º da lei n.º 7/78 de 26 de Maio.

A 10 de Junho, o Estado angolano aceitou, em Genebra, em sessão do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, a maioria das recomendações que lhe foram apresentadas no âmbito do mecanismo de Revisão Periódica Universal (RPU), onde realçamos a 104: Manter um diálogo aberto com os defensores dos direitos humanos, em particular em Cabinda, onde, na sequência do recente e deplorável ataque contra a equipa de futebol togolesa, os defensores dos direitos humanos parece terem sido detidos sem evidência de sua cumplicidade.

Na base desta recomendação, aceite por Angola, todos os esforços devem ser desenvolvidos de forma a garantir justiça e imparcialidade em relação aos processos que mantém detidos os defensores de direitos humanos em Cabinda.

Prestamos solidariedade para com todos os defensores de direitos humanos que, em Angola, continuam a enfrentar as maiores dificuldades para desenvolver as suas acções em prol do respeito pela dignidade humana e apela à comunidade internacional para que acompanhe de forma directa o referido julgamento.

Aproveitamos para lembrar a memória de FLORIBERT CHEBEYA BAHZIRE, eminente defensor de direitos humanos da RDC, assassinado em 2 de Junho de 2010.

 

LOBITO, José António Martins Patrocínio, pela Omunga

22.06.2010 | por martalanca | angola, direitos humanos

“quantas madrugadas tem a noite” de Ondjaki


em breve numa livraria perto de si

ver aqui

18.06.2010 | por martalanca | angola, literatura, ondjaki

Sebastião Vemba ganha prémio CNN em língua portuguesa

O jornalismo angolano conquistou este fim de semana pela segunda vez consecutiva o prémio Jornalista Africano CNN MultiChoice de língua portuguesa com a atribuição do galardão a Sebastião Vemba com um trabalho sobre deslocados.
No conjunto de reportagens “Adeus Ilha”, que Sebastião Vemba escreveu para o Novo Jornal e que lhe permitiu ganhar o prémio da CNN para a categoria de língua portuguesa, conta-se a odisseia de milhares de pessoas que foram obrigadas a deixar a Ilha de Luanda para a área do Zango, na periferia de Luanda.
O prémio, entregue em Kampala, Uganda, na sua 15.ª edição, coloca Angola a ganhar este galardão pela segunda vez consecutiva, depois de em 2009 Ernesto Bartolomeu, da Televisão Pública de Angola, o ter também recebido com um reportagem sobre a batalha do Cuito Cuanavale.
Sebastião Vemba tem 25 anos, é jornalista há quatro, e integra hoje os quadros do “Economia&Mercado”, embora se mantenha como colaborador do jornal onde publicou as reportagens vencedoras.
Após a atribuição deste prémio, a ministra da Comunicação Social, Carolina Cerqueira, felicitou o premiado e disse ser este um incentivo para os jornalistas angolanos participarem nas próximas edições, dignificando o jornalismo nacional.
Sobre Vemba, António Freitas, chefe de redação do Novo Jornal, realçou a “sensibilidade” que o jornalista tem para a reportagem, a sua “capacidade de observação” e como, na construção da narrativa, “transporta com facilidade o leitor para a ação”.
“É um jovem com imenso potencial (tem 25 anos e quatro de profissão), muito empenhado , com uma imensa vontade de aprender e com muito para dar. Vai, na certa, dar que falar no jornalismo angolano”, disse António Freitas.
Também a secretária geral do Sindicato de Jornalistas Angolanos, Luísa Rogério, considerou este prémio como “uma vitória do jornalismo angolano”, que vem “atestar a melhoria do jornalista que se faz no país”.
“O trabalho que conquistou o prémio tem ainda como sublinhado o facto de ser uma chamada de atenção para os problemas sociais do país”, disse. LUSA

… e eu acrescento: esta reportagem, o Vemba fê-la doente. Ter subido ao camião onde as pessoas estavam a ser carregadas como animais para o Zango foi de se aplaudir. Faro jornalístico a toda a prova. O resultado final foi uma supresa grande e representou, sem dúvida, um salto de gigante na forma e conteúdo dos seus textos. Parabéns meu puto! Que orgulho!
tirado de Mukuarimi

12.06.2010 | por martalanca | angola, jornalismo

Alambamento, de Mário Bastos

A curta intitulada “Alambamento”, do jovem realizador angolano Mário Bastos, já está pronto. O dia de entrega do Alambamento por Matias ao pai da sua namorada é interrompido por um acidente, na complicada Ilha de Luanda que vai por à prova até aonde Matias está disposto a ir pelo seu amor.

“Esta Curta-Metragem relata a história de um homem que tem o “simples” sonho de ficar com a pessoa que ama na complicada e mundana cidade de Luanda. E neste burgo aonde na mesma esquina se cruzam o caos e a paz, o singelo e o feio, a corrupção e a hombridade, que Matias vai ter que, com unhas e dentes, lutar por aquilo que quer.”
“O mundo precisa de ouvir, ler ver e sentir mais histórias Africanas com novos formatos, sem terem necessariamente, as já estigmatizadas, cenas de miséria e guerras como pano de fundo (…)”
Mário Bastos

Visite ALAMBAMENTO TV, para ver  entrevistas, Making Of e muito mais.
 

12.06.2010 | por martalanca | alambamento, angola, Mário Bastos

In Angola, censorship shrouds journalist's killing

On January 8, while Angola was hosting the African Cup of Nations, the country made worldwide headlines after a deadly attack on the Togolese national soccer team, which left a coach and a journalist dead. With international attention turning to the story, a shroud of state censorship and self-censorship by the Angolan media obscured the factual circumstances of the attack and its aftermath.

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By Rafael Marques de Morais

03.06.2010 | por martalanca | angola, censura