Yto Barrada the "Artist of the Year"

Deutsche Bank presents the “Artist of the Year” 2011: Yto Barrada: Riffs

Riffs is the first large-scale exhibition in Germany of the work of Yto Barrada, whose photographs, films, publications, installations and sculptures engage with the peculiar situation of her hometown of Tangier, Morocco. With Yto Barrada, Deutsche Bank has elected a woman as “Artist of the Year” 2011 whose work has been closely involved with the political and social realities in North Africa for over a decade.

Yto Barrada, Briques (Bricks) 2003/2011. courtesy Yto Barrada & Galerie Sfeir-Semler Hamburg/BeirutYto Barrada, Briques (Bricks) 2003/2011. courtesy Yto Barrada & Galerie Sfeir-Semler Hamburg/Beirut
In her first series A Life Full of Holes: The Strait Project, ten years ago, Barrada evokes a Tangier where postcolonial history has materialized one of its dead-ends. Her recent project Iris Tingitanaextends this inquiry to the fast-growing outer edges of the city, where the monocultural vision of planners and developers threaten to homogenize landscape and human lives.
The show, featuring selected works from these past series as well as new photos and films is conceived as a construction in 3-dimensional space and a deliberate juxtaposition of works. It plays on the varying distances between Barrada’s lens as a photographer and her subjects, and displays the full range media in which she works. The show’s title is inspired by music, where “Riff” stands for a rhythmic figure, a musical phrase that some players add to a written score. Riff relates also to the rugged Rif mountains of Morocco, home to insurgencies and a splinter Republic, and to the art deco Rif Cinema, which houses the Tangier Cinémathèque.
The three films, Beau Geste, Playground and Hand-Me- Downs, are also “riffing”—rearticulating spaces, sounds, and meanings. One of the recurring figures of the show is that of the tree—physical trees and family trees. Trees serve as metaphors of resistance and strength, of developing levels of vision, of generational transmission, of changing times, of shelter, regeneration and nutrition, but also of decor and tourism. Memory and obliviousness, history and unreliable narratives, as the details and fragmentation of every day life, are strongly involved in this show, and these themes are refracted between the pieces. The visitor, also, changes perspectives and levels—by mounting a mezzanine; moving from intimate projection spaces to a balcony that overlooks large walls of photos; sitting down in a screening room to watch the cinema program, presented by the Cinémathèque.
Yto Barrada grew up between Tangier and Paris, where she studied history and political science at the Sorbonne, and subsequently attended the International Center of Photography in New York. Her practice, combining the strategies of documentary with a more meditative approach to images, drove her to return home after sixteen years abroad. Now based in Tangier, she continues to engage the complex realities around her, avoiding the rigidity of any ideological discourse, and without recourse to the spectacular or melodramatic. Another of Barrada’s responses to the dynamics of the region was to co-found the Cinémathèque de Tanger, North Africa’s first cinema cultural center, which she now directs. The Cinémathèque’s film programs, workshops, archive, and traveling presentations are another investment in the unique status of images and representations in the contemporary Arab world and beyond.
Marie Muracciole

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15.04.2011 | por franciscabagulho | contemporary art, Morocco, Yto Barrada

Top Kilimanjaro 16-04-2011

1-   Puto Português – Monami

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mantem-se

2-   Neuza - Volta pa mi mantem-se

3-   Haylton Dias- Dotorê sobe 2

4-   Professor – Jezebel mantem-se

5-   Paulo Flores- A carta cai 2

6-   Mark G. & William – Ka ta podé mantem-se

7-   Yola Semedo & Paulo Flores – Mar azul sobe 1

8-   Walter & Nicol Ananaz – Mboia cai 1

9-   Gisela Silva – Vou xinguilar mantem-se

10- Dj Jeff & Sillivy – Txi Txi Tximba mantem-se

by dj Carlos Pedro

15.04.2011 | por franciscabagulho | música de dança

FESTIN – A FESTA DO CINEMA LUSÓFONO 2011

De 26 de Abril a 1 de Maio, o Cinema São Jorge, em Lisboa, veste-se com todas as cores da Lusofonia na 2.ª edição do FESTin, iniciativa organizada pela Padrão Actual, em co-produção com a Fundação Luso-brasileira e o Cinema São Jorge.

 Com entrada gratuita em todas as iniciativas, o programa do FESTin integra 78 produções dos oito países que compõem a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, homenageando nesta edição o país anfitrião, Portugal.

Nas duas secções de competição destaca-se a apresentação de vários filmes que têm a sua ante-estreia no nosso país, como Lixo Extraordinário (Brasil, 2010), de Lucy Walter, nomeado na categoria de melhor documentário nos Óscares 2011. Entre as 13 longas -metragens e 42 curtas-metragens em concurso encontram-se ainda títulos que dificilmente virão a ser incluídos nos circuitos comerciais, sendo por esse motivo uma oportunidade única de conhecer o trabalho que tem vindo a ser desenvolvido na área da criação cinematográfica nos países de língua portuguesa.

Procurando fomentar a reflexão sobre o contributo do cinema para o reforço dos laços que unem os oito países, o FESTin propõe também a realização das mesas-redondas “O cinema e as identidades lusófonas”, para a qual estão já confirmadas as participações do escritor angolano José Eduardo Agualusa e do sub-director da Cinemateca de Lisboa José Manuel Costa, a investigadora de cinema Maria do Carmo Piçarra, António Rodrigues,programador da Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, o actor Miguel Sermão, o produtor de cinema Luis Correia; e “ainda a mesa com o temaEscrito e filmado: a literatura lusófona vai ao cinema”, que contará com a presença dos escritores brasileiros Amílcar Bettega e Brisa Paim, do investigador João Ribeirete, do realizador José Farinha e do escritor guineense Tony Tcheka.

No âmbito da homenagem a Portugal, a mostra “Olhares sobre Portugal” inclui a exibição de oito filmes que retratam diversos aspectos da história e cultura portuguesas, sendo ainda de realçar uma retrospectiva de obras de João Botelho, selecionadas pelo próprio realizador.

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15.04.2011 | por martalanca | cinema, festival

African Architecture as Muse - Call for Papers

As often as scholars and critics posit architecture as a tabula rasa—a canvas upon which one projects the personal, the psychological and the political—relatively few have seriously considered the many ways that African architecture and its representation function in such frameworks. Yet from travel guides to postage stamps, from World’s Fairs to films, from government buildings to contemporary art installations and more, Africans and non-Africans alike have called upon African architecture and its representation to address a myriad of concerns. Some 19th-century travelers viewed African structures as a barometer that measured how high a people had climbed on the great ladder of civilization. In his 1928 book, simply titled “Art,” Amédée Ozenfant invoked African architecture to address the development of the built environment in the West. In 1965, Eduard Sekler understood the Mousgoum dome as articulating a nearly perfect tectonic statement. In 1985, Cameroonian scholars insisted that the deployment of indigenous domestic forms was key to forging a national architecture, one that could compete with the best of the West.
This panel seeks papers that examine how African architecture and its representation have been utilized —at home and/or away—as a muse, as something that opens onto issues other than the thing itself. Topics might include, but are not limited to, the relationship of the African built environment to the articulation of “diaspora,” the role of African architecture in the construction of heritage and tourism, the place of African buildings in the world of travelogues, or the use of African forms to proclaim national and nationalist identities on the continent.
Session chair: Steven Nelson, Associate Professor of African and African American Art History, Department of Art History, UCLA; 310-825-2322; nelsons@humnet.ucla.edu.
All abstracts must be submitted online by June 1, 2011.  More
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15.04.2011 | por franciscabagulho | African Architecture

5° CINEPORT - Festival de Cinema de Países de Língua Portuguesa

Será realizado na cidade de João Pessoa, Paraíba, Brasil, de 26/08/2011 a 04/09/2011.O Festival é uma realização da Fundação Cultural Ormeo Junqueira Botelho e tem como objetivos:

- integrar o mercado cinematográfico dos países de língua portuguesa e promover os filmes realizados em português e dialetos falados nas nações africanas que formam a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa-CPLP, bem como reunir personalidades ligadas ao audiovisual desses países, estimulando o intercâmbio cultural, promovendo encontros, seminários, painéis, debates, conferências, mostras, lançamentos de publicações, DVDs, filmes e vídeos.

+ info

15.04.2011 | por martalanca | Brasil, cinema, festival, João Pessoa

2011 Festival Internacional de Cinema de Cabo Verde

A V!VA Imagens apresenta a 2ª Edição do Festival Internacional de Cinema de Cabo Verde que terá lugar na Ilha do Sal no período de 13 a 16 de Outubro. Estão já abertas inscrições grátis, devendo os filmes ser apresentados pelo correio mediante o preenchimento do formulário online. O data limite para as inscrições é segunda-feira, 15 de Agosto.

Para 2011, a CVIFF anuncia a Estréia Mundial e em Cabo Verde, do filme “Atlantic Portals”, da autoria da cineasta Caboverdiana-Americana Claire Andrade-Watkins, o segundo da trilogia de documentários sobre a comunidade cabo-verdiana e a sua fama universal como povo emigrante e guiado pela esperança. Actualmente em pós-produção, “Atlantic Portals” é a continuação ansiosamente esperada do documentário “Some Kind of Funny Porto Rican?”, uma história caboverdiano-americana sobre gerações de imigrantes das Ilhas de Cabo Verde na localidade de Fox Point, Rhode Island, EUA. Dê o seu contributo para a Estréia Mundial e em Cabo Verde do filme “Atlantic Portals” com uma simples visita à página a seguir indicada. Pressione a palavra “like” no canto superior esquerdo. Serão bem-vindas quaisquer doações

O programa para o Festival de 2011 visa congregar a Arte, o Cinema e a Indústria Cinematográfica e promete criatividade e entretenimento através da exibição dos filmes inscritos, de filmes especiais, workshops subordinados à arte do cinema, actividades culturais, comédia, teatro improvisado e outras iniciativas mais. A entrada é gratuita para todas as exibições de filmes,workshops e actividades culturais.

+ info

15.04.2011 | por martalanca | cabo verde, cinema, festival

Companhia de Dança Contemporânea de Angola, temporada 2011.

A Companhia de Dança Contemporânea de Angola estreia no dia 29 de Abril - Dia Mundial da Dança - a sua nova peça intitulada “O Homem que chorava sumo de tomates”, com coreografia de Ana Clara Guerra Marques. Os figurinos de Nuno Guimarães; os textos são de Miguel Hurst e do escritor e artista plástico Frederico Ningi que assina também os desenhos do fundo cenográfico. As fotografias são de Rui Tavares e a criação vídeo é da Geração 80.

Nesta nova criação, a CDC Angola opta pelo teatro-dança, voltando à crítica social para trabalhar sobre flagrantes e personagens do quotidiano angolano, onde o humor ocupa um lugar especial. “O Homem que chorava sumo de tomates” estará em cartaz no Nacional Cine-Teatro (Chá de Caxinde), em Luanda, nos seguintes dias e horário: Mês de Abril: dias 29 e 30 às 20.30H
Mês de Maio: dias 6, 7, 13, 14, 20 e 21 às 20.30H e dias 1, 8, 15 e 22 às 18.30H

http://www.cdcangola.com/

15.04.2011 | por franciscabagulho | Ana Clara Guerra Marques, angola, dança contemporanea

A CAVAQUEIRA DO POSTE - teatro em Maputo

Sexta 15 & Sexta 22 Abril | 19h00 |100 Mt | <27anos 50 Mt | Gratuito membro CCF


A CAVAQUEIRA DO POSTE | Eliot Alex

O maior efeito da crise mundial está nos mendigos. Esta crise poderia ser vista como oportunidade, mas, aí está a questão : conseguimos ver ? Parece que somos todos cegos, mudos e surdos. Cegos - porque não queremos ver. Mudos - porque não podemos falar. Surdos - ainda que haja alguém que grite, não se ouve. Na verdade, a cavaqueira de Tendeu e Calvino mostra que somos demasiado cegos para ver os factos, sem braços para fazer algo e, pior ainda : com poucos miolos para endireitar o desfasamento entre os pobres (ociosos) e os ricos (gulosos).

Texto : Sérgio Mabombo | Direcção : Elliot Alex | Actores : Sérgio Mabombo e Diaz Santana

14.04.2011 | por martalanca | teatro moçambicano

Mineiro ganha bolsa para escrever romance em Portugal

O escritor mineiro Leandro Muller acha divertido quando lê na imprensa que é carioca. «Tudo bem, afinal, os mineiros acham que Juiz de Fora faz parte da zona do Grande Rio», brinca. Conterrâneo do grande escritor Rubem Fonseca, Leandro cresceu em Volta Redonda, interior do estado do Rio, morou no Porto, Barcelona e Roma. Hoje, vive na capital fluminense, mas já está arrumando as malas para voltar a Portugal. Ele acaba de ganhar uma bolsa do programa Criar lusofonia, do Centro Nacional de Cultura de Portugal, e vai ficar 4 meses no país para escrever um romance.

Mas qual a importância de saber de onde ele, eu ou você somos? Para o escritor, cada vez faz menos sentido determinar um espaço geográfico específico a nossa existência. «Hoje em dia somos de toda parte. Alguns chamam de globalização, mas eu prefiro chamar de desterritorialização. É sobre isso que vou escrever, por meio da narrativa de dois imigrantes brasileiros, com elementos de fundo de um movimento real - conhecido como “Mães de Bragança” – liderado por mulheres portuguesas que protestavam contra prostitutas brasileiras naquela cidade do nordeste de Portugal, em 2003.

O livro ainda não tem título nem previsão de lançamento, mas deve estar no mercado em 2012. Além de Leandro, foram selecionados pelo programa o português Paulo Ramalho, com o projeto O outro lado da ilha, que será desenvolvido em São Tomé e Príncipe, na África, e o luso-brasileiro Thiago Camelo, com um romance sobre a cidade, que também será escrito em Portugal.

Desde 1995, Criar lusofonia já contemplou escritores como os angolanos José Eduardo Agualusa e Ondjaki, o cabo-verdiano Germano Almeida e os portugueses Possidónio Cachapa e Pedro Rosa Mendes, entre outros. O objetivo é criar oportunidade de contato aprofundado entre criadores no espaço lusófono.

revista PESSOA

14.04.2011 | por martalanca | Leandro Muller, literatura

"Hay muchos Angolas en Bolívia ou a herança bantu na América do sul”

União dos Escritores Angolanos

Luanda, Quarta-feira, 20 de Abril, a partir das 18h

Territórios quase paralelos a América do sul, a Colónia de Angola, o Reino do Kongo e as outras entidades históricas adjacentes forneceram centenas de milhares de escravos para esta região do Novo Mundo.

Desembarcados nas costas do Brasil, meridional, ou no estuário de la Rio de la Plata, estes cativos serão instalados nas antigas colónias espanholas que são, hoje, Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai e Venezuela.

Os “angola-congolenos” deixarão, aí, definitivamente, várias estacas da sua evolução histórica, das suas expressões linguísticas, antropológicas e artísticas.

Assim, legarão, neste espaço ameríndio – hispânico, entre outros factos civilizacionais, como terceira raiz, a particularização, de cunho bantu, do castelhano falado e escrito na região, os seus dinâmicos ritmos musicais e lascivas marcas coreográficas na milonga e no tango, iniciais, na marinera e zamacueca.

Los negros que vienen de Angola” provocarão, igualmente, numa irreversível inculturação animista, a singularização do cristianismo ai praticado.

 

Por   Simão SOUINDOULA

Membro do Comité Cientifico Internacional do Projecto da UNESCO “A Rota do Escrav

 

Proceder-se-a, ao mesmo tempo, com a colaboração de Jesus Alberto Garcia, Chefe da Missão Diplomática da Republica Bolivariana de Venezuela em Angola, à apresentação da obra “CONOCIMIENTO DESDE ADENTRO. LOS AFROSUDAMERICANOS HABLAN DE SUS PUEBLOS Y SUS HISTORIAS”

livro que acaba de ser publicado em La Paz, e que o diplomata de Caracas e um dos co-autores.

14.04.2011 | por martalanca | Bolívia