Contemporary African Art and the Museum

*Nka Roundtable III: “Contemporary African Art and the Museum*
Over the next several weeks curators and directors of major museums in the United States, Germany, Japan, South Africa and the UK will engage in spirited but substantial discussion on the relationship between contemporary African art and the museum. I expect excursions into the history of this relationship, its crucial moments, state of affairs, and challenges that remain. In the process, we shall debate issues of presenting this material in art and ethnology museums; the politics of acquisitions and display; museums and scholarship; and the place of contemporary African art—relative to the “traditional” and western contemporary. I suspect that there will be surprising turns in the course of our discussion, but I am certain that the deliberations of this diverse, unprecedented and distinguished panel of curators will surely be of immense value to students and scholars working or interested in this exciting, dynamic field. 
Convener: *Chika Okeke-Agulu* (Princeton University)
Participants: *Marla Berns* (Director, Fowler Museum of Cultural History, University of California, Los Angeles), *Christa Clarke* (Senior Curator, Newark Museum, Newark, NJ), *Laurie Ann Farrell* (Director of Exhibitions, Savannah College of Art & Design Gallery, Savannah, GA), *Khwezi Gule* (Chief Curator, Hector Pieterson Memorial, Johannesburg), *Kinsey Katchka* (independent scholar/curator), *Yukiya Kawaguchi* (Associate Professor, National Museum of Ethnology, Osaka), *Clive Kellner* (Curator-at-Large, The Gordon Schachat Collection, Johannesburg), *Karen Milbourne* (Curator, Smithsonian National Museum for African Art, Washington DC), *Raison Naidoo* (Director Arts Collections, Iziko: South African National Gallery, Cape Town), *Enid Schildkrout* (Chief Curator/Director of Exhibitions, Museum for African Art, New York) *Chris Spring* (Curator, British Museum, London), *Ulf Vierke* (Director, Iwalewa-Haus, University of Bayreuth, Bayreuth), *Okwui Enwezor*, *Salah M. Hassan*.
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14.04.2011 | por franciscabagulho | arte contemporânea africana

Conhecimentos Endógenos e a Construção do Futuro em África, PORTO

Conferência Internacional “Conhecimentos Endógenos e a Construção do Futuro em África” realiza-se nos próximos dias 15 e 16 de Abril, na Fundação EngºAntónio de Almeida, no Porto. É entrada livre, aberta a todos os que se interessem pelo tema. Será possível assistir à conferência inaugural, do Prof. Paulin J. Hountondji (filósofo do Benin), em streaming, no site da TVU, no dia 15, às 10.45.

ler mais no BUALA

+ infos e programa

 

14.04.2011 | por franciscabagulho | Estudos Africanos, Paulin J. Hountondji

Seun Kuti and Egypt 80 From Africa With Fury : Rise

saiu em Paris a 4 de Abril o novo Cd do SEUN ANIKULAPO KUTI (filho do Fela Kuti) & The Egypt 80.O álbum chama-se “From Africa with Fury: RISE”.

“L’une des meilleures formations de scène du moment, l’une des plus puissantes et des plus barrées”, commente à propos de Seun Kuti et son groupe, Brian Eno, coproducteur de cet album. C’est le deuxième, pour le fils cadet de Fela, musicien d’envergure du continent noir, mort en 1997. Un disque puissant. Le passage de la scène au studio d’enregistrement ne gomme rien de l’énergie bouillonnante du garçon et de ses musiciens, qui sont, à quelques changements près, ceux de la dernière formation de son père, Egypt 80. Portée par des cuivres et des rythmes avançant en rangs serrés, la voix guerrière de Seun Kuti tire sur tout ce qui était déjà la cible de son père. Les dirigeants politiques et les multinationales en prennent pour leur grade. Le jeune chanteur et musicien (saxophone), né au Nigeria, en 1983, a le verbe vif et amène dans sa musique un irrésistible effet de transe.

Le Monde

Youngest son of Afrobeat firebrand Fela, Seun Kuti has succeeded where most celebrity offspring fail, succesfully updating his father’s musical legacy. It helps he inherited a brilliant band, Egypt 80, but Seun has added his own generational voice. On his second album, Afrobeat’s loping rhythms are tautened for the digital age, while staccato guitars and intricate horns are laced with electronica (courtesy Brian Eno among others). Seun is a gruffer, less persuasive singer than Fela, but his songs sting just as strongly. Decrying Nigeria’s plight, he sings of “Monsanto and Halliburton [which] use their food to make my people hungry”. Protest music for modern times.

Guardian

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13.04.2011 | por martalanca | afrobeat, Nigeria, Seun Kuti

No Performance's Land: Artes performativas em destaque no ISCTE-IUL

Entre 15 e 17 de Abril decorre no auditório B103 do ISCTE-IUL e nas instalações da Culturgest o ‘No Performance’s Land’, um ciclo de conferências e performance’s que irá reunir alguns dos nomes mais importantes das artes performativas internacionais. Entre os artistas convidados, que irão participar nas conferências, destacamos: Diana Taylor, Massimo Canevacci, André Lepecki e Victoria P. Royo.

O evento é organizado pelo Centro em Rede de Investigação em Antropologia (CRIA) com sede no ISCTE-IUL.  Comissão científica e curadoria de Paulo Raposo, Teresa Fradique, John Dawsey e Vânia Cardoso. 

Mais informações:

Site oficial    Programa: aqui 

“Explorando limites e fronteiras para uma ontologia da performance e para uma conceptualização do seu campo disciplinar nas artes e nas ciências sociais, pretendemos interrogar o lugar da performance na contemporaneidade. Terra de ninguém? Conceito que foge a uma focagem definitiva, difusamente interterritorial e transdisciplinar, a performance parece consubstanciar-se hoje como um objecto reflexivo controverso, perenemente polémico, e como um prolixo gerador de metáforas para a experiência humana. Tantas vezes, simultaneamente, intraduzível e intercomutável entre campos disciplinares, a performance incorpora e naturaliza uma relação epidérmica com a chamada falência das grandes narrativas contemporâneas. Nas artes – teatrais, plásticas e visuais –, depois de todo um século de confrontos e contra-discursos, a performance, reemerge no século XXI como um poderoso vocabulário e dispositivo rizomático de fusão, hibridismo, virtualidade, mediação e reflexividade da vida humana, sobretudo pelo potencial cibernético e digital das experiências mais recentes. Nas ciências sociais – em especial, mas não apenas –, passou por ser inicialmente um “conhecimento subjugado”,
para usar a metáfora epistemológica de Foucault, tornado corpo activo de significados, fora dos livros, iludindo ou sucumbindo às estratégias de inscrição que o tentaram tornar legível/inteligível e, portanto, um saber cientifico legítimo. Porém, emerge no presente como um conhecimento plasmado na materialidade contemporânea, um blurred genre deslizante, líquido, global, que atravessa fronteiras e reforça linguagens transversalmente em diversos domínios. Nesta conferência procura-se resgatar os performance studies do exílio conceptual procurado (ou forçado) nas últimas décadas pelos seus diversos especialistas. Tenta-se avaliar os sentidos de tal (auto)deportação, mas também explicitar o retorno triunfal do que hoje se define por movimento re-performativo. Pretende-se explorar, por fim, a miseen scene contemporânea que define e constrói as fronteiras entre arte e ciência, na qual a performance parece justamente consolidar-se como uma terra de ninguém em permanente redefinição.”

12.04.2011 | por martalanca | performance

«Caravana», de Rui Manuel Amaral publicado em Árabe

O livro «Caravana», de Rui Manuel Amaral, publicado pela Angelus Novus, em 2008, acaba de conhecer a sua primeira versão em língua árabe.
A tradução é de Saïd Benabdelouahed, professor de Língua e Literatura Hispânicas na Faculdade de Letras da Universidade Hassan II Ain Chok (Casablanca), e tradutor de Fernando Pessoa, Sophia de Mello Breyner, Miguel Torga, Nuno Júdice e Mário de Carvalho.
A edição é das _Éditions Dar Attaouhidi_, de_ _Rabat, e teve o apoio do Ministério da Cultura/Direcção Geral do Livro e das Bibliotecas.

Mais informações sobre o livro «Caravana» aqui.

12.04.2011 | por ritadamasio | literatura, ´lingua árabe

FICÇÃO E HISTÓRIA NA LITERATURA ANGOLANA: O CASO DE PEPETELA

Lançamento do livro de Inocência Mata.

Apresentação de Rosa Cruz e Silva e Pires Laranjeira
Fundação Cidade de Lisboa, 19 horas.

12.04.2011 | por ritadamasio | literatura angolana, pepetela

reggae kriolu DomuAfrikaDubSquad

 tó gomesDomu Afrika Dub Squad estiveram na cidade da Praia no passado dia 9 a fechar com chave de ouro a segunda edição do concurso vis-a-vis.

 

A banda reggae mindelense conquistou o júri e foi seleccionada para ir actuar em vários palcos espanhóis de onde se destaca o festival WOMAD e o África Vive, em Madrid.

 

Domu Afrika Dub Squad é um projecto reggae music de três irmãos: Luis Karantónis (baixo), Jorge Karantónis (bateria) e Nuno Karantónis (guitarra) que irá para estúdio em breve.

 

Sem dúvida uma lufada de ar fresco na cena musical de Cabo Verde.

 

Oiçam aqui Domu Afrika Dub Squad

12.04.2011 | por samirapereira | domuafrikadubsquad, Mindelo, reggae

@ praia maria KJF - 01

 

 

Começa amanhã a terceira edição do Kriol Jazz Festival. A cidade, em festa desde o fim de semana passado, fervilha: feira de artesanato na rua pedonal do plateau, feira da música no pcil; o olhar fotográfico de Omar Camilo e o trabalho de Domingos Luísa  estão expostos em duas casas da Praça Alexandre Albuquerque; na rua 5 de Julho monta-se uma palco; na pracinha o chão areja entre palcos vis-a-vis e KJF.

 

Amanhã @ KJF:

 

Remna Schwartz que com ele traz a guiné, o senegal, a frança e cabo verde (ver mais aqui)

Danae traz  “Novos Crioulos” que mixam cuba, cabo verde, brasil e europa na cidade de Tavira (ver mais aqui)

Vera Cruz apresenta o projecto SAKUTA, resultado de 10 anos viagens de (re)conhecimento, com músicos de cabo verde, brasil, angola e guiné-bissau (vermaisaqui)

Lexxus Legal traz-nos hip hop do Congo para fechar em grande (ver mais aqui)

 

É o primeiro de dois dias de KJF na rua 5 de Julho, a entrada é livre e a noite promete!

 

Este é um festival 100% Kriol, Jazz na sua essencia!

 

 

12.04.2011 | por samirapereira | cabo verde, Congo, danae, lexxus legal, remna schwartz, Vera Cruz

SOSO arte contemporânea africana

Soso arte contemporânea africana visa expandir o acesso às obras de artistas africanos pelo público em geral através do programa online de associados, facilitando assim, o diálogo entre comprador e galeria. O programa tem o objetivo de criar uma relação direta da Soso com o comprador, proporcionando-o o acesso a todas as obras das duas galerias e seus preços e facilitando o processo de reserva e compra de maneira simples.

+ info 

12.04.2011 | por martalanca | arte contemporânea africana, Soso

Sessão especial seguida de debate: A Cidade dos Mortos, LISBOA

Numa altura em que o mundo árabe, e em particular o Egipto, passam por grandes alterações políticas, sociais e económicas, o filme A Cidade dos Mortos, de Sérgio Tréfaut, é um ponto de partida para uma conversa sobre a vida e a morte na necrópole do Cairo.

17 de Abril (domingo), 19h00 no Cinema City Classic Alvalade (Av. Roma, 100, Lisboa), com a presença do realizador Sérgio Tréfaut e de Ashraf Fakhoury

apresentado por Sandra Monteiro (Le Monde diplomatique — ed. port.)

A conversa a seguir à sessão das 19h tem entrada livre. Os bilhetes para o filme estão à venda na bilheteira. 


Sinopse

A Cidade dos Mortos, no Cairo, é a maior necrópole do mundo. 
Um milhão de pessoas vivem dentro do cemitério – em casas tumulares ou nos edifícios que cresceram em redor. Dentro do cemitério há de tudo: padarias, cafés, escolas para as crianças, teatros de fantoches… 
A Cidade dos Mortos estende-se por mais de dez quilómetros ao longo de uma auto-estrada, mas não deixa de ser uma aldeia, com mães à caça de um bom partido para as filhas, rapazes a correr atrás das raparigas, disputas entre vizinhos.
Preparado e rodado ao longo de cinco anos (2004-2009), este filme procura dar a ver a alma invisível do cemitério.


12.04.2011 | por franciscabagulho | cinema, Egipto, Sérgio Tréfaut