Mũkoma wa Ngũgĩ, The Rise of the African Novel in English and accompanying costs

«My lecture will center around the 1962 Makerere University “Conference of African Writers of English Expression” and how and why colonially educated African writers and critics privileged the English-language African novel. And how in the course of doing so created an African literary aesthetic that erased early writing in African languages while celebrating an English only consensus. This is therefore also a lecture on the accompanying costs to the African literary tradition as subsequent generations of writers and critics worked mostly from the African Novel in English Only consensus.

The African novel was also central in cementing a much-needed Pan-African identity in decolonization. As Simon Gikandi argued in his essay “Chinua Achebe and the Invention of African Culture” there was a “consensus that Things Fall Apart was important for the marking and making of that exciting first decade of decolonization” (4) and it gave symbol and substance to a Pan-African identity. While recognizing the importance of the Achebe generation in the African literary tradition, I will challenge that narrowing of the identities of both the African novel and writer in what I call the Makerere consensus. I will call for both an African literary criticism and tradition that embraces its history of writing in African languages and for a broader African identity that is historically diasporic and presently transnational.»

 

Conferência Internacional

20 de Maio de 2022

17h-19h

Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa

sala C250 

International Conference

May 20th, 2022

5-7pm

School of Arts and Humanities

University of Lisbon

room C250

Plataforma9

19.05.2022 | por arimildesoares | conferência, FLUL, he Rise of the African Novel in English and accompanying costs, Mukoma Wa Ngugi

Paulina Chiziane conversa com alunos da FLUL

No âmbito da sua deslocação a Portugal, a escritora moçambicana Paulina Chiziane, Prémio CAMÕES 2021, disponibilizou-se a ter uma conversa com os alunos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (FLUL), onde a sua obra é muito estudada em diferentes unidades curriculares. Essa sessão é organizada em conformidade com a sua editora, a Editorial Caminho/Leya, no âmbito do GENORE – Género, Normatividade, Representações, um projecto sediado no CEComp que visa discutir género em diferentes campos do conhecimento, com especial ênfase nos países africanos.

13.05.2022 | por Alícia Gaspar | Africa, CEComp, FLUL, literatura, paulina chiziane, prémio Camões

Sant Jordi na FLUL

De 18 de abril a 13 de maio
EXPOSIÇÃO | “A literatura catalã, um miradouro para o mundo”
Entrada da Faculdade de Letras (FLUL - Universidade de Lisboa)

Sant Jordi é uma das celebrações mais originais da Catalunha e tem lugar durante a primavera, no dia 23 de abril. “Trata-se de uma festa popular, que une cultura e romantismo combinando a celebração do dia do livro e do dia dos apaixonados”.

segunda-feira, 18 de abril
APRESENTAÇÃO DE LIVRO | Conversa com Rita Custódio e Àlex Tarradellas, tradutores da antologia de poesia catalã ‘Resistir ao Tempo’
16h30 | Sala A201 Anfiteatro III (FLUL)

terça-feira, 19 de abril
TERTÚLIA COM TINA VALLÈS | Os alunos de Catalão B1 e B2 falarão com a autora do livro ‘La memòria de l’arbre’, Tina Vallès
18h30 | Sala C134.A (FLUL)

quarta-feira, 20 de abril
APRESENTAÇÃO DE LIVRO | ‘A Memória da Árvore’, com Tina Vallès (autora), Artur Guerra e Cristina Rodriguez (tradutores)
18h | Livraria LeYa na Buchholz (Rua Duque de Palmela, 4)

sexta-feira, 22 de abril
CONFERÊNCIA | “Uma ponte entre culturas. A tradução literária de português para catalão” com Gabriel de la S. T. Sampol (tradutor)
17h | Sala A202 Anfiteatro IV (FLUL)

sábado, 23 de abril
PASSEIO LITERÁRIO | “A vida é passear-se pela Baixa”. Itinerário literário baseado no livro de poemas ‘Lisbona’, com a presença de Gabriel de la S. T. Sampol (autor)

Inscrição: xmagrinya@edu.ulisboa.pt
10h | Jardim do Príncipe Real

07.04.2022 | por Alícia Gaspar | FLUL, leitura, literatura, poesia, poesia catalã, sant jordi

Novo livro: Marfins Africanos no Mundo Atlântico

Novo livro do Centro de História da Universidade de Lisboa reúne os maiores especialistas mundiais na história da produção e do comércio de marfins africanos


O Centro de História da Universidade de Lisboa publica African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900. Marfins Africanos no Mundo Atlântico, 1400-1900, obra coletiva dedicada à história da produção e circulação de esculturas africanas em marfim e de tráfico de marfim em bruto. Reunindo contributos de autores da Europa, África e América, estes 21 estudos apresentam, entre outras, novas visões sobre o papel dos africanos na produção dos marfins, a sua relação com a escravatura ou o colonialismo. Os textos foram submetidos a um apertado crivo de avaliação científica por uma comissão de 40 especialistas independentes. A coordenação é dos professores José da Silva Horta, Carlos Almeida e Peter Mark, especialistas em história de África.

Embora fosse um dos produtos mais importantes no comércio atlântico, a historiografia tem relegado o estudo desta matéria-prima para um plano secundário. Esquecido tem sido também o papel dos artistas africanos na escultura dos objetos trabalhados em marfim. A obra agora dada à estampa demonstra a importância do comércio do marfim, em bruto e trabalhado, e dos artistas africanos que o esculpiram. Pensa-se os marfins afro-portugueses, um corpus de objetos artísticos com características híbridas, como produções africanas, e identificam-se obras antes negligenciadas.

A nova publicação surge no seguimento do projeto de investigação «Marfins Africanos no Mundo Atlântico: Uma Reavaliação dos Marfins Luso-Africanos», que decorreu entre 2016 e 2019, financiado pela Fundação para a Ciência e a Tecnologia e sediado no Centro de História da Universidade de Lisboa. O trabalho desenvolvido terá seguimento com a criação de uma rede internacional de investigação, que irá reunir historiadores e outros especialistas dedicados ao estudo dos marfins africanos e ficará sediada no Centro de História da Universidade de Lisboa.

O lançamento decorre hoje, dia 24 de fevereiro, na Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, sala B.112.B, às 17h00.

Terá transmissão em direto pela plataforma Zoom, com as seguintes credencicias: https://videoconf-colibri.zoom.us/j/83317267779 | ID da reunião: 833 1726 7779 | Senha de acesso: 663110.

African Ivories in the Atlantic World, 1400-1900. Marfins Africanos no Mundo Atlântico, 1400-1900 encontra-se disponível para download gratuito em: https://repositorio.ul.pt/handle/10451/50982

24.02.2022 | por Alícia Gaspar | carlos almeida, FLUL, história de áfrica, josé da silva horta, lançamento, livro, Marfins Africanos no Mundo Atlântico, peter mark

A Viagem Atlântica da "Chicha" - Seminário

Ancorada no projeto da história atlântica, essa apresentação visa construir novas hipóteses a respeito da chegada à África de uma preparação indígena americana de milho chamada “chicha”, destacando o possível papel da diáspora africana na difusão desse conhecimento.

A chicha é um preparo usado na América Central e do Sul, feito a partir da fermentação dos grãos frescos de “maíz” americano. É uma bebida muito popular pelos benefícios nutricionais que possui e, em estados de alta fermentação, é usada para cerimónias como coroações ou funerais de reis.

De acordo com achados arqueológicos, o uso ritual da chicha na Bacia do Titicaca, Peru, data de 800-250 a.C. Dois mil anos depois, cronistas espanhóis do século XVI como Pedro Cieza de León, descreveram o uso vigoroso da chicha em rituais fúnebres em Nova Granada, Quito, Peru e Bolívia. Prontamente, os africanos, afrodescendentes e mestiços incorporaram essa bebida nas suas práticas cerimoniais, conforme demonstrado por vários julgamentos da Inquisição de Cartagena. Por exemplo, em 1647, a Inquisição acusou Anton Angola em Ocaña, Nova Granada (atual Colômbia), de adorar um crucifixo e oferecê-lo a uma chicha que bebia, enquanto dançava e cantava na sua língua angolana.

Curiosamente, do outro lado do Atlântico, na Ilha de São Tomé, uma narrativa de 1665 descreveu que os africanos produziam um vinho chamado chicha a partir do tipo de “milho” chegado das chamadas Índias Ocidentais. Mais intrigante é saber que a reconstrução genética do “maíz” de São Tomé, Togo, Benin e Angola feita em 2013, o ligou diretamente às variedades do norte da América do Sul e em particular a variedades colombianas.

Considerando que a Inquisição de Cartagena condenou muitos africanos a remar em galés que certamente voltaram aos portos africanos, a apresentação indaga como a diáspora africana retornada teria influenciado a difusão desta bebida, especialmente durante os séculos XVI e XVII, quando os navios escravistas privilegiaram a rota de São Tomé para Cartagena.

Nota biográfica da conferencista

Paola Vargas realiza o pós-doutoramento Newton da Academia Britânica no King’s College do Londres. A sua investigação concentra-se em compreender as resistências contra a escravidão e as contribuições culturais das mulheres e homens africanos e afrodescendentes nas minas de ouro de Antioquia, em Nova Granada (atual Colômbia), nos séculos XVI e XVII. É colaboradora do projeto Freedom Narratives (https://freedomnarratives.org/) dedicado a disponibilizar na internet as biografias das pessoas africanas que cruzaram o Atlântico durante o período do tráfico. Fez doutorado em História Social na Universidade Federal do Rio de Janeiro com um ano de pesquisa no Centro de História da Universidade de Lisboa, e mestrado em Estudos Africanos no Colégio de México.

19.10.2021 | por Alícia Gaspar | chicha, FLUL, história, Paola vargas, seminário, viagem atlântica

Tarde cultural cabo-verdiana

No próximo dia 27 de maio, pelas 14h30, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa dará lugar à Tarde Cultural Cabo-Verdiana, onde decorrerão várias palestras e actividades dedicadas à cultura cabo-verdiana.

A entrada é livre.

26.05.2016 | por claudiar | cabo verde, FLUL

Po di Sangui - Ciclo Flora Gomes

No próximo dia 16 de maio, pelas 16h, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa recebe mais um ciclo de cinema africano, desta vez intitulado de Po di Sangui - Ciclo Flora Gomes.

A argumentista Ana de Sousa e Etiandro Costa, representante do movimento Consciência Negra, são os convidados especiais desta sessão.

A entrada é livre.

Para mais informações:

Facebook

11.05.2016 | por claudiar | ciclo cinema, cinema africano, FLUL

Debate - Os Afrodescendentes no sistema educativo português

O que nos dizem as estatísticas oficiais sobre a situação dos afrodescendentes no sistema educativo? 

Pertencente aos Encontros Mensais sobre Experiências Migratórias, o debate sobre os Afridescendentes no sistema educativo português, irá ocorrer quarta-feira, dia 27 de Abril, na FLUL, Auditório 4.

Com a colaboração de: CIES-IUL; CRIA-IUL; Observatório da Emigração; CRIA-FCSH/NOVA; NEEA-FLUL.

10.04.2016 | por claudiar | afrodescendentes, debate, FLUL

Workshop Theorizing the Portuguese Colonial Experience. Images, History, Power - 16-17.Junho.2013 - Local: Companhia das Culturas, Castro Marim (actualizado)

This closed workshop is designed as an informal brainstorming meeting in dialogue with the work of Professor Ann Laura Stoler, under the following common, general, issues: What are the mutual interferences, tensions, productivities, silences, ignorances, gaps, influences between the empirical and conceptual specificities of studying the Portuguese empire, and the wider international literature on the colonial and post-colonial? How, in short, does the study of the Portuguese colonial experience interfere with old and emerging theories of colonialism and post-colonialism? 

OR

Este Workshop fechado está desenhado para promover o diálogo em torno ao trabalho de Ann Laura Stoler, em relação com as interferências, tensões, fissuras e influências existentes entre o trabalho empírico e as especificidades conceptuais do estudo do Império Português, e a bibliografia internacional sobre o colonial e o pós-colonial.

Entrada Livre sujeita a inscrição. Infos: Ricardo Roque <ricardo.roque@ics.ul.pt>

 

PROGRAMME

SUNDAY, JUNE 16, 2013

AFTERNOON

13h45 – Welcome

Eglantina Monteiro / Cristiana Bastos, Ricardo Roque, Manuela Ribeiro Sanches

14h00 - 14h45

The uses of the archive: some thoughts on colonial images and postcolonial melancholia.

Manuela Ribeiro Sanches (CEC-FLUL)

14h45 - 15h30

Empire cinema: disruptive colonial representations through Estado Novo films.

Carmo Piçarra (ICS-UL/ISCTE)

15h30 - 15h45 – Coffee Break

15h45 - 16h30

Beauty pageants and imperial power: intimacy and sexuality in the late Portuguese Empire.

Marcos Cardão (CEHC-IUL)

16h30 - 17h15

Art History, Postcolonial Theory and ‘Lusophone’ Contemporary Art.

Ana Balona de Oliveira (CEC-FLUL/IHA-FCSH-UNL)

20h00 – Dinner at Companhia das Culturas

AFTER DINNER EVENT:

Contemporary films by Filipa César and Daniel Barroca, O importante é ligar a cabeça à mão /’The important is to link the head to the hand´, vídeo e desenho

2008-2011

Filipa César, Cacheu, vídeo 10’

Selected and presented by Eglantina Monteiro and Nuno Faria

DAY 2: MONDAY, JUNE 17

MORNING

11h00 - 11h45

Were Portuguese citizens all those who were born in Portuguese territory? Fluid narratives on imperial citizenship.

Cristina Nogueira da Silva (FD-UNL)

11h45 - 12h30

Luso-tropical horrors: vulnerability, savagery, and the Portuguese in Timor.

Ricardo Roque (ICS-UL/University of Sydney)

12h30 -14h00 - Lunch

14h00 - 14h45

Bringing them in while keeping them out: colonial medicine, indigenous subjects and local agents.

Cristiana Bastos (ICS-UL)

Final comments & discussion: Ann Laura Stoler (New School for Social Research)

END OF WORKSHOP

companhia das culturas - uma casa rural de charme

12.06.2013 | por raul f. curvelo | africa.cont, ann laura stoler, centro de estudos comparativistas, companhia das culturas, cristina nogueira da silva, eglantina monteiro, filipa césar, FLUL, ics, manuela ribeiro sanches, maria do carmo piçarra, nuno faria, ricardo roque, the university of sidney

Conferência Imperial Debris. On Ruins and Ruination - Ann Laura Stoler - FLUL - 14.6.2013 - 17-19H

Ann Laura Stoler will discuss her recent edited volume Imperial Debris: On Ruins and Ruination (Duke University Press 2013). The book challenges us  to turn away from the placid noun “ruin” and the nostalgias it engenders to “the ruin” as a violent, political verb. It is a book that seeks to disrupt facile distinctions between political history and poetic form, urging us to think differently about both the language we use to capture the tenacious hold of colonial effects and their tangible, if elusive, forms. At the center of this project are two sets of relationships: one, between colonial pasts and how we discern their form and content in postcolonial presents without assuming we know in advance what they are, and, two, the relationship between new “tactile” methodologies and a more acute conceptual vocabulary that is attentive to the occluded, unexpected sites in which earlier imperial formations have left their durable traces, and in which contemporary inequities are refurbished and secured through them.

07.06.2013 | por raul f. curvelo | africa.cont, ann laura stoler, centro de estudos comparativistas, FLUL, ics, The New School for Social Research

Call for Pappers | Seminário Internacional, FLUL 17 e 18 Dezembro


Apresentação de resumos

A Comissão Organizadora do Seminário Internacional sobre “Cânone, Margem e Periferia nos Espaços de Língua Portuguesa” convida todos os interessados a apresentarem propostas de comunicação, painéis e sessões sobre qualquer assunto relacionado com a questão.

Seminário Internacional: Cânone, Margem e Periferia nos Espaços de Língua Portuguesa - MORPHE
FLUL, 17-18 de Dezembro

 

Em co-organização com o Institut für Romanistik – Universidade de Hamburgo
Martin Neumann
Joachim Michael

 

Organização:
Fernanda Gil Costa
Inocência Mata
Flávia Bâ
Kristian Van Haesendonck

 

Justificativa:

As actuais relações de poder entretecidas entre a periferia e o centro permitem a negociação de sentidos que convocam categorias problematizantes do paradigma do centro como pólo simultaneamente produtor e difusor de uma heurística fundadora e institucionalizante do conhecimento. Podendo perspectivar-se periferia como margem do centro a partir da qual este se define, essa relação constitui-se simultaneamente como ponto de tensão e de atenção do centro na negociação de problemáticas inerentes aos papéis sociais e económicos atribuídos, com reflexos nas diversas áreas da actividade humana, da linguagem à produção artística e ao pensamento intelectual e científico. Por outro lado, acontece também que a turbulência social contemporânea permite deslocar do centro para a periferia as instâncias enunciadoras e instauradoras de diferentes tipos de conhecimento.

O fórum de discussão “Cânone, Margem e Periferia nos Espaços da Língua Portuguesa” pretende uma abordagem interdisciplinar que se debruce sobre a negociação do paradigma de produção e difusão do conhecimento associado ao centro e o papel da periferia nessa negociação. O cruzamento interdisciplinar sobre esta temática permitirá aferir uma perspectiva histórica, linguística, sociológica e culturalmente informada e problematizante de questões ligadas a cânone, centro, margem. Desta forma, estas questões constituem-se como objecto e mote de investigação e discussão que se pretende no mundo da língua portuguesa.

O Seminário “Cânone, Margem e Periferia nos Espaços da Língua Portuguesa”, acontecerá, no âmbito do Grupo MORPHE do CEC, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, contando com uma programação formada por conferências mesas-redondas, para além de comunicações individuais. Podem também ser propostas mesas de 4-5 participantes.


 

Convidam-se estudantes, investigadores e professores a apresentarem comunicações. Os resumos das comunicações deverão ser enviados até ao próximo dia 30 de Setembro de 2012. para o seguinte endereço: periferiacec@gmail.com

 

 

 

 

A aceitação dos resumos será comunicada até 15 de Outubro.

26.06.2012 | por joanapereira | faculdade de letras lisboa, FLUL, universidade de lisboa