Será que existe um novíssimo cinema português?

Será que existe um novíssimo cinema português? Encontra-se antes um pretexto para procurar as filiações de um novíssimo cinema português, em busca dessa raiz perdida, dessa escola, de uma unidade, ainda que frágil. Isto, não obstante, e dando de barato que, num mundo global, somos todos inevitavelmente influenciados de forma global. Todavia, não se deve subestimar o potencial do vizinho do lado. Se não existe um corpo suficientemente bem definido para caracterizar um cinema português, com um pouco de boa vontade há, pelo menos, escolas, linhas e movimentos — alguns deles provavelmente involuntários, mas que, sem querer, se desenham.

Afroscreen

04.05.2026 | por Manuel Halpern

Mangal, floresta e uma aldeia macua

Mangal, floresta e uma aldeia macua Nesta viagem há condições: o percurso é ditado pelo que se busca na paisagem, a época deve ser a da floração, ao mesmo tempo que evitamos a estação das chuvas, os improváveis são presumíveis — os do caminho e das pessoas (como não?) — seguimos uma espécie de guião da natureza, e à narrativa composta por materiais diversos se juntará a fluidez, unidade e ritmo que faz o filme acontecer.

Vou lá visitar

01.09.2016 | por Marta Lança