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[CAPSAHARA Lecture Series ] CNRS, Laboratoire d’Anthropologie Sociale (CNRS-EHESS-Collège de France, Université PSL)

1ª EDIÇÃO | 30 Janeiro 2019 | 16 horas / NOVA FCSH | Torre B, Auditório 1
Sessão do ciclo Ciências Sociais e Audiovisual: consequências da Guerra 24 de Janeiro, 18h Auditório Sedas Nunes (ICS-ULisboa) I Entrada Livre
Convidamos investigadores, doutorados, doutorandos, mestres, e outros profissionais e activistas, a propor uma comunicação (máx 20 mins de apresentação) para dois painéis que estamos a organizar 

“In Africa public discourses, by authority figures like politicians and religious leaders, concerning gender often refer to moral identities rooted in sociocultural beliefs and religion. At the same time, human rights concerning sexuality and reproduction, are sometimes frowned upon as tokens of westernisation. These regimes of representation and public performances invoking social norms and african identities, are political tools. And even if gender cannot be adopted uncritically in african contexts, without the risk of misrepresenting important social dynamics, such as seniority (Oyewumi), efforts to downplay its importance as a descriptive tool do more for conservative, nativist agendas, and power dynamics associated with violence and inequality, than for human rights, a language that is not the language most people use to describe their problems.However, activisms for sexual citizenship and gender often work precisely on discursive levels (but not only) to convey new languages to people in order for rights to be claimed. By creating new spaces for debate activisms help deconstruct normativity as the only narrative and generate new forms of social commentary oriented towards better informed decisions for individuals, even if in their lives structural constraints remain a reality. Technology also helps boost this approach by expanding outreach, registering, giving more visibility.In this panel we welcome scholars to rethink gender as an analytical tool from a decolonial, decentered, pluralist, critical perspective by taking into account current activisms in gender in areas such as GBV, sexual violence, FGM/C, education, alongside discourses opposing social change and invoking social norms.

As Epistemologias do Sul são uma proposta epistemológica e política que denuncia a hegemonia do projeto moderno de matriz eurocêntrica e que aposta no alargamento das possibilidades de justiça social e justiça cognitiva, reconhecendo a impossibilidade de uma sem a outra. O Sul, neste contexto, não é um lugar geográfico, mas é, por um lado, uma metáfora do sofrimento injusto promovido pela opressão do colonialismo, do capitalismo e do heteropatriarcado e, por outro, um espaço plural de criatividade epistemológica intimamente ligada aos conhecimentos forjados nas resistências e nas lutas. O Sul assim pensado é heterogéneo e inclui espaços diversos, experiências variadas e uma infinidade saberes. As Epistemologias do Sul reconhecem essas diferenças e valorizam-nas, incentivando diálogos Sul-Sul, assim como diálogos Sul-Norte.
Vladimir Propp é o autor da Morfologia do conto. Estudou em pormenor centenas deles. Como qualquer descascador de nada cativado pelo seu ofício, Propp era obstinado. Depois de muito procurar encontrou finalmente a prova da existência do archi-conto, a mãe de todos os contos, o grau zero da narrativa, o big-bang.
APPEL A CONTRIBUTIONS !
coisas de lá / aqui já está sumindo eu III
Lampreia Alerta
O 


O filme acompanha a história de Miguel Moreira, Tibars, filho de cabo-verdianos que nasceu e cresceu na periferia de Lisboa e que toda a vida foi criado pela avó. Tibars, também conhecido como John África, viaja até Cabo Verde para conhecer as suas raízes e encontrar o pai que nunca conheceu. Miguel Moreira, “Djon África”, também participou em “Li Ké Terra” (2010) e “Fora de Vida” (2015), consolidando a estreita colaboração com os realizadores através desta viagem e encontro entre Portugal e Cabo Verde. O filme vai estrear no próximo dia 29 de Novembro de 2018 e terá a sua exibição comercial em diversas salas do país: