Dá fala
Divulgação cultural, reflexões, imagens, notas de viagem
Arquivo
Autor
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- Maio 2026
- Abril 2026
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
- Setembro 2025
- Agosto 2025
- Julho 2025
- Junho 2025
Etiquetas
- Bruno Caracol. instalação
- bruno Marchand
- Carla Henriques
- carpe diem
- cinediálogos
- corpo
- Decolonising Knowledge
- Deixem-me ao menos subir às Palmeiras
- digital democracies
- Festival Afrique dans tous les sens
- fluxos(In)Fluxo: Transitoriedade
- fmm sines
- Gilberto Freyre
- J.D. 'Okhai Ojeikere
- lugares incorporados
- luís vicente
- projeto
- Rute Barbedo
- upcycles
- william Kentridge
Mais lidos
- “Crepúsculo Moçambicano”
- MICARzinha
- Dialogos Africanos sobre restituição
- Perve: três exposições e estreia ibérica de Mohamed Ahmed Ibrahim
- Hermanipulación
- Perve: três exposições e estreia ibérica de Mohamed Ahmed Ibrahim
- Sempre em Abril
- LAVORES | LABOURS Curadoria de | Curated by: Amarante Abramovici e Beatriz Diniz
- "Uma teoria feminista da violência, por uma política antirracista da proteção", de Françoise Vergès
- CPPD Festival »Voices Rising: Memory Unsilenced«
Amílcar Cabral é um dos políticos africanos com maior renome internacional. Pertence à primeira geração de nacionalistas e, como tal, o seu nome ombreia com o de outros nacionalistas que, de uma forma ou de outra, ganharam notoriedade. Para além de político e dinamizador de massas, prerrogativas expectáveis em tais líderes políticos, Cabral posicionou-se ainda, e nessa qualidade tem sido lembrado, como um dos grandes intelectuais da África Subsariana. Estes e muitos outros aspectos relacionados com a história de vida, com o pensamento e com a acção política de Amílcar Cabral são exaustivamente tratados por Julião Soares Sousa ao longo desta obra. Para além dos conhecimentos que são apresentados ao leitor com a devida profundidade teórica e analítica, reputo ainda de particular importância o cuidado dispensado aos aspectos metodológicos. Trata-se de uma obra que (…) contribui decididamente para o aprofundamento do conhecimento sobre o nacionalismo africano nos espaços de colonização portuguesa e, numa acepção mais alargada, para o desenvolvimento dos Estudos Africanos em Portugal. (in Prefácio de José Carlos Venâncio) A obra inclui um extratexto de 16 págs. a p/b com imagens e gravuras inéditas em livro.






In his 1963 book, Why We Can’t Wait, Martin Luther King argued for forcing oppressors to commit their brutality in the open. Only then, he said, could activists flush oppression out of “dark jail cells and countless shadowed street corners” into “a luminous glare.”
Warsaw, Poland, 9 September 2011
