Convite | Inauguração LELU KIZUA: Lino Damião + Nelo Teixeira

Abertura : Quarta-feira, 9 de Junho  |  17:00 - 20:00
Duração : 09.06 – 11.07.2021


A exposição Lelu Kizua decorrerá em Lisboa, no Espaço Espelho D’Água, com inauguração oficial dia 9 de junho e encerramento dia 11 de julho de 2021.
Lelu Kizua com co-curadoria de João Silvério Inês Valle, é a segunda exposição conjunta dos artistas angolanos Lino Damião e Nelo Teixeira em Portugal e tem como mote um diálogo de criações artísticas entre os dois autores que se encontravam ambos em Portugal no início da pandemia em 2020.

Num momento em que a história do Planeta colocou em questão tantos aspetos que considerávamos como garantidos, os artistas encontram nesta encruzilhada, a inspiração para refletir sobre essas mudanças, sobre os desafios e a coragem para encontrar formas de enfrentar as alterações e ultrapassar os obstáculos.

O título da exposição Lelu Kizua pode ser interpretado, numa tradução livre da língua Kimbundu, como uma referência à actualidade, aos dias de hoje, mas sem esquecer as histórias e as estórias recentes que ambos os artistas viveram. Esta relação com o presente não é estribada numa nostalgia do passado, mas numa certa melancolia que se presente por entre as diversas formas, figuras e personagens que as composições pictóricas e tridimensionais convocam. Como uma espécie de folha de diário que guarda as memórias de cada um. No limite, de cada um de nós.

Esta exposição faz parte de uma programação mais alargada, denominada VENTO SUL, que é uma programação cultural desenvolvida pela associação the CERA PROJECT com o Espaço Espelho D’Água e tem o apoio da DGArtes.

08.06.2021 | por Alícia Gaspar | convite, exposição, inauguração, lelu kizua, Lino Damião, Nelo Teixeira

Praça NHO JON

PRAÇA NHO JON leva a praça, o encontro, para a internet e alarga cumplicidades entre todos para refletirmos sobre nós próprios que, dia a dia, tentamos fazer OUTROS BAIRROS, bem como, para deixar que se ouçam as vozes das comunidades. 
A semana terá, então, uma roda de conversa diária com transmissão em directo no canal do OUTROS BAIRROS no youtube e, paralelamente, uma projeção em streaming na Praça Nho Jon, no Alto de Bomba. 
Um processo que pretende efectuar a reabilitação urbana a partir do modo de vida da população local, com o fim de construir uma metodologia transgressora capaz de questionar os modelos vigentes e de se relacionar com os constrangimentos que as práticas utilizadas encontram, entendendo o território como uma área de potência, esta semana, abre, igualmente, as suas portas e disponibiliza dois momentos de visita às obras realizadas e/ou em curso. Para isso, a cada dia as visitas poderão ter um número limitado de 15 pessoas e realizar-se-ão nas seguintes datas:
11 de Novembro - 9:00 14 de Novembro - 9:00
Todos os interessados devem enviar inscrição para iniciativaoutrosbairros@gmail.com até às 17:00 do dia 10 de Novembro, para a visita de 11 de Novembro, e até às 17:00 do dia 13 de Novembro, para a visita de 14 de Novembro.
Contamos com todos!

Programa

Painel 01 - 09 de Novembro, 17:00 (BR)  I 19:00 (CV)  I 20:00 (PT) 

Das áreas informais aos territórios em resistência - Álvaro Domingues (PT) I Ema Barros (CV) I Kenny Paris (CV) I Daniel Wagner (BR) I Moderador - Redy Lima (CV) 

Painel  02 - 10 de Novembro, 17:00 (BR)  I 19:00 (CV)  I 20:00 (PT) 

O modo de vida e o lugar - Irlando Ferreira (CV) I Fabiane Vencezlau (BR) I Eliano Nascimento (CV) I Miriam Kargbo (CV) I Elaine de Pina (CV) I Euclides dos Santos (CV) I Moderador - José Paiva (PT)  

Painel 03 - 11 de Novembro, 17:00 (BR)  I 19:00 (CV)  I 20:00 (PT) 

Hortas comunitárias - Tomaz Lotufo (BR) I  Claudia Visoni (BR) I Jakob Kling (GR) I Nélida Correia (CV) I Gesseila Garcia (CV) I Moderação: Guilherme Gonçalves (BR) 

Painel 04 - 12  de Novembro, 17:00 (BR)  I 19:00 (CV)  I 20:00 (PT) 

Kubaka - BNegão (BR) I Elisa Lucinda (BR) I Patrícia Ramos (CV) I Reven Almeida (CV) I Bia Ferreira (BR) I M.A.B. 6 (cv) I Moderador - António Tavares (CV)

Painel 05 - 13 de Novembro, 17:00 (BR)  I 19:00 (CV)  I 20:00 (PT) 

Amdjers na obra - Astu Kargbo (CV) I Sara Estrela (CV) I Calceteiras do Carriçal (CV) Maísa Fortes  (CV) I Celeste Fortes (CV) I Moderação: Rita Raínho (PT)

Painel 06 - 14 de Novembro, 17:00 (BR)  I 19:00 (CV)  I 20:00 (PT) 

Iniciativa OUTROS BAIRROS: QUE FUTURO? - Raquel Rolnik (CV) I Flavio Higuchi + Alessandra Iturrieta (BR)  I Bernardino Gonçalves (CV) I Kenny Paris (CV) I Redy Lima (CV) I Moderação: Nuno Flores (PT)

09.11.2020 | por martalanca | conversa, convite, praça nho jon, reflexão

«A Arte de Traduzir As Mil e Uma Noites» | Convite

No âmbito do projecto de investigação Mapeamento Cognitivo dos Tradutores Portugueses, realiza-se a 11 de Novembro de 2020, entre as 16:00 e as 18:00, no Auditório 3 (Torre B, Piso 5) da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, mais uma sessão intitulada A Arte de Traduzir As Mil e Uma Noites com tradução, a partir do Árabe, de Hugo Maia, e moderação de Ana Maria Bernardo.

09.11.2020 | por martalanca | ana maria bernardo, convite, faculdade de ciências sociais e humanas, hugo maia, projeto de investigação

Metrónomo sem Função (ORO/Caleidoscópio) | Convite

A sessão de apresentação deste novo rebento — que assinala a minha estreia na narrativa de ficção — terá lugar no próximo dia 19 deste mês pelas 17.30 na lindíssima recém inaugurada Biblioteca de Alcântara (R. José Dias Coelho 29, 1300-327 Lisboa).

Gostava de contar com a vossa presença, a sala é grande, segura e ventilada, cumpre portanto as medidas necessárias para nossa segurança. É um espaço magnífico com vista para o Tejo e um jardim incrível. Até já.

Sessão de lançamento detalhes, aqui.

Metrónomo sem função: nota de apresentação 
*Pedro Schacht Pereira, Professor associado de Estudos Portugueses e Ibéricos, The Ohio State University,in Posfácio *excerto adaptado na contracapa 
Nesta sua estreia literária Laura do Céu [pseudónimo de Soraia Simões de Andrade] procura uma linguagem ficcional a partir da autobiografia, entendida não como representação mimética de um percurso de vida da autora, mas como a ficcionalização da trajetória que a consciência subjetiva da narradora — uma voz inventada, portanto — empreende em busca de compreensão do seu lugar no mundo. Dois eixos me parecem igualmente determinantes e imbricados na estruturação desta narrativa: a reflexão sobre a dimensão proteica da perda, codificada nas perdas pessoais da narradora (a morte do pai, desde logo, mas também de outros familiares e o distanciamento em relação a amizades formativas), na fabulação do corpo em perda e do confinamento hospitalar, e nos caminhos que essas perdas abrem em termos da autocompreensão e da afirmação do sujeito da escrita; e a coincidência desse processo de descoberta e afirmação pessoais com o lento despertar da consciência cívica e da liberdade criativa e do lazer numa jovem democracia na periferia da Europa. O episódio da professora Cassilda e de como ela deixa de “reguar” os seus alunos é talvez o melhor indício da importância deste registo, como o metrónomo, com a sua história anticolonial, é o objeto que melhor marca um tempo fora dos gonzos, as ressurgências palimpsésticas da moralidade patriarcal na confluência do mundo rural e da urbe provinciana, um mundo ultrapassado mas não superado no Portugal “europeu” das décadas de 80 e 90, e como vimos descobrindo ultimamente, mesmo no presente.
Mas a unir estes dois eixos está o trabalho romanesco sobre o nome próprio, e que cimenta a dimensão autobiográfica ficcional desta narrativa: a autobiografia é sempre o relato da conquista de um nome. O nome é o “pior de todos” os epítetos dispensados pelos colegas de escola à pequena Zoraide, e “deixou de ser um problema” apenas no culminar de um ato de coragem em que ela se insurge contra o abuso físico e psicológico da professora sobre os alunos, um dos rostos serôdios do outro tempo, e assim afirma e institui a consciência de um novo direito. Se até então a troca do nome por parte da professora e dos colegas era entendido como ato punitivo (e ferida narcísica), a partir desse episódio o nome é sentido como uma conquista. Mas a troca do nome é também uma estratégia literária, plasmada na escolha do pseudónimo “Laura do Céu” (os leitores atentos não deixarão de reconhecer as pistas que permitem descriptar este nome) para desdobrar e ficcionalizar a autoria, isto é, faz parte do contrato ficcional celebrado com os leitores.Por fim, sugiro que o motivo da escrita como costura merece atenção especial: costura entre o vivido e o diário, e entre o diário e a sua distensão crítica na efabulação. Este é um motivo que conjura uma das figuras mais poderosas do livro, a da cicatriz que a mãe exibe à filha sempre que lhe ralha, como marca de que o nascimento é para esta narradora uma história sem remate anunciado.

05.11.2020 | por martalanca | biblioteca de alcântara, convite, estreia literária, laura do céu

CCCV - Centro Cultural de Cabo Verde - exposição "Territórios de Memória - A Área Metropolitana de Lisboa pelo Olhar de Africanos e Afrodescendentes"

Convite

O Projeto AFRO-PORT Afrodescendência em Portugal, a Embaixada de Cabo Verde em Portugal e o CCCV — Centro Cultural Cabo Verde têm a satisfação de convidá-lo(a) para visitar a exposição fotográfica e audiovisual “Territórios da Memória  -  A Área Metropolitana  de  Lisboa pelo Olhar de Africanos e Afrodescendenles”, que está patente até 27 de novembro, de segunda a sexta feira, das 10.00 horas às 16.00 horas, no espaço do CCCV, na Rua de São Bento 640, 1250-222 Lisboa.

Entrada livre

A exposição audiovisual exibe ao público o acervo de registos recolhidos no âmbito dos projetos de investigação AFRO-PORT — Afrodescendência em Portugal (Centro de Estudos sobre África e Desenvolvimento/ISEG) e Discursos memorialistas e a Construção da história (Centro de Estudos Comparatistas/FLUL), além das fotografias de Herberto Smith, da Festa de São Miguel Arcanjo, do bairro Casal da Mira. A partir do diálogo horizontal com os participantes, os projetos recolheram um conjunto de registos audiovisuais de pessoas africanas e afrodescendentes na área Metropolitana de Lisboa. Dessa recolha criou-se um acervo, que estará agora disponível ao público, como resultado de uma estreita parceria com o Centro Cultural Cabo Verde, na co-organização da mostra.

 

Por razões de segurança sanitária e no cumprimento das indicações da Direção Geral da Saúde, o número de visitantes em simultâneo no espaço pode estar sujeito a limitação. Agradecemos a compreensão de todos.

24.10.2020 | por martalanca | Africa, centro cultural de cabo verde, convite, territórios da memória

Festival Passa a Palavra | Convite

As poetas Virgínia Dias e Raquel Lima serão as protagonistas de uma das seis conversas sobre os Ofícios da Palavra programadas no festival Passa a Palavra, que decorrerá em Oeiras, entre 15 e 18 de Outubro.

Afastadas por meio século e outras quantas circunstâncias, as duas mulheres levantam voo e fundam raízes numa poesia oral, ou escrita para ser dita, para contar, cantar, pensar, transformar.
A conversa, terá lugar no dia 18, domingo, às 15h, na Livraria-Galeria Verney, seguir-se-á, no mesmo local, às 17h, o lançamento de Como um pedaço de terra virgem de Virgínia Dias, com a participação Ana Sofia Paiva, Cristina Taquelim, Domingos Morais, Manuel da Silva Ramos, Marta Ramos e Nuno Pacheco.

Com excepção dos “Jantares Narrados”, a participação em todas as actividades é gratuita, mediante inscrição através do email: insc.passapalavra@gmail.com. Lugares limitados.
Muito gostaremos de vos ver por lá!

Virgínia e RaquelVirgínia e Raquel

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Virgínia Dias (Peroguarda, 1935)
Começou a fazer poemas antes de saber escrever. Inspirava-se nos poetas populares, nos contos da avó, nas peças de teatro que via ao seu colo e que imitava às escondidas no dia seguinte. Inspirou-se sobretudo na injustiça, o grande mote da sua poesia. Na violência da professora da primária, a quem dedicou as primeiras quadras escritas na lousa da escola, na fome e no frio das crianças, no inferno da ceifa e do suão, na humilhação do manajeiro, no salário de miséria, na escola interrompida aos 11 anos para trabalhar no campo, esse campo que é ao mesmo tempo a sua prisão e a sua paixão.
Aos 40 anos o marido descobriu-lhe poemas guardados em gavetas. Tinha vergonha de ser poeta sem métrica. Ocasionalmente, participou em concursos nos quais arrebatou prémios e menções honrosas. Pierre-Marie Goulet filmou-a cantando e dizendo poemas seus na triologia iniciada com o filme Polifonias. A sua poesia, essencialmente oral, foi sendo publicada e recolhida, primeiro por Paulo Lima, depois por Marta Ramos. Passados mais 40 anos, está finalmente reunida nesta antologia quase completa, à qual se junta um CD de poemas ditos entre canções e histórias da vida, com vista sobre a planície e todo o universo que dali se vislumbra.
Reportagem RTP do lançamento em Peroguarda, por Ana Luísa Rodrigueshttps://www.rtp.pt/noticias/cultura/virginia-dias-camponesa-e-poetisa-alentejana_v1192196

Raquel Lima (Lisboa, 1983)Lisboeta das duas margens do Tejo e do Atlântico, de mãe angolana, pai santomense, avó paterna senegalesa e trisavó materna brasileira. Poeta, performer e arte-educadora, Raquel Lima fixa em Ingenuidade Inocência Ignorância (BOCA e Animal Sentimental, 2019) parte de um percurso de dez anos de poesia essencialmente oral, movimento que a levou a mais de uma dezena de países na Europa, América do Sul e África. Durante esse período, apresentou o seu trabalho em eventos de literatura, narração oral, poetry slam, spokenword, performance e música. A transdisciplinaridade com que aborda arte, memória e sociedade, atenta às desigualdades sociais e aliada a uma vontade de encontrar e compreender as suas raízes, levou-a a regressar à academia, onde desenvolve a sua investigação focada em oratura e escravatura em São Tomé e Príncipe no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra.

Alguns artigos e entrevistas: Público, por Carla Fernandeshttps://www.publico.pt/2020/05/18/culturaipsilon/noticia/ingenuidade-inocencia-ignorancia-palma-mao-1916161 TSF, por Nuno Domingueshttps://www.tsf.pt/portugal/cultura/um-livro-de-poesia-escrita-para-ser-ouvida-11640339.html Antena 2, por Luís Caetanohttps://www.rtp.pt/play/p1299/e442966/a-ronda-da-noite

Lançamento: Como um pedaço de terra virgem

Obra de uma vida, esta antologia quase completa é simultaneamente a estreia editorial de Virgínia Dias, aos 84 anos, depois de meia-dúzia de poemas publicados em revistas e edições colectivas. O áudio de 64 minutos que a acompanha junta gravações realizadas em 2018 com outras gentilmente cedidas por Pierre-Marie Goulet da triologia que iniciou em 1997 com o filme Encontros. O registo em forma de conversa testemunha o modo especial como a autora encadeia poemas, canções e as estórias que lhes estão na origem. A edição conta com prefácio de José Mário Branco e fotografias de António Cunha e Luís Ferreira Alves.

Apoio: Direção Regional de Cultura do Alentejo

Não esperem ver rosas na minha poesia
Não esperem ver rosas na minha poesia.
Não tenho rosas. Na terra do canteiro que
a vida me destina só se criam papoilas.
Nem esperem vê‐la em trajes de cetim,
é riscado e chita o que tenho à mão.
Nem vê‐la a passear nas ruas da cidade,
em citações filosóficas de sábios doutores. Nem de nome os conheço.
Nunca subi à cidade nem a cidade desceu à minha
aldeia. Conheço sim o mendigo, o maltês,
figuras trágicas de desespero e sofrimento, sempre envoltas numa resignação que doía, doía.
Conheço os varejadores, as azeitoneiras,
os almocreves, o semeador, o ceifeiro, a mondadeira,
gente de cujo gesto mágico brota o pão.
Virgínia Dias

12.10.2020 | por martalanca | Como um pedaço de terra virgem, convite, Livraria-Galeria Verney, Passa a Palavra

"Os Pretos do Sado" - Isabel Castro Henriques | Convite

Sessão de apresentação da obra: 15 Out. 2020 às 18h

Apresentação: Doutor Jorge Fonseca

Este estudo pretende dar a conhecer a história de homens e de mulheres oriundos do continente africano, trazidos como escravos e que foram instalados durante séculos no território do Vale do Sado, provavelmente a partir de finais do século XV. Mas o espaço temporal deste trabalho estende-se através dos séculos seguintes, procurando nas dinâmicas económicas, sociais e políticas da história de Portugal, os elementos que permitem compreender a sua presença ligada a culturas extensivas como a do arroz a partir do século XVIII e a sua consolidação como comunidade estabelecida, afirmando uma identidade alentejana e portuguesa, que exclui hoje quaisquer marcas culturais significativas de um passado africano. 

Autora: Isabel Castro Henriques nasceu em Lisboa em 1946, tendo-se licenciado em História em 1974, na Universidade de Paris I – Panthéon-Sorbonne. Em 1993, doutorou-se em História de África na mesma universidade francesa, com uma tese consagrada ao estudo da Angola oitocentista, numa perspectiva de longa duração. Professora Associada com Agregação do Departamento de História da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, introduziu os estudos de História de África em 1974, orientou teses de mestrado e doutoramento e ensinou durante quase 40 anos História de África, História do Colonialismo e História das Relações Afro-Portuguesas, desenvolvendo hoje a sua investigação histórica sobre África e sobre os Africanos no CEsA/ISEG-Universidade de Lisboa. Além de trabalhos científicos de natureza diversa, como projectos de investigação, programas museológicos, exposições, documentos fílmicos, colóquios e congressos, seminários, conferências, publicou dezenas de artigos e livros centrados nas temáticas históricas africanas.

Para mais informações consulte: http://www.edi-colibri.pt/Detalhes.aspx?ItemID=2481

08.10.2020 | por martalanca | convite, ISABEL CASTRO HENRIQUES, Jorge Fonseca, lançamento livro, Os pretos do sado