fado
Postes avec la étiquette fado
Archives
Auteur
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- juin 2026
- mai 2026
- avril 2026
- mars 2026
- février 2026
- janvier 2026
- décembre 2025
- novembre 2025
- octobre 2025
- septembre 2025
- août 2025
- juillet 2025
Étiquettes
- África-América
- big data
- Christina Rosmini
- ciclo mundos 2021
- Contar Áfricas!
- curso online
- diversidade cultural
- Festival international du film à Dakhla
- gabriela noujaim
- hip hop Guiné
- internacional conference
- Manuel Caeiro
- manuella bezerra de melo
- Mensagem
- peça
- Práticas curatoriais
- repressão policial
- rui pena pires
- Tramas da Memória
- Verónica Leite e Castro
Les plus lus
- Novela gráfica «Caderno de Memórias Coloniais», de Isabela Figueiredo e ilustrações de Júlia Barata
- O legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade
- A cultura nos Açores tem agora o seu próprio radar
- Ecologias de Cura e do Bem Viver: Plantas, Imagem e Processos Participativos de Pesquisa em Saúde
- MEXTO e WAAU reforçam presença na ARCOlisboa 2026 com programação dedicada à arte africana contemporânea
- Homenagem a Adolfo Gutkin e ¡Que viva Cuba!
- Legado Cultural e Político de Mário Pinto de Andrade - Colóquio
- Frida Orupabo: Cloud of Confusion, curadoria de Marta Mestre
- A Festa do Pensamento — FesThink
- Lançamento do livro de Álvaro Vasconcelos, volume 3





Patente no
ELA CHAMA-SE LULA. Lula Pena. Descobriu o sentido do fado quando saiu de Portugal. Mas foi numa noite, antes de partir para Barcelona (Espanha), que num bar do Bairro Alto, em Lisboa, onde costumava actuar, resolveu experimentar cantar o “Barco Negro”. Lembram-se da canção imortalizada por Amália Rodrigues (1920-99) no filme Os Amantes do Tejo (1955, do diretor francês Henri Verneuil) -De manhã, que medo, que me achasses feia!/ Acordei, tremendo, deitada n’areia/ Mas logo os teus olhos disseram que não…-, com letra de David Mourão-Ferreira?
Os seus concertos são raros, num deles o seu coração batia tanto que ela não conseguia cantar. Nesse momento, só teve uma solução. Colocou o microfone no peito e todos ouviram as suas batidas. Fez-se silêncio e ela finalmente cantou.
