Este corpo que me ocupa

Foi ontem lançada, no Atelier Real, em Lisboa, a publicação do BUALA intitulada ESTE CORPO QUE ME OCUPA. 

Contou com uma pequena introdução de Marta Lança, leituras de Cláudio da Silva, Clara Pinto Caldeira, e apresentações de António Brito Guterres (Rede Cidade) e Yuri Sousa (luz e sangue). 

A revista conta com a particiação de: 
Ana Bigotte Vieira/ Andrew Esiebo / António Brito Guterres / Ato Malinda / Bruno Lamas / Candela Varas / Clara Caldeira / Cláudio Da Silva / Edgar Oliveira / Egbert Alejandro Martina / Francisca Bagulho / Hélène Veiga Gomes / Isabel Lima / Maria Mire / Marta Lança / Miguel de Barros / Mónica Sofia Vaz / Patricia Schor / Pedro Moura / Rita Bras / Rita Natálio / Sara Rosa Espi / Simone Frangella / Simon Njami / Tiago Mesquita Carvalho / Yuri Sousa Lopes Pereira.

Custa 8 eur e pode encomendar por aqui: info@buala.org

 

A revista que nunca mais chegava… chegou por fim pela mão de Este corpo que me ocupa, nome que dava título em 2008 à performance de João Fiadeiro e que agora, casualmente ou não, coincide com a reposição da peça em Lisboa. Este corpo que me ocupa tem não só uma grande carga poética como contém, também, um passado, destino familiar e coletivo marcado pelo exílio e pela prisão, e profundamente trespassado pela morte de uma irmã. Um corpo com buracos que se esvazia até quase ao desaparecimento e que, por não poder desaparecer, tem de encher-se consigo próprio. Uma performance e uma nota biográfica de João Fiadeiro que, tal como esta revista, transita entre o poético, o político e o íntimo.

Continuar a ler o editorial.

 

 

17.12.2014 | por martalanca | corpo, Este corpo que me ocupa, revista

(Dança) um encontro entre dois monstros (cinema)

Laboratório inserido no F.I.A, programa que propõe a experiência da arte como forma de conhecimento e a investigação artística como exercício contínuo de matéria de criação. 
Cinco dias dedicados a explorar a teoria no corpo e o corpo na teoria. As manhãs centram-se na prática do corpo, articulada com questões de investigação que são aprofundadas da parte da tarde. Essas questões situam-se entre o cinema e a dança, na emergência do gesto, no ritmo e as suas implicações políticas. Propomos também pensar-praticar as transformações na dança quando passa a ser filmada e transformações no ritmo do cinema, a partir do diálogo com dança. Tempo, tempo morto, duração, tédio, quietude, sistema simpático e parasimpático, pele… Lefebvre, Bachelard, Cunnigham, Yvonne Rainer, Chantal Akerman são algumas da pessoas e ideias que vão circular entre nós.

08.12.2014 | por martalanca | Bachelard, Chantal Akerman, corpo, Cunnigham, Lefebvre, Yvonne Rainer

Corpo Presente, encontro na FLUL, 12 Maio, LISBOA

Que corpo é esse a que chamamos “nosso” e que se movimenta e relaciona com outros? Que estados dessa relação se revelam ao nosso espírito? E que papel têm tido as artes performativas na revelação e exploração das formas sensíveis de experienciar esse efeito de presença? Será do corpo-a-corpo entre performers e espectadores que nasce a experiência ética?

Corpo Presente é um lugar de encontro destas dúvidas, sem distinção disciplinar, com pessoas habituadas a auscultar o corpo ao vivo, sem outra mediação que não a da presença, a do presente. O corpo tem assumido uma importância crescente enquanto agente de problematização e transformação simbólica da forma de se sentir e pensar os espectáculos, lançando novas questões e novos entendimentos sobre as relações humanas com o mundo que urge testemunhar e analisar, especialmente num contexto português que atestou mudanças tão marcantes desde a revolução de Abril.Corpo Presente chama-vos para um encontro, do corpo ao Ser.

Mais informações em: http://corpopresente.wix.com/corpopresente

06.05.2014 | por franciscabagulho | corpo

Oficinas de Corpo e Voz, Jorge Parente, LISBOA

19.02.2014 | por franciscabagulho | corpo

Práticas de criar corpo-acontecimento com Sofia Neuparth - C.E.M. em Agosto LISBOA

dias 3-4-5-6 de Agosto no cem - centro em movimento

Curso Completo: 90€
Corpo Chão:40€ | Anatomia e Fisiologia Experimental: 45€ | Corpo Vertical 40€

PRÁTICAS DE CRIAR CORPO-ACONTECIMENTO é uma proposta de 4 dias intensivos em que, entre as 9:30 e as 15:30 mergulhamos em 6h de  práticas de criar corpo desde a escuta do movimento, ao estudo experiencial de anatomia-fisiologia, à expressão do gesto entre o chão e o céu.
Este curso está desenhado com uma coerência interna, não se tratando de um conjunto de partes, no entanto, e porque me parece que nunca se toca o corpo “todo”, cada prática pode ser acessada independentemente.

NOTA IMPORTANTE: O curso não prevê pausas durante as 6h embora os últimos 5m de cada prática bem como os primeiros 5m da prática seguinte permitam um tempo para o que cada umaum precisar. É aconselhável vir preparado para uma viagem com caderno, caneta,  comida, água ou o que vos parecer bem. 
Corpo-chão  dias 3-4-5-6 de agosto das 9:30 às 11:30Considero corpo um acontecimento. Comecei a estudar as práticas que exercitamos nestas sessões desde que comecei a ensinar dança, no início dos anos 80. Nessa altura eram sessões muito festivas que cada dia ginasticavam a experiência de qualquer pessoa poder saborear a dança. Começávamos sempre de pé porque me parecia que, se chegávamos andando, o melhor era continuar andando, apurando a atenção para a poesia dos gestos que fazemos acontecer só por estarmos vivos. Agora vejo mais a atmosfera que cada umaum produz nesse momento e deixo que a aula se concretize por entre essas invisibilidades. Nunca sei à partida o que vou dizer ou que prática vamos exercitar, mantenho-me rigorosamente afinada com o que vai aparecendo.
Sempre me interessou tecer. Aceito que o corpo que vou sendo tem buracos, aceito que alguns desses buracos são a própria renda que me faz corpo-sofia. Não aceito a negligência e o abandono. Não aceito boicote ao sabor da dança. O encontro entre os tecidos do corpo, os tecidos do chão ou do ar parecia-me, e ainda parece, um evento fascinante. A criação de formas que se vão fazendo corpo a partir da escuta da relação com o expandir-contrair, adensar-desajuntar, afundar-levitar foi a primeira pergunta que me desassossegou, e ainda desassossega, momento a momento. A elasticidade da atenção acompanha a elasticidade do gesto, é possível que alguns desses tais buracos ou outros lugares por onde não passa movimento me peçam anos e anos para se tecerem, outros realinham-se numa manhã. Apurar a escuta do corpo-acontecimento implica não me isolar do som, da temperatura, da luz, da relação entre a geografia do corpo e geografia da cidade. Assim, cada encontro da manhã abre espaço por entre as paisagens do corpo, deixar passar movimento, descomprime tensões fixadas onde o movimento não passa, escuta os mapas de linhas-manchas-deslizamentos-torções-embalos-encaracolamentos. A escuta é movimento.
É um trabalho sem princípio nem fim que celebra a continuidade que vibra em começar. -este trabalho é aberto a qualquer pessoa que queira dispor-se a ouvir os movimentos que criam o corpo que vamos sendo, sem pressa. Anatomia e fisiologia experiencial dias 3,4,5 6 de agosto das 11h30 às 13h30 Estudar Corpo a partir da dança lado a lado com outras formas de conhecimento como a biologia tem sido um lugar muito rico no percurso de investigação. Não nos interessa conhecer o corpo para o controlar ou dominar, interessa-nos antes caminhar com a descoberta de quem vamos sendo desta vez entrando no micro universo da célula ou na dança dos componentes que formam tecidos, órgãos ou sistemas. Passear por um mapa do corpo que considera o transito dos fluidos, por um outro que aborda a vida do osso, por um outro que se aproxima da elasticidade dos músculos ou da presença de uma “membrana” de tecido que envolve cada vaso sanguíneo, cada músculo, cada osso, cada órgão, encontrar a especificidade de cada articulação, a nossa capacidade de regeneração, a pertinência na comunicação entre cada partícula que nos compõe é, pelo menos, uma aventura! e tudo isto ainda desenhando, dançando no espaço e conversando, parece-nos um convite precioso.-é um curso trabalhado de forma simples, destinado a quem se inicia no estudo do corpo e do movimento ou a quem já anda nestas danças há uns tempos e vai percebendo que estamos sempre no princípio …  Corpo-vertical   dias 3,4,5,6 de agosto das 13h30 às 15h30Cada forma de vida se faz forma exercitando a vida. É evidente que a medusa se relaciona com as forças de movimento de maneira diversa que o coqueiro, a girafa, o tamboril, a lesma, o gato ou o gafanhoto…é evidente que a lista de diversidades seria interminável…parece-me espantoso como as formas se apuram tão diferentemente!
Quando passamos do ambiente aquático ao ar, aquilo que era cartilagem vai-se fazendo osso na dança de empurrar e puxar, na ginástica de se fazer forma por entre as forças que puxam para o centro da terra ou para as nuvens. Os últimos tempos em que habitamos a barriga da nossa mãe estamos tão apertados e encaracolados que parece não ser possível apertar mais….mas é! ainda falta atravessar um canal estreito onde nos encolhemos ainda mais em espiral. E levamos todo o caminho de estar vivo nessa dança de esticar, encolher, espiralar…
A vertical é um mistério!
Só em desequilíbrio é possível conceber a engenharia humana! A estabilidade dos nossos corpos é a própria dança, desde os micro ajustamentos que praticamos para estar de pé em quietude, aos balanços-pressões-molas que se fazem acções como andar, correr, rodopiar.
Este trabalho percorre histórias de movimento que nos nossos corpos se fazem gestos. Viagens do fumo do corpo. Escutando linhas específicas, dançamos acordes, combinações de acordes e até sinfonias. -este trabalho requer experiência de movimento e prática de trabalho de corpo.

 

através do site http;//www.c-e-m.org  
e do facebook 
https://www.facebook.com/centroemmovimentodelisboa 

30.07.2013 | por martalanca | corpo, movimento

Nova Galeria Buala de Abraham Oghobase

Päätön (Acéfalo) de Abraham Oghobase

Abraham Ogobhase indaga o sentido da existência humana, expondo através da fotografia e performance uma ampla gama de emoções (a solidão, o medo, a ansiedade, o isolamento, a liberdade,…) e usando o seu próprio corpo como objeto.

Em Päätön (tradução do finlandês: acéfalo), uma paisagem invernal, gélida, despovoada de outros seres humanos é o cenário escolhido por Abraham para explorar o corpo. Aqui, numa coreografia onde o corpo e outros objetos são subsumidos no espaço, o sujeito (este corpo acéfalo) é, ao mesmo tempo, ausente (invisível) e presente, assumindo uma forma de alien na paisagem.

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05.06.2013 | por franciscabagulho | Abraham Ogobhase, arte contemporânea, corpo

A invisibilidade da morte entre populações migrantes em Portugal, LISBOA

Clara Saraiva. CRIA/FCSH-UNL

8 de abril, 18H00-20h00, Edifício ID, Piso 4, Sala Multiusos 2, FCSH-UNL

Apesar dos estudos realizados em torno da recente condição de Portugal enquanto país de imigração, têm sido negligenciadas algumas questões importantes relacionadas com os estados de sofrimento e morte – ‘estados de aflição’ – dos imigrantes. A morte, em particular, é um tema difícil mas crucial que não tem sido tocado nos estudos sobre imigração. Como é que os imigrantes percepcionam a morte e a incorporam na conceptualização da diáspora? Como é que os diferentes grupos de imigrantes conceptualizam o sofrimento e a morte nos outros grupos? Como é que os portugueses olham para a morte dos imigrantes, um assunto pouco discutido mas que gera preconceitos e mistificações variadas? Numa sociedade ocidental em que a morte se tornou um tabu, e que é pensada como algo que só acontece aos outros, este distanciamento face ao último rito de passagem da vida pertence à esfera do mito e do preconceito – a invisibilidade da morte. Para os imigrantes, ela é uma realidade com que têm de lidar e que frequentemente determina o tão ambicionado regresso temporário a casa. A morte é aqui vista não apenas como um momento no tempo, mas como um processo, que envolve estados emocionais específicos e que desencadeia o uso de rituais para lidar com a inevitável angústia que tende a adquirir aspectos ainda mais complicados quando se está longe de casa.

Propomos analisar os níveis múltiplos que a morte toca, desde os mais simbólicos aos mais práticos. A morte é uma dimensão onde a abordagem transnacional é obrigatória – juntamente com o debate crítico sobre o sentido do ‘transnacional’ e as suas características multifacetadas— já que encerra uma intensa circulação, não apenas de bens materiais e riqueza, mas também de universos significativos e simbólicos que circulam juntamente com os bens e as pessoas: o corpo, mas também os espíritos e as relações com o outro mundo que as pessoas trouxeram para a diáspora. Esta comunicação pretende desconstruir noções preconceituosas acerca do que acontece aos mortos imigrantes e olhar a “gestão da morte”, incluindo representações simbólicas bem como aspectos práticos, tais como os processos legais para repatriamento dos corpos. Esta análise será feita a partir dos dados de trabalho de campo com populações guineenses com base no trabalho com associações de imigrantes e com outras instituições envolvidas no processo—hospitais, agências funerárias, autoridades diplomáticas e de fronteira e instituições religiosas—e ainda no confronto com as percepções que os portugueses, como sujeitos em interacção no país de acolhimento, têm acerca da morte dos imigrantes.

19.03.2013 | por franciscabagulho | corpo, morte

Colóquio "Movimento e Mobilização Técnica"

“Movimento e Mobilização Técnica” começa já no Sábado dia 9

04.03.2013 | por martalanca | corpo, movimento

crowdfunding BUALA - publicação sobre o CORPO

Iniciámos uma campanha para um novo projecto do BUALA que se trata, basicamente, de fazer uma publicação em papel sobre o tema do CORPO, online na plataforma Massivemove até 16 Dezembro 2012. FALTAM APENAS 30 DIAS!!

Pensar sobre o CORPO é uma necessidade estratégica, uma vontade de questionar os processos normativos de exclusão, naturalização e produção, pôr em movimento novas formas de estar no mundo, novos afectos, abrir o horizonte do pensamento sobre o corpo. A ideia é insistir menos na política identitária ou nas pretensões identitárias (e sua subversão enganadora) e mais na precariedade e nas suas distribuições da diferença e da exploração nos mapas do poder contemporâneo.

Trimestralmente vamos trabalhar no site quatro áreas das quais partiremos para construir a publicação (lançamento no final de 2013), são elas: o corpo: vida e mortecorpos excluídos (sexualidade, classe, diferença cultural, doença, idade, incapacidade); corpos: dinâmicas e espaço (urbanismo, migrações); corpo: poética e tecnologia.

No interesse de manter a nossa linha editorial independente e amplamente difundida, precisamos que o apreço daqueles que nos seguem, contribua para custear esta vontade. Para isso basta colaborar com a nossa campanha de crowdfunding (financiamento directo) na plataforma Massivemove

Contamos convosco! São apenas dois minutos, o apoio à medida de vários bolsos e de  várias contrapartidas. Aqui está o link para o projecto.

19.11.2012 | por franciscabagulho | buala, corpo

GRANDE FESTA BUALA, LISBOA

9 de novembro I das 22h às 3h, no Zona Franca no Bartô I ENTRADA LIVRE

Lançamento de novo projecto: o CORPO em revista


Uma festa cheia de ritmo: concerto de Claiana + djs Irmãos Makossa

Claiana vêm do Porto para brindar a mestiçagem afro-hipster, uma banda de improváveis, sendo o “vocalista e frontman um autêntico Bruce Dickinson se este tivesse nascido em Cabo Verde.” O termo Claiana foi criado pelo pai do Gui quando alguém falava e não se percebia nada, o que coincide com as articulações vocais deste projecto. 

Segue-se dancing pela noite fora com os vigorosos Irmãos Makossa que, tendo o Afrobeat como base, viajam pelo Afrofunk, Highlife, Chimurenga, Soukous, Semba, Samba, Funana, Juju, Marrabenta e têm a responsabilidade de não deixar ninguém parar a não ser para ir buscar mais uma bebida. 

 

30.10.2012 | por franciscabagulho | buala, Claiana, corpo, Irmãos Makossa

Exposição: O corpo na arte africana RIO DE JANEIRO

O Corpo na Arte Africana conta com cerca de 140 obras de arte reunidas pelos pesquisadores Wilson Savino, Wim Degrave, Rodrigo Corrêa de Oliveira e Paulo Sabroza. As obras estão divididas em cinco módulos: “Corpo individual & Corpos múltiplos”; “Sexualidade & Maternidade”; “A modificação e a decoração do corpo”; “O corpo na decoração dos objetos”; e “Máscaras como manifestação cultural”. A mostra conta ainda com 14 fotografias cedidas pelo colecionador francês Gérard Lévy, com registros que datam do período entre o fim do século 19 e o início do século 20. 

 
Leia mais sobre a exposição no site da Fiocruz (aqui).
O Corpo na Arte Africana
Exposição gratuita
De 17 de setembro de 2012 ao início de 2013
Local: Sala de exposições do Museu da Vida
Visitação: de terça a sexta, das 9h às 16h30, mediante agendamento. No sábado, visitação livre, das 10h às 16h.
Endereço: Av. Brasil, 4365 - Manguinhos - Rio de Janeiro (dentro do campus da Fiocruz e próximo à passarela 6)
Mais informações e agendamento: (21) 2590-6747 e recepcaomv@coc.fiocruz.br.

 

fonte cineáfrica

24.09.2012 | por martalanca | arte africana, corpo

Do Corpo à Palavra

Em 2007/2008 realizámos colectivamente este documentário no interior do projecto Ir (mais info em www.c-e-m.org). A experiência de 4 anos atrás, abriu um caminho para movimentações políticas, artísticas, sociais… que temos vindo a criar desde então. 

Fomos convidados pela BASE - F.U.T, a Frente Unitária de Trabalhadores, existente desde os anos sessenta do século XX na luta contra a ditadura e a guerra colonial, fundada por militantes do Movimento Operário Cristã, com um papel assinalável na organização e animação do movimento sindical e social português (mais info aqui).
Neste domingo, dia 27 de março, as 15h na sede da BASE - F.U.T. na Rua Maria aos Anjos, n.15 (metro Intendente), 
vamos visionar o documentário seguido de uma conversa.

 

23.03.2011 | por martalanca | CEM, corpo