Museus afro-atlânticos em debate, de 24 a 27 de Maio em São Paulo

Estão abertas as inscrições para o I Encontro Afro Atlântico na Perspectiva dos Museus, no Museu Afro Brasil.
O encontro visa aprofundar o diálogo a respeito das formas como os museus representam o continente africano por meio de suas elaborações conceituais-curatoriais. As diversas possibilidades de interpretar a arte africana tradicional e contemporânea e sua inserção em museus nacionais e internacionais serão debatidas a partir dos temas indicados.

 

Com Abdou Sylla (IFAN-Senegal), Constantine Petridis (Museu de Arte de Cleveland), Karen Milbourne (Museu Nacional de Arte Africana do Instituto Smithsonian), Samuel Sidibé (Museu Nacional do Mali), Susan Vogel (Universidade de Columbia), Henry Drewal (Universidade de Wisconsin-Madison), Marta Heloísa Salum (Museu de Arqueologia e Etnologia/USP), Emanoel Araujo (Museu Afro Brasil) (Benim), Dominque Zinkpè, Lisa Binder (Museu para a Arte Africana – Nova York), George Preston (Museu de Arte e Origens – Nova York).

03.05.2011 | por martamestre | Instituto de Estudos Brasileiros, Museologia, Museu Afro-Brasil, museus, património

BURAKA SOM SISTEMA 'Hangover (BaBaBa)' - em S.Vicente

‘Hangover (BaBaBa)’ is out on June 6th on Enchufada including remixes from Tony Senghore, Swick and Oui’ Wack. 

The track’s maddeningly catchy ‘BaBaBa’ hook originated when the group were in Rangel ‘City’ in Luanda, Angola, visiting some of their favourite Kuduro producers including DJ Znobia. As Buraka’s Kalaf Ângelo remembers, “He played us one of his tracks featuring Nacobeta, a local MC, where he used this hook and it immediately got our attention! We then used it in some of our early shows and the crowd loved it because of its simplicity and raw energy. While working on the new album, the beat we produced with Stereotyp had that same energy so it made perfect sense to bring it back for the chorus and close the cycle.”
Dir.: João Pedro Moreira & Carlos Afonso

03.05.2011 | por martalanca | Buraka Som Sistema, kuduro

Conferência de Filip De Boeck, no ISCTE, LISBOA

URBAN FUTURES IN CENTRAL AFRICA: THE CASE OF KINSHASA

Conferência de Filip De Boeck (Universidade Católica de Lovaina) integrada no Ciclo Internacional de Conferências DoutoraisPrograma de Doutoramento em Estudos Africanos
6 de Maio de 2011, 18h00 Aud. Afonso de BarrosAla Autónoma, ISCTE-IUL

02.05.2011 | por franciscabagulho | Filip De Boeck, Kinshasa, RDC

Eden, de Daniel Blaufuks

Exibições: 15 Maio, 18:00, Culturgest, GA

Documentário, Portugal 2011, 64’, Beta Digital PAL
Argumento: Daniel Blaufuks 
Fotografia: Daniel Blaufuks, Rui Xavier 
Música: Various 
Som: Adriana Bolito 
Montagem: Daniel Blaufuks, Pedro Duarte 
Produtor: Fernando Vendrell 
Produção: David E Golias

“O mar e o cinema eram as únicas formas de sair da ilha.” O olhar documentarista de Blaufuks conduz-nos a São Vicente (Cabo Verde), pelas memórias que o cinema deixou nesta ilha. Assente num interessante trabalho de pesquisa, tanto pela riqueza dos depoimentos, como pelas imagens, “Eden” é um filme que mergulha no imaginário contemporâneo de um povo e de um lugar através da relação destes com o cinema. (Catarina Cabral)

infos do Indie

02.05.2011 | por martalanca | cinema, Daniel Blaufuks, Éden-Park, S.Vicente

CEMETERY STATE de Filip De Boeck, Sarah Vanagt, ISCTE, LISBOA

5 Maio 2011, 18 :00, Auditório B 104 Edifício II (com a presença de Filip De Boeck) 

“CEMETERY STATE” de Filip De Boeck e Sarah Vanagt 

Le documentaire suit quelques jeunes et enfants qui vivent et travaillent sur un des cimetières les plus anciens de Kinshasa. Dans “Cemetery State”, Filip De Boeck nous invite de faire un tour dans le cimetière de Kintambo, un des cimetières les plus anciens et les plus grands de Kinshasa, la capitale de la RDC. Avec le temps, la ville s’est approchée de plus en plus du cimetière et des petites villes sont nées tout à fait à côté. Un de ces endroits est le bidonville fort peuplé de Camp Luka (connu également comme “l’Etat”). Ici, les morts et les vivants habitent à proximité. Bien que le cimetière a été fermé par les autorités locales il y a 20 ans, les gens de Camp Luka continuent à enterrer leurs morts là-bas. Ce film tout à fait étonnant suit Papa Mayaula et son petit groupe de fossoyeurs. 

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The documentary follows a few youngsters and children living and working on one of the oldest cemetaries in Kinshasa. In ‘Cemetery State’, Filip De Boeck invites us on a bewildering tour of the cemetery of Kintambo, one of the oldest and largest cemeteries in Kinshasa, the capital of the Democratic Republic of Congo. Over the years, the city has increasingly invaded the cemetery, and shanty towns have sprung up alongside it. One of these is the populated slum area of Camp Luka (also known as ‘the State’). Here, the living and dead live in close proximity. Although the cemetery was officially closed by the urban authorities two decades ago, the people from Camp Luka continue to bury their dead there. This astonishing film follows Papa Mayaula and his small group of grave-diggers. 

02.05.2011 | por franciscabagulho | Filip Boeck, RDC