Companhia de Dança Contemporânea de Angola | Temporada 2022

Companhia de Dança Contemporânea de Angola | Temporada 2022 Na sua Temporada de 2022, a Companhia de Dança Contemporânea de Angola apresenta ISTO É UMA MULHER?, uma criação conjunta de Ana Clara Guerra Marques e da coreógrafa Irène Tassembédo do Burkina Faso. Esta peça convoca o público à descoberta, desafiando-o a confrontar-se consigo próprio e a envolver-se num universo onde, em cada pergunta e em cada resposta, existe uma probabilidade de razão. Não se pretendem apresentar soluções, muito menos se tenciona homenagear, exaltar, mostrar compaixão ou assumir qualquer lugar comum, pretendendo-se apenas integrar a construção de um lugar humanizado e evoluído onde ser Mulher já não cabe nos paradigmas do passado.

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16.05.2022 | por vários e Ana Clara Guerra Marques

Cenas do Gueto I Do bairro para o mundo

Cenas do Gueto I Do bairro para o mundo O lema é do bairro para o mundo. Por via da arte, os jovens da Quinta do Mocho constroem horizontes de oportunidades, projetando novas visibilidades sobre si próprios e o bairro onde vivem.

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01.12.2021 | por Otávio Raposo

Cenas do Gueto I Bráulio dança

Cenas do Gueto I Bráulio dança O corpo é rítmico e balança ao sabor da música rap. Os sentimentos de felicidade e liberdade acompanham a performance de Bráulio Pitra, que nem o ruído do avião é capaz de conter.

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30.11.2021 | por Otávio Raposo

De Palácio a Centro Cultural de Luanda. Nota da CDC Angola

De Palácio a Centro Cultural de Luanda. Nota da CDC Angola a designação de “Palácio” há muito caiu em desuso, por nos remeter para um contexto de regimes políticos em decadência que instrumentalizavam as artes mantendo-as cativas da sua grandiosa máquina propagandística ditatorial, por outro, marginaliza, numa total falta de respeito e consideração, os artistas / profissionais da DANÇA.

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22.11.2021 | por vários

Ingredientes do cocktail de uma revolução estética

Ingredientes do cocktail de uma revolução estética E o Jazz foi uma das armas de combate dos negros norte-americanos, do Harlem ao longo do século XX. Nina Simone, é apenas um dos vários exemplos. E na vizinha África do Sul, Hugh Masekela, Miriam Makeba, Dollar Brand, Caifás Semenya, Letta Mbulu, Jonas Gwangwa, são outros nomes que usaram este este género musical contra o Apartheid. O Jazz entrou no país pela Casa Grande, desde logo consumido por uma elite intelectual, entre os quais Ricardo Rangel e José Craveirinha que o levaram a periferia.

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02.10.2021 | por Leonel Matusse Jr.

A transmissão das danças da diáspora africana

A transmissão das danças da diáspora africana É preciso defender o património cultural e reconhecimento a todos os agentes culturais espalhados pela diáspora que fazem o trabalho de documentar e de promover o nome de Angola num espaço global e digital enquanto, ironicamente, em Angola e em Portugal, as danças “sociais” da diáspora africana ainda são vistas como algo apenas recreativo, com baixo teor artístico, e não algo que possa ser valorizado, documentado ou apoiado financeiramente.

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15.06.2021 | por Iris de Brito

Uma piscina vazia de corpos cheios

Uma piscina vazia de corpos cheios Este documentário valoriza os dançarinos enquanto pessoas e profissionais e reconhece-lhes o devido valor, e das coreógrafas e toda a equipa, enfatizando as dificuldades pelas quais passam para que o seu trabalho seja reconhecido e os esforços que fazem para continuarem a trabalhar na sua paixão. É também um alerta e uma crítica subliminar à falta de apoio aos artistas e ao não investimento no setor cultural.

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02.06.2021 | por Alícia Gaspar

Num Semba Poema, Num Semba Canção, Num Semba Ação: Escuta das Comunidades de Práticas do Semba enquanto Património Imaterial

Num Semba Poema, Num Semba Canção, Num Semba Ação: Escuta das Comunidades de Práticas do Semba enquanto Património Imaterial Angola entrou para a lista do Património Mundial da Humanidade em 2017, com a inscrição de Mbanza Congo, na Lista do Património Mundial da UNESCO como paisagem cultural pré-colonial. Esse momento marca a entrada de Angola na corrida patrimonial gerida de forma supranacional pela UNESCO. Em 2018, a Ministra da Cultura de Angola avançou com a vontade de começar o processo de patrimonialização do semba com ecos na imprensa angolana e para satisfação dos músicos e sembistas.

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11.05.2021 | por André Castro Soares

A história e protagonistas da música afro-portuguesa

A história e protagonistas da música afro-portuguesa A relevância da participação negra em Portugal nas mais diversas áreas – incluindo a música – remonta já a várias centenas de anos, mas raras vezes é articulada nas narrativas públicas dominantes. Não se trata, naturalmente, de os negros em Portugal não terem voz ou não se encontrarem presentes no quotidiano do país. Trata-se, isso sim, muitas vezes, de falarem sem serem considerados, de verem sem serem vistos, de cantarem sem serem escutados – pelo menos, fora de uma esfera cultural tendencialmente mais circunscrita.

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30.01.2021 | por Inês Nascimento Rodrigues

Não dá para ficar parado: Vítor Belanciano assina livro sobre a “música afro-portuguesa”

Não dá para ficar parado: Vítor Belanciano assina livro sobre a “música afro-portuguesa” Esta “música afro-portuguesa” que gira à volta de “celebração, conflito e esperança” é uma ideia em constante construção: “Há imensos agentes relevantes. Acaba por estar tudo ligado. O impacto dos Buraka Som Sistema foi central, mas ele só existiu porque antes o hip hop em Portugal se afirmou e depois houve Cool Hipnoise ou Spaceboys e tantas outras coisas. Da mesma forma que o percurso internacional de Batida ou da Príncipe Discos beneficiou desse efeito Buraka. A redescoberta do Bonga, por exemplo, está também conectada com esta dinâmica, porque existe um recontar da história, um trabalho de memória que importa fazer. E depois, hoje, tens imensos vectores, desde a crioulização do Dino D’Santiago, à atitude combativa de Scúru Fitchádu, ou novas gerações que tanto se inspiram em motivos da cultura global como local, como o Tristany.

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08.12.2020 | por Alexandre Ribeiro

Tufo: património cultural de Moçambique

Tufo: património cultural de Moçambique A dança foi Introduzida há vários séculos na costa de Moçambique por comerciantes arabes-swahili. Possui forte raízes religiosas. Na origem, era apenas praticada em rituais e momentos festivos associados à religião muçulmana, mas com o tempo a dança foi-se massificando.

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29.01.2020 | por Hélio Nguane

Das políticas de convivência, do irreparável, da sinceridade, do método AND Lab

Das políticas de convivência, do irreparável, da sinceridade, do método AND Lab Como tomar posição, ou seja, não ficar no impasse, mas ao mesmo tempo não impor? E também, como não permitir que a franqueza vire uma exposição desmedida, como não desproteger-se completamente? A franqueza envolve exposição, mas não tem de ser um desnudamento, não é uma exibição. É muito possível sucumbir a essas corruptelas da coisa: a honestidade radical virar metralhadora opinativa ou desresponsabilização afectiva; a exposição virar exibição... Ou seja, tudo versões variadas da indiferença.

Cara a cara

10.01.2020 | por Marta Lança e Fernanda Eugénio

Lavrar o Mar em Aljezur e Monchique

Lavrar o Mar em Aljezur e Monchique A geografia não é tudo na proposta de Lavrar o Mar – um projeto com direção artística de Madalena Vitorino e Giacomo Scalisi — mas inspira e bombeia o coração da programação que, desde 2016, tem apresentado espetáculos em circulação pela Europa e criações originais na área da dança, do teatro e da música, “no alto da serra e na costa vicentina”.

Vou lá visitar

06.01.2020 | por Carla Baptista

Para lá dos seus passos, entrevista com Kamy Lara

Para lá dos seus passos, entrevista com Kamy Lara Rodear-me de mulheres neste filme foi uma decisão consciente. Acho que é importante. São pequenos passos e espero que um dia não seja preciso, que seja natural haver mais mulheres a trabalhar em cinema, em Angola principalmente. Muitas vezes as mulheres não estão no mesmo patamar que os homens porque não tiveram as mesmas oportunidades, mas nós temos que ir crescendo juntas.

Cara a cara

02.01.2020 | por Iolanda Vasile

Cara Fabiana, cara Denise,

Cara Fabiana, cara Denise, Fazia sentido focar numa dança que se originou no contexto colonial, através de um processo de troca e influência acomodado por um sensível engajamento físico, mas também dentro de um sistema de exploração global e local. Lundu é uma dança de sedução e prazer que se desenvolveu devido ao intercâmbio entre africanos, espanhóis e portugueses no Brasil dos séculos XVII e XVIII.

Palcos

16.01.2019 | por Camila Sposati e Falke Pisano

Entrevista a Faustin Linyekula

Entrevista a Faustin Linyekula Faustin Linyekula haveria em 2006 de fazer o percurso contrário ao desejo de muitos congoleses democráticos, completou o círculo e regressou a casa, a Kisangani, capital da Província Oriental (onde fica a cidade onde nasceu, Ubundu) da República Democrática do Congo, terra de Patrice Lumumba, o primeiro chefe de governo do Congo independente que Mobutu Sese Seseko conseguiu que os separatistas do Katanga mandassem fuzilar. Conversa com o coreógrafo e bailarino que dirige em Kisangani (RD Congo) os Studios Kabako e durante um ano vai ser o artista na cidade de Lisboa.

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23.02.2016 | por António Rodrigues

Danças africanas em Portugal: contextos artísticos e pedagógicos - parte 1

Danças africanas em Portugal: contextos artísticos e pedagógicos - parte 1 A dança surge assim como um terreno frutífero para trabalhar com culturas diferenciadas, já que tem por base o corpo, instância onde se inscrevem e onde se traduzem todas as experiências de um sistema cultural. Para esse entendimento, é importante reconhecer o trânsito corpo-cultura-sociedade como uma relação de mútua contaminação, em que a possibilidade de experimentar outra cultura, não só por informações e pensamentos, mas também pelo corpo, é uma porta que se abre para aprender novas perspectivas acerca do mundo e de si próprio.

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20.11.2015 | por Teresa Fabião

Noite passada em B.Leza

Noite passada em B.Leza A quizomba é a música que está na berra, fala de amor e paixão nas suas letras, e tem diferentes passos, desde os mais básicos até às passadas mais profissionais. “Para dançar bem quizomba é preciso deixá-la entrar dentro de nós”, diz um amigo que anda a aprender o ritmo africano. O funaná é de origem cabo-verdiana, fácil e rápido de dançar, tem muito do folclore português, sobretudo do corridinho.

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05.10.2015 | por Catarina Andresen Bouça

O Andanças fala sempre muitas línguas

O Andanças fala sempre muitas línguas Culturas não coincidem com linhas de nações e continentes. Culturas são formas vivas, mutáveis e transcedem fronteiras fazendo encontros. No Andanças sente-se África entre a Europa, a América, a Oceânia, a Ásia. A integração de ritmos, danças e instrumentos de origem africana é feita por pessoas que se ligam a África, não se centrando exclusivamente em identidades de cores da pele e heranças familiares, mas também nas vivências pessoais, nas dedicações ao estudo e à pesquisa, por vontade de mergulhar numa cultura, de descobrir e encontrar o outro.

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16.09.2014 | por Maria Prata

Okaimpas da Adroana

Okaimpas da Adroana Okaimpas é um grupo de dança guineense da localidade da Adroana (Cascais) que faz parte do colectivo Netos da Amizade.

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17.01.2014 | por vários