Investir numa Paz Feminista

Investir numa Paz Feminista A 23 de Março, no início da pandemia, o Secretário-Geral das Nações Unidas António Guterres apelou a um cessar-fogo global, a fim de permitir aos países concentrarem-se na crise da COVID-19 e permitir que as organizações humanitárias cheguem às populações vulneráveis. Mais de 100 organizações de mulheres do Iraque, Líbia, Palestina, Síria e Iémen juntaram-se rapidamente ao apelo com uma declaração conjunta que defendia uma ampla trégua COVID-19, que poderia constituir a base para uma paz duradoura. Não deve ser surpresa que as mulheres tenham sido das primeiras a apoiar o apelo a um cessar-fogo.

Jogos Sem Fronteiras

18.11.2020 | por Phumzile Mlambo-Ngcuka

Psicólogos da paz ou traumas de guerra?

 Psicólogos da paz ou traumas de guerra? Cerca de um milhão (dados em constante mutação) de angolanos morreram na guerra civil. Como convivem os que sobreviveram a esta guerra fatídica com estas memórias traumáticas? Para onde foram estes militares pós guerra? Terão tido o acompanhamento necessário. E as famílias? O que foi feito à volta da humanização dos antigos combatentes? Para quando um investimento sério em «psicólogos da paz» ou mesmo academias e clínicas de especialidade?

Cidade

24.02.2019 | por Indira Grandê

Em Moçambique, antes de mais a paz

Em Moçambique, antes de mais a paz Sendo este movimento social muito relevante, não deixa de apresentar as características habituais em explosões reivindicativas passadas. Também por isso, preferi destacar neste artigo um outro movimento recente, muito contrastante com os anteriores e inesperado na sua forma e impacto: as marchas e outras ações pacíficas e apartidárias exigindo a manutenção da paz, num país que, 24 anos depois de uma longa e traumática guerra civil, a sente de novo ameaçada.

A ler

07.12.2016 | por Paulo Granjo