Bienal Anozero em Coimbra – a arte contemporânea que muda a cidade conservadora

Bienal Anozero em Coimbra – a arte contemporânea que muda a cidade conservadora Já se escreveu que é a Bienal mais feminista de sempre, pela presença maioritária de artistas mulheres, mas sobretudo pelos temas convocados: fortalecer as contra narrativas ao discurso neocolonial (predatório, racista, discriminatório), intensificar as metodologias colaborativas e a exploração criativa das relações simbióticas e fazer da arte uma ferramenta de emancipação e um recurso central para pensar e agir no mundo. Nada disto é radicalmente novo na história da Bienal que sempre se foi trilhando na abertura ao Outro (lado) das coisas e da própria cidade, mas talvez o caminho esteja mais sinalizado.

Vou lá visitar

24.05.2022 | por Carla Baptista

BIBLIOTERA no Anozero'21—22 Bienal de Coimbra MEIA-NOITE

BIBLIOTERA no Anozero'21—22 Bienal de Coimbra MEIA-NOITE Este projeto de curadoria coletiva é uma biblioteca em construção que, de Coimbra, segue para Malafo, na Guiné Bissau, onde será acolhida pela Abotcha - Mediateca. Os livros, em catalogação e desarrumação permanentes, são acompanhados por leituras, debates, performances, reflexões sobre escrita, oratura, autoria, produção de conhecimento, circulação, apropriação de saberes e, claro, sobre o próprio conceito de biblioteca e seus conflitos.

A ler

06.04.2022 | por Marta Lança, Marinho de Pina e Filipa César

Anozero' 21-22 | Bienal de Coimbra Meia-Noite

Anozero' 21-22 | Bienal de Coimbra Meia-Noite Este é um início, uma aproximação. Um arranque que abre vários caminhos para o Anozero’21-22. Aqui, são apresentadas algumas das bases que sustentam a proposta para a Bienal. Apresentadas, conversadas e discutidas, porque estes são alguns dos seus princípios-fundadores: a discussão, a abertura, a participação. A Meia-Noite chega com uma exposição-conversa.

Palcos

09.11.2021 | por Elfi Turpin e Filipa Oliveira

3ª Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra – Anozero’19 A Terceira Margem

3ª Bienal de Arte Contemporânea de Coimbra – Anozero’19  A Terceira Margem Há algo de poético numa cidade entrecortada por um rio, como o Mondego fluindo imperturbável por entre as margens, a partir das quais se esparrama Coimbra. O rio é a imagem da continuidade e da impermanência, o seu tempo tangencia o infinito. As nossas existências, fugazes como as gentes que o atravessam, as pontes que o cortam e as águas que por lá passam, são o sumo da descontinuidade; o nosso tempo é ínfimo se comparado com o do rio.

Mukanda

19.12.2019 | por Lígia Afonso, Agnaldo Farias e Nuno de Brito Rocha