DGA
Posts com a etiqueta DGA
Arquivo
Autor
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
- Setembro 2025
- Agosto 2025
- Julho 2025
- Junho 2025
- Maio 2025
- Abril 2025
Etiquetas
- coisas de lá / aqui já está sumindo eu
- comunicação
- descolonization
- despertar de áfrica
- Digital African Memory
- Dilia Samarth
- Espaço de risco
- fórum lisboa
- gays
- impulso fotográfico
- litratura
- Maria-Benedita Basto
- Michael Kiwanuka
- Nelson Pereira dos Santos Discussão: Billy Woodberry
- Poder
- Sala Garrett
- Staff Benda Bilili
- teatro dona maria
- uccla
- Vânia Andrade.
Mais lidos
- Era das Repressões
- Mafolofolo
- Episódios de fantasia e violência, p. feijó
- A obra de Kamal Aljafari, no Batalha, Porto
- A Maldição do Açúcar
- "Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025
- "Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025
- Afro-Sul: feira do livro de África e sul global
- Seis décadas de Revolução Cubana e da Tricontinental,
- Não são águas passadas
É com alegria que lançamos publicamente a UNA - União NEGRA das Artes, constituída em Abril de 2021, no seio da luta antirracista em Portugal e na sequência das diversas manifestações e debates recentes em torno da reivindicação de direitos humanos, da descolonização do conhecimento e da valorização do legado artístico-cultural protagonizado por pessoas negras. Estamos felizes por constituir esta associação que visa defender os interesses específicos da negritude no setor cultural, tendo em conta as continuidades históricas do racismo colonial que, até hoje, mantém assimetrias profundas que dificultam a criação, a fruição, o acesso, a produção, a programação e, consequentemente, a representatividade negra no setor artístico em Portugal.