mostra itinerante do filme documentário e etnográfico

 

O forumdoc.mgmostra itinerante do filme documentário e etnográfico – tem como objetivo ampliar e democratizar o acesso a uma programação de cinema diferenciada no estado de Minas Gerais, através da exibição de filmes já exibidos no forumdoc.bh (festival de cinema que acontece anualmente em Belo Horizonte desde 1997) e/ou que fazem parte do acervo da Associação Filmes de Quintal, responsável pela realização do projeto.

Sua programação se estende entre os meses de maio e junho de 2010, em sete cidades: Araçuaí, Cambuquira, Contagem, Lagoa Santa, Montes Claros, Pouso Alegre e Uberlândia. Abordando temáticas diversas, os filmes selecionados abordam questões políticas e sociais, ao versar sobre comunidades tradicionais e urbanas, na tentativa de construir junto ao público um amplo diálogo sobre as potências do audiovisual.

O evento, que se encontra em sua terceira edição, conta com o patrocínio da CEMIG/Governo de Minas e da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura/Governo Federal, via Lei de Incentivo à Cultura e Fundo Nacional de Cultura. Além disso, conta com a parceria de instituições locais (Irmandade dos Atores da Pândega, Associação Cultural Eu Sou Angoleiro, Cineclube Luz da Lua, MUnA/UFU, UNIMONTES, UNIVÁS, Benedita Cineclube e Cineclube FUNEC).

27.05.2010 | por martalanca | filme etnográfico

encontro das africas

27.05.2010 | por martalanca

Estreia ULIME

ulime - cartaz 

O filme “ULIME”, do cineasta cabo-verdiano Tambla Almeida, estreia a 28 de Maio, na Academia de Música Jotamont, às 18h30. O evento é fruto de uma parceria entre a Rábida Audiovisual Cultural e o Instituto Camões – Centro Cultural Português, Pólo do Mindelo. 

“ULIME” será apresentado na Praia, em Junho, no Palácio da Cultura Ildo Lobo, em parceria com a Fundação Amílcar Cabral. 

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ULIME

de Tambla Almeida 

Cabo Verde | 2010 | 19 mn  

SINOPSE 

« Nôs’Tud esfomead de tud-cásta  de fome » - Luís Ronamo 

Na secura da paisagem saheliana, Blimundo, boi-gente, sofre os tormentos da canga que já não existe e da falta de recursos que ainda subsiste. Desterrado e sem encontrar razões para uma condição nova, este herói esquecido começa a desentender-se com o seu próprio isolamento.  

EQUIPA DE PRODUÇÃO 

Realização – Tambla Almeida

Produção Executiva – Matilde Dias

Som – David Cordeiro

Fotografia – Bob Lima

Montagem – Jack Dias

Assistente de Realização – Manuel Fortes

Música – Mick Lima e Baptistinhas

Concepção gráfica - Elson Santos (KRIATIV)

Distribuição/Divulgação – Rabidá Audiovisual Cultural  

ELENCO 

Capton Blimunde – Herlandson Duarte 

27.05.2010 | por samirapereira | audiovisual, cabo verde, cinema, tambla

resposta ao Alexandre Pomar

A propósito do que se escreveu aqui no blogue do Alexandre Pomar:

Permita-me esclarer e responder em relação a algumas questões que levanta no seu blog e num email sobre o texto “A lusofonia é uma bolha”. Para contextualizar, escrevi-o quando cheguei de uma longa temporada em África, e me deparei com a desadequação do discurso da lusofonia produzido em Portugal às realidades africanas.Cabo Verde, Angola e Moçambique são os países onde tenho trabalhado na cultura, educação e informação, com as pessoas de lá e sem mordomias de expatriados. Agora estou a viver no Rio de Janeiro. Esta mini biografia para explicar que este texto decorre mais da experiência e da realidade, das opiniões e vivências de amigos, do que dos ‘bancos da escola e papers académicos’, que não são de todo a minha praia (não sou académica nem pretendo ser).
Se acha que é desonesto intelectualmente colar o colonialismo à direita de facto temos um problema de base. Do lado português não sei muito, a não ser a memória compreensivelmente ferida dos refugiados de 75, e algumas coisas muito interessantes na urbanização das cidades africanas, assim como de projectos artisticos e de altos indices na indústria do café e algodão, etc. mas sei bem o que as pessoas africanas contam por lá. São histórias de má memória, a falta de bases, de educação e opressão que esse regime e o colono deixaram. E sei bem o que estão os portugueses hoje em dia a fazer em Angola e a indústria de desenvolvimento em Moçambique. Acredite que a maioria não tem qualquer interesse naquilo para além da sua carreira e de fazer dinheiro. Claro que o colonialismo não é exclusivo da direita e certas facções da esquerda demoraram a perceber a natureza capitalista do colonialismo. Agora, o combate ao colonialismo veio da esquerda, isso é certo!

Se acha que encontrar outras formas de pôr estas pessoas em diálogo (como pretendemos fazer com o Buala) sem ser pelo discurso, reverberador do passado sim, da lusofonia a partir de Portugal (reitero que refiro enquanto discurso nao como a realidade da partilha da língua) é incoerente, também não temos um entendimento.
Que fique claro: antes de avançar com o projecto online apresentei o BUALA a entidades, artistas e intervenientes africanos, em Maputo e Luanda, consultei pessoas da cultura e professores em Cabo Verde e do Brasil, para ver se fazia sentido e se tinha pernas para andar, se tinhamos colaboradores destes países. O primeiro apoio e voto de confiança proveio sintomaticamente aqui do Brasil, país onde se acredita nas ideias.
Muita gente circula neste espaço, temos uma língua comum e realidades que se tocam, sinto-me em casa em qualquer um destes países, mas de facto não há um grande conhecimento mútuo nem uma interessante promoção entre si - com acções e discurso muitas vezes decrépitos e anacrónicos da diplomacia portuguesa, que não comunicam com a dinâmica dos lugares onde trabalham (com válidas excepções).
O facto de ter uma visão geral destes países - dos seus rancores e irritações, das tendências, dependências e vontades, das práticas culturais e figuras, e precisamente por acreditar que há uma nova geração que consegue viver estas realidades trazendo outros elementos e ter um olhar descolonizado, em todos os lás e em todos os cás, fez com que se achasse proveitoso pôr em diálogo as várias perspectivas no interesse da partilha.
É com estas novas visões e novos topos que nos interessa trabalhar, de forma descomplexada, para lá do pós-colonial mas também com ele em tudo o que comporta de análise das relações do passado para entender as do presente.
Reconheço que este texto esteja datado e pode parecer desadequado quando inauguramos uma plataforma que tem colaboradores de toda a CPLP. mas introduziu-o precisamente para nao se confundir o Buala com uma celebração da lusofonia, para ser outra coisa a inventar entre todos.
Porque, e disso tenho a certeza, o discurso da lusofonia interessa muito mais a Portugal do que ao Brasil ou a Angola, que têm outro tipo de argumentos, pretensões e mútuas influências. Muito nos liga entre nós, e é também a nossa diferença que faz a curiosidade, mas não é uma união firmada numa construção harmoniosa e horizontal. É-o muito mais por passados violentos e dinâmicas actuais que deles provêm e os subvertem noutra relação de poderes (o que está a acontecer actualmente com a nova soberba capitalista angolana e que muito irrita alguns angolanos “então só agora que temos dinheiro é que nos respeitam em Portugal, depois de tanta humilhação?”).

A metáfora da bolha é para explicar também que em países africanos lusófonos se vê muito pouco o que se passa no resto de África, por exemplo Angola e Cabo Verde comunicam muito mais com o Brasil e Portugal do que com o resto de África.

Se se quer de facto implementar um projecto lusófono que acompanhe a realidade ‘lusófona’ não se pode esquecer as condições de vida das pessoas, os vários tipos e interesses dos migrantes actuais, certos discursos políticos e diplomáticos, a falta de investimento numa boa difusão cultural e de circulação de estudantes, os estereotipos, os racismos etc. Temos de questionar qual é de facto esse projecto, quem dá a cara por ele, o instrumentaliza ou o faz render.
Sinceramente não percebo onde está o interesse em falar sobre e com África sem ponderar todos estes e muitos mais pontos de vista, sobretudo a partir de uma África real, que deixe de ser fantasiosa e sublimada por mentes europeias.
Espero que o BUALA sirva para minorizar esse tipo de equívocos e que haja mais gente a manifestar-se nos vários lugares de enunciação ‘lusófonos’ sem o vínculo da lusofonia.

27.05.2010 | por martalanca | buala, lusofonia

"Le Mandombe" - a escrita da África Central, em debate/ 31 Maio

27.05.2010 | por martamestre

A discussion with... Kader Attia!

Monday, 31st of May, 7pm at Savvy Contemporary

In the first part of this series we will like to discuss with the artist, Kader Attia, about the extent to which art can serve as an environment or create a condition to come to terms with or process history in the present.
In his installations and photography Kader Attia deals, inter alia, with the economic, political and cultural aspects of architecture in different contexts; be it in state building or in the legacy of the colonial era. The artist gains inspiration from travelling and coupled with researches on art theory and history, he lays a foundation for the development of his works.
Some points of interest in this discussion are:
Which questions does he pursue in the development process of his works related to the heritage of the colonial era?
To what extent is it possible, with the help of artistic positions, to instigate a reflection or even create awareness for historical contexts?

Kader Attia was born in 1970 in Saint-Dennis (France). He lives and works in Berlin and Algiers. Having taken part in many international exhibitions and biennials, Attia’s works have obtained, on an international scale, a wide critical acclaim. Currently, his installation piece with scrapped sheet-roofs, Kasbah, can be seen in the Sydney biennial, as well as other works in the DREAMLANDS exhibition in the Centre Pompidou, Paris. Together with the curator Laurie Ann Farell, he just received the Abraaj Capital Art Prize 2010 of the Art Dubai for his work History of a Myth: The Small Dome of the Rock. Kader Attia is represented by the Christian Nagel gallery in Berlin.

The project is curated by Sophie Eliot.

 

SAVVY CONTEMPORARY
Richard Str. 43/44
12055 Berlin-Neukölln

27.05.2010 | por nadinesiegert

Wanchechi Mutu at Deutsche Guggenheim, Berlin


Wangechi Mutu’s installation at the Deutsche Guggenheim is the first exhibition in Deutsche Bank’s new “Artist of the Year” program.



Wangechi Mutu
The Bride who married a Camel’s head, 2009
© Wangechi Mutu and Susanne Vielmetter
The artist, who was born in Kenya in 1972 and currently lives in New York, was selected on the recom- mendation of the Deutsche Bank Global Art Advisory Council.

For her solo exhibition, Mutu transformed the Deutsche Guggenheim into a suggestive environment which recalls both a protective cocoon and the improvised buildings found in Shanty Towns. She built organic-looking sculptural con- structions from simple means such as gray, felt-like blankets made of recycled materials or brown parcel tape. The creations cover walls and floors of the exhibition hall and at the same time provide the frame- work and background for Mutu’s collages and her new video work “Mud Fountain.”


 

26.05.2010 | por nadinesiegert

Who knows tomorrow

www.whoknowstomorrow.de

 

 António Ole

 

During summer, five internationally renowned artists of African descent will show their art on the grounds of the Nationalgalerie Berlin. El Anatsui, Zarina Bhimji, António Ole, Yinka Shonibare, and Pascale Marthine Tayou have been invited to present themselves in the various, architecturally significant buildings in which the Nationalgalerie accommodates its large collections of art from the 19th to 21st century. Their artistic treatment of the different stylistic, political, and social references will conspicuously mark the buildings and their collections during the course of the project. The ensemble of the Nationalgalerie will thus become an itinerary of large-scale, sculptural, and installation-based works, which are for the most part created outdoors in a site-specific manner.

The participating artists prompt a dialog on questions that, in face of the current radical economic, social and political changes, are more relevant that ever. Is uncertainty regarding the future the greatest certainty we now possess?

A Nationalgalerie is and always has been a mirror and the expression of the nation’s history and present. Each of its buildings is linked to specific historical situations. The exhibition uses this context as a field of projection and tension. It looks to the past, to the future, and especially to the present. The works of the participating contemporary artists address issues related to identity, globalization, and history. Far from claiming to represent or, even less, appropriate current African art production, the exhibition is instead dedicated to leaving monuments of German history to artists of another continent, raising the question as to what and whose history is narrated and written down. How does art contribute to overcoming (art) historical constructions, clichés, and stereotypes?

 

 

26.05.2010 | por nadinesiegert

'Mondes Perdus' SOLY CISSÉ

INFLUX CONTEMPORARY ART

24/4 > 19/6 wed > sat | quarta a sábado
14 > 19h

26.05.2010 | por martalanca | Soly Cissé

Exhibitions Iwalewa-Haus Bayreuth, Germany: Johan Thom, Christophe Ndabananiye and Somos Irmãos

becoming, binding & disappearing: a selection of video worksby Johan Thom

 

 

Somos Irmãos – We are brothers

An angolan familiy of photographers - Pinto Afonso.

 

22.04. bis 04.07.2010

Iwalewa-Haus, University of Bayreuth, Germany

www.iwalewa.uni-bayreuth.de

 

 

 

26.05.2010 | por nadinesiegert | fotografia angolana, Pinto Afonso

Mick Trovoada - Fábrica Braço de Prata (Lisboa)

27 de Maio, 5ª feira

entrada 5 euros

Mick Trovoada (músico) convida a jornalista Fernanda Almeida

22H00

Sala Visconti 

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Às quintas, as noites de Lisboa ganham mais um quê de África num espaço ímpar por excelência: Fábrica Braço de Prata. Os responsáveis pelo mesmo espaço desafiaram-me a conceber um projecto alternativo que mesclasse manifestações artísticas como a Música, Teatro, Gastronomia, etc. 

Neste gingar de intenções, todas as quintas converso no palco com um artista convidado. Tal conversa é estendida ao público através dos sons, dos cheiros, e dos pitéus que podem ser saboreados.
O pitéu é sempre servido a partir das 20h e para que não perca, recomenda-se que faça a reserva através do tlm: 93 6265 972.

Prato do dia: Cachupa

Venha experimentar pratos e sabores africanos sempre ao som de boa música 
Venha curtir
Venha ouvir
Venha dançar

26.05.2010 | por martamestre

comemorações mês d'áfrica

26.05.2010 | por martalanca

Cinema Moçambicano na Universidade do Algarve

28 de Maio, 18h Anfiteatro 1.4 do CP - Campus da Penha João Ribeiro, realizador moçambicano, apresentará a palestra - “Os Três actos do Cinema Moçambicano: Passado, Presente e Futuro”. Seguidamente, será exibida a curta-metragem “O Olhar das Estrelas” (2002, Fic., 25’), parte de uma série de cinco adaptações cinematográficas de histórias do escritor Mia Couto. 

 

João Ribeiro licenciou-se em Realização e Produção Cinematográfica e de Televisão na Escola Internacional de Cinema e Televisão de San António de Los Banõs (Cuba). Trabalhou para o INC (Instituto Nacional de Cinema) de Moçambique. Dirigiu várias curtas-metragens e foi director de produção em Moçambique do filme Blood Diamond de Edward Zwick. É o actual director da TIM (Televisão Independente de Moçambique). A sua mais recente longa-metragem “O último voo do Flamingo”, baseada no livro homónimo de Mia Couto, estreou na semana passada no Festival de Cannes no Pavillon de Monde e ainda em Espanha, no VII Festival de Cine Africano Tarifa (ver na secção Vou Lá Visitar) no passado domingo.

26.05.2010 | por mariapicarra | Cinema Moçambicano, João Ribeiro, Mia Couto, Moçambique, O olhar das estrelas

FILMING AGAINST THE ODDS

Indaba on 50 Years of Film in Independent Africa CALL FOR PAPERS
African Media Centre, University of Westminster, London, UK / LONDON
AFRICAN FILM FESTIVAL
Filming Against the Odds Conference, London, 27-28 November 2010
This is a call for papers from the African Media Centre at the
University of Westminster for a one-day conference on 50 years of filmmaking in independent Africa.  A half a century ago, Sub-Saharan Africa welcomed independence with a wave of optimism. A new cinema was born, championed by the Senegalese film-maker Ousmane Sembène. This new cinema would provide a conduit of expression for voiceless Africans – revealing social conditions and sharing stories. Sembène’s
first short film, Borom Sarret, was a watershed. It reached a
worldwide audience with a plot based on the tale of a poor cart driver whose tragic life mirrored the hazards facing many ordinary people.
Borom Sarret’s issues became dominant themes in African cinema. Prior to political independence, colonial rule did not allow Africans to make their own films. African independence seems to have given the environment needed to produce African stories on the screen.  Not only was political independence a subject in films, but the environment it
created gave an added impetus to both independent and institutionally supported film-making in Africa. African filmmakers have produced stories that celebrate success and failure in their societies. African history, language and etymology are evident in the ways in which some filmmakers have sought an independent form to help indigenize the
medium.
Today, Nigeria has become the centre of a lucrative home video industry known as Nollywood.  According to a recent UN statement, around 900 titles are released in Nigeria each year and bring revenue of about £100m, and Nigeria has surpassed Hollywood to become the world’s second largest film producer after Bollywood. Movies are made on the cheap and copies are exported, sold on the street, or distributed via increasing numbers of video clubs. The film-makers have to work fast and around the clock in their desperate attempt to
fend off the pirates.
The contemporary African film industry is clearly of global
proportions. However, the questions that must be asked are: whose languages are spoken in African film? What are the patterns of stories that have been told so far? What formats do African filmmakers use?
What themes? How has funding affected what is produced? What are the politics of film-making in Africa? Apart from development, education and entertainment, has film on the continent advanced the emancipation of Africans? What has been the relationship between political independence and African film? The conference will include a session with leading African filmmakers. Papers may include, but are not
necessarily limited to, the following:
- Precolonial film in Africa
- Contemporary and historical dimensions of film in Africa
- Language and African film
-African languages and film in Africa
- Global, national, local aspects of film in Africa
- Screen media Africa
 Identity politics and the media in Africa
  Film funding in Africa
Educational film in Africa
- Politics and film in Africa
 Distributing films in Africa
 Style and aesthetics of African film
 History of African film
 Film audiences in Africa

26.05.2010 | por martalanca

SÓFOTO

Quarta 26 de Maio | 19H Entrada Livre | CCFM - Maputo

3 FOTÓGRAFOS PROJECTAM PERTO DE 180 IMAGENS NUMA TELA GIGANTE NOS JARDINS
Um espaço de partilha, um momento para conversar, uma ocasião de estarmos juntos a volta da fotografia…

26.05.2010 | por martalanca

Douala in Transit

Doual’art é um centro de arte e arquitectura contemporâneas cuja actividade se desenrola nos vários bairros da cidade de Douala.

Recentemente foi-lhes concedido o prémio Prince Claus:

 

ver as iniciativas “Ars et Urbis”, encontro de artistas e curadores, “SUD”, ateliers e residências nos vários bairros de Douala.

 

26.05.2010 | por martamestre

1º Encontro de Break Dance no Brasil (São Bento - 1993)

26.05.2010 | por otavioraposo

"ÁFRICA YETO KUWIA", exposição de ÁLVARO MACIEIRA em Luanda

Por ocasião da celebração do Dia de África, é inaugurada, no dia 26 de Maio, no Centro Cultural Português de Luanda, pelas 18h30, a exposição “África Yeto Kuwia”, do artista plástico Álvaro Macieira (1958). Jornalista e editor de cultura na ANGOP – Agência Angola Press, foi ainda colaborador da Rádio Nacional de Angola, TPA (Televisão Pública de Angola) e Tribuna Cultural da BBC. Em 2002, conquistou o primeiro Prémio de Pintura EnsArte, bem como o Prémio de Melhor Pintor do Ano pela Revista Tropical e pela Televisão Pública de Angola. Com dezenas de exposições um pouco por todo o mundo, fundou, em 2002, com o pintor alemão Horst Poppe e o angolano Augusto Ferreira, o Grupo Conexão Cultural. Com Horst Poppe, Álvaro Macieira assinou, durante oito anos, várias obras conjuntas de pequenas e grandes dimensões. “África Mitológica”, “Terra Una”, “Signos da Terra”, “Catanas de Paz”, “Terra Azul” ou “Luanda. Kianda – Cores da Terra” são algumas das suas mais recentes exposições.

25.05.2010 | por martalanca | álvaro macieira

Centro de Estudos Africanos, semana de África

O Centro de Estudos Africanos, para comemorar a semana de África apresenta
os seguintes eventos:
Dia 25 de Maio, Londres, Burnei Gallery - SOAS, Inauguração da Exposição
“The Emperor of Ethiopia in Lusoland: Ethiopia, Portugal and the
Organization of African Unity
Dia 26 de Maio, na sala C2 02, Edf. II, ÀS 15H - Ramon Sarró apresenta,
Wabeladio Payi, Alfabetos endógenos em África: da revelação à transmissão (o
exemplo do mandombe) ;Ramon Sarró (ICS-UL);Wabeladio Payi (Université Simon
Kimbangu, Kinshasa)
26 de Maio de 2010-Sala C 202 Edifício II- ISCTE- 15 horas

Continuar a ler "Centro de Estudos Africanos, semana de África"

25.05.2010 | por martalanca

estamos todos convidados para esta BUALA

se quiser escrever no blog Dá Fala basta mandar um email e receberá um convite.

jah love, de Yonamine, 2006, cortesia Col. Sindika Dokolo

25.05.2010 | por martalanca | yonamine