Rap Crioulo como narrador da experiência afrodescendente em Portugal

Rap Crioulo como narrador da experiência afrodescendente em Portugal A morte de George Floyd inspirou-me a escrever este texto, mas aqui também se morre às mãos da polícia. Em quinze anos, mais de dez jovens negros foram mortos pelas forças de segurança pública. Elson “Kuku” Sanches, 14 anos, foi executado pela PSP em 2009. A análise forense confirmou que o disparo foi feito a menos de vinte centímetros. Nuno Manaças, “Snake”, foi morto pela polícia depois duma perseguição, sendo que nenhum dos três disparos feitos pela polícia foi direcionada para os pneus do carro. Também ele era rapper e de Chelas, amigo do falecido Beto Di Ghetto.

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18.06.2020 | por Airton Cesar Monteiro

Indígenas, imigrantes, pobres: o afropolitanismo no rap crioulo - parte 2

Indígenas, imigrantes, pobres: o afropolitanismo no rap crioulo - parte 2 O gueto da Cova da Moura se expande para ganhar conexões com outros guetos pelo mundo: o local é global e remete à condição de discriminação nas periferias em geral onde a injustiça social é um fardo mais suportável se narrado e enfrentado pelo grupo.

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24.08.2015 | por Susan de Oliveira

Hip hop: breve história e introdução ao mundo do rap crioulo

Hip hop: breve história e introdução ao mundo do rap crioulo Olhando para trás, para a história do hip hop, iniciada nos States nos anos sessenta, da herança dos griots - os contadores de histórias, da tradição africana da oralidade - muita coisa mudou. É normal. Vivemos hoje na era alter-moderna, parafraseando Nicolas Bourriaud.

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07.07.2011 | por Redy Wilson Lima