Manuel Faria de Almeida: o cinema como corpo de delito

Manuel Faria de Almeida: o cinema como corpo de delito  Que o filme tenha sido exibido publicamente apenas duas vezes após o 25 de Abril e tenha permanecido décadas na sombra, até ser resgatado por investigação académica, diz muito sobre as hierarquias da memória cultural. Há obras que sobrevivem porque confortam; outras sobrevivem porque alguém insiste que não esquecer também é um acto político.

Afroscreen

02.02.2026 | por Leonel Matusse Jr.

Catembe, de Faria de Almeida, em Coimbra

Catembe, de Faria de Almeida, em Coimbra Catembe (1965) documenta os sete dias da semana no quotidiano de Lourenço Marques. Além de Cinema Directo – usado sobretudo nas entrevistas de abertura em que Manuel Faria de Almeida pergunta a transeuntes na Baixa lisboeta o que sabem sobre Lourenço Marques –, integrou sequências de ficção protagonizadas pela mulata Catembe.

Afroscreen

08.11.2010 | por Maria do Carmo Piçarra