Na boca da unidade

 Na boca da unidade Fazer uma história da unidade africana a partir da língua, do músculo, deste órgão que sente e experimenta, é reconhecer o potencial do corpo na sua totalidade: da planta dos pés aos intestinos, passando pelo pulmão até à boca, onde se mastigam matérias orgânicas e gramaticais. Pensar a comida, os alimentos e a gastronomia no processo de unificação do continente é permitir também a nossa humanização, a fertilização da nossa capacidade criativa e inventiva e uma fraternidade mais genuína, porquanto a comida é uma escola de sinceridade.

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26.05.2026 | por Apolo de Carvalho