René Daumal
Posts com a etiqueta René Daumal
Arquivo
Autor
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
- Setembro 2025
- Agosto 2025
- Julho 2025
- Junho 2025
- Maio 2025
- Abril 2025
- Março 2025
Etiquetas
- africa move
- América do Sul
- bar
- batalha centro de cinema
- Braima Galissa
- ditadura militar
- egypte
- fátima da cruz rodrigues
- filo-lisboa 2020
- Francisco Castro Rodrigues
- José Castiano
- Lina Magaia
- Marfins Africanos no Mundo Atlântico
- movimento negro
- oficina
- Revolução e cidadania pós-colonial
- rubén sabbadini
- Silva Melo
- Teatro Cinearte A BARRACA
- this is not a white cube
Mais lidos
- Era das Repressões
- Nós Estamos Contigo na Casa
- A língua portuguesa em Angola
- PISA NO CHÃO DEVAGAR: Workshop com Joana Levi
- Historiador apresenta livro sobre o 25 de Novembro em Faro
- Arte, tecnologia e cosmologias contemporâneas em diálogo na nova programação da Escola das Artes
- Seminário: Diálogos Construtivos sobre o Património Colonial
- Visitas Participadas | Coletivo Tributo aos Ancestrais PT | janeiro a junho 2026
- Episódios de fantasia e violência, p. feijó
- A obra de Kamal Aljafari, no Batalha, Porto
«Era tarde, quando começámos a beber. Todos achávamos que era mais do que tempo de começar. Não nos lembrávamos do que tinha acontecido antes. Pensávamos apenas que já era tarde. Saber de onde vinha cada um de nós, em que ponto do globo estávamos, ou sequer se se trataria mesmo de um globo (o que, aliás, nem era assunto), em que dia do mês de que ano, eram tudo coisas que nos ultrapassavam. Não são perguntas que se façam quando se tem sede. Quando se tem sede, está-se sempre à cata de ocasiões para beber, ainda que se faça de conta que se repara noutras coisas.»
