motim
Posts com a etiqueta motim
Arquivo
Autor
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- Março 2026
- Fevereiro 2026
- Janeiro 2026
- Dezembro 2025
- Novembro 2025
- Outubro 2025
- Setembro 2025
- Agosto 2025
- Julho 2025
- Junho 2025
- Maio 2025
- Abril 2025
Etiquetas
- Critical studies of African literature and arts
- DRC
- Eliana N'Zualo
- Festival Afrique dans tous les sens
- Georgia Papageorge
- Global South
- grácia silva
- guerra libertação nacional
- Ismael Sequeira
- Lauraine Meyer
- Lucrezia Cipitelli
- luto
- Mão Morta
- mario lúcio
- mátria amada
- padre antónio vieira
- Paul B. Preciado
- paulo moura
- Revolta no Egito
- Zanele Muholi
Mais lidos
- Mafolofolo
- Episódios de fantasia e violência, p. feijó
- A Maldição do Açúcar
- "Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025
- "Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025
- Não são águas passadas
- Seis décadas de Revolução Cubana e da Tricontinental,
- Vislumbre – Residência de Criação Documental em Odemira
- Afro-Sul: feira do livro de África e sul global
- As Fugas de Hannah, NowHere Lisboa
A partir dos mais diversos pontos, de Roma a Tunes, do Cairo a Oakland, de Londres a Beirute, de Buenos Aires a Atenas, de Maputo a Sana, um conjunto muito significativo de lutas, manifestações, greves, ocupações tem vindo a ter lugar. Um elemento comum, além da assinalável capacidade de mobilização, parece ser o facto de muitas destas acções assumirem, formal e substancialmente, o questionamento não só da ordem estabelecida, mas também do padrão normalizado da luta política legal e confinada aos limites do poder de Estado. Num contexto de crise do capitalismo global, a ordem pública é confrontada com uma desordem comum que toma as ruas como o seu espaço, resgatando palavras como «revolução», «revolta», «motim». O debate que propõe a UNIPOP passa por procurar identificar que outros pontos de contacto têm estes diversos focos de luta, bem como quais são os seus limites, e perceber em que medida é que um certo efeito de arrastamento pode ou não ter como consequência a constituição de uma resposta emancipadora à crise do capitalismo global, ou seja, que articulação têm estes movimentos com o paradigma da «revolução» e de que modo o reconfiguram.