Mario Macilau na Aljazeera

Documentário sobre o fotógrafo moçambicano, Mario Macilau na Aljazeera

ver aqui 

28.05.2013 | por martalanca | fotografia moçambicana

OCUPAÇÕES, de Filipe Branquinho LISBOA

Galeria Bozart convida para a inauguração da exposição OCUPAÇÕESde Filipe Branquinho, no dia 10 de Janeiro, Quinta-feira, a partir das 18h30.
Bozart Gallery invites you for the inauguration of Filipe Branquinho exhibition – OCUPAÇÕES – on the 10th of January from 18.30 p.m.    

05.01.2013 | por martalanca | Filipe Branquinho, fotografia moçambicana

e o vencedor do BesPhoto é o moçambicano Mauro Pinto

O vencedor do Prémio BES Photo é o moçambicano Mauro Pinto, segundo escolha do júri entre os quatro finalistas que estiveram presentes na sessão desta terça-feira no Museu Coleção Berardo.
«Ainda não digeri esta vitória. Não estava à espera. Quero desfrutar do valor do prémio, não só monetário, mas a nível global, pela importância que tem», confessou o artista, citado pela LUSA.
Mauro Pinto, nascido em 1974 em Maputo, recebeu pela primeira vez este prémio, o mais importante na área da fotografia e que contempla o vencedor com o valor de 40 mil euros.
O moçambicano concorreu com 12 fotografias captadas no bairro da Mafalda, em Maputo, entre as quais retratam interiores de casas, paisagens, pessoas e ruas do local onde nasceu o futebolista Eusébio. 
Nesta 8ª edição do Prémio BES Photo, os outros finalistas eram Duarte Amaral Netto, de Portugal, Rosangela Rennó e o Coletivo Cia de Foto, ambos do Brasil.
Esta é uma iniciativa do Banco Espírito Santo e o prémio é organizado em parceria com o Museu Coleção Berardo e a Pinacoteca do Estado de São Paulo.
Pela primeira vez, o vencedor não é um artista português, sendo que no ano passado o galardão foi alargado a artistas de nacionalidade brasileira e dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa, os PALOP.

ver no Buala: 

Galeria do Mauro Pinto Portos de convergência - Maputo / Luanda 

reportagem sobre o bairro Mafalala 


18.04.2012 | por martalanca | fotografia moçambicana, Mauro Pinto

BES Photo 2012

BES Photo finalistas 2012:

Cia de Foto [colectivo: João Kehl, Carol Lopes, Rafael Jacinto, Pio Figueiroa] (Brasil)
Duarte Amaral Netto (Portugal)
Mauro Pinto (Moçambique)
Rosângela Rennó (Brasil)


12.03.2012 | por herminiobovino | Bes Photo, fotografia, fotografia moçambicana

Mário Macilau finalista do prémio BES Photo 2011

“De alguma forma sirvo como embaixador de Moçambique, levo imagens do meu país para fora”, reivindica o jovem fotógrafo

Até dia 13 de Junho, o trabalho do fotógrafo moçambicano Mário Macilau estará patente no Museu Colecção Berardo, em Lisboa, no Centro Cultural de Belém. Macilau ficou entre os cinco finalistas de uma das mais relevantes mostras de arte contemporânea em Portugal.

O prémio, no valor de 40.000 euros, foi nesta edição atribuído à fotógrafa portuguesa Manuela Marques.

A nomeação como finalista para este prémio foi uma grande felicidade “Mas o que interessa agora é o que está para a frente”, adianta Macilau, que na próxima semana já estará do outro lado do mundo, em Pequim, no âmbito da exposição “Africa: See You, See Me!” De resto, o jovem fotógrafo de 27 anos, que vive no bairro de Polana Caniço, em Maputo, passará pouco tempo em Moçambique este ano. tem neste momento já uma série de compromissos agendados um pouco por todo o lado (ver caixa).

Mário Macilau apresenta duas séries de fotografias integradas na exposição BES Photo 2011. O fotógrafo falou-nos desses dois trabalhos: Os maziones, feito em Maputo sobre esta comunidade religiosa, e Wood Work, que retrata um bairro pobre dos subúrbios de Lagos, capital da Nigéria, onde devido ao elevado preço dos terrenos, a população teve que construir casas de madeira, assentes sobre estacas em águas poluídas. “Eu uso a fotografia para contar histórias contemporâneas, que embora estejam perto de nós não são muito conhecidas, mas são histórias que têm vida, que têm muita riqueza que se encontra quando observadas de perto”, explica Macilau em entrevista para “O País”, numa conversa com vista para o rio Tejo, no jardim do Centro Cultural de Belém, onde tem o seu trabalho em exposição.

Esta é a sétima edição deste prémio que, pela primeira vez, foi aberta a artistas de toda a lusofonia. Para além do moçambicano, e de Manuela Marques, os restantes finalistas com obras nesta mostra fotográfica são Kiluanji Kia Henda, de Angola, Carlos Lobo, de Portugal, e o brasileiro Mauro Restiffe.

Só um trabalho consistente e de grande qualidade pode colher um reconhecimento internacional tão forte, e Macilau não completou ainda 30 anos de idade. Já expôs no Canadá, na Malásia, Nigéria, Senegal, Bélgica e em outros países africanos e europeus, mas esta grande visibilidade em importantes centros artísticos do circuito internacional nem sempre significa dinheiro no bolso. 

Macilau considera que se houvesse maior apoio às artes em Moçambique, surgiriam mais criadores artísticos.

“Hoje em dia há muitas oportunidades para expor fora ou para participar em workshops, mas há eventos dessa natureza que não têm fundos para pagar as passagens aos artistas” e acrescenta que “há muitos projectos que se tenta fazer e no final não dão certo por falta de apoios”. Frequentemente, ele próprio tem que investir em impressões de fotografias e nos portes de correio para fazer chegar a sua candidatura a prémios, mostras ou pedidos de bolsas artísticas.

A força de Macilau, que seguiu a sua paixão e explora o dom que acredita ter, contrariou o futuro que se supõe estar destinado a um garoto dos subúrbios de Maputo e, hoje em dia, leva imagens do seu país a prestigiados eventos da arte contemporânea internacional. Ele continuará a surpreender-nos: “Melhorar a qualidade do meu trabalho é sempre o meu objectivo, com exposições ou sem exposições, com dinheiro ou sem dinheiro”.

 

Nuno Milagre, jornal moçambicano O País 

17.04.2011 | por martalanca | fotografia moçambicana, Mário Macilau

LIFE GOES ON, exposição de Mário Macilau

23 de Fevereiro - 5 de Março - mediateca do BCI Espaço Joaquim Chissano

(inauguração 23 às 18h apresentação pelo Dr. Nataniel Ngomane)

Trata-se da segunda exposição individual deste ano e primeira exposição em Moçambique (2011), (tendo apresentado a primeira em Bangladesh, em Janeiro).

Intitulada “LIFE GOES ON” esta exposição denuncia uma das mais duras realidades da vida em Moçambique: o dia-a-dia das pessoas que vivem na lixeira de Hulene, em Maputo. Aberta depois da independência de Moçambique, a lixeira municipal de Maputo tem-se tornado num meio de subsistência importante para famílias que perderam as suas casas durante a guerra ou durante as inundações de 2000, mas também para menores e os órfãos. que perderam os seus pais. A lixeira situa-se a sete quilómetros da baixa de Maputo, a capital de Moçambique e a sua maior cidade. Não existe tratamento do lixo e a lixeira de Hulene é o único destino de todo o lixo que a cidade produz. A queimada de lixo continua a ocorrer na lixeira há já mais de dez anos, representando uma ameaça séria à saúde pública, em especial àqueles que vivem (ou sobrevivem) lá.

Mário Macilau trabalhou neste projecto no início de 2008 até ao final de 2009 e nunca mostrou a maior parte das obras por meio de uma exposição individual. Neste contexto, trata-se de uma mostra de obras exclusivas em Moçambique.

12.02.2011 | por martalanca | fotografia moçambicana, Mário Macilau

Exposição "Destapar a Luz"

FOTOGRAFIA PINHOLE REALIZADA NA CASA DO GAIATO

 Pinhole – em português buraco de alfinete – é o nome dado à técnica que permite que se fotografe sem lentes. Um furo permite a formação da imagem num recipiente ou espaço vedado da luz. Qualquer espaço protegido da luz pode servir como câmara escura: de latas e caixas de diferentes proporções, até espaços menos convencionais. A projecção de imagens por este método é uma lei física, já conhecida pelo homem desde a Antiguidade.

Hoje em dia, A NASA propõe-se utilizar fotografia pinhole. E a internet veio redescobrir o interesse e novas potencialidades deste tipo de fotografia.

A simplicidade do processo e o facto de ser artesanal, a par com o seu lado didáctico e poético, levaram os fotógrafos José Cabral e José Freire, e a equipa que lideraram, a ensaiar fotografia pinhole com estudantes da Casa do Gaiato de Maputo.

Os resultados deste trabalho reflectem não ser necessário ter grandes recursos para se fazer fotografia, a exemplo do que se passa com muitas outras actividades. O importante sendo o desenvolvimento dos dotes e capacidades das novas gerações.

 

inaugura a 18 de Novembro, às 18 h, nas instalações do Consulado Geral de Portugal na Av. Mao Tsé Toung, 519.

17.11.2010 | por martalanca | fotografia moçambicana

Fotografias de Luis Abelard a 24 artistas moçambicanos

“Com as Mãos”, de Luis Abelard

Apresentação no dia 23 de Setembro às 18h30, por Alexandre Pomar

Na Livraria Babel (metro S. Sebastião, Lisboa)

19.09.2010 | por martamestre | fotografia moçambicana, Luis Abelard