Dá fala
Cultural diffusion, reflections, images, travel notes
Archive
Author
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- February 2026
- January 2026
- December 2025
- November 2025
- October 2025
- September 2025
- August 2025
- July 2025
- June 2025
- May 2025
- April 2025
- March 2025
Tags
- 1 de Maio
- 27 de maio 1977
- artistas africanas
- ECAS
- Eleições presidenciais
- Jean Depera
- justiça racial
- Kadhafi
- Loose ties
- mário domingues
- mensal
- música africana
- música negra
- oficinas do convento
- Operários
- pedro bravo
- poesia caboverdiana
- Queering Afro-Luso-Brazilian
- regime salazarista
- Topografias Imaginárias
Most read
- Ateliê Mutamba, Luanda
- Nós Estamos Contigo na Casa
- Palestras na Nova FCSH
- ESTREIA DE OURO NEGRO
- "Colonialismo vs. Descolonização", de Maria Clara Anacleto e Raquel Ascensão
- Set-up: Podcast sobre dança contemporânea portuguesa anuncia terceira temporada
- A língua portuguesa em Angola
- Visitas Participadas | Coletivo Tributo aos Ancestrais PT | janeiro a junho 2026
- Historiador apresenta livro sobre o 25 de Novembro em Faro
- PISA NO CHÃO DEVAGAR: Workshop com Joana Levi

The 2011 
Which roles can art projects, art spaces, self-organized academies and labs play in developing conceptions of the world that go beyond purely economic globalization? Projects from various parts of the world are invited to propose and test out other realities of life and world views, from small artistic attempts to social experimentation. Topics such as dealing with cultural differences, economic and ecological changes, processes of levelling out and confusing complexities form the basis for a common space in which to rise questions.





É hoje (ontem) o 37º aniversário da vitória dos movimentos de libertação nacional de Angola, Moçambique e Guiné-Bissau, nas suas guerras contra o regime colonial português.
Passados cerca de 100 anos sobre as vanguardas históricas a exposição The Last First Decade propõe-se revisitá-las a partir de obras do primeiro decénio do século XXI. Não se procura, contudo, traçar uma genealogia que conduza das vanguardas à arte dos nossos dias ou de supor uma influência directa e imediata. Ao contrário da abordagem historiográfica, que dificilmente escapa à rigidez discursiva, o modelo expositivo assenta na polissemia das obras. De certa forma trata-se de uma dupla exposição: algo que se apresenta mas não se vê (as vanguardas cujos conceitos estruturam a mostra) e algo que se vê mas cuja estrutura se elide (os trabalhos produzidos na última década). Assente neste paradoxo – entre um passado que se propunha como construção do futuro e um presente que se pensa a si mesmo como actualidade – The Last First Decade replica o modo como a ideia de vanguarda percorre a arte contemporânea através de retornos e distanciamentos, antecipações e retrospecções. 


A Companhia de Dança Contemporânea de Angola estreia no dia 29 de Abril (Dia Mundial da Dança) a sua nova peça intitulada “O Homem que chorava sumo de tomates”, com coreografia de Ana Clara Guerra Marques.
Paulo Reis veio a Portugal pela primeira vez em 1998 para participar num Colóquio sobre as Artes na América do Sul. Em 2000 foi curador com Ruth Rosengarten da Exposição 