Olime

Olime Ao colocar frente a frente uma mãe precarizada e um técnico do Estado, o espetáculo evita simplificações, despertando a reflexão sobre justiça social, responsabilidade institucional e a criminalização da pobreza. Questiona a fronteira entre cuidado e controlo, entre proteção e punição. Recorda que, em contextos de vulnerabilidade económica e racialização, a parentalidade, sobretudo as mães pobres e radicalizadas, é frequentemente sujeita a um escrutínio acrescido.

Palcos

06.03.2026 | por várias