fado
Posts tagged with fado
Archive
Author
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- June 2026
- May 2026
- April 2026
- March 2026
- February 2026
- January 2026
- December 2025
- November 2025
- October 2025
- September 2025
- August 2025
- July 2025
Tags
- A resistência continua
- african cities
- alexandre de sousa carvalho
- Biennale de Lubumbashi
- Clube de leitura
- desenho
- eduardo galeano
- filosofia
- geopolítica
- Jo Ractliffe
- José Barahona
- Kamba Simango
- mercado de trabalho
- Niikology
- photographie africaine
- Renée Nader Messora
- Silva Melo
- Trânsitos africanos no mundo global: história e memórias
- violência
- xenofobia
Most read
- Novela gráfica «Caderno de Memórias Coloniais», de Isabela Figueiredo e ilustrações de Júlia Barata
- O legado cultural e político de Mário Pinto de Andrade
- A cultura nos Açores tem agora o seu próprio radar
- MEXTO e WAAU reforçam presença na ARCOlisboa 2026 com programação dedicada à arte africana contemporânea
- Ecologias de Cura e do Bem Viver: Plantas, Imagem e Processos Participativos de Pesquisa em Saúde
- Homenagem a Adolfo Gutkin e ¡Que viva Cuba!
- Legado Cultural e Político de Mário Pinto de Andrade - Colóquio
- Frida Orupabo: Cloud of Confusion, curadoria de Marta Mestre
- A Festa do Pensamento — FesThink
- Lançamento do livro de Álvaro Vasconcelos, volume 3





Patente no
ELA CHAMA-SE LULA. Lula Pena. Descobriu o sentido do fado quando saiu de Portugal. Mas foi numa noite, antes de partir para Barcelona (Espanha), que num bar do Bairro Alto, em Lisboa, onde costumava actuar, resolveu experimentar cantar o “Barco Negro”. Lembram-se da canção imortalizada por Amália Rodrigues (1920-99) no filme Os Amantes do Tejo (1955, do diretor francês Henri Verneuil) -De manhã, que medo, que me achasses feia!/ Acordei, tremendo, deitada n’areia/ Mas logo os teus olhos disseram que não…-, com letra de David Mourão-Ferreira?
Os seus concertos são raros, num deles o seu coração batia tanto que ela não conseguia cantar. Nesse momento, só teve uma solução. Colocou o microfone no peito e todos ouviram as suas batidas. Fez-se silêncio e ela finalmente cantou.
