Francisco Vidal x Fronteiras Invisíveis

Francisco Vidal x Fronteiras Invisíveis Nunca foi tão imperativo repensarmos a nossa forma de estar no mundo, e, é ao encontro desta necessidade de combater mentalidades e atitudes que possam condicionar a possibilidade de fazer acontecer mais além deste tempo, que devemos lutar por uma poesia fértil, transparente e inteligente que, neste espaço expositivo, começa com um simples gesto de pintura. É neste território, de reflexão e de expressão, individual e coletiva, que a arte cumpre um papel fundamental, enquanto motor de mudança, reflexo do tempo presente, e património de amanhã – um lugar Manifesto, entre o Real e o Ideal, como o que é invocado nesta exposição, e celebrado através da pintura e do desenho.

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16.05.2019 | por Namalimba Coelho

Padrão Crioulo de Francisco Vidal

Padrão Crioulo de Francisco Vidal Francisco Vidal está mais interessado noutras figuras e depois da série em construção dos retratos a tinta da china ei-lo a enveredar por uma pintura iconoclasta da comunidade dos seus heróis e amigos. A série mais recente é composta por cinco retratos que têm a particularidade de serem de músicos negros: Dj Nervoso, Marfox, Niga Fox, Dj Nídia e Dj Firmeza.

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24.04.2019 | por António Pinto Ribeiro

Portugal no Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil

Portugal no Museu Afro-Brasil, São Paulo, Brasil Reflectir e discutir o papel da arte portuguesa contemporânea ou as suas relações com a cultura e a história brasileira num museu que tem como papel fundamental a história da escravatura revela a determinação e o carácter do museu na sua função educativa no seio de uma sociedade pouco permissiva a estas discussões fracturantes. Talvez só por isso, e isto não é dizer pouco, a exposição “Portugal, Portugueses” torna-se um marco importante e pertinente na relação entre as diferentes culturas como forma de comparar elementos de apropriação e recusa presentes nos seus objectos e manifestações artísticas.

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26.10.2016 | por Hugo Dinis

Arte Angolana Contemporânea (2006-2016), é possível falar em revolução artística?

Arte Angolana Contemporânea (2006-2016), é possível falar em revolução artística? O ritmo com que a arte, a literatura e, em geral, a cultura angolana se transfigurou na primeira década de paz em Angola poderá abrandar devido à atual crise económica, política e social, mas o certo é que percebemos que, apesar dos constrangimentos, há uma revolução cultural em curso, cujas características, dimensão e profundidade precisam ainda de ser avaliadas.

Mukanda

07.07.2016 | por Adriano Mixinge