Seminário "Terceira Metade" - 29, 30, 31 de Março

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Entrada franca

Um encontro de três dias com alguns dos principais pensadores e ativistas do eixo geográfico Brasil, África e Europa, no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro.

Toda a programação das mesas aqui

Com Célestin Monga, Omar Ribeiro Thomaz, Alberto da Costa e Silva, António Pinto Ribeiro, Adélia Borges, Alessandra Meleiro, Paul Goodwin, Stina Edblom, Daniel Rangel, Ana Vaz Milheiro, Ângela Mingas, Paola Berenstein Jacques, Alexandra Lucas Coelho, Ondjaki, Escritor, Adriana Varejão, Roberto Conduru, Claire Tancons, Afonso Luz.

e o lançamento dos livros:

“Fragmentos de um discurso ferido”, poemas de Céléstin Monga (Ed. Realejo/ Ed. Contraponto), dia 29/3

“Terceira diáspora, culturas negras no mundo atlântico” e “Terceira diáspora, o porto da Bahia”, de Goli Guerreiro (Ed. Corrupio), dia 31/3

14.03.2011 | par martamestre | MAM-RJ, Terceira Metade

J.D. 'Okhai Ojeikere

J.D. 'Okhai Ojeikere, J.D. 'Okhai Ojeikere,

fotografias de Okhai Ojeikere no MAM Rio de Janeiro, na exposição “Celebrações/Negociações - fotografia africana na colecção Gilberto Chateaubriand”.

Toda a programação aqui 

14.03.2011 | par martamestre | J.D. 'Okhai Ojeikere

6ª Sessão dos Encontros MINDELO… temos cultura?

Mindelo, uma cidade no arquipélago do Mundo

Sessão de encerramento

Dia 15 de Março, 3ª feira às 18h no M_EIA (Instituto Universitário de Arte, Tecnologia e Cultura)

António Pinto Ribeiro (ensaísta e programador cultural)

Abertura de Irineu Rocha da Cruz e Rita Lobo

14.03.2011 | par martalanca | antónio pinto ribeiro, Mindelo

Ciclo 1961: o ano de todos os perigos. filme e conferência, Lisboa

O ano de 1961 foi, para o regime salazarista, o ano de todos os perigos, vindo a revelar-se como o annus horribilis do ditador. Em distintos contextos, múltiplos acontecimentos marcariam esse ano, prenúncio do final do regime colonial-fascista português. Porque uma das linhas de orientação temática do CES aposta no aprofundar do conhecimento sobre o espaço de expressão portuguesa – e sobre as suas ligações históricas – este conjunto de sessões procura reflectir sobre um espaço unido por várias histórias e lutas.

 

Em 2011 passam 50 anos sobre esse ano de todos os perigos. Boa ocasião para recordar factos muitas vezes esquecidos, ouvindo os seus protagonistas, enquadrando-os na história comum que une Portugal e os países em que se transformaram – ou se integraram – as suas possessões coloniais.

18 de Março de 2011, 15h00, Picoas Plaza, R. do VIriato 13 Lj 117/118, CES-LIsboa

Programa. Conferencistas: Fidel Reis, Historiador e Adolfo Maria, Comentador residente do programa Debate Africano, na RDP-África

Projecção do filme: “Deixem-me ao menos subir às palmeiras”, de Joaquim Lopes Barbosa(1972)

Fidel Raul Carmo Reis - Historiador, é docente na Universidade Agostinho Neto, na Faculdade de Ciência Social, tendo vindo a trabalhar desde há vários anos a história contemporânea de Angola, incidindo sobre o nacionalismo angolano e a questão colonial portuguesa.

Adolfo Maria – Inicou a actividade política em 1957, na Sociedade Cultural de Angola. No ano seguinte participou na campanha eleitoral de Humberto Delgado. Membro do Partido Comunista Angolano, é preso pela PIDE em 1959. Parte para o exílio em 1962. Milita na Frente de Unidade Angolana. Em Argel, em 1964, é um dos organizadores do Centro de Estudos Angolanos. Transferido para Brazaville em 1969, dirige a Rádio Angola Combatente. Quadro destacado do MPLA, adere à fracção Revolta Activa. Em 1987, com Mário Pinto de Andrade e Gentil Viana, forma o Grupo de Reflexão sobre Angola, que defende a necessidade urgente de paz. Comentador residente do programa Debate Africano, na RDP-África.

Sinopse do filme

Numa grande fazenda em Moçambique, um capataz negro, agente e lacaio do colonizador, submete os nativos a penosas e infidáveis horas de trabalhos forçados, no cultivo das machambas, que muitas vezes só terminam com o desfalecimento dos mais fracos.

Certo dia, o capataz viola Maria, a filha de Madala, trabalhador ancião, tendo de enfrentar a fúria dos camaradas, que incitam o velho à revolta. Mas, Madala mostra-se incapaz, após anos de exploração, e aceita a ultrajante oferta duma garrafa de vinho do seu ofensor, acabando por sucumbir ao desgosto.Filme produzido em Moçambique e baseado no conto “Dina”, incluído na obra “Nós Matamos o Cão Tinhoso” de Luís Bernardo Honwana.

Primeiro filme rodado no Ultramar por ultramarinos, “Deixe-me Subir ao Menos às Palmeiras” é considerada uma obra de ficção exemplar sobre o colonialisno, numa perspectiva crítica e alegórica. Falado em ronga e inglês, com legendas em português.Foi proibido pela Censura. A sua ante-estreia, no Cineclube do Porto, data de 1975, após a queda da ditadura.

Organização: Maria Paula Meneses e Diana Andringa.

Evento associado ao Núcleo de Estudos sobre Democracia, Cidadania e Direito. Ciclo no âmbito de “2011 – Ano Internacional dos Afro-Descendentes”. Mias informações: ceslx@ces.uc.pt 

14.03.2011 | par franciscabagulho | colonialismo português, independências africanas

Reflections on the Self. Five African Women Photographers, London

The new Hayward Touring exhibition Reflections on the Self presents women’s visual narratives, as told through self-portraits and portraits of other women. The photographers are women whose views of the world have been shaped by their own experiences in Africa and the diaspora. Reflections on the Self is curated by Christine Eyene. She is Curator of Gwanza, Month of Photography 2011, Zimbabwe, and the African section of Photoquai 2011, Biennial of World Images, Musée du Quai Branly, Paris. 
The photographers are Hélène Amouzou (Togo; lives and works Belgium); Majida Khattari(Morocco; lives and works France); Zanele Muholi (South Africa); Senayt Samuel (Eritrea, lives and works in the UK); Nontsikelelo Veleko (South Africa).  These five photographers engage with issues such as identity, sexuality and displacement, and their work often overturns stereotypical expectations. Ranging from the beauty contest, street fashion and the veiled body in Orientalist paintings, the imagery here acts as a means of thinking about the ‘self’, both as subject and as object. These photographs reveal some of the ways in which women see themselves, and also how the female gaze is informed by the politics of representation.
Christine Eyene will give an introductory talk on Friday 18 March at 7.30pm in the Blue Room, Spirit Level, Royal Festival Hall. Admission free. 

Until 3 April_ Southbank Centre, Belvedere Road, London, SE1 8XX

+info

Senayt Samuel, ID series, 2003. Courtesy of the artist.Senayt Samuel, ID series, 2003. Courtesy of the artist.


14.03.2011 | par franciscabagulho | Fotografia Africana

Top Kilimanjaro 12-03-2011

1-  Mark G. & William-Ka ta podé Mantem-se

 

2-  Walter & Nicol Ananaz-Mboia mantem-se

 

3-  Dj Jeff & Silivy-Txi Txi Tximba sobe 1

 

4-  Puto Português- Ta sair mal cai 1

 

5-  Cabo Snoop-Parakatumba mantem-se

 

6-  Yola Semedo & Paulo Flores- Mar azul sobe 1

 

7-  Gisela Silva-Vou xinguilar cai 1

 

8-  Ary-Vai dar bum mantem-se

 

9-  Lucenzo-Vem dançar kuduro mantem-se

 

     10- Ina-Sun is up mantem-se

13.03.2011 | par martalanca | música

Reality show ou a Alegoria das cavernas de Alberto Pimenta

Domingo, dia 13 de Março às 16.45, na livraria Gato Vadio, rua do Rosário, 281, Porto
será o lançamento do primeiro livro-cd da editora Mia soave
com o livro Reality show ou a Alegoria das cavernas de Alberto Pimenta
e o cd Degrau(cuidado), de  Ana Deus (voz), Alexandre Soares (guitarra) e Ghuna X e João Alves (programações)

Alberto lerá e os demais lailarão
ouvir aqui

13.03.2011 | par martalanca | alberto pimenta

Nós não somos ensinados para criar ou inovar

Nós não somos ensinados – nem estamos apreendendo - para criar ou inovar. Nosso sistema de educação baseia-se no pressuposto de que a sabedoria vem de forae que qualquer tentativa de mudar esse conceito é encarada como uma forma de revolta. 

O nosso sistema educacional limita-nos de tal forma que nas ciências exactas as aulas são para resolver problemas com fórmulas mágicas. Passa-se anos e anos resolvendo exercícios usando uma fórmula sem se saber como foi possível chegar até essa mesma fórmula. Não há mudança ao resolver mil exercícios neste formato de aprendizagem. 
A verdadeira inovação está em compreender os fundamentos que desencadearam a busca por esse conhecimento; como foi possível chegar até ele, e porque não, encontrar caminhos alternativos. Sim, porque o caboverdeano também pode encontrar caminhos alternativos para os conhecimentos existentes. 

continue a ler no blog de Dai Varela

12.03.2011 | par martalanca | educação

I Encontro Afro Atlântico na Perspectiva dos Museus

O Museu Afro Brasil propõe a realização doI Encontro Afro Atlântico na Perspectiva dos Museus. O evento visa aprofundar o diálogo a respeito das formas como os museus representam o continente africano por meio de suas elaborações conceituais-curatoriais. As diversas possibilidades de interpretar a arte africana tradicional e contemporânea e sua inserção em museus nacionais e internacionais serão debatidas a partir dos temas indicados.


24 de maio
Manhã
sem programação 

Tarde
Solenidade de Abertura
Com a presença de autoridades do Ministério da Cultura, da Secretaria de Estado da Cultura, do Consulado Geral dos Estados Unidos em São Paulo, do Instituto Smithsonian (Washington, D.C.), do Museu Afro Brasil e de parceiros do evento.
25 de maio

Manhã
Mesa-redonda 
Arte africana: Como decifrar seus enigmas?
Robert Farris Thompson (Universidade de Yale)
Abdou Sylla (IFAN-Senegal)
Constantine Petridis (Museu de Arte de Cleveland)

Tarde
Coleções em Debate
Karen Milbourne (Museu Nacional de Arte Africana do Instituto Smithsonian)
Samuel Sibidé (Museu Nacional do Mali)

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12.03.2011 | par martalanca | Museu Afro Brasil