Património Imortal

Património Imortal As imagens a preto e branco descreviam o processo de conceção, montagem e abertura pública deste museu etnográfico no período pós-independência. As suas primeiras atividades. Albano conhecia as pessoas nas imagens, sabia ainda descrever a funcionalidade de objetos, muitos dos quais hoje desaparecidos, e localizar, no tempo e no espaço, registos de exposições itinerantes. As memórias de Albano davam cor e movimento às imagens, trazendo-as à vida. Demoramos dias, mas, a partir da sua memória, localizamos e descrevemos pessoas, lugares, momentos e objetos etnográficos encontrados naquelas fotografias que, mais tarde, nos permitiram montar uma exposição que reabriu o museu à cidade, em 2017, e ao país, e publicar um livro que, como catálogo, viajou e divulgou o património da Guiné-Bissau além-fronteiras, em 2018.

A ler

10.07.2026 | por Ana Temudo