Funáná
Postes avec la étiquette Funáná
Archives
Auteur
- administrador
- adrianabarbosa
- Alícia Gaspar
- arimildesoares
- camillediard
- candela
- catarinasanto
- claudiar
- cristinasalvador
- franciscabagulho
- guilhermecartaxo
- herminiobovino
- joanapereira
- joanapires
- keitamayanda
- luisestevao
- mariadias
- marialuz
- mariana
- marianapinho
- mariapicarra
- mariaprata
- martacacador
- martalanca
- martamestre
- nadinesiegert
- Nélida Brito
- NilzangelaSouza
- otavioraposo
- raul f. curvelo
- ritadamasio
- samirapereira
- Victor Hugo Lopes
Data
- mars 2026
- février 2026
- janvier 2026
- décembre 2025
- novembre 2025
- octobre 2025
- septembre 2025
- août 2025
- juillet 2025
- juin 2025
- mai 2025
- avril 2025
Étiquettes
Les plus lus
- Era das Repressões
- PISA NO CHÃO DEVAGAR: Workshop com Joana Levi
- Mafolofolo
- Arte, tecnologia e cosmologias contemporâneas em diálogo na nova programação da Escola das Artes
- Historiador apresenta livro sobre o 25 de Novembro em Faro
- Seminário: Diálogos Construtivos sobre o Património Colonial
- Episódios de fantasia e violência, p. feijó
- A obra de Kamal Aljafari, no Batalha, Porto
- A Maldição do Açúcar
- "Aqueçam-me para que eu possa partir para casa", Terra Batida 2025
O funaná é uma prática de música e dança que foi criada pela população camponesa da ilha cabo-verdiana de Santiago no período pós-escravatura do final do século XIX. Originado nas performances de tocadores de gaita e fero em sociabilidades familiares e comunitárias, foi proscrito por administradores e clérigos durante o período final do colonialismo português. Após a independência de Cabo Verde, o interesse de jovens músicos por esta história marginal motivou a criação de novas estéticas de música popular. Apesar de gradualmente aceite no quadro de uma cultura oficial crioula promovida pelo Estado, o funaná permaneceu uma prática icónica de uma masculinidade entendida enquanto “africana”. Este livro situa o funaná na história social e política colonial e pós-colonial. Questiona em particular de que modo este género de música e dança foi historicamente racializado e que legados deste processo persistem no presente.
Sexta-feira, 21 de Fevereiro, a 



