artes performativas
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Cada participante do LINHA DE FUGA é desafiado a partilhar um trabalho em processo (que poderá encontrar-se em distintos momentos de desenvolvimento) que será o seu objeto de estudo nos seminários práticos. O objetivo é promover o confronto de práticas artísticas, num processo de trabalho colectivo e participado, que se desenvolverá num campo de experimentação, aprendizagem e partilha de conhecimentos. Pensado como uma Zona Autónoma Temporária, segundo o conceito de Hackim Bey, LINHA DE FUGA terá momentos de trabalho coletivo (onde os participantes podem apresentar, discutir e desenvolver os seus projetos artísticos em relação com outros criadores e outras práticas) e períodos de trabalho pessoal com diferentes metodologias (colaboração com outros participantes, acompanhamento individual com os artistas convidados ou desenvolvimento da própria pesquisa).

Não entendo e tenho medo de entender, o mundo assusta-me com os seus planetas e baratas é um projecto em construção em torno da figura do “retrato falado” e que parte da apropriação e transformação de fontes sonoras, visuais e literárias para a construção de uma série que indaga a própria noção de retrato falado como quadro ou enquadramento do outro. Nesta sequência cada retrato é um capítulo inseparável da história maior de que faz parte.
