Carta aberta ao governador Rui Costa, da Bahia

Carta aberta ao governador Rui Costa, da Bahia História é um fio inquebrantável, governador, e por isso acho importante falar de rebeliões escravas. E repressão por parte das polícias. Outra rebelião importante a ser lembrada, e que também possui ligações com o Cabula, é a Rebelião Malê, cuja repressão foi uma das maiores já perpetradas pelo governo brasileiro, mas cuja repercussão, hoje sabemos, foi de suma importância para começar a se pensar sobre o fim da escravidão no Brasil. Imagine-se, governador, vivendo naquela época e sendo responsável pela segurança pública da capital baiana onde já vivia, talvez, o maior número de negros da América Latina.

Mukanda

28.02.2015 | por Ana Maria Gonçalves

Cova da Moura: da carne ao Carnaval

Cova da Moura: da carne ao Carnaval O 4 de Março na Cova da Moura fez-se dos sons do grupo de percussão Rola Samba - actualmente em tournée pelo país - e da energia dos moradores, que foram adensando as ruas tarde adentro. Um Carnaval sem idades, nem máscaras, nem senhas de entrada. Assim: livre e aberto.

Corpo

20.03.2014 | por Rute Barbedo

Festivais, a nova cara do Zimbabwe

Festivais, a nova cara do Zimbabwe Há aproximadamente 25 festivais no Zimbabwe: seis internacionais, oito nacionais, seis provinciais e cinco distritais. A maioria destes festivais começou na última década, quando o panorama político estava em colapso, sobretudo a economia.

Palcos

08.11.2012 | por Nicholas Moyo

Carnaval & Piscina

Carnaval & Piscina E quando não é carnaval é natal, depois vem o ano novo, a pascoa é logo a seguir. Então virão as férias e é uma excitação. Se não forem as tuas serão as férias dos outros. Vamos finalmente comer e beber todo dia, comprar, passear e dormir. Férias são férias, se não for para isso o que vamos fazer? Depois terás que esperar o fim das férias dos outros. Um dos meus cambas diz: “Mandem vir mais uma. Eu enquanto espero, faço poemas”. Isso sim é ganhar tempo, assim como contribuir na vaquinha para o barril e “mandá-lo” abaixo depois do futebol. Só os diabetes e a corrida, não para o calçadão mas para as clínicas de corte de banha, nos permitirão perceber o que perdemos de tempo saúde e dinheiro.

Mukanda

04.04.2012 | por Sílvia Milonga

Carnaval, Procissões e Paradas - Entrevista a Claire Tancons

Carnaval, Procissões e Paradas - Entrevista a Claire Tancons ...desconfio dos apelos feitos em nome de uma população, particularmente em locais culturalmente não emancipados e economicamente empobrecidos como Nova Orleães ou o Haiti. Também acho que existem preocupações legítimas em torno da natureza neo-colonial desta tendência mundial das Bienais, que se inclina para a imposição de um modelo cultural ocidental, como o mais popular e triunfante, em localidades não-ocidentais, cujas práticas artísticas e herança cultural muitas vezes desmentem a noção de que a arte contemporânea é um valor cultural partilhado por todo o mundo.

Cara a cara

27.07.2010 | por Claire Tancons