Cáucaso: a romã de doces estilhaços pós-soviéticos (parte 1)

Cáucaso: a romã de doces estilhaços pós-soviéticos (parte 1) Entre Yerevan e Tbilisi, o Cáucaso revela-se uma região de fronteiras esborratadas, memórias imperiais e estilhaços pós-soviéticos. Uma viagem pela Arménia dos prédios de cimento, dos Maybachs reluzentes, do Ararat perdido para a Turquia e de um genocídio que continua a organizar a memória coletiva — com escalas aeroportuárias, mapas em papel e um detox digital condenado ao fracasso.

Vou lá visitar

05.09.2026 | por André Almeida