Lançamento Crânio Impromptu, Brassalano Graça

19/6/2026 na ZDB

11.05.2026 | par martalanca | Brassalano Graça

MEG STUART - SULPHUR EDGES

13 MAY 2026
WED 19:00 Culturgest Moderation: Liliana Coutinho 


Sulphur Edges is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the work.

Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the work.

10.05.2026 | par martalanca | MEG STUART

MEG STUART - SULPHUR EDGES

13 MAY 2026
WED 19:00 Culturgest Moderation: Liliana Coutinho 


Sulphur Edges is a choreographic encounter shaped with and through place. Created during Forum Dança’s PACAP 8 / Mystery School residency, the 60-minute film unfolds across São Miguel’s thermal sites, oceanfront pools, traces of a mine, and the shell of an abandoned hotel. These places act as co-agents in a process of sensing and transmission. Guided by Meg Stuart’s direction, the performers respond to the elemental conditions of each site. Movement arises from relation — to temperature, texture, invisible forces, and to one another. The camera moves as a choreographic partner, tracing tensions between body, place, and atmosphere. Before the film screening, a conversation with Meg Stuart, about project Mystery School will explore modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate through the work.

Following the screening of the film, there will be a conversation with Meg Stuart about the Mystery School project, exploring modes of presence, transmission, and artistic practice that resonate throughout the work.

10.05.2026 | par martalanca | MEG STUART

1001 Noites – Irmã Santomense

estreia a 8 de maio, em Palmela 

 1001  NOITES – IRMÃ SANTOMENSE estreia em Palmela no próximo dia 8 de maio. Com dramaturgia e encenação de Miguel  Jesus e cenografia de João Brites, será o último espetáculo da tetralogia que  o Teatro O Bando tem vindo a traçar desde 2023, a partir d’ As Mil e Uma  Noites. No elenco, Rita Brito (Xerazade), Fabian Bravo (Xariar), Adozia Cristo  (Dinarzade) – atriz consagrada em São Tomé e Príncipe pela sua histórica personagem Saco de Boxe –, Nicolas Brites (Bacbaca), Diogo Rocha (Silencioso),  aos quais se junta a percussão de Mick Trovoada (Zantune) e as batidas de DJ  Marfox. Um espetáculo ao ar livre, de 8 a 31 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela. Nos dias 5 e 6 de junho na Quinta do Anjo - Sociedade de Instrução Musical e 12 e 13 de junho no Pinhal Novo - Edifício Santa Rosa.

Um Demónio que quer conhecer a voz dos Anjos, um Barbeiro que fala mais do que corta cabelo, um Jovem apaixonado que diz ter aversão pelas mulheres, um Pobre cheio de fome que come comida invisível, um Alfaiate que trabalha por amor até à exaustão e à humilhação, enfim, muitas são as personagens que Xerazade evoca para tentar apaziguar o coração de Xariar. Mas será que ele vai conseguir controlar os seus impulsos destrutivos? Poderá ainda ser levado a sonhar, a rir, a aceitar as falhas dos outros e as suas? E se o fizer, poderemos ainda assim perdoá-lo, ou teremos de nos vingar? Qual a responsabilidade de cada um de nós face àqueles que nos oprimem?

 

Venham, venham. Venham ver e ouvir como é tão boa esta história. Soia se sa fina. 8 de maio junto ao Cine-Teatro São João, em Palmela.

Ficha Artística

 

1001 NOITES – IRMàSANTOMENSE

texto a partir de As Mil e Uma Noites (tradução de Hugo Maia)

 

dramaturgia e encenação Miguel Jesus

elenco Adozia Cristo, Diogo Rocha, Fabian Bravo, Mick Trovoada, Nicolas Brites e Rita Brito

cenografia João Brites

música Mick Trovoada e DJ Marfox

figurinos Clara Bento

pintura cenográfica Emerson Quinda

apoio à dramaturgia Susana Mateus

apoio à corporalidade Juliana Pinho

desenho Maria Taborda

produção Inês Gregório

apoio à produção Isabel Mota

execução de figurinos Inês Reis e Rosa Silva

montagem Vitor Santos

apoio a ensaios Beatriz Oliveira e Viviana Nicolau

 

 Sobre O Teatro o Bando

Fundado em 1974 e constituindo-se como uma das mais antigas cooperativas culturais do país, o Teatro O Bando assume-se como um coletivo que elege a transfiguração estética enquanto modo de participação cívica e comunitária. Na génese do Bando encontram-se o teatro de rua e as atividades de animação para a infância, em escolas e associações culturais, integradas em projetos de descentralização. O Bando continua a procurar o singularismo das suas criações, na medida em que pretende alcançar obras de arte mais acutilantes e inesperadas. Estas são resultado duma metodologia coletivista onde uma direção artística alargada procura a diferença, a interferência, a rutura, a colisão dos pontos de vista, até que essa intersecção revele o seu potencial ao exprimir-se para além do controlo e da capacidade de previsão dos criadores envolvidos. 

06.05.2026 | par martalanca | BAndo

3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA

LER OUVIR VER E EXPRESSAR! Data: 15, 16 e 17 de maio Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica. Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!  Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com: Música ao vivo; Artes plásticas; Artesanato; Capoeira; Gastronomia típica africana … e muito mais!
“Ler, Ouvir, Ver e Expressar” — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva. 
Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!  Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.
Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível! 
#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura #LiteraturaAfricana 

05.05.2026 | par martalanca | L.O.V.E AFRICA

3ª Edição do Festival Literário L.O.V.E AFRICA

LER OUVIR VER E EXPRESSAR! Data: 15, 16 e 17 de maio Local: Palácio Baldaya, um espaço da Junta de Freguesia de Benfica. Este ano, o festival acontece na semana do Dia de África e, como sempre, trazemos uma programação rica e diversificada!  Além da literatura, preparem-se para uma explosão de culturas africanas com: Música ao vivo; Artes plásticas; Artesanato; Capoeira; Gastronomia típica africana … e muito mais!
“Ler, Ouvir, Ver e Expressar” — o nosso lema L.O.V.E. representa a essência do projeto da Livraria Lulendo, uma livraria africana que celebra a literatura africana, afrodescendentes e os conteúdos sobre África, independentemente da origem do autor/a. É uma livraria diversificada e inclusiva. 
Venham celebrar connosco a identidade e o orgulho africano!  Preparem-se para ouvir contos, romances, poesia, ensaios, história e muito mais nos dias 15, 16 e 17 de maio no jardim do Palácio Baldaya.
Não percam! Vamos juntos fazer desta festa um momento inesquecível! 
#LOVEEAFRICA #FestivalLiterário #IdentidadeAfricana #Cultura #LiteraturaAfricana 

05.05.2026 | par martalanca | L.O.V.E AFRICA

Ghost Kitchen in a City Shell Performance/Debate Sábado 16h-18h30

“GHOST kitchen IN THE city SHELL” é uma conversa performativa, em formato de long-table, cruzando antropologia e arquitetura para pensar a cidade a partir das ghost kitchens enquanto infraestruturas invisíveis. Convocando a noção de hauntologia abordada por Mark Fisher, e a narrativa ciberpunk de Ghost in the Shell, de Masamune Shirow, onde a questão do humano é central, também aqui se interrogam presenças, mediações e invisibilidades na cidade e cozinhas contemporâneas.

Propõe-se refletir sobre ‘ghost’, a aura fantasmagórica, invisível e anónima destas cozinhas — em referência às plataformas a partir das quais se opera a entrega de comida (apesar da existência de um espaço físico) — e ‘dark’, adjetivo pouco conseguido, como se estas cozinhas fossem um segredo a manter escondido.

À mesa, com comida, propomos interrogar a deslocação da cozinha — espaço afetivo da casa — para um sistema logístico espectral, onde consumidores e trabalhadores permanecem anónimos. Na antítese desta ideia, pretende-se mostrar, explorar e contrapor o filme “FOOD” de Matta-Clark onde a cozinha surge a preto&branco, como espaço simultaneamente doméstico e experimental, coletivo e marginal, que implementa dinâmicas e (re)desenha cidade(s).

Autoria e organização de: Patrícia Azevedo da Silva (antropóloga) e Luísa Sol (arquitecta)

Trienal de Lisboa. + infos 

04.05.2026 | par martalanca | conversa performativa

Fidju Kitxora: sessão de escuta do novo álbum: Ti Manxe

O segundo álbum de Fidju Kitxora, Ti Manxe nasce da escuta de situações que atravessam a vida cabo-verdiana. Gravado entre as ilhas de São Nicolau, São Vicente e Santiago, o disco constrói-se a partir de conversas, gravações de campo e fragmentos que revelam camadas menos visíveis do contexto local. Ti Manxe, que pode ser entendido como “até amanhecer” em kriolu, sugere um percurso feito de camadas sobrepostas, entre memória, presença e tensão, onde diferentes experiências coexistem sem se fecharem numa narrativa única.

 

30.04.2026 | par martalanca | Fidju Kitxora

Novas Narrativas de Caça

“Até que os leões contem as suas próprias histórias, os caçadores serão sempre os heróis das narrativas de caça.”

Novas Narrativas de Caça é uma antologia composta por sete histórias independentes ligadas pelo seu tema – a busca de identidade e pertença de personagens negros, portugueses afrodescendentes que lutam para fazer parte de uma sociedade que muitas vezes os ignora e oprime.

Ficha Técnica

Realizadores – Luís Almeida, Cláudia Semedo, Lara Mesquita, Fábio Silva, Dércio Tomás Ferreira, Diogo Carvalho

Argumentistas – Luís Almeida, Ana Lúcia Carvalho, Gisela Casimiro, Lara Mesquita, Fábio Silva, Dércio Tomás Ferreira, Diogo Carvalho, Cláudia Semedo

Produtoras – Galo Bravo, Many Takes

Diretor de Fotografia – Maurício Franco, Marco Bento, Johel Almeida

Diretor de Som – Ruben Santiago

30.04.2026 | par martalanca | série

Conversa com Christiane Taubira

Dia 6 de maio, pelas 18h, na Casa do Comum 

A escravatura de africanos é o crime mais grave contra a humanidade: implicações para os países que escravizaram e traficaram pessoas.

A Assembleia Geral das Nações Unidas aprovou uma resolução histórica que considera a escravização de africanos durante o período do tráfico transatlântico o crime mais grave contra a humanidade, apelando simultaneamente aos Estados-membros para que se desculpem pelo comércio de pessoas escravizadas e assumam reparações históricas. Foi ainda sublinhado que a herança do racismo esclavagista constitui uma causa estrutural da violência racista.

Os países europeus envolvidos no tráfico transatlântico de pessoas, como Portugal, abstiveram-se, mas veem-se, de qualquer forma, confrontados com a necessidade de tomar em consideração a resolução das Nações Unidas.

Que significado histórico tem esta resolução? Que impacto poderá ter na luta contra o racismo?  Que implicações terá a resolução das Nações Unidas para os países europeus? Como se pode responder ao apelo de reparações?

30.04.2026 | par martalanca | Álvaro Vasconcelos, CHRISTIANE TAUBIRA, Kitty Furtado

fred, de Ska Batista

fred é um livro de noite. De corpos que se encontram, se perdem e se reinventam. Um diário visual fragmentado onde Ska Batista acumula imagens como se acumulam memórias — sem ordem, sem hierarquia, com a lógica própria do desejo. Performances, errâncias urbanas, cenas domésticas, gestos que resistem à definição: tudo coexiste num espaço onde a identidade recusa ser fixada. fred é queer não apenas no que mostra, mas na forma como olha — com a mesma atenção ao corpo que se oferece e ao corpo que se esquiva, ao íntimo que se expõe e ao que permanece na sombra. Um retrato aberto, onde a vulnerabilidade torna-se poder.

Lançamentos:

Livraria GRETA, Lisboa

Dia 8 de maio, 19h00 

Rua Palmira 66C, 1170-287 Lisboa

Conversa com Maura Grimaldi, David Guéniot e artista

https://www.gretalivraria.com/

Livraria STET, Lisboa

Dia 9 de maio, 17h00 

R. Actor António Cardoso 12A, 1900-011 Lisboa

Conversa com Sofia Silva, David Guéniot e artista

@stet_books

Exposição individual:

Imagem objeto imagem relação, de Ska Batista

Inauguração dia 4 de Julho, 16h00

Espaço Gaivotas 6

Rua das Gaivotas 6

1200-202 Lisboa

https://ruadasgaivotas6.pt/

“Em meio a tantas imagens, o que faz fred acreditar nelas? O que o faz percorrer por laboratórios sem a certeza se os seus retratos emergirão. Seus frames são pequenos brilhos, cintilam feito pequenas surpresas. Acaso, erro e descontrole. Isso que nos leva ao maravilhamento, algo como abrir um presente. E seria precisamente pela surpresa que teríamos a possibilidade de sermos arrebatados por uma pequena beleza. Esta que aflora a partir do que esperávamos pouco ou que fizemos um trabalho para não esperar, porque tínhamos a plena consciência de fugirmos às regras e protocolos. Encontrar “coisas acesas por dentro” em meio ao acúmulo de decisões que sabíamos implicar em erros parece ser um breve milagre.
Nesse fenômeno de arrebatamento e de construção de um espaço extremamente íntimo, somos fatalmente capturados: um encontro com Eros. Debruçar-se nessa obra é ver-se tomado por um espaço especial de nossa entrega perante esses registros, mas também da entrega de quem fotografa ao seu entorno. Aqui é justamente onde estar atento, dedicado e apaixonado, se confundem. Onde se abre uma nesga de desejo, em meio à crescente e assombrosa deserotização do mundo sobre a qual nos alerta Franco Bifo Berardi e Luigi Zoja. fred é, assim, a jornada entre os anos, os lugares de afeto e os seres que os integram. Lembremos o que Anne Carson nos conta: “Eros é um verbo”, isto é, “o desejo se move”. Eros é essa pulsão de mover-se, de dividir e partilhar os mundos, de perder-se e alargar-se nos outros. Eros é esse lançar-se a um outro, em um sentido vasto, seria a capacidade de “arrancar o sujeito de si mesmo e direcionar para o outro. […] Ele dá curso a uma denegação espontânea do si mesmo, um esvaziamento voluntário do si mesmo.” Se o sujeito narcisista é aquele que “não consegue perceber o outro em sua alteridade e reconhecer essa alteridade”, fred é o seu antagonista, bem como apaixonar-se é antídoto para não se afogar em si. ”

Extracto do texto “O Grão e o poro”, de Maura Grimaldi, publicado no livro fred, de ska batista.

Ska Batista (1987) acumulador de imagens e iluminador, radicada em Lisboa. Sua prática desenvolve-se entre a fotografia, o vídeo e a iluminação cênica, com foco na investigação da performatividade do fazer e dos processos de criação. Atualmente investigando a não imagem a partir da recusa da lógica da eficácia e do instantâneo. Integra a plataforma Matéria Leve, projeto de pesquisa e formação em iluminação coordenado por Letícia Skrycky. Colaborou em criações de luz para espetáculos como, Mandaki, violetas, de Vânia Doutel Vaz; Cantar, de Francisco Cavalcanti; Quase Nada e Um Plano, de Márcia Lança; e A Roda que Não Tem Fim. Entre as exposições das quais participou, destacam-se a série fotográfica Anarquivo, apresentada no Arquivo Municipal de Lisboa; a instalação fotográfica Rebojo, na Cisterna da Faculdade de Belas-Artes da Universidade de Lisboa, sob coordenação de Susana Sousa Dias; e a obra Desconectado, exibida na Casa da Cultura de Beja. Em 2022, realizou as exposições individuais As luzes vermelhas invadem a noite, na Galeria dos Encontros da Imagem, em Braga, e corpa incognita, no âmbito do festival de performances #PRECÁRIAS, com direção artística de Tita Maravilha, no Espaço Gaivotas 6, em Lisboa. Em 2025 participou da exposição coletiva Rota dos Ventos, na PLATO, no Porto. Colabora no projeto Fotonovelo, uma investigação que tenta resgatar criticamente um conjunto de objetos culturais e dispositivos hoje considerados obsoletos — da fotonovela aos dispositivos de pré-cinema e a técnicas de impressão.

 

 

GHOST Editions

www.ghost.pt

@ghost_editions

A editora GHOST surge em 2011 da conjunção dos interesses e práticas da fotógrafa Patrícia Almeida (1970-2017) e do editor David-Alexandre Guéniot para dar corpo a projectos editoriais e eventos programáticos.

Em 15 anos de existência, a GHOST publicou mais de 40 livros que abrangem um vasto leque de disciplinas: fotografia, artes visuais, design, dança contemporânea, dramaturgia e ciências sociais. Propõe-se publicar livros que articulam uma ‘política da imagem’, ou seja aproximações críticas sobre os usos e as condições de recepção da imagem fotográfica, seja ela documental, arquivística, ficcional ou apropriada. 

Em 2018, a publicação “Anatomia de uma decisão”, de João Fiadeiro, recebeu o Prémio de Design de Livro do Ano da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB/MC). Em 2019 e 2021, as publicações “Caldas 77” e “Ma vie va changer” receberam menções honrosas do mesmo prémio. Em 2023, “O Livro da Patrícia” foi selecionado para o Prémio de Melhor Livro do Ano pelo festival internacional de fotografia PhotoEspaña. Em 2024, o livro “I Photograph You Photographing Her Photographing Me” foi nomeado para o Premio do Melhor Livro do Ano nos Rencontres de la Photographie d’Arles em França, na categoria do Livro-Texto. Em 2024, “Livros de Fotografia em Portugal: da Revolução ao Presente” ganhou o Prémio de Melhor Livro do Ano pelo festival internacional de fotografia PhotoEspaña bem como o Premio ArtsLibris Banc Sabadell Barcelona. Foi ainda selecionado para o prémio de melhor livro do ano nos Rencontres d’Arles, o Premio Eloi Gimeno 2024 e o Buchkunst Stiftung, Best Book Design from all over the World 2025.

As publicações da GHOST integram colecções nacionais e internacionais, de instituições públicas e privadas e são regularmente integradas em exposições sobre livros de artista. Entre outras: “Vermelho Vivo”, festival Solar, Fortaleza (BR), 2024-25; “Narrativas do Eu, entre o público e o privado”, Biblioteca de Arte, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2024-25; “Nervo: Observatório do Fotolivro Português no séc. XXI”, Centro Português de Fotografia, Porto, 2024; “Fazer”, Culturgest, Lisboa, 2023; “Photo Vogue Festival”, Milão (IT), 2019; “Atlas Portugal”, Casa Encendida, Madrid (ES), 2019; “Ink#2”, Fotokino, Marselha (FR), 2017; “Uncensored Books”, Belgrade (YU) e Palermo (IT), 2017; “Everything is about to happen”, Museu de Serralves (PT), 2017; “Portugal em Flagrante – Operação 1”, CAM, Fundação Gulbenkian 2016 (PT), “EDIT: Sequence/Meaning”, CGAC - Centro Galego de Arte Contemporânea de Santiago de Compostela (ES), 2015, Galerie LENDROIT, Rennes (FR), 2015, Galeria Anamesa Atenas (GR), 2014.

A GHOST tem participado em mais de 65 feiras de edições internacionais e nacionais como Offprint Paris (desde 2012), Offprint London (de 2015 a 2018), Pa/per View Art Book Fair (Porto, 2012 e Bruxelas, 2013 e 2014), Libros Mutantes/Madrid Art Book Fair (2013 e 2022), ARCO Madrid (2014), Wiels Art Book Fair em Bruxelas (2015), Friends with Books (Berlim, de 2015 a 2019), P.A.G.E.S (Genebra, 2023), Mira Look Books Madrid (2023), Arts Libris Barcelona (2024), Fiebre Photobook Fest XII, Madrid (2025) bem como em feiras nacionais como a Feira do livro de fotografia de Lisboa (desde 2012), Feira de edições no Carpe Diem Lisboa (2012-2014), Est Art Fair no Estoril (2014), ARCO Lisboa (desde 2016), EDIT (2015-2017), Feira Gráfica de Lisboa (2018-2020), Feira do Livro de Arte de Coimbra (desde 2023), Matéria Impressa/Centro de Arte Oliva, S. João da Madeira (2023) e F.E.R.A (2023).

Os livros da GHOST são distribuídos através de uma rede nacional e internacional de livrarias especializadas em livros de arte. Concluiu em 2016, um contrato de distribuição com a distribuidora internacional Anagram Books com sede em Berlim. Ao nível nacional, os livros da GHOST são distribuidos pela editora Orfeu Negro em mais 150 livrarias em Portugal, e nas Feiras do Livro de Lisboa e do Porto, desde 2018.

 

fred

 

 

Fotografias: ska batista

 

Design: Joana Durães

 

Texto crítico “O Grão e o poro”: Maura Grimaldi

 

Impressão e acabamentos: Gráfica Maiadouro

 

Agradecimentos: Aurora, Francine Ramos, Izabel Nejur, Kimmy Simões, Julia Cury, Mandi Kaibo, Manoella Valadares, Yura, Zaya

 

Apoio: República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto/DGARTES – Direção-Geral das Artes

 

Formato: 205 x 260 mm, 56 pp.

(43 fotografias, offset, duotone)

 

ISBN 978-989-36209-2-2

 

Editora: GHOST Editions - www.ghost.pt

 

Data de publicação: Abril 2026

 

PVP: 28€

Preço pré-venda: 22€ (até dia 5 de Maio, exclusivamente no site ghost.pt)

envio grátis para Portugal.

29.04.2026 | par martalanca | queer

Debate com CHRISTIANE TAUBIRA

Escravatura crime contra a humanidade, Implicações para os países que escravizaram e traficaram pessoas.

Debate animado por :Álvaro Vasconcelos e Kitty Furtado

Dia 6 de maio, pelas 18h, na Casa do Comum

Morada:Rua da Rosa, 285, Lisboa

Organização: Forum Demos, Casa do Comum e Red Cloud

CHRISTIANE TAUBIRACHRISTIANE TAUBIRA

27.04.2026 | par martalanca | CHRISTIANE TAUBIRA

Moçambique e o Sul Global - Uma Perspetiva a Partir das Epistemologias do Sul

Este livro visa construir e comunicar narrativas e argumentos sobre o passado e o presente assentes em metodologias que vão muito além das metodologias de investigação tradicionais. Uma investigação ativista, crítica e atenta aos conhecimentos próprios sobre o passado e o presente das sociedades do Sul global abre um mundo de novas interpretações, ao mesmo tempo que revela narrativas e experiências não incluídas nas conceções dominantes sobre a história e a natureza das sociedades em análise. Trata-se de compreender o longo e complexo período que se iniciou com a independência de Angola e Moçambique. O primeiro volume centra-se na investigação de diferentes processos históricos à luz das novas perspetivas epistemológicas e metodológicas.

26.04.2026 | par martalanca | Maria Paula Meneses, Moçambique

"Santas e Insubmissas: moral cristã e (de)colonização do corpo feminino na criação artística luso-brasileira"

Irá compor o número 02 (Julho-Dezembro) de 2026 da Revista Tempo, Espaço e Linguagem. A Revista recebe também contribuições em fluxo contínuo de artigos livres, ensaios e resenhas em português, inglês e espanhol. 

Proposta:

Este dossiê convida pesquisadoras e pesquisadores a submeterem estudos interdisciplinares que analisem criticamente a evangelização católica no mundo luso-brasileiro como um dos principais dispositivos coloniais de controle, normatização e disciplinamento do corpo feminino. Partindo de perspectivas feministas e decoloniais, o dossiê propõe investigar tanto os mecanismos históricos e simbólicos de imposição da moral cristã patriarcal quanto os modos de resistência, reinvenção subjetiva e reexistência que emergem na arte, na literatura, no cinema e em práticas espirituais dissidentes.
Interessam contribuições que articulem história, estudos culturais, teoria feminista, estudos da religião e artes, explorando as relações entre colonialismo, gênero, sexualidade, fé, memória e trauma no contexto luso-brasileiro, bem como o papel da criação artística como espaço de denúncia, contra-arquivo e potência crítica frente ao projeto colonial cristão.

Convidamos autoras e autores a submeterem trabalhos que abordem, entre outros, os seguintes temas:

• Representações do corpo feminino na arte e na literatura sob e contra a moral cristã;
• Missionação, colonização e disciplinamento dos corpos femininos no mundo luso-brasileiro;
• Releituras feministas e decoloniais de figuras religiosas (freiras, santas, mártires, mães);
• Resistência simbólica e artística em contextos de clausura, catequese e repressão moral;
• Subjetividades femininas e dissidentes em narrativas luso-brasileiras decoloniais;
• Interseções entre religião, sexualidade, colonialismo e práticas artísticas;
• Performances de reexistência: arte como contra-arquivo e contra-catecismo;
• A crítica ao catolicismo nos feminismos do Sul Global;
• Espiritualidades afro-brasileiras e cosmologias femininas como resistência ao colonialismo cristão;
• Arte, trauma e memória: transmissão, silenciamento e processos de cura.

A organização do dossiê será feita por Bruno Marques (UAb; IHA-NOVA FCSH/IN2PAST) & Nadia Maria Guariza (UNICENTRO)

Submissões até: 10 de agosto de 2026 pelo endereço eletrônico da revista (https://revistas.uepg.br/index.php/tel/about/submissions)


24.04.2026 | par martalanca | arte, revista

“Regeneração: Arte, Ecologia e Pós-Colonialismo”

Evento Interact Offline em torno do nº40 da revista Interact, “Regeneração: Arte, Ecologia e Pós-Colonialismo”, a decorrer no dia 28 de abril, às 18h, na NOVA FCSH (Torre B, Auditório B2).O encontro propõe uma reflexão sobre as ligações entre crise ecológica, heranças coloniais e práticas artísticas contemporâneas, partindo da ideia de que a exploração ambiental está profundamente ligada a sistemas históricos de dominação. Reúne artistas e investigadores para pensar formas regenerativas de habitar o mundo, convocando novas narrativas, pedagogias e modos de relação entre humanos e mais-que-humanos.

Organizado em dois painéis: Painel 1 com André Vaz, Francisca Dores e Laila Nuñez; Painel 2 com Falcão Nhaga, Marta Lança e Maíra Zenun.

O evento inclui ainda a exibição das curtas-metragens Linhas de Bordadura (2025), de Francisca Dores, e Mistida (2022), de Falcão Nhaga.

design de Sara Vermelhidodesign de Sara Vermelhido

23.04.2026 | par martalanca | arte, ecologia, pós-colonialismo

Sempre em Abril

“Um filme que pinta com as cores e as tintas do presente, o mesmo mural colectivo dos artistas e actores de Abril.
Um remake, uma ficção, um documentário, um ensaio, um fresco? Tudo e nada disso. Só um projecto destes, baseadona colossal pesquisa de querer ver tudo - e que já foi uma belíssima instalação projectada numa parede de tijolona Cinemateca Portuguesa - nos pode emocionar desta maneira. Nestes 50 anos da revolução, que mais bela,
justa e sincera homenagem poderíamos esperar para partir e reconstruir as paredes que nos tapam sempre o caminho?”O Júri dos Caminhos do Cinema Português 2024  — Filipa Vasconcelos, João Pedro Rodrigues, Mina Andala, Paulo Cunha, Pedro Brito —, na atribuição do Grande Prémio Cidade de Coimbra ao filme SEMPRE, de Luciana Fina.

 

23.04.2026 | par martalanca | 25 de abril

"Tudo em prol do bairro. O SAAL em Tavira e a construção em comum"

O Museu Municipal de Tavira inaugura no próximo dia 24 de abril, às 18h00, no Palácio da Galeria, a exposição “Tudo em prol do bairro. O SAAL em Tavira e a construção em comum”.

Tavira e Cabanas foram palco de duas operações SAAL (Serviço de Apoio Ambulatório Local) realizadas no Algarve após o 25 de Abril de 1974, um processo pioneiro que procurava responder às necessidades e desejos das populações mal alojadas, envolvendo-as diretamente na construção das suas próprias habitações.

As Associações de Moradores assumiram um papel central em todo o processo: na promoção do bairro, na escolha do sítio, na participação no projeto, na gestão da obra e na distribuição das casas. “Tudo em prol do bairro”, como recorda uma das moradoras.

A exposição retrata as operações SAAL “Amigos Unidos de Cabanas” (Cabanas de Tavira) e “1.º de Maio” (Tavira), a partir do contributo fundamental das pessoas envolvidas no seu arranque, desenvolvimento e concretização. Reflete igualmente sobre a importância do seu legado nos dias de hoje, considerando a questão da habitação e o direito à cidade.

O projeto resulta de uma investigação promovida pelo Município de Tavira e desenvolvida pela Universidade do Algarve, coordenada por Miguel Reimão Costa, com a participação de Lia Antunes, João Baía, Eva Costa e Patrícia Gonçalves (nas áreas da história da arquitetura e antropologia) e o trabalho fotográfico de Pedro Barros. O processo contou igualmente com o contributo das moradoras e moradores dos bairros SAAL e respetivas Associações de Moradores, bem como com o apoio de diversas entidades e arquivos.

A exposição pode ser visitada no pátio do Palácio da Galeria entre 28 de abril e 3 de outubro, dentro do horário normal de funcionamento (de terça a sábado, das 10h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00).

Informações:  Museu Municipal de Tavira

22.04.2026 | par martalanca | SAAL, Tavira

Olhares Críticos no Arquivo Colonial - Sombras e Memórias

CONVITE: Inauguração da exposição |23 abril | 18h00 no MUHNAC
No anexo, com materiais de apoio para mediação, juntados pelo Instituto Paulo Freire

Olhares Críticos no Arquivo - Sombras e Memórias é uma exposição de arte contemporânea que convida a refletir criticamente sobre as coleções museológicas do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC). Apesar de apresentadas como neutras, estas coleções basearam-se em processos desiguais, envolvendo trabalho forçado, apropriação de objetos e saberes, e repressão de práticas culturais locais. Olhares Críticos no Arquivo: Sombras e Memórias explora o arquivo colonial na tentativa de proporcionar encontros com o passado, para desenvolver pensamento contemporâneo e decolonial, e para projetar, conjuntamente com o público, narrativas de reparação histórica e de transmissão de memória.

As coleções científicas coloniais conservadas no MUHNAC foram, na sua maioria, constituídas no âmbito de missões científicas oficiais, levadas a cabo pelo Estado português nos séculos XIX e XX nos territórios então colonizados de Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Macau e Índia. Estas missões tinham como objetivo proceder à ocupação científica das colónias e contribuir para o sucesso da colonização, otimizando a exploração e a rentabilização dos recursos naturais, materiais e humanos dos territórios colonizados.

Os materiais de apoio à mediação da exposição Olhares Críticos sobre o Arquivo reúnem vários excertos de artigos, estudos e teses científicas que esclarecem certos aspetos sensíveis presentes nas coleções coloniais conservadas no MUHNAC -ditas científicas-, permitindo abordá-las de forma crítica.

Olhares Críticos sobre o Arquivo Colonial - Sombras e Memórias é uma exposição de arte contemporânea que convida a refletir criticamente sobre as coleções coloniais do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT), desde 2015, no Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa (MUHNAC). Seis artistas foram convidados a desenvolver trabalhos inéditos, a partir de uma longa investigação nas coleções e arquivos das missões científicas coloniais realizadas na Guiné-Bissau, Angola e Moçambique nos anos 1940 e 1950.  A exposição apresenta formatos artísticos diversos e parte do encontro do público com o passado para propor reflexões sobre a preservação da memória, a reparação histórica e o papel dos museus enquanto repositório de culturas africanas.

Olhares Críticos sobre o Arquivo Colonial: Sombras e Memórias contribui para dois importantes programas do MUHNAC: o Programa de Arte, Natureza e Ciência (PANC) e o Plano de Ressignificação e Reparação de Coleções Coloniais.

Exposição dos artistas IIídio Candja, Jorgette Dumby, Márcio Carvalho, Nuno Silas, Osias André e Raquel Lima I Curadoria: Márcio Carvalho, Nuno Silas e Sophie Kotanyi

22.04.2026 | par martalanca | arquivo, MUHNAC

Visitas Participadas às reservas etnográficas africanas do Museu Nacional de Etnologia (MNE)

O Coletivo Tributo aos Ancestrais PT, em parceria com o Museu Nacional de Etnologia (MNE), em Belém, Lisboa, tem a honra de convidá-lo(a) a participar nas penúltimas visitas participativas às reservas etnográficas africanas do Museu, que terão lugar no sábado, dia 9 de maio de 2026, das 11h às 12h30 e das 14h às 15h30. Esta iniciativa proporciona uma oportunidade exclusiva de acesso a uma das maiores reservas de artefactos africanos existentes em Portugal, composta por aproximadamente 8.000 objetos provenientes de 28 países.
Para além da observação do acervo, estas visitas são também momentos de reflexão crítica sobre a história colonial, a presença africana em Portugal, os silêncios institucionais e as vozes que se pretende recuperar e dignificar. Trata-se, assim, de um convite ao diálogo, à escuta crítica e à co-construção de memórias partilhadas. Contamos consigo para fazer parte deste momento histórico.
Faça a sua inscrição hoje: tributoaosancestraispt@gmail.com

 

21.04.2026 | par martalanca | Museu Nacional de Etnologia (MNE)

PROJECTO GLOBAL, de Ivo Ferreira

Lisboa, anos 1980: a revolução e a euforia da liberdade pertencem ao passado. O país atravessa tempos conturbados: fábricas fecham, trabalhadores erguem barricadas e a política domina cada esquina. Entre cigarros, música, prostitutas e marinheiros, partilham-se sonhos desfeitos e esperanças incertas. À medida que as tensões sociais se agravam, surgem as FP25, um grupo armado de extrema-esquerda. Os seus membros seguem um caminho sem retorno, vivendo existências clandestinas feitas de assaltos a bancos, ataques, amizade e amor, sob a constante ameaça da prisão ou morte. Ao abandonarem tudo e todos, exceto uns aos outros, começam a perder as próprias identidades, enquanto o inspetor que os persegue enfrenta ele próprio um dilema moral.

Duração: 141’

Novo filme de Ivo M. Ferreira revisita um dos períodos mais conturbados da democracia portuguesa

SESSÕES ESPECIAIS 

PROJECTO GLOBAL, uma das maiores produções de sempre do cinema português, chega ao grande ecrã esta quinta-feira, 23 de abril. Para assinalar a estreia, o realizador Ivo M. Ferreira e a atriz Jani Zhao, vão passar por várias salas de cinema, promovendo encontros com o público em sessões especiais.

A primeira sessão realiza-se já no dia 23, no Cinema Ideal, às 21h15. No final, os espectadores poderão participar numa conversa com o Ivo Ferreira e Jani Zhao, num momento de partilha e reflexão sobre o filme, e o contexto histórico que o inspira, aprofundando as questões que atravessam a narrativa, assim como os desafios da sua adaptação ao cinema. No mesmo dia, pelas 19h00, será apresentado o livro As FP-25 e o Pós-Revolução – Normalização e Violência Política, do historiador Francisco Bairrão Ruivo - resultado de um extenso trabalho de investigação histórica que esteve na base de PROJECTO GLOBAL.

Com interpretações de Jani Zhao, Rodrigo Tomás, José Pimentão, Isac Graça, Ivo Canelas e Gonçalo Waddington, PROJECTO GLOBAL fala-nos de um sonho de igualdade do qual se é forçado a acordar, e da dificuldade em aceitar a derrota quando as ideias colidem com a realidade, feita de compromissos, interesses, mesquinhez e abdicações.

Mais do que uma estreia, o filme propõe uma experiência que cruza a sétima arte, com uma abordagem histórica e debate contemporâneo. Nos cinemas a partir de 23 de abril, com distribuição pela NOS Audiovisuais.

SESSÕES ESPECIAIS | PROJECTO GLOBAL

QUINTA-FEIRA, 23 DE ABRIL

 Cinema Ideal, Lisboa

19h00 — Apresentação do livro de Francisco Bairrão Ruivo:
“As FP-25 e o Pós-Revolução – Normalização e Violência Política”
Com a presença do autor, do realizador Ivo M. Ferreira, e do escritor e jornalista Rui Cardoso Martins

21h15 — Exibição do filme, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao


SEXTA-FEIRA, 24 DE ABRIL

 Cinema Ideal, Lisboa
10h30 — Sessão para escolas, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira


SÁBADO, 25 DE ABRIL

 Cinemas Charlot, Setúbal
16h00 — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira, Jani Zhao

 Cinema Fernando Lopes, Lisboa
21h30 — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao


DOMINGO, 26 DE ABRIL

 Cinema Fernando Lopes, Lisboa
19h30 — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao

 Cinema Nimas, Lisboa
21h30 — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao


SEGUNDA-FEIRA, 27 DE ABRIL

 Casa do Cinema, Coimbra
21h30 — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao


TERÇA-FEIRA, 28 DE ABRIL

 Cinema Nimas, Lisboa
19h00 — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao


QUARTA-FEIRA, 29 DE ABRIL

 Cinemas NOS Amoreiras, Lisboa
Sessao da noite em horário a confirmar — Exibição, seguida de conversa com Ivo M. Ferreira e Jani Zhao

20.04.2026 | par martalanca | cinema, revolução