Os Barcos Negros e dizem as velhas na praia que não voltas. São loucas!

Os Barcos Negros e dizem as velhas na praia que não voltas. São loucas! Assim, resta-me acrescentar que me gamaram nas andanças em que me meteu a minha empresa. O meu cartão do cidadão e, mais tarde, em sequência o meu laptop e docs oficiais que comprovam que por maluqueira sou do género masculino e tenho assim o direito de me chamar o que bem entender. Tal como a Pepper. Foi-se tudo e agora depois de ter da minha empresa respostas cada vez mais estranhas que implicam ficar nas mãos de sabe-se lá quem e onde.

Jogos Sem Fronteiras

10.10.2019 | por Adin Manuel

átimo de criação e tempo no museu-trabalho-e-trabalha-44h-semanais-e-

átimo de criação e tempo no museu-trabalho-e-trabalha-44h-semanais-e- Museu de Arte do Rio. uma teoria: depois do museu e durante ele, a noção de tempo alterou-se e nos alterou, tanto individualmente como trabalhando em dupla. Não que estejamos demarcades pelo museu, mas existe uma mudança na percepção do quanto algo pode durar. E de ficar uma hora revirando os olhos. Ou de olhos fechados. Mordendo algo. Nos faltou dizer, então, e fazer a memória da criação nesse lugar fechado.

Cidade

28.08.2019 | por Jandir Jr e max wíllà morais

Os olhares de Catarina - novos trabalhadores rurais do Alentejo: entre a esperança e a discriminação

Os olhares de Catarina - novos trabalhadores rurais do Alentejo: entre a esperança e a discriminação Do outro lado, a milhares de quilómetros, estará uma voz familiar e uma condição de miséria que a levou a atravessar meio mundo em busca das migalhas da fatia do bolo que ditou que as muitas Catarinas Eufémias do hemisfério sul não tenham direito a uma vida digna. Muito menos que os seus nomes sejam recordados pelas múltiplas lutas que povoam a sua mera sobrevivência quotidiana.

Jogos Sem Fronteiras

21.05.2019 | por Filipe Nunes

Musala, o trabalho

Musala, o trabalho A essa família de socialismo distante, cujo fedor de traição conspurca os nossos ideais. E faz de ti, junto com todos os outros, uma massa de trabalhadores militantes. Neuróticos. Gentrificados. Devemos caminhar nas faixas brancas que atravessam os open-spaces das colmeias vidradas cintilantes ao sol: dar cotoveladas para guardar o lugar, realçar o que se conquistou para além do razoável. E, na selva, quem tem razão é o mais forte.

Mukanda

27.04.2019 | por Joëlle Sambi

Supressão e conservação do homem branco

Supressão e conservação do homem branco Quanto mais avançava na colonização do mundo exterior, tanto mais o homem branco precisava ajustar a si mesmo, e quanto mais assim se ajustava, mais precisava colonizar o mundo. Os senhores do autodomínio, que tinham vertido sangue no Novo Mundo, lançavam agora seu olhar abstrato e utilitário para o continente europeu. A colonização externa das culturas não-européias se reverteu directamente em colonização interna do próprio mundo. Na medida mesma em que promovia a capitalização da produção e a industrialização, o colonialismo também destruía o modo de produção agrário da antiga Europa e impelia a parcela empobrecida da população para as fábricas, então com jornadas de trabalho de 14 horas e bárbaro trabalho infantil.

A ler

03.10.2013 | por Robert Kurz