Marta Mestre

Portugal (1980). Vive e trabalha no Rio de Janeiro onde é curadora no Museu de Arte Moderna - MAM-Rio. Graduada em História da Arte, com mestrado em Cultura e Comunicação. Coordenou e programou o Centro de Artes de Sines [Portugal, 2005-08]. Faz crítica de arte, publicou nas revistas ArteyParte, Dardo, RawArt, Arte Capital, Concinittas, Kaleidoscope, Buala. Iniciou a curadoria em 2005 (seleção): “Ngola Bar - Kiluanji Kia Henda” [2007]; “A situação está tensa mas sob controlo” [Artecontempo, Lisboa, 2008]; “Estado de Atenção” [Casa da Cerca, Almada, 2019]; “Terceira Metade: Atlantico Sul” [MAM-Rio, 2011], “Se tudo é humano, tudo é perigoso” [ Laboratório Curatorial, SPArte, SP, 2012], “Arquivo Aberto: 1983-97” [Centro Sérgio Porto, Rio de Janeiro, 2012], “Deus não Surfa” [Rio de Janeiro, 2013], “Mundos Cruzados” [MAM-Rio, 2014], “Lourival Cuquinha: territórios e expansões” [MAM-Rio, 2014], “Resistir ao passado, ignorar o futuro e a incapacidade de conter o presente”, de Vijai Patchineelam [MAM-Rio, 2014], “Ações, estratégias e situações” [MAM-Rio, 2015] algumas em colaboração. Foi uma das curadoras (2010-2012) da editora portuguesa Ymago que publica Rancière, Didi-Huberman, Belting e Warburg, e uma das dinamizadoras de Ações Curatoriais, encontro de curadores e artistas realizado em Florianópolis, 2014. 

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